Virou mania, do vosso Presidente Lula Dirceu, citar antigos ex-Presidentes para colocar-se no mesmo patamar. Na primeira citação, ou seria exaltação, citou nominalmente Getulio Quadros, Juscelino Goulart, Jânio Kubistchek e Jango Vargas, fazendo inúmeras comparações, ou seriam delírios, com vantagens para ele próprio, claro.
No intervalo do "decurso", bateu uma bolinha. Todo torto, como seu governo!
Paradigma da ética e da moral, voltou a afirmar isso, ontem, num discurso furibundo e vociferante, quase babando, declarou que o Jangolino, ou seria outro daqueles, quase foi assassinado. Vocês sabiam? Pirei eu, ou pirou o LuLLinha? É do LuLLa mesmo que estamos falando?
Peço desculpas, pois estava com sono, ontem quando vi / ouvi os disparates do “homi” (parecia elLe) e posso ter trocado alguns nomes.
Não sei se acontece o mesmo com todo mundo.
Mas, comigo, quanto mais eu faço alguma coisa, até mesmo trabalhar, mais eu me envolvo com essa coisa.
Quando faço minhas viagens a São Paulo, que me agradam demais por todas as circunstâncias e envolvimentos, sou obrigado a ficar afastado, ligeiramente que seja, do ato de blogar, de escrever minhas coisas, de ler meus jornais, enfim, das minhas atividades normais (serão normais?). Estou ligado em outras “paradas”, a casa MB, ver lugares que fazem parte das minhas recordações paulistanas, meus amigos locais, por ai. Retorno, estou novamente junto aos meus hábitos e manias, mas sempre fica um pequeno (ai varia, conforme os prazos) arrasto, e eu demoro a me ligar aos andamentos rotineiros. Será a famosa PVC*?
Pois é, acho (torço por isso!) que durante essa semana, conseguirei entrar nos eixos, ler meus amigos blogueiros, visita-los e comentar, responder aos comentários e ver se escrevo alguma coisa que me agrade.
Junto a isso, trabalhar, detalhar a casa MB, ver como andam as propostas de trabalho e aproveitar o tempo lindo que anda fazendo por aqui. Fica a pergunta: será que esse arrasto, essa “barreira” ao dia-a-dia normal, é normal?
Comprado do Liverpool, em 2004, por 12 milhões de euros, atacante inglês é vendido por 28 milhões
Os caras, do Real Madrid, compraram o Robinho por 50 milhões de reais (uns 16 milhões de euros, vá lá). Venderam o Owen, por 28 milhões de euros (uns 70 milhões de reais, vá lá). Quando compraram o Owen, gastaram 12 milhões de euros, agora venderam por 28 milhões de euros. Lucrinho, à toa, de 16 milhões de euros.
Ou seja: com o "troco", compraram o Robinho; quer dizer, nosso craque saiu "de gratis" pros espanhois. Deve valer, pra revender, uns bons 50/70 milhões de euros.
Enquanto isso, nossos dirigentes, até pra trapacear só fazem merda. Por isso é que dizem que “brasileiro é baratinho....”
BARATINHO, BARATINHO.... ps: como dizia um grosseiro, mas verdadeiro, amigo meu:
"quem sabe, come o rabo de quam não sabe"
apideite: retifiquei a minha "matemática frívola". Agora, tá valendo.
Anunciaram hoje, na TV: vem ai, o NOVO PT! Os caras são os mesmos, mas o discurso parece que vem mais cheio de artimanhas, de meas culpas, de desculpas e venda de peixes novos.
Os que tinham, os velhos peixes, estragaram e federam.
Enquanto isso, Tarso "sarta fora", Dirceu diz que fica, Berzoini aproveita e segura a chance, LuLLinha dorme o sono dos "justos".
Alguns aspectos das ocorrências para a obra da casa da Mariah e do Bruno, pelas fotos ilustrativas. Dia 25 de agosto.
Primeira leva de material chegando. Barracão e marcação da obra, os alvos.
O tal gabarito, para a marcção dos eixos e pontos da Estrutura. Essa "coisinha", aparentemente prosaica e besta, é fundamental para o bom "relacionamento" da edificação com o terreno.
Vista externa do lote, a direita o barracão. A seguir, "detalhe" do escritório da obra, no barracão, onde ficarão os documentos para a execução da obra. Quem diria, de um espacinho desses, vai sair uma residência!
Nessa semana, que se inicia dia 29 de agosto, primeiras escavações e início das "celebres" fundações.
Estava eu em São Paulo, quase que posto em sossego (pura mentira, pois trabalhei muito), quando li aquela fala (?!) do Luiz da Silva, onde ele faz ligações (ilações, como falam as Vossas Senhorias), buscando salvar a sua pele, citando outros Presidentes (esses, sim!) e dizendo, como arremate da verborragia, que, como fez o Juscelino Kubistchek, “teria paciência, paciência e paciência”.
Isso foi RIDÍCULO!!!
Dia seguinte, li as análises, e os pronunciamentos, sobre a tal “fala”, onde vários dos entrevistados diziam que esse fora o primeiro pronunciamento razoável do Presidente.
Juro que não achei nada disso. Achei medíocre e falso, como aquele esboço de sorriso quando eLLe falou que não faria como o Presidente Vargas. Pra mim, pois, isso foi ESPANTOSO!
OU SERIA O CONTRÁRIO? ps: bem sei que isso , esse assunto, já está quase ultrapassado. Mas eu tinha que dar o meu pitaco!
Voltamos, eu e Bruno, sexta-feira de São Paulo. De carro, numa viagem bem tranqüila.
Destino final, Correas / Petrópolis. Uma parada maravilhosa no Rio, com direito a uma esticada pelo Leblon, aquele Açaí maravilhoso do Bibi, uma circulada de rememoração pelos arredores do Baixo, Letras e Expressões, Cafeína, encontro com amigos do Bruno, enquanto fazíamos hora para buscar a Mariah, começo da noite, no Santos Dumont. É uma coisa que se repete, a admiração e o amor que temos pelo Rio e, em particular, por esse cantinho mágico da ZS carioca que é o Leblon.
Junto conosco, levamos dois amigos paulistas, dois “brothers” do Bruno das atividades fotográficas, Jair e Conte, que, apesar do tempo meio nubladão do Rio, e de já conhecerem o Rio de outras andanças (muitas!), como sempre se extasiaram com essa coisa linda e gostosa que é a Cidade Maravilhosa.
É aquela estória, a cidade é tão incrível, tão esmagadoramente encantadora, que mesmo assolada pelos maus políticos e pela violência, sempre marca presença. O mais engraçado, pra mim, é constatar que embora afastado do Rio/Leblon, há não mais do que oito anos, encontro razoáveis diferenças no meu bairro e, ao mesmo tempo, aquele mesmo “jeitão” de aldeia, que um bairro como o Leblon consegue manter.
A verdade é que, ainda bem, ao Leblon não cabem mais grandes expansões. Vai guardar , para sempre, aquele ar caseiro e familiar que encanta a quem o conhece.
Pouco depois de oito da noite, Mariah chegou, e subimos a Serra, rumo Correas/Petrópolis. Viagem legal, uma hora, não mais, e estávamos em casa de novo.
Nesse sábado foi a festa de aniversário do meu sogro, Affonso, 86 anos, na casa da Andréa, Muié do Mei do Mato, com um monte de amigos e parentes, festejando mais um niver do cara. Foram altos papos e muita alegria, meio a uma bela Feijoada que a Jandira, nossa empregada preparou. Matou a pau!.
Fotos e fofocas, breve. Podem aguardar!
Penso que, finalmente, as investigações vao chegando ao ponto mais importante. Se tiverem a coragem necessária, vão descobrir de onde é surrupiada a grana preta para a bandalheira petista, para a farra governamental do pretensioso "plano 12 anos de poder".
Que o menino é craque, nao ha dúvidas;
Que a torcida geral é para que ele se dê bem, claro;
Mas os exageros das homenagens, as reportagens enaltecedoras chegaram a um ponto quase enlouquecido, tendendo ao irreal.
Estão colocando nas costas do garoto uma responsa fora das medidas. Creio que deveriam deixa-lo me paz, pois o compromisso dele, com tanta expectativa, ja está de bom tamanho.
Sem acentos, com todas as dificuldades de um teclado diferente, mas dando as notícias básicas.
-tenho lido os comentarios. Vou responde-los, assim que chegue em casa, no meu micro, com o meu teclado, com as minhas familiaridades;
-as obras da Casa MB (a casa da Mariah e do Bruno, esclarecendo), agora vão! Chegaram os primeiros materiais, para fazer barraco de obra, gabarito de marcação, telhas, e outras coisas básicas;
-amanhã, 25 de agosto, vou estar com o topógrafo para marcar o ponto básico de marcação das estruturas;
-a previsão é de que nos proximos dias, início da semana que vem, iniciaremos as fundações dos muros de arrimo. Nem são tão grandes, mas existem;
-e, claro, materiais chegam e dinheiro sai.
Tivemos uma boa reunião com o empreiteiro que vai tocar as obras e acertamos os ponteiros. O cara parece muito bom. Agora é esperar o andamento dos trabalhos, cumprir a previsão de acabar a construção em doze meses (ah!!! imensa torcida!) e ficar feliz.
Ao mesmo tempo, durão!
Amanhã, cedinho, pego um ônibus, até o Rio e outro, consecutivamente, pra Sampa. Vou dar uma olhada, pra ver como andam as "modas" na obra da Casa MB, a casa da Mariah e do Bruno. Início de obras, marcação, confirmação da locação, escavações primeiras para fazer muros de contenção, aquela fase da obra em que se trabalha muito e pouco aparece. Os clientes, "adoram"!!! Rsrsrsrs.
Ainda nesse fim de semana passada, minha norinha Mariah perguntou-me quando é que ela iria ver os primeiros muros, alguma coisa visual, algo pra adoçar a bôca. Tive que ser honesto e dizer-lhe que, antes dos tais murinhos, na verdade uns "puta muros" de arrimo, o que ela vai ver mesmo é um monte de buracos. Em resumo: nessa próxima semana, nesses próximos dez dias, "a madeira vai roncar". Brunão já está se preparando pra soltar seu suado dinheirinho.
Pra que fique bem claro:
Quando falo que acho uma merda a "Música Sertaneja" (entre aspas para situa-la no local que lhe é devido, normalmente o lixo), refiro-me a essa porcaria abominável e xaroposa que vive a tocar nos programas dos Faustões e Gugus da vida. Falo dessas duplas montadas pelos vendedores de discos e CD´s, os Brunos e Marrones, esses garotinhos do Fama e outros aproveitadores de ocasião.
Sem medo de errar, arrisco-me, pois os caras vendem discos aos milhares e ganham muito dinheiro. Mas todos sabemos, que pra ganhar dinheiro não é necessário, obrigatoriamente, nenhuma qualidade.
Embora não tenha feito parte da minha formação cultural musical, ou das estórias da minha infância, respeito muito as admirações de cada um, e acredito que os mais chegados, os do campo, mesmo, do nosso grande interior, possam gostar. Assim como acho que esse mesmo público, também considere essas "aberrações sertanisticas" como um lixo.
Rolando Boldrin, garotão, e Almir Sater, grande!
Rolando Boldrin, Renato Teixeira, Inezita Barroso (que ouvi muito quando era menino), Almir Sater e os mais antigos, Tonico e Tinoco, Jararaca e Ratinho, Alvarenga e Ranchinho, esses sim, fazem parte da história da verdadeira Música Sertaneja, e que, mesmo sem fazer parte do meu ideal musical (ninguém é perfeito), traduzem o verdadeiro espirito da MPB do nosso imenso interior, das nossas roças.
A eles, meus respeitos e minha admiração. A esse falsos sertanejos, impingidos a um público pouco afeito a qualquer necessidade de qualidade, e que consome qualquer porcaria,
Suada e inexpressiva a vitória do Flamengo. 2X1 sobre o lanterninha do Campeonato, o débil Payssandú. Como dizia meu velho pai, com aquele seu jeitão de cearense de boa estirpe: MELHOR QUE DIABO DE NADA! ps: tiramos o pé da merda!
Ou sei lá que nome se dá a isso, que dois caras ficam se esganiçando, entre versos de segunda categoria e músicas de última. Costumam dizer que faz parte da nossa cultura. Inculto que sou, dessa tal cultura apregoada, acho essa denominada música sertaneja, uma merda! Com todo o respeito.
Engraçado é que gosto muito do Almir Sater e da música que ele faz e canta, bem como do Rolando Boldrin. Estamos falando da mesma coisa?
Quando eu insisto na posição (minha, claro!), de que não vejo condições de deixar de privilegiar a educação, a cultura, a inteligência, como primordiais para exercer qualquer atividade na vida, encontro a resposta, clara, objetiva, contundente, na fala do Ministro Palocci, hoje, ainda agora, na televisão. Submetido a perguntas e questões, como se anunciou, defendendo-se de acusações, o Ministro nos dá uma verdadeira aula de tudo aquilo que um homem público deve ter, deve ser. Respondendo claramente, sem qualquer preocupação de esquivar-se com artifícios, utilizando a sua fala sem colocações populistas, deixando de lado o exagerado viés partidário de outros membros, anteriormente submetidos às mesma indagações, Palocci mostra a face de um real homem público. Fazer comparações, coisa que abomino, é muito desagradável, mas que diferença de atitude, de cristalinidade, de educação, de sensibilidade, entre o seu depoimento e o de outras altas figuras petistas, com o necessário destaque, negativo, para essa triste pessoa que é o alto comissário, José Dirceu.
Num ponto, discordo das declarações do Ministro, a de que o Presidente não sabia dessas articulações todas que o Brasil tomou conhecimento. Questão de ponto de vista (ou de inteligência, será?).
Depois de assistir ao depoimento do Palocci, passo a entender a razão de ele encontrar resistências e antagonismos, em tantos elementos do seu partido:
LuLLa reclama do jogo rasteiro que estão utilizando contra o seu governo. Pra mim, exatamente à altura da sua atuação. Fala, mais uma vez, da sua mãe, analfabeta, que morreu aos 64 anos. Acho que ele nunca conseguiu se livrar desse complexo. Ou não precisava insistir tanto nisso. Essa circunstância, ser filho de analfabetos, aflige milhões de brasileiros. E, cá pra nós, eLLe não fez nada para evitar que isso continuasse.
Enquanto isso, o Zezinho (José Genoino), chora suas pitangas e diz que “não se arrepende de nada”. Proclama-se um soldado do partido. Ou é muito cara-de-pau ou acho que poderia mudar de nome pra José Ingênuo.
E o Zezão (o companheiro Zé Dirceu), reclama do abandono que vem sofrendo do Presidente. “Tento falar com eLLe, que não quer me receber.” Posso garantir que ELLe, sabe a razão.
No mais, é essa coisa triste de ver o Palocci envolvido nessas denuncias desses vagabundos do partido, tipo Buratti et caterva. A quem eles estão querendo agradar? Qual missão lhes foi determinada?
Amigo meu, muito chegado nos lances da política, disse-me que, após exaustivas pesquisas e análises sobre o momentoso e fétido momento porque passa o Governo LuLLa, chegou a mais uma conclusão.
Diferentemente do antigo Governador de São Paulo, ou dos antigos, que levou ao ápice o dito do “Rouba, mas Faz”, o atual vai ficar notabilizado por outro dito, já incorporado ao conhecimento popular:
“Só Rouba E Nada Faz!”
Outro dia, dei uma vasculhada nos meus arquivos, das coisas que escrevo aqui no Observador. Sim, amigos, eu guardo tudo, ou quase tudo, o que eu escrevi e postei aqui no meu blog.
Desde o comecinho, meados de 2002!
Claro, no início eu não guardava coisa alguma, mas depois que mudei meu template e peguei na vontade de ser blogueiro (final de 2003), dei uma investigada nos arquivos e, com um saco e paciência que eu não imaginava ter, e consegui recuperar quase tudo que já havia postado.
Importante dizer que tem algumas coisas bacanas e que valeu a pena guardar.
Mas, de verdade mesmo, a sensação ao ler / reler coisas antigas, escritas sobre a emoção e ótica da ocasião, é um certo sabor de coisa ultrapassada, requentada.
Ficou mesmo com jeitão de leitura de Sala de Consultório Médico, daquelas revistas antigas, Vejas, Caprichos, Caras ,etc... Conselho meu:
ESCREVEU, NÃO LEU, ESQUECEU! ps: o que não quer dizer que eu desgostei do que escrevi.
Enquanto trabalho feito um mouro (será que eles todos trabalham muito, mesmo?), no projeto da Casa MB, revisão, análise dos Projetos Complementares (Instalações, Estrutura, etc), dou minhas beliscadas pela web, visito um que outro blog, consulto sites de coisas de obra, os vagabundo “republicanos” não se cansam de nos surpreender (será surpresa?).
Delúbios, Valérios, Burattis, Toninhos da Barcelona, tudo gente da “maior qualidade moral e profissional”, requisitados pelos desvãos morais (imorais) do PT para sua “campanha de arrecadação de meios” em sua caminhada ao poder, ofendem a nossa sensibilidade e inteligência a todo momento.
A coisa está tão assombrosa que até o Palocci, que parecia fora dessa tramoia toda, está sendo envolvido pelo lamaçal mal cheiroso. Confesso que espero que seja apenas uma manobra diversionista desse merda chamado Buratti (além de tudo um sujeito horroroso), que ainda pede compensação pela delação (que nojeira!). Porra? Será que essa sujeirada toda que ao partido do falso operário criou não terá fim?
Já virou uma prática normal (?!), entre muitos bons amigos e blogueiros, a substituição da palavra não, pela palavra num, uma substituindo a outra. Tipo, leio muitas vezes, “eu num te disse?”, “num vou a essa festa”, por aí vai.
Acredito que seja uma idéia de transpor para o escrito um vício de modo de falar meio usual. Bom, quer dizer, pelos outros, pois eu não uso, ou ouso, dizer num, por não. O mais interessante é ler / escutar isso, saído das penas e bocas de pessoas cultas e instruídas. Nada contra, claro, cada um se expressa da forma que melhor lhe apetece, mas isso me remete aos miguxos e miguxas, tão criticados por muitos (me incluo nessa, claro!) com seu vocabulário em vigor, onde esse num, neles, é o famigerado naum.
Pra mim, num, não é não; num, é num!
Mas não dá pra deixar passar! Que figura horripilante, desse nosso cenário republicano, o tal de Jacinto Lamas.
Pior de tudo, ele parece inteiramente encaixado/encaixável nessa babel escrota desse governo, e seus apaniguados.
Com "dois dês", de Toddy e "ph", de Pharmácia,
Acabei de ver, pela TV, um resumo do encontro entre Pelé e Maradona. Dois gênios do futebol e do esporte mundial. Fantástica a recuperação do Maradona, agora com aparência de gente, de ser humano, depois de um período, longo e tenebroso, dominado pelas drogas. Magro, jovial e até bonito, Maradona parece recuperado. Tomara! Nosso Rei Pelé, como sempre, aparência de um garoto, jovialidade e simpatia. Nem parece um homem com quase setenta anos.
Notável a linha de passe dos dois, em cabeçadas que pareciam não ter fim.
Abraço entre dois enormes craques e a afirmação final do Dieguito, sobre quem era o melhor: “Minha mãe dizia que era eu, a mãe do Pelé falava que era ele”.
Sempre viajo, blogosfera a fora, para encontrar novidades, de todo o tipo e gênero. E sempre encontro muita coisa boa. Claro, o critério é meu, não discuto e ninguém tasca.
E a cara a tapa, se eu chutar pra escanteio, também. Então, é com nóis mermo!
Daí,incluo entre os meus linkados, aqueles a quem chamo de Obrigatórios, os seguintes “coleguinhas” blogueiros:
Meu sogro mora conosco, eu e minha mulher, aqui em Correas / Petrópolis.
Ontem, Dia dos Pais, subiram pra comemorar do Dia, minha cunhada e meu cunhado. Família, sacumé! Papos rolando, assuntos os mais diversos, desde a tal da política ao futebol, da violência do Rio ao problema da Palestina, eis que sem mais aviso, meu cunhado faz a pergunta:
“Fernando, você tá por dentro desse troço de blog?” “Claro, Affonsinho! Tenho um blog e tenho uma certa afinidade com esse lance” “Pois é! Eu vou fazer um blog pra ganhar dinheiro com isso.”
Escusado dizer que minha primeira reação foi cair na gargalhgada.
“Tás rindo de que, Fernando? Tenho um amigo que falou que um cara de Portugal, de um blog chamado Meu Pipi, ficou rico com isso. Depois, parou com o blog, publicou um livro e tá mais rico ainda.”
Fui obrigado a desiludir o meu cunhado. Falei do Meu Pipi, realmente um blog com um sucesso estrondoso, do qual eu gostava muito, sabia do lançamento do livro do cara, digo, do gajo, lembrei do blog do Inagaki, que recebe mais de 600 visitas/dia e nem assim consegue ficar rico com isso, o Kibe Loko, outro monstro de audiência, etc.. Tem mais, disse eu, os caras ainda tem um enorme talento e escrevem bem pra caramba. Coisa que, cá pra nós, o Affonsinho jamais demonstrou o menor pendor.
“Blog, Affonsinho, é um negócio de coração, de quase loucura, pelo tempo que “gastamos” com ele, pela entrega quase solitária que temos de ter, e que só nos dá a imensa satisfação de fazer amigos, trocar idéias e mostrar nossas idéias. Ganhar dinheiro com ele, nem pensar”, arrematei.
O cara ficou meio murcho, meio desconsolado, mas no fundo, no seu delírio, parece que ele ainda acha que tem gente que consegue ganhar dinheiro com os blogs. Diz que vai insistir e montar o blog dele. E que vai ficar rico!
Pior, acho que tem gente que isso pode ser possível!
VOCÊ CONHECE ALGUM BLOGUEIRO RICO? ps: que enriqueceu com o blog?
Hoje é um dia como outro qualquer.
Como outro qualquer, mais um Dia dos Pais.
Mas, inventaram de "premiar" esse dia, como o da nossa comemoração, da nossa exaltação. Exaltação essa, que eu recebo todos os dias dos meus filhos.
Mas, como adoro uma exaltação, uma bela paparicação, comemoro.
E divido, redistribuo, comemoro, com todos os Pais, amigos blogueiros, ou não, nesse nosso Dia dos Pais. Valeu galera!
O ciclismo, esporte pouco difundido e conhecido no Brasil, tem conseguido, a nível internacional, feitos relevantes. Incrível que possa parecer!
Luciano Pagliarini e Murilo Fischer
Dois ciclistas brasileiros, Luciano Pagliarini e Murilo Fischer, tem obtido ótimos resultados, sendo que o Pagliarini já participou de duas edições da Volta da França (Tour de France)
Nesse fim de semana, o Murilo Fischer conseguiu mais uma vitória importante, no 25º Troféu Cittá di Castelfidardo (Itália), no dia 10 de agosto, derrotando diversos nomes conhecidos.
Murilo Fischer vencendo a prova do último dia 10.
Resultados - 199 km 1 Murilo Fischer (Bra) Naturino - Sapore Di Mare 5.03.00 (39.426 km/h)
2 Giuliano Figueras (Ita) Lampre - Caffita 0.01
3 Elio Aggiano (Ita) Team L.P.R. 0.03
4 Jakob Piil (Den) Team CSC 0.20
5 Lorenzo Bernucci (Ita) Fassa Bortolo 0.27
6 Lorenzo Cardellini (Ita) Team Universal Caffe'- Styloffice
7 Giovanni Visconti (Ita) Domina Vacanze
8 Luca Mazzanti (Ita) Ceramica Panaria - Navigare
9 Paolo Bailetti (Ita) Team Androni Giocattoli - 3C Casalinghi
10 Giuseppe Di Grande (Ita) Team Universal Caffe'- Styloffice
11 Manuele Spadi (Ita) Ceramica Flaminia
12 Andrea Noe' (Ita) Liquigas - Bianchi
13 Andrea Masciarelli (Ita) Acqua & Sapone - Adria Mobil
14 Slawomir Kohut (Pol) Miche
15 Damiano Cunego (Ita) Lampre - Caffita
O que mais “espanta” é a gente ver que conseguimos fazer belas participações em esportes sem qualquer ajuda, ou interesse maior, das nossas autoridades esportivas. Além da quase nula divulgação pelos órgãos de imprensa. Pena!
Nada do que possa acontecer, qualquer situação que sobrevenha, nenhum tipo de coisa, nada, mas nada mesmo!!!, fará com que eu escreva, aqui no Observador, nada de política até, pelo menos, a próxima quarta-feira. Campanha de desintoxicação do espaço. Nenhum desses nomes, atitudes, mandos e desmandos, dessa gentinha dita republicana, ganhará espaço aqui.
Um dos meus colegas de turma na Faculdade Nacional de Arquitetura, hoje famoso e festejado, por suas inegáveis qualidades na profissão, teve uma passagem, durante os verdes anos de nosso curso universitário, que merece ser contada.
“Pode fazer tempo, e faz. Mas não dá para esquecermos!
Tempos de Faculdade, tempos mais amenos, tempos de sonhos e esperanças, tempos de possíveis desatenções com a vida pra valer.
Havíamos passado para a faculdade. Faculdade Nacional de Arquitetura. Ano de 1956. Alguns eram conhecidos, de bancos escolares, de cursinhos vestibulares. Outros, talvez a maioria, conhecíamos apenas de vista.
Acho que estávamos na porta da Faculdade, outro lugar qualquer que nos antecipava a entrada formal para o 1º ano do curso. Entre nós, com um jeitão “blasé”, meio desligadão,” roupas importadas e diferentes, uma camisa de malha, daquelas de trama bem larga, manga “raglan” (será que se escreve assim), um futuro querido colega. Aparentemente fora de lugar.
Com o tempo, o cara foi incorporado ao nosso grupo. Estávamos sempre próximos, e um dos papos mais costumeiros já era o futebol. Mas o cara, com toda uma formação "mais refinada", digamos, de futebol não manjava porra alguma. Como iríamos a uma reunião onde, certamente, rolariam muito papos de futebol e, para não deixa-lo de fora das conversas, fizemos uma pequena “preleção”, dando dicas básicas. Parecia que ele havia aprendido/apreendido a lição. Assim pensávamos!!!”
O Berzoini, aquele mesmo dos aposentados e outros tristes papéis (parece que ao cara está reservado a missão de fazer o papel sujo), veio a público dizer que o Duda Mendonça se entenda, diretamente, com o Delúbio, pra receber o dinheiro, por fora, que ele, Duda, alega que o PT lhe deve. Merrequinha, apenas mais uns 6 milhões!, só faltou dizer o Berzoini.
Usando outra dessas terminologias petistas de ocasião, “acertos informais”, disse ele, deixou claro que essa dívida não é do quebrado, digo, do Partido. Lá, no PT, tudo tem nota fiscal e recibo, até parece!
Praticamente colocou o Duda na posição do traidor (vai ver que é o traidor de que o LuLLa falou), mandou o “rinheiro galístico” pra lista negra e defenestrou, simplesmente, o cara que inventou o tal do LuLLinha, Paz e Amor.
Aparece o William Bonner, dizendo com aquela sua inconfundível voz, que um político chinês havia sido condenado à morte por ter se apropriado de 1 milhão e uns tantos mil dólares. Corta.
Logo após, outra notícia dizia que haviam “segurado”, da conta do ex-ditador chileno, Pinochet, 1 milhão de dólares. Outro corte.
Juro ter ouvido, lá ao fundo, um risinho zombeteiro, seguido de leve exclamação, do Marcos Valério (ou seria do Delúbio?): Merreca!!!
Essa foi a minha impressão depois de ter ouvido o discurso do LuLLa.
Não disse nada demais, continua insistindo em pensar que o povo brasileiro é idiota, pois só sendo muito bobo pode-se imaginar que ele não sabia de nada, diz-se traído, ai exagera de novo, tirando o corpo fora, e não disse nada que demonstrasse a real vontade de dar um paradeiro nessa situação lamentável por que passa nossa política e o seu Governo, em particular.
Enrolou, enrolou....e saiu de fininho!
O que mais chamou a atenção em seu pronunciamento, foi a voz soturna e um certo cuidado para filtrar as grandiloqüências e os costumeiros arrotos de grandeza.
Apesar de já termos uma boa idéia do que queremos, esbarramos, agora, no assunto dimensões/custos.
Em princípio, a casa não deverá ultrapassar os 200 m2, em dois pavimentos, sendo o Embasamento (Térreo) constituido pela Garagem e Serviço, e o Pavimento Superior, com a Sala, 3 Quartos, Cozinha, etc.
Nessa imagem, vemos a parte posterior da casa, e o que vocês avistam fora da casa é a proposta (futura), para um Deck e Piscina.
Ia esquecendo: também como pretensão futura, no Embasamento, contiguo à Garagem, pretende-se um Home Theater/Escritório, em área de sub-aproveitamento. Coisas para adiante...se der!
Vista áerea, posterior, da Casa MB.
Nada de telhados, balanços, beirais,etc. Sêca e pura, como o cliente pediu. E eu, aprovei integralmente!
Na verdade, completamente integrada à natureza local, difere de quase tudo que tem no local.
VAI FICAR MUITO LEGAL! ps: a maquete eletronica está sendo desenvolvida no SketchUp 4, um tremendo e simples programa. Tão simples que até eu consigo produzir alguma coisa com ele.
Gostei do depoimento do Duda Mendonça. Mesmo quem não gostasse do cara, tem que ter ficado impressionado com a franqueza dele. Abriu o jogo e mostrou que o lamaçal é mais profundo do que se pensava.
Impressionante a forma com que ele escancarou geral ao contar aquela história da conta nas Bahamas. Quantas mais, para outras “gratas” figuras dessa nossa república haverá? E com quanta grana? E de onde vem essa dinheirama toda? Entre os inquiridores, sabia-se que alguém ia enveredar pelo lance da briga de galos. Cá pra nós, num delicado momento com esse, aquele deputado Paes misturar estações e fazer ilações, quase transcendentais entre os acontecimentos de agora com a rinha de galos.
Acho que ele deveria fazer um tratado sobre “A rinha de galos e sua profunda e intrínseca relação com o mensalão”.
Enquanto isso, a talvez verdadeira chave de tanta imundice fica meio de lado. Estou me referindo ao esbanjamento desonesto que se faz com o dinheiro dos Fundos de Pensão.
Ainda vão chegar lá!
Complementarmente, nosso LuLLa prepara-se para recepcionar o seu ídolo e mentor intelectual, Hugo Chavez.
Tenho tentado entrar nos blogs do Júlio, O Inventário e o Palavra Acesa, e sempre aparece aquele aviso de "page not found", ou algo parecido. Tentei no Google, mas apareceu outro Júlio Castro, nada a ver.
Onde andas, brilhante figura?
Esse rapaz, jogador do Flamengo, tem me impressionado demais, ultimamente.
Depois de ter dado aquele enorme susto na gente, quando apagou em plena partida de futebol, adquiriu uma força e uma vontade, uma resistência e um empenho, dignos de um verdadeiro rubronegro. Certo que, craque ele não é. Mas é o tipo de jogador que eu quero pro meu time. Que vontade, que dedicação, que entrega, tem demonstrado o Jean nas últimas partidas do Mengão. A par dessa verdadeira demonstração de sadio profissionalismo, aparece a outra face do jogador, aí um lado prejudicado da sua função, qual seja a de não saber chutar em gol, não conseguir botar a bola dentro do gol adversário. Incrível, e injusto para tanto esforço, a quantidade de possibilidades de gols que o Jean desperdiça. Fico até com pena do cara!
Se eu fosse seu técnico, se eu fosse o próprio Jean, ficaria horas a fio treinando, visando debelar essa faceta negativa do seu jogo. Imagino o Jean, com a velocidade que tem, com a facilidade que tem de se desmarcar, correndo como ele corre e...sabendo bater em gol, fazer gols. Que belo jogador poderia ser!
Se eu pudesse, mostraria ao Jean vídeos do Kaká (não, não estou comparando, claro!), com o craque da seleção chutando em gol, a forma como ele bate na bola, a maneira tranqüila e fria que o Kaká demonstra ao chutar em gol, a procura da direção do arco em contrapartida ao desnecessário chute violento mal dirigido, nada dessas porradas desequilibradas e grotescas com a bola indo em direção ao nada. Mesmo que ele, Jean, não aprendesse tudo, uns 30% já dariam outra dimensão ao seu futebol.
Tava vendo o jornal da TV Globo e apareceram uns caras que funcionam na oitiva (esse nome está na moda) de um tal de Buratti (!!??), que trabalhou com o Palocci, quando era Prefeito de Ribeirão Preto.
Vá lá que ninguém precisa ser um Brad Pitt, um Robert de Niro, ou outro galã desses de cinema. Mas, convenhamos, que turminha feia, aquela!!!
Acusado, (testemunha, dizem), inquiridores, e outros, capricharam na feiúra.
Por falar em Orkut, tão mencionado ultimamente por conta de uma provável cobrança, lembrei-me de uma Comunidade que me diz respeito. Aliás, aos da Família Cals, o nome da Comunidade. Ontem, já estava com 48 membros e tende a crescer. Dei uma viajada pelos “espaços” do diversos membros, tudo da Família, verifiquei gente em diversos cantos desse nosso Brasil varonil, Fortaleza (local de origem, no Brasil), Brasília, Belém, Rio de Janeiro, etc. Legal a gente tentar descobrir de onde viemos, quais nossos antepassados, origem mesma, por aí. O primeiro Cals a pisar em solo brasileiro, foi o Henry Cals, que por aqui, literalmente aportou com sua mulher Françoise Lopez, no seu barco, (quase navio, sei lá?!), no final do século 19, em Fortaleza. Diz a lenda.
Já tive em mãos uma árvore genealógica, que ia desde a sua chegada, Henry, até a minha geração, pouco mais. Depois, perdi o rumo. Da galera que está lá no Orkut, na Família Cals, sou o mais velho. Gostaria que outros, da minha geração, ou aproximados, embarcassem nessa pesquisa e conseguíssemos esclarecer nossa origem brasileira e os ramos e galhos dessa frondosa árvore.
Trio nas Alterosas
Alexandre Inagaki (Pensar enlouquece), Idelbar Avelar (O biscoito fino e a massa) e Fal Vitiello (Drops da Fal) têm encontro marcado em Belo Horizonte, na sexta-feira. Participam da mesa-redonda “Blogs: a literatura e o espaço virtual”, promovida pelo 6 Salão do Livro de Minas Gerais, de 11 a 21 de agosto. Mais detalhes sobre o evento podem ser encontrados no site www.salaodolivro.com.br .
Pena eu não estar em BH, para dar de cara com essas três peças fundamentais do nosso mundo blogueiro. AH!!! EU LÁ! ps: qualquer dúvida sobre quem são e o que fazem, olhem nos meus links.
Até gosto do cara. Parece gente do bem. Diferente de um monte de cafajestes do seu partido. Levou uma dichavada do Dirceu, em reunião do PT, dessas de chorar. Chave de galão. Dirceu disparou mais uma vez aquele chavão da moral. Teve que recolher as suas propostas. Diz que o Zezão escancarou, "quem manda aqui sou eu mesmo". Eles tem muita moral e ética.
SÃO BRANCOS...QUE SE ENTENDAM! ps: do Zé, não gosto nem um pouco. Do mal, o cara!
Receita infalível, do implacável Serjones, para liquidar assuntos desagradáveis.
Claro, o chato do lado de lá, também!
“Uma telemarketeira da Vivo, empresa-Zé Dirceu pra mim [não conheço, nunca vi nem mantive nenhum contato e quero repelir], me acorda hoje cedinho:
- Bo dia! Meu nome é [sei-lá-qual], eu sou do [sei-lá-o-quê] da Vivo e...
- Bom dia seu cu
- Eu poderia falar com o titular do aparelho?
- Sou titular do meu caralho
- O senhor estaria...
- Estaria sim. Interessado no seu cu
- Por problema de comunicação estarei interrompendo a ligação, senhor”
Tenho evitado falar do Flamengo aqui no Observador. Cuidado, muito cuidado, com uma coisa que faz parte das minhas paixões. Afinal, não se despreza, ou esquece, ou soterra, amores e compulsões. Faz mal, muito mal! Então, entre sofrer, desabafar, quem sabe até mal-falar do Mengão, tomei a resolução de me abster, de fingir que não é comigo. Mas...é comigo sim! Volto, pois, sem qualquer intenção vaidosa, ou metida a besta (afinal, não seriam duas vitórias que me levariam ao orgasmo torcedorístico, ora pois!) a colocar o rubro-negro aqui nessa vitrine bloguistica. Com a maior modestia (sem acento, mesmo)!!!
Logo mais, a tarde, a TV vai mostrar o FlamengoXFortaleza. Será a terceira vitória consecutiva? Bom, de qualquer jeito, não deixarei de assistir.
Baixei ontem! Loucura total! Simplesmente arrebatador o que esse programa consegue fazer com a gente. Pior, ou caracteristicamente, mostra-nos o caminho “bigbrotheriano” que nos espera.
Você pode ir de uma cidade a outra, São Paulo a Paris, Paris a New York, New York a Cairo (será?), num piscar de olhos, num clique no mouse. Daqui a algum tempo, esse programa, agora estático (digamos) deverá vir em tempo real. Imaginem, eu mandar-me no GE, para São Paulo, e encontrar meu filho a caminhar pelas ruas do seu condomínio, numa boa? Será uma boa?
Por enquanto, esses “vagueios”, na verdade, mostram-nos o tempo que podemos desperdiçar no nosso dia-a-dia.
AINDA BEM! ps: pra baixar, vai no Google que você acha!
Quem conhece o blog do Jorge Pontual, melhor dizendo, o maravilhoso blog do Jorge Pontual , sente-se na obrigação de falar, indicar, elogiar, o NY On Time. É o que eu estou a fazer.
Diverso, bonito de se ver, ler e escutar, é um dos melhores blogs que conheço.
Anjo de Bethesda, Central Park, NY.
"Peguei" do Pontual.
Nessa insistente, e preocupante, colocação do Presidente, de que a elite estaria tramando para tira-lo do poder, o que mais me preocupa não é a possibilidade, que, claramente não existe, mas a definição do que eLLe chama de elite.
-Seria a parcela da população, os eleitores mais esclarecidos(?) e cultos, que enganados com a farsa do Presidente-Operário, fizeram o diferencial quer o levaria ao Poder?
-Seriam os jornalistas, dos meios de comunicação, agora quase enxotados pelo Presidente, que transformaram essa figura bizarra num candidato aceitável, conseguindo a modificação de intenções de votos de milhões de eleitores?
-Seriam até, os inebriados pela possibilidade de ver uma modificação no panorama político do Pais, os adeptos da esquerda, digamos, esclarecida mas não petista, outra considerável parcela a acrescer aos votos normais do PT?
Sim, porque eLLe crer que simplesmente a sua figura conseguiria amealhar tantos votos, é pura mania de grandeza! Não fosse essa elite, agora espezinhada pelo candidato a reeleição, eLLe não estaria no Poder, não nos estaria dando esse “banho” de incompetência, não nos estaria mostrando até que ponto um projeto de Poder tem que recorrer aos porões enlameados da corrupção para se manter, nem estaria fazendo essa campanha eleitoreira, pelo Pais afora, colocando em alerta(?) suas chamadas forças populares.
Tivesse eLLe trabalhado competentemente, tentado colocar em prática suas propostas de Governo, não tivesse se rendido aos apelos da continuidade, ficasse afastado da exagerada vaidade e pretensão que demonstra, enfim, continuasse aquele engodo do LuLLa candidato, o falso operário, quem sabe, não precisaria estar falando tanta bobagem.
Mandaram-me e-mail alertando para essa possibilidade, pedindo apoio para evitar tal coisa, propondo uma lista, um tipo abaixo-assinado, etc.
Pois, amigos, incluam-me fora dessa!
Até comecei a gostar do Orkut, vejo algumas coisas razoáveis que passaram a me fazer chegar mais vezes por lá.
Mas, de graça, to lá! Pagando, boa viagem, sejam felizes, num tô nem aí!
Comprei um, cheio de má intenção. “Agora, estou como o diabo gosta”, pensei.
Ou falta algum ajuste; ou tenho que trocar por outro; ou veio com defeito de fabricação; ou é uma merda, mesmo. Detestei!
Se alguém tiver alguma dica pra me dar, alguma indicação de regulagem, seja lá o que for, aceito com a maior humildade e alegria.
Por ora, vou voltar ao meu velho Logitech de bolinha, aquele que a gente tem que limpar toda hora. Sem mais delongas!
Toda semana um técnico, de um dos times de futebol desse Campeonato Brasileiro, perde seu posto. As vezes, algumas vezes, mais de um por rodada. “E tudo continua como dantes no quartel do Abrantes.”
E alguém imagina que eles, os técnicos demitidos, tem alguma preocupação por essas perdas? Pra que? Eles sabem que logo-logo serão chamados para ocupar o lugar de outro colega que foi defenestrado. Ficou até chato, sem graça, repetitivo, sem imaginação!
Pois, para acabar com esse ramerrão, essa chatura, ofereço uma proposta revolucionária, que daria um ritmo e uma graça especiais ao nosso já enlouquecido Brasileirão.
PROPOSTA PARA ALOCAÇÃO DE TÉCNICOS NO BRASILEIRÃO (PPATB)
Pela presente PPATB/2006, tem-se como estabelecido:
1-Serão designados, ao início do evento, tantos técnicos (1) quanto forem os times que estejam disputando o Campeonato;
2-Após essa escolha, que poderá ser, a priori, dos próprios clubes, far-se-á o sorteio desses profissionais, de forma claramente aleatória, entre os Clubes;
3-A cada duas, ou três, rodadas, independente dos resultados, haverá um deslocamento pré-determinado dos técnicos. Ou seja, saltarão, obrigatoriamente para outras agremiações;
4-Dessa forma todos os técnicos terão assegurada sua permanência ao longo do Campeonato, não correndo, portanto, o risco de ficar desempregado;
5-Na hipótese de um determinado técnico acumular mais de quatro derrotas, nessa sua trajetória aleatória, será substituído por algum técnico da lista de espera (1), continuando a rotina conforme estabelecida;
6-Revogam-se quaisquer decisões em contrário.
Entendo que com tal Proposta, a verdadeira loucura a que somos submetidos, torcedores, jogadores, dirigentes e, sobretudo, os técnicos, teria um paradeiro. Na verdade, seria a aceitação formal da teoria de que “se a esculhambação é evidente, façamos dela, esculhambação, a própria forma do campeonato”.
Vantagens adicionais:
a-Os jogadores estarão, sempre, entusiasmados, pois é voz corrente que a troca de técnico estimula os jogadores;
b-Seria a oportunidade de todos os técnicos conhecerem os rincões mais afastados desse nosso imenso Brasil;
c-A evidente troca de informações e deformações, a que serão submetidos os nossos jogadores, ganharia notável incremento fazendo com que aquele jogador que conseguisse resistir a tal suplício, mantendo regularidade de atuação seria imediatamente chamado para algum grande clube estrangeiro.
(1) Se fosse nesse ano, 2005, seriam: 24 técnicos titulares e 6 reservas.
A esquerda, meu filho Bruno. A direita, ....quem, mesmo? ELE, O MAIOR!
Bruno Cals, meu filho, grande figura e tremendo fotógrafo. Pelé, Edson Arantes do Nascimento, maior jogador de futebol de todos os tempos, outra figura exemplar.
MINHAS REFERÊNCIAS E REVERÊNCIAS, MERECIDAS! ps: foto tirada no estúdio do Bruno.
Dada a significativa estupefação originada, o que muito me espantou, pois é, pra mim, algo do meu dia-a-dia, dou a conhecer o significado da dita palavra.
TROSOBA De uso popular, com origem desconhecida, de utilização não tão plena quanto merecedora, pela sua ampla capacidade de absorção dos mais variados aspectos e circunstâncias: -coisa estranha; algo indescritível e de mau gosto ; tamanho, ou forma, indefiníveis.
Exemplos: -o prédio da Daslu, ficou uma verdadeira trosoba arquitetônica;
-a fala do Presidente, como eu disse, foi uma trosoba verbal;
-poderiamos dizer que o depoimento da Simone, ontem na CPMI, foi uma trosoba enganatória;
-etc;
-etc.
Como se pode ver, sentir, ler e ouvir, trosoba transcende, trosoba exorbita, trosoba é quase tudo.
Se fosse uma palavra de origem latina, poderíamos conjuga-la: TROSOBA, A, UM !
Verdadeira mania, das mais tristes em relação ao nosso idioma, divulgado mais do que amplamente pelo nosso distinto Presidente e brandido costumeiramente por uma grande parte dos "convidados" da CPMI, tem dado pena ver tanta gente a usar o de que (leia-se,"ouva-se", diqui), na construção das sua infelizes frases e declarações.
É um sem parar de "queria dizer de que", "gostaria de esclarecer de que"(claro, com a magnificação da trosoba para diqui), cansando o ouvinte (tele-ouvinte, vá lá) de tanta incorreção na utilização da nossa pobre e maltratada lingua portuguesa.
Diga-se, de passagem, "mania" rigorosamente integrada ao vocabulario de nossas bravas Vossas Excelencias. TURMINHA BRABA!
Acabamos de voltar do terreno onde o Bruno vai construir sua casa.
É uma maravilha a gente poder verificar o andamento dos serviços, ainda que apenas no principio. Ver as modificações por que o terreno passa, com o movimento de terra, as primeiras demarcações da posicão da edificação, os afastamentos dos lotes e construções vizinhas, o visual que comecamos a vislumbrar...Um barato!
Agora, a partir de agora, uma realização comeca a desabrochar.
Creio que nas proximas semanas vou colocar alguma imagem da casa, talvez da maquete eletronica.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem em discurso no Palácio do Planalto, no momento em que José Dirceu enfrentava os adversários e os holofotes no Conselho de Ética da Câmara, que a imprensa só dá destaque a "coisa ruim". Lula afirmou que depende da imprensa a possibilidade de a atual crise política atingi-lo. "Vai depender de vocês", disse Lula a jornalistas, ao ser perguntado se a crise vai chegar até ele.
Desde sábado, a tarde, estou em Sao Paulo. Longos papos com Mariah e Bruno sobre a casa, que deveremos começar, pra valer, dentro de uns dez/quinze dias. Visitas ao terreno, reuniões com os projetistas de Estrutura e Instalações, pra acertar os detalhes finais. Hoje o bicho pegou, as reuniões foram muito boas e o dia foi imensamente profícuo.
Amanhã, acredito que as movimentações de terraplenagem, finalmente comecem. Fico por aqui ate a 4a feira, dou minhas ultimas olhadas dessa fase inicial e volto ao Rio. Projetos complementares rolam, mais uma duas semanas, Bruno e Mariah viajam e dentro de uns quinze dias volto a Sampa pra ver as novidades.
Mas, nem tudo foi tanto trabalho. Ontem, domingo, uma bela reunião com um amigão do Bruno, dos tempos de modelo em Paris, mandamos um lindo risoto al funghi, feito pela Mariah, com um salmão magnifico, feito pelo Jair (o amigo do Bruno), bons vinhos, cerveja, papo agradavel, domingão lindo, programa descontraido e cheio dos melhores fluidos. Hoje, pra compensar o lindo dia de ontem, apesar do sol cheio de boa vontade, rolou uma poluição das mais brabas. Tipicamente paulistana. AMANHÃ TEM MAIS ps:tenho lido os comentários, mas pra não sofrer, muito, com esse teclado sem acentos, reponderei quando chegar no Rio