Hoje, de manhã, encontrei essa imagem, que meu irmão me me mandou, de nossa mãe, a D. Marita, Maritinha, que já não se encontra mais conosco. Saudades imensas e eternas!
Bela e simples, coloco para comemorar essa data tão significativa, e aproveito para dar os parabéns à todas as mães do mundo.
Fernandão, a.k.a Observador, está anêmico há mais de 15 dias.
Procura daqui, procura por lá, exames em profusão, eis que o culpado pela minha anemia é um pequeno remédio, pequeno mesmo, o AAS.
Tomo esse medicamento, por prescrição médica, antes da minha operação. Afinar o sangue e permitir que o dito cujo possa fluir com mais facilidade pelas artérias, eis a missão do AAS.
Acontece que o "sujeitinho", por alguma incompatibilidade minha, estava causando perdas, mínimas mas contínuas, de sangue. Somadas essas perdas ao meu esforço em minhas andanças atléticas na academia aconteceu a anemia. Anemia ferropriva, como esclareceram os médicos.
Agora, eliminado, pelo menos momentâneamente, o uso do AAS, com aumento das cargas de ferrro para o organismo(pastilhas e injeções), é só aguardar o retorno da minha saúde. Coisa de uns bons dois meses, para a completa restauração do meu, digamos, estado atlético.
Segundo os especialistas, os médicos, devo manter-me em estado de cuidados, sem tentar grandes esforços, mas já posso voltar a algumas atividades, trabalho e blogar, por exemplo, no meu computador.
Pelo menos, como disse o Melo, querido amigo, blogueiro e hematologista da maior competência, essa anemia "é a coisa mais comum do mundo".
Chatinho era não saber do que se tratava. Agora, e dar tempo ao tempo.
Depois da brilhante vitória do domingo, contra o Botafogo, conquistando o título carioca, BI-CAMPEÃO, o Mengão conseguiu "festejar" a saida do treineiro de plantão, o Joel, com uma derrota simplesmente acachapante. Perdeu de 3X0 do último colocado do campeonato mexicano, que havia derrotado com facilidade, semana passada, lá nas altitudes do México. Cheio de pose, pensando na festa de despedida do Joel, o time não jogou nada e foi humilhado em pleno Maraca.
Dos males o menor, ainda bem que o novo treineiro, Caio Jr, não esteve dirigindo o time, pois seria crucificado, caso fosse ele a escalar, mal, o time e não conseguir colocar a cabeça dos jogadores no foco da competição da Libertadores.
Curioso que, ouvindo em todas as mesas-redondas dos canais de TV que o Flamengo tinha um elenco para disputar o título do Brasileirão, eu revia, mentalmente, o tal elenco e , na minha cabeça, passava facilmente que esse grupo não tem fôlego para ser campeão brasileiro. Espero estar errado e que o que aconteceu possa ser creditado/debitado, aos inesperados do futebol. Mas, que foi um vexame sem igual, lá isso foi!
Acabaram minando as energias do Observador!
Desde a 3a feira da semana passada, e lá se vão quase dez dias, venho sendo assediado por essa duplinha sem-vergonha!
Hoje mesmo, fiz uma bateria de exames de sangue para saber o que está fazendo com que eu tenha perdido a qualidade da minha saúde, no quesito energia/anemia. Só sei que está chato pra caramba, no exato momento em que minhas atividades físicas estavam pra cima.
Moleza, desânimo e falta de vontade de fazer coisa alguma, dão no saco!
Até descer ao escritório, como fiz agora pra ver as coisas internético/blogueiras, fazem-me pensar duas vezes. Ou mais!
OU TERIA SIDO A ANEMIA QUE PROVOCOU A GRIPE FORTE?
Aproveitando o feriado carioca do dia 23, buscando mais que tudo dar uma bela descansada na cabeça, super acionada, D. Vera, minha mulher Verinha, viajou e foi para São Paulo, juntando a fome com a vontade de comer, para festejar o aniversário do Brunão, Bruno Cals, nosso maravilhoso filhão, que completou seus 41 no dia 24 de abril.
O aniversariante...
Entrementes, ou dizendo a verdade, tão logo chegou em Sampa, Verinha saiu com o Bruno e a norinha querida Mariah, para as chamadas compras de fim de semana. Voltaram, foram subir a escada da casa. Verinha sobraçando duas sacolas de comprinhas e....tropeçou, prendeu o pé entre um degrau e outro, caiu e fraturou o escafoide e sofreu rutura dos ligamentos do pé direito.
Examinada, hoje, com mais atenção, terá que ficar 40 dias sem colocar o pé no chão, quando removerá a bota de gesso, para receber outro tipo de bota, ai já com saltinho e podendo pisar, por mais 15 dias.
Mas, ainda bem, animo tranqüilo e moral alta.
...e o pé da madame!
Mas, na verdade, esse post deveria ser colocado ontem, dia do niver do Brunão, ficou retardado, acabei me distraindo e só falei disso hoje. Pé direito fraturado à parte, rsrsrsrsr (talvez por não ser o meu, rsrsrsrs)o principal é o aniversário desse filho incrível que temos. Parabéns filhão querido!!!!!
COMO DIZEM, ENTROU NOS ´ENTA, NÃO SAI MAIS!!! ps:se bem que o Oscar.....
E o "homi", depois de ouvir do general Heleno as verdades que eLLe detesta ouvir, foi fazer queixas ao Ministro Jobim das Selvas e aos generais de mais alta patente.
Deve ser "desagradável" ouvir verdades sobre uma equivocada política indigenista, essa das terras contínuas, e pior, fazendo fronteira com países vizinhos.
Tipicamente, pelo projeto que eLLe aprovou, e continua dizendo que vai manter, se não está criando um novo estado, dentro de Roraima, comprometeria toda e qualquer segurança com fronteiras brasileiras com os países vizinhos.
Mas o "homi", com sua vontade "imperial", não consegue ver e ouvir as verdades quando elas o contrariam.
Só espera-se que, talvez num surto de responsabilidade, deixando pra lá sua intenção de criar mais um braço armado petista, eLLe consiga cair na real.
Duvido muito, mas torço bastante.
Amanhã, blogueiros de todo Brasil deverão colocar um post, em seus blogues, falando o que estamos fazendo para combater o analfabetismo em nosso País.
Será um esforço mínimo, de cada um de nós, em prol da tentativa de dar uma abertura, um choque de alternativas, para abrandar, ao menos, a maior miséria por que passa o nosso Brasil.
Não vejo a causa, a coisa, como uma maneira de mostrar que você está cooperando com dinheiro, contribuições, coisas do genero, mas como uma ação, que pode ser até caprichando em seus "escritos", utilizando linguagem e palavras corretas, mostrando respeito e carinho com nosso idioma.
Claro, ações objetivas, com presença, valores em dinheiro, serão sempre benvindas, mas muitos de nós não dispõem, de tempo, ou de dinheiro, que possa ser despendido nessa empreitada.
Mas, como a causa é nobre e vital, e a vontade pode ser maior do que tudo, torcemos para que essa inciativa da Georgia, possa ser um estopim para a eclosão desse passo formidável para o Brasil.
Não bastassem o MST e outras (des) organizações do gênero, claramente os braços armados dessa república petista, outra está sendo construída com as "facilidades" que o governo, com a clara aprovação do LuLLa, pretende aprovar: o novo estado, que querem implantar lá em Roraima com a demarcação de terras continuas para os indígenas.
Ainda bem que o nosso Exercito Brasileiro e a Justiça, atentos aos preceitos da nossa soberania já denunciaram a "burrice" (ou canalhice) que se pretende perpetrar.
Sobre coisas desse tipo, e assemelhadas, uma entrevista do jurista Ives Gandra, sobre a qual não darei opinião, mas vale a pena ser lida.
DISCRIMINAÇÃO CONTRA BRANCOS
Por Ives Gandra da Silva Martins (*)
Hoje, tenho eu a impressão de que o “cidadão comum e branco” é agressivamente discriminado pelas autoridades e pela legislação infraconstitucional, a favor de outros cidadãos, desde que sejam índios, afrodescendentes, homossexuais ou se auto-declarem pertencentes a minorias submetidas a possíveis preconceitos.
Assim é que, se um branco, um índio ou um afrodescendente tiverem a mesma nota em um vestibular, pouco acima da linha de corte para ingresso nas Universidades e as vagas forem limitadas, o branco será excluído, de imediato, a favor de um deles. Em igualdade de condições, o branco é um cidadão inferior e deve ser discriminado, apesar da Lei Maior.
Os índios, que pela Constituição (art. 231) só deveriam ter direito às terras que ocupassem em 5 de outubro de 1988, por lei infraconstitucional passaram a ter direito a terras que ocuparam no passado. Menos de meio milhão de índios brasileiros — não contando os argentinos, bolivianos, paraguaios, uruguaios que pretendem ser beneficiados também - passaram a ser donos de 15% do território nacional, enquanto os outros 183 milhões de habitantes dispõem apenas de 85% dele. Nesta exegese equivocada da Lei Suprema, todos os brasileiros não índios foram discriminados.
Aos “quilombolas”, que deveriam ser apenas os descendentes dos participantes de quilombos, e não os afrodescendentes, em geral, que vivem em torno daquelas antigas comunidades, tem sido destinada, também, parcela de território consideravelmente maior do que a Constituição permite (art. 68 ADCT), em clara discriminação ao cidadão que não se enquadra nesse conceito.
Os homossexuais obtiveram, do Presidente Lula e da Ministra Dilma Roussef, o direito de ter um congresso financiado por dinheiro público, para realçar as suas tendências, algo que um cidadão comum jamais conseguiria.
Os invasores de terras, que violentam, diariamente, a Constituição, vão passar a ter aposentadoria, num reconhecimento explícito de que o governo considera, mais que legítima, meritória a conduta consistente em agredir o direito. Trata-se de clara discriminação em relação ao cidadão comum, desempregado, que não tem este “privilégio”, porque cumpre a lei.
Desertores e assassinos, que, no passado, participaram da guerrilha, garantem a seus descendentes polpudas indenizações, pagas pelos contribuintes brasileiros. Está, hoje, em torno de 4 bilhões de reais o que é retirado dos pagadores de tributos para “ressarcir” àqueles que resolveram pegar em armas contra o governo militar ou se disseram perseguidos.
E são tantas as discriminações, que é de se perguntar: de que vale o inciso IV do art. 3º da Lei Suprema?
Como modesto advogado, cidadão comum e branco, sinto-me discriminado e cada vez com menos espaço, nesta terra de castas e privilégios.
(*) Ives Gandra da Silva Martins é professor emérito das universidades Mackenzie e UNIFMU e da Escola de Comando e Estado do Exército e presidente do Conselho de Estudos Jurídicos da Federação do Comércio do Estado de São Paulo.
Parece que o meu Mengão sentiu a falta da altitude de Cuzco!
Jogando mediocremente, levou um "chocolate" do Botafogo. Um verdadeiro passeio, sobre um time que não parecia querer nada com o futebol. E, por favor, não me venham com a estória do cansaço. Já deu!
Pior ainda, foram as modificações que fez o "treineiro" do Flamengo. O "cara" não manja lhufas de futebol.
Num momento como vivemos, de vésperas de mudanças em nosso idioma, lembrei-me de uma piada, dito engraçado ou picuinha (dos dicionários) que me mandaram faz tempo e vem bem a calhar.
PALAVRAS, PALAVRAS, PALAVRAS...
Um político que estava em plena campanha chegou a uma cidadezinha, subiu em cima de um caixote e começou seu discurso:
- Compatriotas, companheiros, amigos! Nos encontramos aqui convocados, reunidos ou ajuntados para debater, tratar ou discutir un tópico, tema ou assunto o qual é transcendente, importante ou de vida ou morte. O tópico, tema ou asunto que hoje nos convoca, reúne ou ajunta, é minha postulação, aspiração ou candidatura à Prefeitura deste Município.
De repente, uma pessoa do público pergunta:
- Escuta aqui, porque o senhor utiliza sempre três palavras para dizer a mesma coisa?
- Ah, responde o candidato - Pois veja, meu senhor:
A primeira palavra é para pessoas com nível cultural muito alto como poetas, escritores, filósofos, etc.
A segunda é para pessoas com um nível cultural médio como o senhor e a maioria dos que estão aqui.
E a terceira palavra é para pessoas que têm um nível cultural muito baixo, pelo chão, digamos, como aquele bêbado ali jogado na esquina.
De imediato, o bêbado se levanta , cambaleando , e responde:
- Senhor postulante, aspirante ou candidato . (hic). O fato, circunstância ou razão de que me encontre em um estado etílico, bêbado ou mamado ...(hic) não implica, significa, ou quer dizer que meu nível cultural seja ínfimo, baixo ou ralé mesmo ... (hic).
E com todo o respeito, estima ou carinho que o Sr merece... (hic), pode ir agrupando, reunindo ou ajuntando . (hic), seus pertences, coisas ou bagulhos ... (hic) e encaminhar-se, dirigir-se ou ir-se diretinho à sua genitora, mãe biológica ou puta que o pariu.
E o Mengão conseguiu passar por cima do fantasma da altitude de Cuzco que, sinceramente, parece que não incomodou nada aos jogadores, e atropelou o tal do Cienciano.
Já está classificado, jogou um bom segundo tempo(o primeiro foi só pra deixar o tempo passar), alguns jogadores se destacaram (o goleiro Bruno, os dois beques, o Toro, Renato e Souza e, sobretudo, o Juan e o Ibson). Acho que essa vitória, botou o time na posição de um legítimo aspirante a classificação, contra o Botafogo, para a final desse 2o turno do Carioca.
Mas parece que o Reitor da UNB, o inefável Mullholand, com aquela cara-de-bunda, se tocou e pediu afastamento.
Pelo que ele fez e pela sua resistência a "pedir as contas", já foi tarde.
Docinho irrestível, campeão nas festinhas de crianças(onde os adultos disfarçam, mas vão lá e comem o que podem dos brigadeiros, rsrsrsr), e que é uma especialidade da minha filha #1, a Muié do Mei do Mato.
A receita, abaixo:
Aviso: se não ficar "uótemo", pode ter a certeza, quem fez, que cometeu algum erro.
É hoje que a capacidade do Flamengo vai ser posta à prova!
Menos que a capacidade do time, mas tudo em relação à capacidade aeróbica e o emocional do grupo de jogadores. Sem contar o clima adverso que a inabilidade dos dirigentes conseguiu criar com o lance de não querer jogar na altitude de Cuzco.
Vamos ver como os jogadores podem reagir, já que o temor à altitude
(perfeitamente razoável) "oferecido" a eles, pelos departamentos técnico e médico, podem ter atordoado as cabecinhas ocas dos atletas.
Espero ser surpreendido, mas levo pouca fé no resultado da partida.
Logo depois que coloquei aquele selo, à esquerda abaixo da minha carantonha, senti-me na obrigação de honrar o apresentado e deixar de parecer cínico.
Afinal o "cara", eu, myself, estampa uma coisa e não cumpre?
Cinismo não é bem o meu forte.
Hoje já respondi todos os comentários que aparecem na primeira página, digamos, do blogue. Não sei se hoje, 9 de abril, ainda recuo nos comentários e vou "perseguir" os mais atrasados - os comentários, claro! - e continuar na minha faina "responditória". Mas, se não for hoje, amanhã volto ao encargo. Aliviado e me sentindo menos "culpado", feliz estou. Visitar os amigos, outra "missão", está nos planos. Não dá para quantificar o que me agrada, e valoriza, tais incursões. Faz-me muito bem!