Estou mantendo a necessária calma para não antecipar o lançamento do M.E.R.D.A., mas a pressão tem sido grande.
Afinal, por mais que pareça uma coisa simples, esse...Movimento (tive que dar uma dica), tem ramificações universais e os “braços” mais poderosos, como o S.H.I.T. (EEUU), o M.E.R.D.E. (França), o M.I.E.R.D.A. (Espanha), para só falar de alguns, tem-me colocado em cheque e solicitando uma atuação mais imediata.
Finalmente, deram-me o prazo máximo de 24 horas, para deflagrar o assunto.
Aproveitamos esse fim de semana e demos uma bela repaginada no escritório.
Explico melhor: no nível inferior da nossa casa temos um aproveitamento muito bom, devido ao desnível do terreno, onde instalamos os nossos escritórios familiares. No salão maior, uns 6.00x4,50m, fico eu, com meu cantinho arquitetônico, ao meu lado e a frente, Andréa, a Muié do Mei do Mato, com suas artimanhas da webdesign e do Banheiro Feminino e a esquerda a Verinha, que nas horas vagas da sua tarefa artesanal, ainda administra a firma do Bruno e Andréa.
A seguir, o Estúdio de som do Zé São Paulo, meu genro, com toda aquela parafernália de gravadores, teclados e outros badulaques. Lá ele faz suas gravações, produz CD´s para seus clientes, etc.
Na extremidade desse conjunto de espaços, o Atelier da Verinha, onde ela produz suas artesanias, notadamente os relicários.
Bem arrumados, já estavam o Estúdio do Zé e o Atelier da Verinha, mas o escritório,onde eu e a Andréa, notadamente, trabalhávamos estava a precisar de uma arrumada básica.
Foi oi que fizemos esse fim de semana, rebaixando o teto, providência mais necessária, quase obrigatória, e desencadeando uma outra série de providências imediatas (jogar fora um montão de tranqueiras e papeis, desenhos, etc) e programando outras a médio prazo, como pintura e nova iluminação.
Ficou legal! Engraçado, que foram custos rigorosamente pequenos, a altura das nossas disponibilidades de momento, e que mudaram a cara do espaço.
Agora é esperar mais uns dias para arremates e correr pro abraço!
Acordara esquisito. Já tivera aquele tipo de amanhecer anteriormente e sabia que boa coisa não estava pra vir. Mas, precisava fazer um monte de coisas; ia tocar o barco assim mesmo. Repassou a memória, tentando lembrar-se como tinha resolvido os “outros dias como esse”. Pedira conselhos? Ouvira sua mulher? Lera alguma coisa pra acalmar os nervos? Nada! Era como se uma pane mental o ocupasse.
O dia corria, a hora do encontro com os lideres locais se aproximava, calor intenso, aquele lugar meio sem graça. “Porra!”, quase pensou alto, “o que é mesmo que eu devo falar, onde diabos está esse tal script?”
“Não faz mal, eu acabo achando essa droga; mania desses caras de me dizer o que devo falar”
Passaram-se mais umas duas horas. Hora de almoçar antes do papo com o pessoal da terra. E o calor, brabo, aumentava. Almoço, aquela gororoba manjada, pra ser engolida e elogiada, como se ainda fizesse parte do seu dia-a-dia.
“São ossos do ofício”, mais uma vez quase pensou alto.
Almoço, altos papos sem qualquer sentido final, promessas a serem descumpridas, bem sabia, melhor regar isso tudo com uma bebidinha. “Nada demais, controlo-me”, ai já falou mesmo, pro seu vizinho de mesa, um dos seus assessores. “Fica calmo, que eu sei o que estou fazendo”.
Nessa altura, suava em bicas, a camisa já estava empapada. “Merda, como é que eu não trouxe uma muda de roupa pra uma situação dessas?” pensou.
Sobremesa, um licorzinho pra arrematar, cafezinho, um leve arroto pra liberar a tensão, estava pronto pra falar. "Vai ser de improviso", comunicou, mandando o assessor (já preocupado) guardar o discurso preparado.
Hoje é o dia do aniversário da minha “caçulinha”, como ele mesma diz.
19 anos, feitos nesse dia 26 de fevereiro, da graça de Deus.
Muitas coisas me vem a cabeça, quando penso nessa “caçulinha”, hoje um mulherão de 1,77m, linda e amiga, como ela é hoje em dia. Seu nascimento, seus primeiros anos da infância, quando ainda morávamos juntos. Sua adaptação ao primeiro colégio, Chapeuzinho Vermelho – Ipanema, com as minhas longas vigílias até ela se acostumar com os horários. Marcella e sua irmã, Maria Fernanda.
Depois, no outro colégio, Stela Maris, onde ela sempre liderava suas coleguinhas, geralmente bem mais baixas do que ela. Já nessa época, mostrava essa característica, essa liderança carismática, que sempre a acompanha.
Sempre digo que a Marcella, é uma espécie de força da natureza. Tudo que faz, naturalmente, sem maiores preocupações, leva a marca de uma coisa com êxito, feliz e bem intencionada.
Coisa linda!
Marcella e seu pai, eu mesmo!
Agora, dezenove anos, prestes a ingressar na Faculdade, já trabalhando com a mãe, Marcella terá a possibilidade de desenvolver o seu imenso potencial em busca do seu futuro. Que será brilhante e muito feliz.
O cara é jovem, 19 anos, escreve bem, sarcástico como a idade permite, incômodo (no bom sentido), como sua impertinência admite, inteligente como a gente, mais velha (bem mais) gosta. Por isso! Jeunes Banqueroutiers é o nome do blog do cara e seu “nome” Dr.José Bonifácio Lieterspeluer. Pompa e circunstância, deu pra perceber!
Adicionalmente, pro meu gosto de arquiteto, belo visual do blog.
A moça, 25 aninhos, se autoproclama marrenta e preocupada com as injustiças. Escreve bem e vai direto aos assuntos. Noutro estilo, diferente do Docteur acima, conquistou minha atenção. Ellen, é o nome da blogueira do The Safest Path
Ouço / vejo, pela TV, o nosso suadissimo Presidente, em mais um dos seus pronunciamentos desnecessários, fazer uma denuncia, que ele diz que não vai esclarecer,sobre um órgão público que foi levado a ruína pelo governo passado.
Utilizando aqueles seus manjadissimos jogos de palavra, acusa mas se esquiva de dar os nomes aos bois. Denunciou, tem que esclarecer, dar o nome do órgão e o que aconteceu, de fato.
Fora disso, mera manobra “terrorista de fundo de quintal” tentando apagar os reveses recentes.
O pai da mocinha é um cara todo metido a besta.
Quando ele sabe que ela vai se casar (casou, mesmo!) com um garçon (ta bem, o cara é maitre, vá lá!), fica injuriado e apronta de montão. Vários pileques, desmandos em penca, discursos imbecilizados (tudo “valorizado” pela estupenda performance do artista, um canastrão dos bons tempos). Mas, o casamento acontece, ela sai da ZS e vai morar em Caxias e o “papi” tem que agüentar o tranco. Teria, pois num guenta! Continua fazendo merda.
Daí, seu pai (suposto, vai-se saber), o tal Barão, chama-o pra um bate-papo esclarecedor, onde simplesmente diz que, na verdade, ele é filho de uma antiga empregada doméstica (parece que cozinhava mal pra caramba!), com o mordomo, o Alfred. Choque total do carinha emproado e cheio de pose, com direito a novas caras e bocas ridículas. E choro, of course!
Na decorrência de tão estapafúrdio acontecimento, algumas conclusões e deduções: -o cara todo cheio de pose deverá cair na real, vai vender seu apê na ZS, mudar pra Baixada e passar a tomar cerveja malzbier preta e cultivar uma bela barriga. Alem, é claro, das bermudonas largas e camisetas, que passarão a ser seus trajes prediletos (obrigatórios, melhor dizendo)
-O mordomo, o seu verdadeiro pai, contará a ele, o granfino derrotado, que não precisa se preocupar, pois ele foi o seu único filho e a sua única derrapada em sua carreira gay. Nunca, nem antes, nem depois, ele jamais deu outra escorregadela na gelatina.
Faço, daqui do meu blog, uma permanente defesa da minha posição de não apreciador das novelas da Globo e,sobretudo, do tal Big Brother. Não vejo quase nada das novelas e do Big Brother, nem vejo, nem ouço. Mas o Globo e as revistinhas dominicais sempre dão conta do que irá acontecer na semana que entra. E tome novidades, soluções!
Fica-se sabendo, então, da brutalidade da solução encontrada pelo autor da "novela que abala o coração dos brasileiros" (tô fora, forissima), a Senhora do Desatino, considerado ele mesmo, o autor, outro enorme abalador dos telespectadores, para liquidar (sim, o termo só pode ser esse) com o tal politicozinho mau-caráter : é de estarrecer!
Fiquei chapado com a engenhosidade do carinha, o autor, claro.
Pois não é que ele resolve acabar com o cara a pedradas!!!
Isso depois da mãezinha dele, aquela flor de pessoa chamada Do Carmo, denunciar aos berros, num comício, a “especialidade” que era o seu filhote. Daí, revoltada com o político salafrário, a patuléia resolve apedreja-lo, causando-lhe a morte. Digno final de vida dos tempos dos gladiadores!
No caso, que mãezinha tão legal que entrega o filho a sanha popular; que povinho tão enfurecido que resolve “martirizar” o prefeito!
Segundo o novelista, o que teria acontecido foi uma mera coincidência, um acaso, quando uma pedra atingiu a cabecinha do cara e o matou. Pra mim ele ficou encabulado com a solução espantosa por ele criada e resolveu amenizar.
Imaginei que o jogo da NBA, o tal AllStars Game, seria transmitido pela ESPN, como normalmente acontece todos os anos. Mas, não!
Dessa vez, foi transmitida pela Globo.com, numa promoção especial (especial, como cara-pálida?).
Na verdade, uma troca ruim, vista pela gente numa telinha de monitor, mesmo que seja grandão, sem qualquer detalhe melhor (não cabe, numa telinha dessas). Os caras que transmitiam, se esforçavam, mas não deu. O Mauricio, excelente reporter, dos melhores da TV Globo, nitidamente perdido, trocando nome dos jogadores, deu pena. Um tal de Eduardo Mendonça, não deveria dizer nada, pra não falar tanta abobrinha. Escapou o Bira, grande comentarista e conhecedor, ex jogador que foi, o único a saber contar o que estava de fato acontecendo.
Acresce o fato de que os três ficavam falando o tempo todo, enchendo o saco de quem pensava que poderia ver um bom jogo. Mas, não numa tranmissão fajuta como foi essa desse jogo. Vou dormir! Puto da vida e frustrado com essa deformação!
Terminado o jogo, entre o Volta Redonda e o Americano, depois daquela medíocre e ”eletrizante” disputa de pênaltis, jogadores se abraçando, começa a tocar o hino do Volta Redonda.
Minha mulher faz a pergunta que não se queria calar: “E nós ainda vamos ter que ouvir o hino do Volta Redonda?”
Hoje tinha algum piripaque com o interney e não consegui abrir o blog do Fernandão Cals que, ao contrário do que o sobrenome indica não é um caos, mas tudibom! :)
Isso estava escrito no blog da amigona Li Stoducto, o Palavras Tortas Muito feliz e agradecido que estou, ponho-me em modéstia (fingida, embora) e ressalto que não mereço tantas prolfaças (oops). Mas, gostei!!!!
“As eleições de 2002 foram a culminação inevitável de décadas de ódio à inteligência: votamos em Lula porque ele é um incapaz e a exigência de capacidade nos humilha. Consideramos a diferença de QI uma injustiça social a ser abolida por decreto, o conhecimento um luxo indecoroso, a informação correta um odioso truque de propaganda imperialista.” Olavo de Carvalho, O Globo, em 19 de fevereiro de 2005
“E Ronaldinho, hein, quem diria? Ele, que nunca tinha pisado na bola, promovendo aquele show de ostentação para um casamento simulado, fajuto, fake , como diria David Beckham, se tivesse ido. E ainda por cima com direito a um tremendo barraco. Está bem, não foi ele, foi sua mulher, ou melhor, noiva, mas evidentemente com sua concordância e apoio. Parece que até hoje, nos arredores do Castelo de Chantilly, enquanto se prepara o delicioso creme de leite batido, não se fala em outra coisa, a não ser no “barracô de la Chiarelli”.” Zuenir Ventura, O Globo, em 19 de fevereiro de 2005
“Surpreendido com a vitória de Severino Cavalcanti, Lula tentou isolar a bola com um tremendo chute de bico: “Quem perdeu foi o PT”, fantasiou. “O governo não disputou a eleição”, delirou o homem que horas antes enviara ao Congresso uma tropa de ministros, incumbidos de assegurar a chegada de Luiz Eduardo Greenhalgh à presidência da Câmara. Favorecido pelas circunstâncias – em viagem ao Exterior, o chefe e técnico do time nem acompanhara o jogo à beira do gramado –, agarrou-se ao raciocínio dos treinadores espertos quando acuados por jornalistas: “Eu ganhei, nós empatamos, eles perderam”. Augusto Nunes, No Mínimo, em 19 de fevereiro de 2005
“Preto no branco
Corre em Paris o boato de que Ronaldinho e Daniella Cicarelli assinaram mais acordos econômicos em Chantilly do que Lula e Hugo Chávez, na Venezuela.”
“Sucessor natural
A festa de casamento de Ronaldinho e Daniella Cicarelli ainda é assunto em Paris. Os franceses já comparam Ronaldinho a Carmen Mayrink Veiga." Tuty Vasquez, No Mínimo, em 19 de fevereiro de 2005
Há quem não goste; até mesmo, quem deteste.
Falam, esses desafetos do horário, dos problemas de suas adaptações, etc.
Quando ouço esse tipo de alegação, fico a imaginar que alguma viagem, com mudanças de fuso horário, pra essas pessoas, deve ser um abacaxi.
Sei lá, eu me adapto ligeirinho. Devo ter um "reloginho biológico" dos mais vagabundos, pois tiro de letra!
Agora, só resta esperar o próximo ano! EU AMO O HORÁRIO DE VERÃO!!!
Aconteceu nos anos 50/60.
Passaram pra Faculdade. Primeiro ano, paqueras e aproximações. Mas o namôro não vingou;ficou a "amizade". Os anos seguintes foram mornos. Apenas. Ano de Formatura, aquela “amizade” transbordou e a paixão contida veio a tona. Mas o tempo já traçara outros caminhos!
Eu e minha filha, Andréa, estamos terminando os estudos volumétricos dessa residência em São Paulo.
Dois pavimentos, cerca de 230 metros quadrados, arquitetura contemporânea. Lugar lindo, muito verde e um terreno com topografia levemente acidentada. Arquitetura e materiais simples e práticos, muito vidro e transparências.
Mas, se não sou pra falar das minhas atuações, quem delas falará?
Então, resolvi colocar alguma coisa que executei e que ficou bem feita.
Veja lá no Arquiteto Comum . As fotos são do Bruno Cals.
Projeto do arquiteto Franklin Iriarte e a execução e detalhamento, desse arquiblogueiro que vos escreve.
Fachada Posterior, a minha preferida. Em primeiro plano a piscina, maravilhosa!
Estou aqui, quase onze horas da noite, tentando visitar os blogs de amigos/amigas, e a danada da máquina, essa empedernida adversária e amiga(depende da ocasião), está com a maior má vontade. Dia de adversária!
Tentei a Lili (Entusiasta), o Ery Roberto (Koisas do Piru), Albertão (Carne Crua), Stickel (ATC), outros mais, tudo muito devagar. Cansei, gente boa! VOU MAIS É DORMIR!!!
Tô subindo, dando uma parada no projeto do meu filho, pra ver o novo Flamengo; o Mengão do Cuca!
Fica manjado dizer isso, mas só pode melhorar, pois pior do que anda, é muito difícil.
Enfim, como aquelas coisas que antigamente só aconteciam ao Botafogo, virou lugar-comum, temos que ficar atentos! QUE MÊDA!!!
Severino Cavalcanti é o novo presidente da Câmara dos Deputados Maria Lima e Isabel Braga - O Globo
"BRASÍLIA - O baixo clero chegou ao poder na Câmara dos Deputados. O clima era de desolação total entre os governistas. Entre incrédulos e perplexos os parlamentares do PT e da base foram atropelados pela "onda Severino Cavalcanti", o candidato azarão proclamado o novo presidente da Câmara ao final de um longo e penoso processo de votação, iniciado ontem às 16 horas e concluído hoje pela manhã. A votação do segundo turno começou ás 16h23m e terminou às 5h40m. Logo no início da apuração Severino tomou a dianteira e, daí para frente, só aumentou sua vantagem sobre Luiz Eduardo Greenhalgh (PT-SP).
....
Greenhalgh perdeu os 12 do PFL e do PP, principalmente, ficando com apenas 195, nada menos 105 votos atrás de Severino Cavalcanti (PP-PE), que ganhou com 300 votos.
....
A Câmara respondeu a um tratamento de opressão e desrespeito que o governo tentou impor á Casa. Que, se não é de oposição, pelo menos é de independência - completou o candidato derrotado do PFL, José Carlos Aleluia."
Entre a eventualidade do eleito não ser representativo e significar um retrocesso e perda de credibilidade(!!??) da Câmara (disse o Chico Alencar, do PT) e a certeza de que há uma severa insatisfação com(contra) os processos equivocados do Governo, pendo facilmente para a segunda hipótese.
DERROTA ACACHAPANTE! ps: e não me venham, agora, falar de que foi uma vitória da democracia. Poupem a nossa inteligência!
Se o cara que pratica o Nepotismo internético/blogueiro chama-se, Népota ou Nepotista, se ele é, por isso, um nepótico, tá falando comigo. ASSUMIDÃO! rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs felizes!!!
Correas, dias de Carnaval, minha gente!!!
em pé, atrás: Andréa, minha filha e Mariah, minha nora
Na frente: Zé, meu genro, com Nina no ombro, Affonso, meu sogro, Brunão, meu filho, a Coca, Eu e a Verinha, ma femme.
Adoro poder falar bem dos trabalhos dos outros.
Vivo, por isso mesmo, colocando referências de coisas, textos, imagens, etc, de amigos, conhecidos e parentes, aqui no Observador. As vezes, muitas delas, até de desconhecidos.
Mas sempre com uma característica: coisas de que eu gosto.
Dessa vez vou falar do trabalho de uma Artesã , que realiza um trabalho de alta qualidade e é muito chegada ao “proprietário’ dessa baiúca chamada Observador; minha mulher,Vera Cals, pra mim, Verinha.
Sem me arrastar em detalhes, descrições e outras “mumunhas” mais, vou às imagens.
Peguei de um blogue português. Infelizmente, não me lembro qual.
Desculpa-me, ximifazfavoire! De coração.
Touros Cobridores
Um casal foi a uma exposição de touros. O locutor mostrou um touro, dizendo:
- Este touro é magnífico, teve 60 coberturas no ano passado!
A mulher comentou:
- Ouvistes? 60 num ano, isso é o mesmo que 5 por mês! - disse, enquanto tocava no marido.
Mais adiante, o locutor apresentou outro touro, dizendo:
- Este teve 120 coberturas no ano passado!
A mulher, de novo, tocou no marido e disse:
- Olha práli! São umas 10 por mês!
E o marido começa a ficar chateado...
Mais adiante o locutor mostra outro touro:
- Este aqui então, teve 360 coberturas no ano passado!
E a mulher, dando um safanão no marido:
- Tás a ver? Uma por dia!
Foi então que o marido lhe disse:
- Vai lá e pergunta-lhe se foram todas com a mesma vaca...
Né por nada não, mas acho o Carnaval de uma chatura imensa.
Sinto que, nesse quesito nacional, quase obrigatório, estou na maior contra-mão!
NÃO ME AMARRO EM CARNAVAL!
Tenho a impressão que as minhas reclamações, quanto aos tristes e seguidos dias de chuva que nos assolaram por quase vinte dias seguidos, surtiram efeito.
Sim, desde o sábado passado, inclusive, os dias tem sido de muito bons para maravilhosos. Sol bacana, durante o dia e noites bem frescas (dá pra dormir de cobertor).
Nada a reclamar. O cara lá de cima, foi muito legal! OBRIGADO, GENTE BOA!!!
Realmente me impressionou o formato da Torre Agbar.
Como pode ser uma nova vertente da arquitetura, fui a luta e procurei subsídios pra poder falar da Torre Agbar.
Apesar de ser um novo marco de Barcelona (gostaria de saber o que pensaria Antoni Gaudi sobre isso), alguns aspectos da Torre são altamente controversos, com a sua , digamos, instigante forma.
Matemática esperta do Greenhalgh (será isso?), pra cativar os seus pares da Câmara e vencer a eleição.
Essa foi a estratégia do deputado do PT, entendendo que os caras, os deputados, independente de partido, precisam um lugar tranqüilo pra poder pensar.
PHILIP JOHNSON 1906-2005 (Philip Cortelyou Johnson)
Philip Johnson, jovem e mais velho.
Um dos maiores arquitetos americanos, morreu no dia 27 de janeiro, aos 98 anos, em sua celebre casa, a Glass House.
Foi encontrado morto pelo seu companheiro David Whitney, com quem viveu 45 anos.
Glass House
Autor de alguns dos mais representativos projetos da arquitetura americana , foi sempre uma polêmica e controvertida figura.
Se você é fã dos antigos filmes, daqueles da Hollywood dos tempos áureos, com aqueles artistas míticos, das grandes montagens que são raras hoje em dia, vale a pena visitar o Purviance.
A Carla sabe tudo do assunto.
Estava eu tentando arrumar o meu blog de Arquitetura, procura link daqui, link d´acolá, sites de arquitetos famosos, vai que eu caio em um site do ramo e descubro que já existe um concorrente ao prêmio de “Piroco Retumbante de Arquitetura", para duelar com o projeto do Norman (Sir, I beg your pardon!) Foster, recentemente premiado pelo RIBA (Royal Institute of Britain Architects).
Ei-lo, em toda a sua pujança!
O desafiante é um projeto do Jean Nouvel, aquele mesmo do César Mais, do Museu da Praça Mauá, erigido (ou ereto) em Barcelona, intitulado de Torre de Agbar.
Ele, no centro da foto.
O mesmo, desafiador e imponente, em meio aos demais prédios!
Né por nada não, mas tenho notado a cabeça dos “coleguinhas” estrangeiros meio chegada a um “mastrunço”.
Quero ver quem vai ser o arquiteto “brasuca” a projetar o nosso primeiro falo-edifício.
QUEM SERÁ???
O nome do garoto é bastante diferente, esquisitão.
Mas, mesmo não sendo nada de extraordinário, canta bem e , dentro desse cenário musical medíocre e mal educado, vale a pena ser ouvido. RECOMENDO! ps: dá pra baixar no Kazaa ou similar.
Coisa já por demais conhecida, é o fato de que ninguém viu um Chester ao vivo. Dizem que existem fotografias do exuberante galináceo, mas ao vivo e a cores, não se tem notícia do ser vivente, humano, que jamais o tenha visto.
CHESTER. ACHEI NO GOOGLE.
VERDADEIRO OU FICÇÃO?
Outro ponto interessante nos novos frangos, ou assemelhados, diz respeito a sua anatomia.
FRANGO; SERÁ?
Mesmo que seja extinto, digo, morto, a gente sempre conseguia ver a asa, a coxa, a tal da sobre coxa, coração, etc. Até o chamado sobre cu, há que o aprecie, dizem, a gente conseguia enxergar.
Pois agora, vejo, leio, está nas propagandas dos super mercados, essa nova e instigante parte dos modernos frangos, essa antiga raça de animais que, outrora, ciscavam nos quintais das casas, o tal do drumett (assim mesmo, com essa grafia estrangeirada). Onde, diabos, ficará o drumett no bicho?
Chester: meu reino por uma foto (real) do frangão!
Drumett: como gostaria de dissecar um frango e encontrar tal órgão do bicudo animal!
AH!!!, ESSES NOVOS FRANGOS! ps: é isso que dá ter tanto tempo pra pensar, besteiras, durante o Carnaval.
Muito bom o artigo do Zuenir Ventura, no Globo de ontem, 5 de fevereiro.
Falando dos “novos modos” da nossa população, sobretudo no escurinho do cinema, atinge um ponto que me incomoda demais: as chamadas pequenas contravenções, pequenos “delitos” ou assemelhados.
Pontapé inicial, apenas pra aguçar a vontade de Ler Tudo
Escurinho
Discute-se para saber em que medida a televisão exacerba a violência, até que ponto desestimula a leitura e o quanto banaliza o sexo. Nunca se chegou a uma conclusão, mas uma coisa talvez seja indiscutível: ela fez muito mal ao cinema, ou melhor, ao ato outrora contrito de ver filmes nas salas de cinemas. Ela contribuiu para deseducar o espectador.
Aquele espaço escurinho, que já foi silencioso e sagrado como a penumbra das catedrais, transformou-se numa grande sala de tevê onde as pessoas se sentem no direito de se comportar como se estivessem no sofá de sua casa vendo um programa qualquer. Comentam em voz alta, conversam com o vizinho, comem pipoca com a boca aberta e, claro, usam o celular para dizer a que horas vão chegar ou para perguntar se fulano já jantou.
....
O estranho é que quando a luz se acende e você os olha, são em geral tipos que aparentemente foram à escola, que provavelmente vão pegar o carro importado e com certeza irão jantar num restaurante chique, onde, aliás, continuarão falando em voz alta. Mas aí não se pode culpar a televisão.
Pessoalmente, eu acho que o Brasil todo está agindo no escurinho, em todos os sentidos.
Bruno, meu filho chegou ontem de São Paulo, pra passar uns dias aqui conosco e no Rio, lá com os amigos do Leblon.
Confesso que estava meio sem graça, por causa das chuvas ininterruptas que nos incomodavam. Pombas, o cara vir de São Paulo, com a Mariah, minha norinha querida, chegar aqui e ficar enfurnado, vendo a chuva cair, ia ser dose.
Mas, como que por milagre, ou porque o serviço de meteorologia já previa, hoje tá fazendo um sol, tipo desses que a gente encomenda. Lavei a alma! Amanhã ele deve descer, encontrar umas amigas paulistas da Mariah, e ficar até 4a feira pelas santas bandas do Leblon, quando tornará a ficar conosco, até o domingo.
Bom demais poder reunir os filhos mais velhos, vez em quando.
Pra completar a minha alegria, só ficou faltando a presença das mais novas, que estão badalando pelo Rio mesmo.
Mas tá de bom tamanho!
OH, REI SOL, MANTENHA SEU PODER!!!
Tenho uma indisfarçável satisfação em ler blogues portugueses. Pode ser pelo maior cuidado que eles tem com o idioma, que, circunstancialmente, parece muito com o nosso, seja pelo inusitado da utilização dos tempos dos verbos e pronomes, pela construção diferente, seja pelo que for, gosto muito de visita-los.
Dessa minha última investida em território lusobloguistico, "rapinei" essa piada que não pude deixar passar.
ÁGUA BENTA
Um comboio (1) bate com uma camioneta cheia de freiras e todas morrem.
Chegam ao céu e todas querem entrar.
São Pedro está à porta e diz:
- Tenham calma, tenham calma, não podem entrar assim.Para poder entrar ponham-se na fila e respondam à minha pergunta:
Você irmã Maria,alguma vez tocou num pénis?
- Foi só uma vez São Pedro e foi só com o dedo mindinho.
- Muito bem irmã Maria, tem de meter a ponta do dedo em água benta e depois pode entrar.
Chegou a vez da irmã Celeste.
- Você irmã Celeste alguma vez tocou num pénis?
- Foi só uma vez S. Pedro e só foi com a mão esquerda.
- Muito bem irmã Celeste, tem de meter a sua mão esquerda em água benta e depois pode entrar.
Logo na fila começa uma desordem e uma das freiras que estava no fim da fila passa pelas outras e chega à frente...
- Minha filha, tem paciência, porque empurras e não esperas pela tua vez?
- Óh meu senhor São Pedro, é que eu tenho de bochechar antes que a irmã Margarida meta o cu (2) na água.
(1)– trem
(2)– para os nossos amigos lusitanos, cu e bunda, são a mesma coisa.
Pros jovens, entre 19 e 24 anos, que cursaram até a 4ª série, planeja o governo criar condições de dar-lhes mais ferramentas para enfrentar o mercado de trabalho.
Entre as complementações imaginadas, um curso de língua estrangeira, obrigatório.
Pros interessados em cursar o Itamaraty, todos obrigatoriamente com cursos superiores concluídos, pensa o governo em tornar desnecessário o conhecimento do idioma inglês, como necessário para o ingresso na carreira.
DÁ PRA ENTENDER?
O O O O O
AMEAÇOU, LEVOU!
Pois não é que o governo cedeu as pressões dos madeireiros e liberou geral!
As organizações não governamentais e ambientalistas, tipo Greenpeace, protestaram.
Embora não creia na seriedade, como intuito final, dessas Ongs, uma coisa ficou clara: a Marina Silva, Ministra do Meio Ambiente, não ta com a menor força. E o governo, mais uma vez, como no caso constante do MST, mostrou frouxidão.
MAS, NESSES DIAS, O PRESIDENTE VAI DAR UM JEITO NOS SEUS RONCOS!
Assim cantava o Tito Madi, uma bela canção dos anos 50/60. Bonita e triste!
Só que essa chuva, que não para de cair, continua e chata, aqui na serra, tá demais.
Necessária, benfazeja, eticeterital!!!, mas porra, já chega!!! ETA CHUVINHA MOLESTA, SÔ!!!
Ontem cumprimos a vontade da nossa mãe, de ter suas cinzas espalhadas no mar de Ipanema. Mais propriamente, no Arpoador. Numa tarde linda, de um calorzão carioca do tipo que ela adorava, levamos suas cinzas, que acomodamos lindamente em uma pequena cestinha de vime, com flores e uma vela em forma de rosa. Procuramos um lugar calmo, numa prainha que tem ao lado do Arpoador, onde não havia quase ninguém (apenas duas moças jogavam frescobol num dos lados), descobrimos um cantinho e fomos colocar a oferenda, aproveitando o dia de Iemanjá.
O mar estava quase calmo, e descobrimos um espaço, entre três pedras, onde havia uma pequena quantidade de areia. Ali, pensamos nós, poderemos deixar a cestinha, com as cinzas e as flores, que o mar irá se encarregar, aos poucos, de dissipar as cinzas, desmanchar as flores e levar a cestinha.
Isso pensado, entramos no mar, com água na altura das canelas. Preparei-me para depositar a cestinha, abaixei-me, coloquei a cestinha e só tive tempo de ouvir meu irmão me avisar, quase aos berros: “Olha a onda!”
Só consegui erguer-me, rapidamente, levar um banho até pouco acima da cintura e ver, como num passe de mágica, pura mágica, a cestinha sendo arrastada pelas águas, as flores, algumas ainda inteiras, outras se despetalando, também levadas pelo mar, e as cinzas desaparecerem, certamente, tragadas pela força da onda. Uma flor, mansamente, no refluxo da maré, ainda voltou até perto de onde estávamos, e seguiu o mesmo destino das outras, mar a dentro. Quedamo-nos, os três, estatelados, estarrecidos!
Passados os poucos instantes de pasmo, só uma coisa ocorreu a nós três: alguma força, ou algumas, reuniram-se e trataram de cumprir as vontades da Marita e de Iemanjá. Algo, fora do nosso controle, do nosso entendimento e até da nossa crença, a princípio, ocorrera. Pura magia, puro encantamento!
A mesma maré que tão tranqüila e previsível estava, antes de colocarmos a oferenda, voltou a acalmar-se. Ainda ficamos vendo, durante alguns minutos, se alguma onda maior voltava a aparecer. Cinco, seis minutos, mar calmo. Apenas leves movimentos do mar.
Fomos embora, certos de que acontecera alguma coisa, dessas que a gente não consegue explicar, apenas vivenciar.
Conversando depois, comendo um milho num banquinho do Arpoador, tivemos a certeza de que aquela verdadeira festa de que participaramos, era a cara da nossa mãe. E mais, na certa ela esteve presente naquela surpresa que nos fora reservada.
Sobre o acontecimento, recebi do meu irmão e da minha cunhada, os relatos que se seguem:
“02/fevereiro/2005 – quarta-feira – 16:35 h
É meu irmão...
Há muito tempo não íamos à praia junto, nos dois, e muito menos com a nossa mãe.
Fomos, ou pelo menos eu fui, para satisfazer um desejo da velha, mas sem acreditar ser possível que ela visse a nossa homenagem.
De qualquer forma pensei, se for possível ela dar uma olhada vai ficar contente.
Fiz pouco da “velha dama indigna”.
Ela com certeza gostou da homenagem e resolveu participar dando um banho nos dois filhos que estavam cheio de dedos para presentear a rainha do mar com o último mergulho de sua filha Marita.. Tenho certeza que ela ficou contente e se despediu alegremente da gente.
Só fiquei com uma dúvida. Pelo banho que levamos, será que não foi idéia do velho Zadyr, que teria resolvido também participar da homenagem?
Mas que o momento foi mágico, foi. Não tenho a menor dúvida.
Para você, meu irmão um abração e para nossa mãe um até logo, até um dia.
Marco Antonio”
“02/fevereiro/2005 – quarta-feira – 16:35 h
É uma tarde Luminosa, na Ipanema de uma vida inteira.
Pedra do Arpoador... Mar de Mar..ita, como dizia e amava.
Descalços, na areia, caminham, dois meninos, levando a cestinha preciosa, toda enfeitada com crisântemos brancos, chuvas de prata e a Deusa Mãe Marita, amada, presente, prestes a seguir novos caminhos naquelas águas do Mar...
São filhos, irmãos, unidos para o momento maior do Até logo... Até um dia...
* “Tá tudo aceso!! Tá tudo assim!! Tão Claro!! Tá tudo brilhando!! Tudo Ligado!!
Iluminando do Arpoador a São Conrado.
Tudo plugado...Tudo ardendo.... Tá tudo assim... Queimando feito salva de fogos!!!
Tá tudo assim....
Querendo colo... um berço, um braço quente, uma voz que cante baixo...”
Parece que o povão não ta gostando das armações dos carinhas do BBB.
Novamente, não vi, mas pelas exclamações de contentamento de minha mulher e filha, com a eliminação retumbante de um famigerado mau-caráter do programa, nem tudo está perdido.
Pelo menos aqui fora. Lá dentro, sei não!
Posição quase burra, essa do “não vi e não gostei”, faz parte do anedotário popular.
Pois essa é a minha posição em relação a grande maioria das novelas da televisão e, ai sem qualquer dúvida, o tal do Big Brother. Até hoje, a não ser nas chamadas do programa, em meio a programação normal, nem sei bem a cara dos participantes. Não vi, mas não gosto.
Aí, ouço alguns comentários, de pessoas que, imaginava eu, merecem crédito dizendo que “pelo prêmio, algumas atuações são válidas”.
Mais ou menos o que vejo o Bial, um cara culto, educado e com aparente boa intenção, quase justificar, e incentivar, as barbaridades que ouço falar dos desclassificados que atuam naquele troço. Sempre penso em escrever alguma coisa. Mas, como, se eu não vejo o programa? Falando por mim, encontrei hoje um texto da Muie do Mei do Mato, minha querida filha #1, que vai ao ponto. Nada mais a dizer!
“não estou aguentando.
tenho que falar do big brother.
tá certo que eu não vejo todos os dias, porque quase sempre durmo, mas eu vejo quando estou ali no lugar errado e na hora errada.
ontem eu vi e fiquei com uma sensação desagradável depois.
uma gente ruim, uma juventude sem caráter de índole má.
o tal do PA parece um chefe do tráfico que alivia uns em troca de algum favor e desova outros. o médico esqueceu a ética na universidade, porque o infeliz já é formado. um cara ridículo, caricato, descontrolado e mau caráter.
as menininhas umas imbecis, filhasdasputinhas. cara, tá dificil de assitir aquele show de gente da pior qualidade.
a moça que entrou por último e teve a oportunidade de assistir às reuniões do comando de casa, já mostrou ontem que não fugiu à regra.
O goleiro é um bobalhão completo que também poderia ter aprendido alguma coisa sobre competir com lealdade.
que historia é essa de que vale qualquer coisa por um milhão?
vale porcaria nenhuma.
acho que o bial poderia dar uma reciclada nas mensagens que passa a essa turma de bucéfalos que uma vez ouviu dele a lembrança sobre ser um jogo que vale 1 milhão e a partir de então viraram máquinas de falta de vergonha na cara.
porras, será que não é interessante lembrar de valores "idiotas" como lealdade, coragem, inteligência, estratégia, enfim, coisas que deveriam ser usadas em vez de sacanagem, formação de quadrilha, chantagem, corrupção e outras cositas más.
francamente, o que estão querendo mostrar e pra quem?”