Tinha começado um texto falando das coisas boas e más desse ano que termina. Deletei tudo!
Prefiro pensar que o pior já passou e que os bons ventos podem tornar a soprar. Quase a dizer que entre mortos e feridos, escapamos todos. Sou um eterno otimista, talvez nem sempre, mesmo que a prática nos esteja mostrando algo diferente.
Ou será que nós não possuímos as condições de mudar o que não está bom? Pelo menos, tentar?
Então, como nesse dois últimos dias de 2005 o tempo vai ficar curto, ou longo, e talvez não escreva mais nada por aqui, gostaria de desejar a todo mundo, TODO MUNDO MESMO, uma linda passagem de ano, lindas comemorações, simples ou pomposas, cheias de alegria e amor, as comidinhas e “birinaites” necessárias, com a expectativa de que o próximo ano seja aquele que todos merecemos!
Sempre leio listas de coisas que gostaríam de fazer no próximo ano. Dos outros.
Li algumas dessas listas, de amigos e amigas, com quarenta / cinqüenta, ou mais, “propostas”, tipo quase suicídio. Talvez uma forma de cumprir, sobre tanta “vontade” demonstrada, um percentual razoável e sentir-se realizado.
“Pombas, não fiz tudo, mas fiz muitas. Bem que tentei!”, podemos afirmar no final das contas. Nunca havia feito nenhuma, pelo menos por escrito. E apresentada publicamente.
Então, lá vai a primeira!
Acho que vai ser pequena, pra eu tentar cumprir:
1-Voltar a freqüentar as salas de cinema;
2-Ler pelo menos uns 15 a 20 livros;
3-Voltar a fazer a minha querida natação;
4-Ir muitas vezes a São Paulo;
5-Ver concretizado o projeto fotográfico do Bruno;
6-Terminar a Casa MB, a casa do Bruno e da Mariah;
7-Assistir as finais da Copa de 2006 por lá;
8-Ver o Brasil ser campeão, na Casa MB;
9-Ir mais vezes ao Rio de Janeiro;
10-Estar mais tempo com as minhas filhas menores;
11-Ver a formatura da "filhota" Maria Fernanda: Jornalismo, PUC, RJ;
12-Tentar ser menos preconceituoso com a burrice e a ignorância;
13-Ir a praia, pisar na areia, entrar no mar do Leblon, algumas vezes;
14-Aproveitar, lá estando, “mandar” uns bons Açaís no Bibi;
15-Começar e terminar meus trabalhos artesanais;
16-Entrar em algumas competições de natação de veteranos;
17-Quem sabe, ganhar alguma;
18-Eleger um novo Presidente, que preste;
19-Tratar, direito, meu joelho “ferrado”;
20-Programar uma viagem à Espanha. Quem sabe, fazê-la;
21-Fazer algum trabalho junto a uma comunidade carente;
22-Continuar a ver o maravilhoso florescimento da minha querida netinha Nina;
23-Ver a beleza e inteligência da minha filha #1, sempre ao meu lado;
24-Usar menos as vírgulas, nos meus escritos. Usei!;
25-Presenciar a constante evolução das artesanias da minha mulher, Verinha;
26-E a incrível espontaneidade e vocação pra liderança da minha “caçulinha” Marcella;
27-Voltar a fotografar. Já fiz isso “direitinho”;
28-Fazer uns três / quatro projetos de Arquitetura. Terei exagerado?;
29-Ganhar dinheiro e, se, fazer uma viagem blogo/internética, Brasil afora;
30-Continuar vivendo levemente e sem maiores pretensões;
31-Curtir minha gostosa casa e a cachorrada fiel;
32-Ver o meu Mengão com um time decente;
33-Receber a notícia de um novo netinho a a caminho. Fala, Mariah!;
34-...
35-...
Pombas!
E a lista cresceu. Mais do que eu imaginava. Como coçar, basta começar! Fique claro: não existe qualquer noção de preferência na ordem apresentada. Vale sacudir e misturar. O que pintar na frente, tá de bom tamanho. Se der pra cumprir metade, já valeu!
"Emburaco", (ver post anterior), direto, pelos descaminhos da nossa pobre lingua!
O que tenho visto, ouvido, lido, dessas duas conjugações/conjurações do querido, e temível, verbo haver, não tá no gibi.
Coisas até bem escritas (vá lá!?) com esse "houveram", tem de montão. Leio e estremeço. Será que a gente vai ter que se acostumar a ouvir isso? Virará um novo "meia"? Um novo "esteje/seje", quem sabe uma outra "menas"?
Já o "haveram", partiu da boca de um nobre deputado, plena bancada. Nesse caso, dou-lhe as minhas desculpas. Ele desconhece, mesmo! Falou com toda a certeza e segurança.
Tudo bem!
Até que pode fazer sentido, estabelecer uma posição, relacionar bem o que se quer dizer, mas que é, pelo menos pra mim, pedante e metido a besta, lá isso é.
Pior: lembra-me, inabalavelmente, as idiotas discussões das CPM´s do nosso Congresso.
Então, seguinte: Se algum dia aparecer escrita aqui essa “jóia literária”, podem ter certeza de que, talvez definitivamente, esclerosei!
COISINHA BABACA! ps: tá virando a muleta, tipo “com certeza”, dos pseudo-intelectuais.
NATAL...O DIA QUE PASSOU...A INTENÇÃO QUE DEVERIA PERMANECER
Quando penso nessas intenções que a gente divulga, numa época como essa do Natal, fico a me perguntar, sem qualquer melancolia ou pernosticismo, babaquice mesmo, porque é que tais vontades, declarações, tão lindas e cheias de amor pra dar, não conseguem perdurar durante o ano todo?
Porque? Dá alguma canseira? Dói? Custa caro?
“Malditos sejais, ó mentirosos, negadores, defraudadores, trampistas , intrujões, songamongas, chupistas, tartufos, sicofantas, embusteiros, trampolineiros e vigaristas, que a peste negra vos cubra de escaras pútridas, que vossas línguas mentirosas sequem e que água alguma vos dessedente, que vossas patranhas, marandubas, fraudes, carapetas, lérias e aldravices se transformem em cobras peçonhentas que se enrosquem em vossos pescoços, que entrem por vossos rabos, cus, rabiotes e fundilhos e lá depositem venenosos ovos que vos depauperem em diarréias torrenciais e devastadoras. Que vossas línguas se atrofiem em asquerosos sapos e bichos pustulentos que vos impedirão de beijar vossas amantes, prostitutas, barregãs e micheteiras que vos recebem nos lupanares de Brasília, nos prostíbulos mentais onde viveis, refocilando-se nas delícias da roubalheira. ......
Malditos sejais, carecas sinistros, valérios sem valor, homúnculos dedicados a se infiltrar nas brechas, nas breubas do Estado para malversar, rapinar, larapiar desde pequenas gorjetas como a do Marinho, naquele gesto eternizado na TV, até grandes negociarrões com empresas fantasmas em terrenos baldios!’....
Malditos sejais, falsos revolucionários, medíocres carbonários agarrados em utopias velhas de um século, ignorantes que disfarçam a própria estupidez em ideologia, para os fins mais asnáticos, através de meios estapafúrdios; malditos sejam os 25 mil canalhas infiltrados pelos bolchevistas-dirceuzistas-genoínicos na máquina pública, emperrando-a e sugando migalhas do Estado com voracidade e gula! .....
Malditos sejam também os governistas que ousam negar o mensalão, malditos sejam os técnicos despudorados que ostentam uma “seriedade” lógica e contábil nos fundos de pensão e em estatais, de onde jorrou o grosso do dinheiro do valerioduto, tão bem ilustrado pelo jato de água e lama na fazenda do Delúbio, com sua cara destabocada e de maus dentes! Malditas sejam as metáforas que escorrem dos bolsos do Lula como pequenas lesmas, gordas sanguessugas, carrapatos infectos. Que essas metáforas lhe carcomam o corpo e que seus bonés, barretes, toucas e gorros de Papai Noel demagógico lhe atazanem o crânio até ele confessar que sabia de tudo, sim! Que sua cara denuncie tudo o que ele é, desde a vermelhidão crescente de suas bochechas até as sobrancelhas de diabo que traem o sorriso populista para enganar os mais pobres!....
Só nos resta isso: maldizer.
Portanto: que a peste negra vos devore a alma, políticos canalhas, que vossos cabelos com brilhantina vos cubram de uma gosma repulsiva, que vossas gravatas bregas vos enforquem, que os arcanjos de 2006 vos exterminem para sempre!
Com esse título, Dennis D., figura carimbada da nossa blogosfera, publicou em abril de 2004, o texto que segue:
Os Blogs Caminham Para a Extinção? Oh! Oh! e Oh! Especialistas em Internet e respeitáveis filósofos de padaria concordam que, nos próximos meses, 40% dos blogs existentes provavelmente sejam desativados de vez. A trabalheira de manter um blog atualizado - sob os mais diferentes pretextos - apenas para caçar calor humano, fama meia-boca ou eventuais parceiros para o amor e o sexo agora chegou ao fim: Deus criou o ORKUT!
Esse tal Orkut é a nave-mãe que abriga milhares (?) de comunidades cyberespaciais! Uma vez orkut member, pode-se ter acesso a incontáveis perfis de pessoas reais, machos, fêmeas, ninfetas, efebos, coroas, banguelas, comíveis ou não, de todas as raças, ideologias e religiões. Basta escolher as vítimas preferencias e fazer os contatos. Tudo muito prático. Dizem até que vicia! Quem se encontrava nas bordas do desepero já pensa em renovar seu estoque de calcinhas (ou de cuequinhas).
Não, o Orkut não é destinado apenas ao troca-troca de bem-querer, elogios e safadezas. Também é coisa bastante cultural, seríssima, inclusive artística e científica (não riam!) em, digamos... 5% de suas comunidades (ativas ou passivas). Será o fim dos blogs ou uma bem-vinda limpeza ética? Eu disse ética, ceguinhos, não étnica!
Escrito por Dennis D. às 23h22 22/04/2004
Claro! O Dennis D., possuidor da mais ampla visão, já sacava naquela época, a tolice que era remar contra a maré.
Claramente, os blogues, que no momento passam por uma enorme efervescência (talvez até perigosa), sempre se mostraram como uma das maiores, talvez a maior, vocação natural da Internet. Pela leveza, facilidade, pelo total descomprometimento com o “elemento repressor”, qualquer que fosse. Tolos, ou desavisados, incomodados ou assustados, muitos tentaram se interpor. Desqualificaram os blogueiros, seriam brincalhões a fazer seus diariozinhos tolos, vaidosos querendo mostrar seus pendores literários, mais ainda, sátiros em busca de suas presas (sátiras em busca de seus presos, rsrsrsrs). Até gente que parecia ter massa cinzenta dentro de suas cacholas, meteu a porrada nos blogues. Preocupados, talvez?!
Evidente, aquela mesma facilidade e leveza acima citada, proporciona a qualquer criança, mais-ou-menos dotada, fazer o seu blogue em não mais que uns vinte minutos. E toque e escrever, aki, naum, e outras infantilidades. Mas, já aparece uma leva de jovens inteligentes, que estão conseguindo falar nos blogues, pelos blogues, o que não conseguem conversar com seus “miguxos e miguxas”. Devem pensar, “aqui eu posso me esconder e falar como eu gostaria”. É um canal!
Mas o “treco” tá aí! Não dá mais pra fazer de contas que eles, os blogues, não existem.
Já deixaram de ser mero fenômeno para tornar-se realidade, demonstrando, até mesmo, sua imensa utilidade e verdade, no momento de imensas catástrofes como a Guerra do Iraque, a loucura do Tsunami e mais recentemente na tragédia de New Orleans. O que os jornais não conseguiam (ou não os deixavam), as verdades, verdadeiras, o que rolava, os blogues mostraram.
Aqui em nossa terra, o momento tem sido dos lançamentos de livros de blogueiros, simulando a impressão, ao menos avisado, de que qualquer blogueiro pode ser um escritor. Ou poeta. Pura ilusão! Um escritor, pode ser um blogueiro. Já um blogueiro....em princípio, fique na sua!
Faço isso, convictamente.
Mas isso não tira o mérito do blogue ou do blogueiro. E vale a pena aproveitar essa ampla possibilidade, pois blogar é muito bom. Faz bem à saúde mental e alimenta o espírito.
Cá estou eu, agarradão no Autocad, terminando um projeto para a Prefeitura. Quem é do ramo, sabe com esses "trampos" de desenho, para aprovação nas tais repartições competentes(?), são um porre!
Aí, ouço a voz do meu sogro, que está lá na varanda, acima, brincando com a Nina: "Tem gente no portão". Levanto-me do computador, desço a rampa da garagem, lá embaixo, junto ao portão, a figura de uma mulher negra, ainda jovem, até bem vestida, bolsa na mão. "O que é?", pergunto eu. "O senhor não tem uma garrafinha de vinho sobrando, pra me dar?", responde ela.
Antes que eu me "estabeleça", frente a tal sugesta, manda o complemento: "É pra eu relaxar um pouco".
Meio que achando um abuso, meio que contendo a vontade de rir, ou manda-la se catar (não, essa grosseria eu não cometeria, principalmente com uma mulher, plena época natalina), respondo: "Aqui em casa não tem garrafinha de vinho sobrando. Na verdade, tem faltando."
Ela ainda disse outras coisas que eu nem prestei atenção. Dei as costas, desejei Feliz Natal e Boas Festas e voltei ao trabalho.
Pois é, aqui na Serra, os passantes imaginam que garrafinha de vinho tá sobrando.
NA PRÓXIMA, QUE TAL O SUL MESMO, OU LÁ PELO NORDESTE?
Já que essa novela das oito, nove, sei lá e a anterior, aquela das sete, do tal Beco da Baiúca, são a mesma coisa, só que uma foi no Rio e a outra, a de agora, é em São Paulo, faço uma proposta: “Que a nova novela das oito, nove, sei lá, pode ser outro horário, até melhor, seja ambientada em algum estado mais para o Sul ou bem para o Norte/Nordeste.
Nada contra o Centro, mas, por ora, fica na reserva.”
Nessa novela das oito/nove, comparando com a das sete (anterior): Mocinha idiota, que casa com aproveitador, igualzinho; Aproveitador galã, que se aproxima, pega a mocinha e depois mostra suas garras, idem; Mocinha que vai ser presa, também já pintou; Velho, ou velha, malvadão, capaz das maiores vilanias, claro, tem também; Neto, ou neta, ou similar, que gosta do avô / avó f.d.p., ta lá; Núcleo pobre, núcleo afro e núcleo homo, sem falta. Tem até japinha!;
Ainda não pintou o crime “insolúvel”, mas virá, podem crer.
Fico impressionado com a falta de imaginação do tal do telespectador!
Tudo igual, nada novo, basta mudar os artistas, o lugar da linda abertura (isso eles sempre fazem bem), colocar essas oportunidades para o núcleo pobre chegar ao Nirvana (quanta ilusão), castigar o bandidão (claro que o de agora, vai aparecer com um trauma antigo pra justificar suas estripulias), ter um monte de caras que não sabem quem são os pais, pra novela dar o tal do Ibope alto.
E eu, que durante algum tempo pensava que a falta de imaginação era do autor da novela!
Santo tolinho! Eles até que gostariam de fazer algo diferente, mas o público, essa “massa” televiseira, não aceita. Querem o mesmo, o de sempre. Já imaginaram o exercício de raciocínio que seria imposto ao público? Pensar na hora da novela? Depois do trabalho?
"Eu quero é o prato-feito", aquele mesmo que eu sempre como! Já pensou se mudar e eu tiver alguma intoxicação tele-alimentar?
Moral da estória: mudam as moscas, mas o monturo, é o mesmo!
Com minhas humildes desculpas às pobres moscas.
Ah, não me tragam originais
para ler, para corrigir, para louvar
sobretudo, para louvar.
Não sou leitor do mundo nem espelho
de figuras que amam refletir-se
no outro à falta de retrato interior.
Sou o Velho Cansado
que adora o seu cansaço e não o quer
submisso ao vão comércio da palavra.
Poupem-me, por favor ou por desprezo,
se não querem poupar-me por amor.
Não leio mais, não posso, que este tempo
a mim distribuído
cai do ramo e azuleja o chão varrido,
chão tão limpo de ambição
que minha só leitura é ler o chão.
Nem sequer li os textos das pirâmides
os textos dos sarcófagos,
estou atrasadíssimo nos gregos,
não conheço os Anais de Assurbanipal,
como é que vou -
mancebos,
senhoritas,
-chegar à poesia de vanguarda
e às glórias do 2.000, que telefonam?
......
Carlos Drummond de Andrade (31 de outubro de 1902- 17 de agosto de 1987) IN: Poesia Completa. Aguilar, 1992.
Não dei qualquer toque em respeito ao dia, talvez dando uma alça ao homi, mas eLLe capricha, sempre.
Num dia: ”Não vou vender a alma para o Diabo, numa tentativa de releição”.
Cabe esclarecer que o Coisa Ruim, não compra merda. Além do mais, vender duas vezes a mesma coisa, é estelionato. Isso, eLLe não faz.
Dia seguinte: “Nunca a imprensa foi tão raivosa contra um Governo”. Não precisava, bastava o Partido do homi, babando sobre os Governos anteriores (leia-se, FHC)
Agora, é esperar pra saber dos pronunciamentos, direto de São Bernardo.
Por mais que a gente sinta uma enorme má vontade, nos eternos agoureiros de plantão, de espalhar o pessimismo (plenamente justificável, diga-se de passagem), nada consegue impedir que os espíritos, os corações, as almas, de cada um de nós, não tenha reservado um espacinho, mínimo que seja, para ver com os melhores olhos essa especial data que é o Natal.
Data comercial, o povo está sem grana (coisa que está cada vez mais presente no nosso dia-a-dia), nossa política é uma imundície, as esperanças foram por água abaixo, um monte de más recordações e presságios preocupantes ocupam nossas lembranças e visões futuras, enfim, uma verdadeira montanha de oposições poderia ser colocadas contra o Natal.
Até mesmo a mais simples, que seria “não gosto do Natal e pronto”.
Mas, Natal é Natal!
Eu sempre fico emocionado com essa ocasião. Lembro-me dos bons momentos com ternura. Dos maus, lembro-me também (porque não?), mas sinto-os ultrapassados. E vencidos. Gosto de imaginar um novo tempo, até mesmo com todas as merdas e dificuldades rotineiras (se assim não fosse até perderia a graça e “não valorizaria a posse da nossa bola”).
Mas, novos tempos!
Mais importante é que nem chego a fazer planos mirabolantes, de grandes conquistas, ganhos maravilhosos, felicidades abundantes, delírios. Apenas penso em viver!
Desfrutar da minha família, curtir minhas doces manias, blogar, por exemplo. Receber as visitas e o carinho dos amigos e amigas dessa blogosfera magnífica. Continuar fazendo a minha querida Arquitetura, acompanhando as minhas pequenas obras, imaginando alguma coisa que um dia possa tentar escrever, entalhando as minhas madeiras, tudo tão simples e tão gostoso!
É, de fato reconheço-me um infatigável desambicioso! Quase um exemplo a não ser seguido. Aquilo que deveria servir de modelo a ser evitado. Mas, sigo em paz, feliz e realizado.
A mesma Paz, Felicidade e Realizações, com a dimensão que cada um queira imaginar para si, que desejo a todos os Amigos e Amigas, extensivo às suas famílias, que tornam cada dia mais agradável e prazerosa essa minha “missão” aqui no Observador.
Aos demais, “tutti quanti”, estendo fartamente as mesmas intenções!
Mais depressa do que gostaria, amanhã sigo de volta para meu canto serrano. Nada contra, pois adoro a minha roça, mas sempre que venho a São Paulo, sinto vontade de ficar mais tempo por aqui. Dia havera que isso acontecera!
Deixarei, até mesmo, de assistir nessa sexta feira a concretagem dos últimos lances estruturais da Casa MB.
Chegando em casa, colocarei minhas obrigações blogueiras em dia, lendo tudo que foi dito e respondendo aos comentarios. Vésperas de Natal, pretendo festejar os amigos e amigas, responsaveis pelas imensas alegrias por que passei durante esse 2005.
Agora, dormir, me mandar cedinho pra Rodoviaria, pegar os dois busões que me levarão ate Correas e correr pro abraço. Amanhã, cruzives, dou uma corrigida nos textos (acentos e otras coistas básicas).
Do tipo daquele garoto do colégio, que chegou em classe e disse: "Eu só vim pra dizer que eu não venho".
Estou em São Paulo, corre-corre do cacete, cheio de necessidade de voltar correndo pra casa. Não é o jeito que gosto de vir à minha querida Megalópole, mas é como está acontecendo.
Mesmo assim, São Paulo,
Creio que na semana depois do Natal, mais tardar começo do ano que vem, estaremos concretando a laje de cobertura da Casa MB. Para dar as últimas “olhadas” no que está sendo feito, conversar “in loco” com o Construtor, tirar as dúvidas, deles e minhas, trazer outras informações para o detalhamento que estou fazendo, vou pra São Paulo amanhã.
Dessa vez, com a proximidade do Natal, vai ser aquela viagem corrida. Mais do que das vezes anteriores. Tenho que estar de volta, na 5ª feira.
Para alimentar minha conversa com o Jéferson, o Construtor, fiz um monte de pré-detalhes, a mão mesmo. Nesse estágio, fica bem mais compreensível. Bobeia, acaba ficando como está. Folhas A4, um detalhe em cada uma, dá pra montar, o que já fiz outras vezes, um “caderno da obra”. Até pra manusear dentro da obra fica mais agradável.
Outros desses pré-detalhes, são pra bater uma bolinha com a Mariah e o Bruno. Arrumações, materiais de acabamento, etc. Fase trabalhosa, mas gostosa.
Acabo de ver o São Paulo se sagrar campeão (tri) do Mundial de Clubes. 1X0 no Liverpool. O clube inglês teve quase 60% de posse de bola, três gols anulados (justamente), 17 escanteios contra nenhum do São Paulo. E uma puta dose de azar!(incompetência?)
Diria simplesmente: "antes eles que nem eu", com o falava um amigo dos meus tempos de infância. Coisas do futebol!
Guga está tentando voltar ao seu padrão de jogo antigo. Quando menos seja, digamos uns 70%. Mas hoje, ele levou uma “lambada” do peruano Luis Horna, que deve ter deixado ele a pensar: 6X2 e 6X0, de um jogador apenas razoável, foi de lascar.
“Gustavo Kuerten foi superado na madrugada deste sábado pelo peruano
Luís Horna, na estréia da Copa Argentina, em Buenos Aires. Horna
derrotou o brasileiro por 2 sets a 0, parciais de 6/2 6/0.
"Não consegui entrar em jogo. Não encontrei o meu ritmo," disse Kuerten.
"Fico triste, especialmente pelo público que esperou até essa hora (Guga entrou em quadra às 0h55min) me recebeu com muito carinho e eu não consegui retribuir jogando o meu melhor tênis."
Pior foi o que ele falou, depois do seu encontro com Maradona, antes do jogo:
“Antes de entrar em quadra, Guga recebeu a visita de Diego Maradona,
no Buenos Aires Lawn Tennis Club. Emocionado, Guga presenteou o astro
argentino com uma de suas camisas de jogo.
"Foi um momento especial. A gente não se conhecia. Fiquei emocionado
e impressionado com o carisma que ele tem," contou Guga. "Não deu pra
conversar muito, mas falei pra ele que depois que ele deixou a seleção
Argentina, o Brasil começou a ganhar." (sic)
Seria melhor não ter falado nada!
E SURRA NO DISCURSO ps: saudades do bom e velho Guga: falava menos e jogava mais!
Pintaram aqui no meu email, duas mensagens fofas, namorando@namorando.com.br, falando que eu recebi “um cartão de uma(a) admirador(a) secreto(a)”.
Claro, não abri. Já passei da idade de ter admiradora secreta. Até mesmo declarada.
Mas se alguém ainda acredita que está nessa condição, de possuir admiradores secretos, não abra. Só pode ser merda! Contenha a sua vaidade, faz de conta que você é feio(a), sem graça e desprovido de qualquer atrativo, e passe ao largo.
Ou arrisque, pra você ver o que é bom pra tosse!
IMAGEM EDIFICANTE! A esquerda, brasileira e mundial, já foi muito melhor. Saudades, cá em Terras Brasilis, do velho PCB. Atenção: não confundir com "esse" PC do B!
Novamente me auto-aproveito de uma resposta a um comentário aqui no Obs., pra deitar falação das coisas da Arquitetura. Aproveito e dou um biquinho nas Artes em geral. Certamente, abro a guarda pra levar umas boas porradas. Foda-se (fodo-me), não vou deixar de falar.
“Oi, Jane,
Assim como todas as Artes, a Arquitetura passa por um momento delicado. Essa enorme quantidade de “solicitações”, tais como a busca pela celebridade e reconhecimentos fáceis, a tentativa de ganhar dinheiro, também fácil, a falta inexorável de cultura da grande maioria dos novos profissionais, tudo isso, leva a um abastardamento, "enganado" em meio às chamadas tendências, dos bons preceitos da Arquitetura. Não à tôa, essa volta aos baluartes da Arquitetura Modernista, talvez a última manifestação pujante do processo arquitetônico.
Lendo isso, uma boa quantidade de novos profissionais irá dizer que é um pensamento retrógrado, um empecilho às novas manifestações, oscambáu. Mas, até mesmo eles, nas internas, sabem dessa realidade.
Longe de mim querer desclassificar as tentativas de novos caminhos, novas buscas, apenas as novas exigências dos tempos "mudernos", estão ai mesmo, escancaradamente, pra mostrar que dureza será essa tarefa. Claro, a busca de coisas de qualidade, pois as "facinhas", as feitas para tapear os consumidores trouxas, os desvarios de mercado, essas pululam.
Pior, parece, estão vencendo!
O que essa Câmara de Deputados Federal fez, essa canalhice inominável, não dá pra gente deixar passar em branco.
Canalhas abjetos, crápulas imundos, safados “homenzinhos” (mulheres, também) conseguiram mostrar para a sociedade civil, essa mesma que os elegeu, o grau de respeito e consideração que eles tem com ela. Devem estar rindo, até agora, às gargalhadas, da mesma forma que, estrepitosamente, coroaram de palmas o discurso do ridículo deputado que foi “preservado”. Quantos mais, da corja do mensalão, serão “beneficiados” nessa vagabunda manobra corporativista?
E que corporação será essa? Ladrões? Corruptos? Desonestos?
Vasculha daqui, procura dali, penso em baixar algumas coisas/músicas do Chick Corea, vou no “Emule”, encontro várias. Seleciono, algumas baixam quase que imediatamente, mas um dos arquivos, “Chick Corea & Astor Piazzolla” demora um enorme tempo. Bota enorme nisso!
Mas, o valor de tal gravação faz com que eu espere. Um pouquinho cada dia, foram mais de sete dias. Hoje, quando vim ver o resultado da tentativa (deixei baixando a noite toda), estava lá, na tal pasta "Incoming" (pra onde vão as música baixadas): “Chick Corea & Astor Piazzolla”. Valeu!
Boto, imediatamente, pra tocar no “iTunes” e, para minha surpresa, nem o piano do Chick, ou o bandoneon do Astor, nenhum dos dois soou pelas minhas caixinhas de som.
Mas, oh! agradável surpresa, o que tocava, o que eu havia gravado, embora anunciado diferentemente, era a Ella Fitzgerald com “The Best of Gershwin”.
Surpresa das melhores!
Bom, mas ainda quero ver se consigo o Chick/Astor.
Uma executiva de uma grande empresa do interior gaúcho, recém nomeada, faz a sua primeira viagem de negócios, para o Rio de Janeiro. À noite sentiu-se sozinha e com uma sensação de liberdade que nunca havia sentido antes.
Decidiu chamar uma dessas "empresas de acompanhantes", cujos folders de propaganda estão nas mesas dos quartos de todos dos hotéis nas grandes cidades.
Localizou, sem dificuldade, um que oferecia serviço masculino, denominado "ferótico". Com o encarte nas mãos molhadas de suor pela expectativa discou o número
marcado.
- “Alô !” atendeu uma voz masculina marcadamente sensual.
-“Alô. Eu preciso de uma massagem... Não, espera! Na realidade o que eu quero é SEXO! Uma grande e duradoura sessão de sexo, mas tem de ser agora!
Estou falando sério! Quero que dure a noite inteira!
Estou disposta a fazer de tudo,participar de todas as fantasias que vocês inventarem. Traga tudo o que tiver de acessórios, algemas, chicotes, dildos, pomadas, quero ficar a noite inteira e fazendo de tudo!
Vamos começar passando geléia no corpo um do outro, depois vamos nos lamber mutuamente até o gozo... Ou tu tens alguma idéia mais tesuda?
O que tu achas??”
-“ Bem, na verdade me parece fantástico.... Mas... para chamadas externas a senhora precisa discar o número zero primeiro!!”
E não é que os "caras", depois de esticar as decisões, que já poderiam ter sido tomadas dessas CPI´s , conseguiram ganhar dois salários a mais, pra resolver o que já era pra ter sido resolvido?
E quem garante que, findo esse prazo, as coisas terão sido resolvidas?
E quem nos consegue responder porque não fizeram isso antes?
PODRIDÃO TOTAL. DE POLÍTICA, SÓ ANO QUE VEM. CANSEI!
Esse que Governo e Oposição especulam fazer, esticando o mandato do Presidente para cinco anos. Sem valer reeleição. Puro casuísmo, dos mais sem-vergonha. Fosse em outra ocasião, algo pensável. No momento, pinta como uma "colher de chá" ao Presidente que desmorona, tipo "fica quietinho, costura suas últimas providências, vê se não faz besteira, e se manda ao final". E tem mais, "reeleição, nem pensar".
Tipo da solução que não contempla, sequer, que um outro Presidente qualquer possa fazer um bom Governo e que mereça a reeleição.
Também, depois do rotundo fracasso desse Governo, se fosse possível trocar a cada ano, tipo técnico de futebol, até que poderia ser uma solução.
Aqui, eLLe está perdendo as pesquisas; Na Bolívia, o candidato Evo Morales, que eLLe tolamente havia desqualificado, disparou nas pesquisas; Na Colômbia, dizem que o Uribe tomou o maior cuidado e o tal de Lucho, como eLLe, “companheiro”, ficou preocupado com o apoio dado.
Dizem que até o Bush pediu que eLLe não lhe telefonasse mais.
CONCURSO PÚBLICO PARA PROJETO DE ARQUITETURA ...AS VEZES ACONTECE
Pelo quase total ineditismo, faço questão de veicular aqui no Observador.
Trata-se de um CONCURSO PÚBLICO PARA PROJETO DE ARQUITETURA, conforme descrito abaixo, em reportagem da Gazeta do Povo, de Curitiba. (**)
Na próxima sexta-feira (que já passou, acrescento eu), começam as inscrições dos projetos, que vão até 17 de março, com o resultado a ser declarado em maio. Arquitetos de todo o Brasil poderão participar – os projetos não podem ultrapassar o valor de R$ 2,168 milhões. A premiação será distribuída da seguinte forma: R$ 125 mil ao primeiro colocado, R$ 75 mil ao segundo e R$ 50 mil ao terceiro.
Os projetos serão avaliados por uma comissão mista de oito arquitetos, um engenheiro civil e um representante do Poder Judiciário indicados pelas secretarias de Estado de Obras Públicas (Seop), de Desenvolvimento Urbano (Sedu), Tribunal de Justiça (TJ), Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do Paraná (Crea), Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB), Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas do Paraná (Sindarq) e Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc).
Segundo a arquiteta Myrthes Lacerda de Medeiros, representante do TJ na comissão, a expectativa é de que 100 projetos sejam inscritos no concurso. “Estamos tomando como base um projeto recente da Petrobrás, da mesma proporção, que teve esse número de inscritos”, afirma.
A opção da escolha do projeto por meio de concurso já movimenta o meio arquitetônico. Conforme explica o superintendente-executivo da Sedu e membro da comissão julgadora, o arquiteto Luiz Forte Netto (grande Arquiteto, acrescento eu) , há aproximadamente 30 anos não se realiza concurso desse porte.
ALVÍSSSARAS!!!
(**) o texto completo da reportagem da Gazeta do Povo, aqui
Maria Fernanda (Nanda) e Marcella (Cella), essas duas preciosidades, minhas filhas mais novas, que pouco tenho visto ultimamente. Morro de saudades dessas duas coisas lindas!
Coloquei-me em dia com minhas visitas aos blogues amigos, os tais Obrigatórios que coloquei por aqui.
Visitei, e comentei em quase todos. Fiquei em dia. E feliz! Missão cumprida e "comprida".
A constatação,a cruel constatação foi a seguinte: Eu digito com uma velocidade incrível. Meus dois dedinhos, aqueles que batucam no teclado agilmente, no entanto, produzem textos sempre errados.
O que me leva a seguinte conclusão: se eu tenho que fazer sempre, SEMPRE, correção de todos, TODOS, os textos que escrevo, porque não experimento escrever mais lentamente, com mais atenção, para evitar ter de fazer as correções?
Certamente eu economizaria um tempão, só nessas correções!
Aproveito um comentário feito num blogue amigo e “tasco” a mão no que acho dessa pendenga merdífora “Daslu/Daspu”.
“Apenas acho que uma coisa, é uma coisa. Outra coisa, é outra coisa. Acho a Daslu, uma merda. Como idéia, como escárnio à nossa situação como Nação e como Arquitetura, naquele prédio escrotérrimo. (1)
Uma coisa.
Mas o nome, Daslu, é delas, das peruonas paulistanas. Vem a Davida, saca que vai ganhar notoriedade “coçando a onça com a vara curta”, lança o nome Daspu (brilhante!), faz a sua mídia, vai perder na Justiça, e vai virar nome oficoso, mesmo que invente outro nome. Vai faturar, também. (2)
Outra coisa.
Então, não vamos confundir as coisas, invertendo os valores, só pela simpatia que "as moçoilas da vida airada" nos oferecem.”
Por coisa parecida com essa, a classe média arrependida, tentando pagar os males que não cometeu, tentando parecer boazinha, ajudou a eleger esse Presidente que ai está. (3)
JÁ TÁ DE BOM TAMANHO...JÁ CHEGA! (1)Tem quem goste. Da Daslu, como comércio e da Arquitetura. Pois é!;
(2)Claro que tem um “assessor” esperto ajudando as “moçoilas”;
(3)E disso, Daslu/Daspu, não mais falarei. DeLLe, inevitável!
Pra economizar os meus nenhurônios (by Strix), pinço, de “observações” do preclaro Ruy Goiaba, um trechinho de suas elocubrações:
...pouco a pouco, as pessoas se dão conta de que pensar dá trabalho, ler cansa a vista, escrever resulta em tendinite. Desagradável. Muito mais gostoso é ficar sob os coqueiros que dão coco, onde amarramos nossas redes. Amanhã a gente faz -ou não.
Não quer ter trabalho maior, selecionar, baixar, separar, escolher, etc.., pra ouvir boa música, vai lá. Entra, espera carregar, seleciona Radio Sintonia Premium e...corre pro abraço. Sintonia Fina, do Nelson Motta, é o lugar!
Como disse o Bruno, em email, quando mandou as fotos: "Hoje a casa apareceu!" Bacana a gente ver a evolução da obra e a empolgação dos proprietários. Principalmente pra mim, pai do Bruno, que sei perfeitamente da realização e dos esforço, enormes, que eles estão fazendo.
Jogo rápido: tenho a certeza de poucas vezes, talvez nenhuma, ter comido uma feijoada tão maravilhosa. Tudo no ponto certo, carnes sem exageros gordurosos, o feijão bem cozinhado e uniforme, como convém, os acompanhamentos corretos e bem feitos (arroz, couve, farofa, laranja), nenhuma frescura tipo “nouvelle cuisine”, nenhuma pretensão a ser metida a “diet”(quem assim pretendesse, que nada comesse, ora pombas!), enfim, feijoada como a boa receita antiga manda.
Ah!, e as pimentas, saborosas, “pegando”, mas não atropelando. Sem esquecer os inebriantes, anteriores e durante.
Depois de ter comido o meu segundo e bem fornido prato, fiz questão de ir a cozinha, festejar a “autora”, a “Vovó”, cozinheira da casa. Ela merece!
Mas, o mais importante nessa empreitada gastronômica, que festejava os 93 anos da grande amiga, Mariuccia Iacovino, grande musicista e maravilhoso ser humano, foi a reunião de tanta gente agradável, bonita, dufusa (tinha gente de tudo que era idade e “gênero”), formando, como disse a filha da aniversariante,”aquela mistureba magnífica” que caracteriza as boas reuniões. Nenhuma frescura, nenhuma preocupação de “nivelamentos”, nada de clube do Bolinha, um espetáculo. Um daqueles momentos em que a gente até sente orgulho do(de) ser humano.
A própria natureza, compartilhando de tanta alegria e espontaneidade, apesar do dia chuvoso, bastante e contínuo, forneceu um adicional visual com a alimentada cascata que se forma, junto a casa, sempre que chove mais forte.
Hoje vamos a casa de uma grande amiga, seu aniversário, festejar e comer uma linda feijoada.
Enquanto isso, visito amigos blogueiros (estava precisando) e ouço McCoy Tyner Trio, interpretando Burt Bacharach.
1924, dez anos antes d´eu nascer, 36 anos antes d´eu me formar, 81 anos antes da gente encontrar tanta arquitetura falsa, esse cara
já fazia, essa Arquitetura
As vezes dá vontade de pedir o boné, pensar em criar bodes e dormir em paz vendo o sol se por.
"Uma das coisas que mais me cansa, é dizer que não estou cansado!" Eu mesmo, aos mais de setenta, depois de fazer uma porrada de coisas e responder a um amigo que não estava cansado.
Já começaram, os nossos (nossos quem, cara-pálida?) colunistas esportivos, a falar das "qualidades" dos nossos adversários na chave de classificação da Copa do Mundo: Japão, Autrália e Croácia. Juntam alguns resultados, nesses torneios enganadores por ai, argumentam e falam das possíveis dificuldades que poderemos ter jogando contara eles. Causam-me frouxos de riso (apelei!), ao considerar tais problemas. Agora, fala sério!
Se o Brasil não ultrapassar tais "dificuldades" com um pé nas costas, isso será uma enorme surpresa. Claro, tem que ter um mínimo, mínimo mesmo, de seriedade e jogar com vontade. Mas que essa chave é uma carne assada, ninguém pode negar.
Poupo-me, e a todos que por aqui comparecerem, de falar sobre as últimas declarações do Presidente, suas comparações ao seu grande ídolo Chavez e as suas considerações sobre a oposição.
NINGUÉM MERECE! ps: quem quiser, leia nos jornais e tire suas conclusões. Ou não!
Em bom ritmo, correndo contra as chuvas que se aproximam, garantindo a possibilidade de um bom trabalho, abrigado da intempérie, aí estão os pilares, os derradeiros, da Casa MB.
Vista interna
Do terreno do vizinho.
Prontos, levantados eles, montadas as vigas e a laje, concretão esparramado, o grosso, o grossão mesmo, da obra estará terminado.
Vista da rua do condomínio. Mês que vem, o volume da casa já estará definido.
A partir daí, fechamento dos vãos (alvenarias), as naturais descobertas de que alguns espaços ficaram ótimos, outros nem tanto, acomodações e a luta final dos acabamentos e detalhes.
Estou acostumadissimo com isso, afinal lá se vão mais de 45 anos nessa por..., digo, nessa lida, mas sempre me emociono e vibro com a fase final da obra. Aquela em que os sonhos e desvelos dos proprietários são desvendados, revelados e oferecidos ao uso. Principalmente quando os clientes são o meu filho e a minha nora. Tenho que dar / doar, o meu sangue!
Ainda nesse mês, tipo última semana, vamos concretar essa laje. Estarei em São Paulo, próximo dia 19, para umas conferidas e “chamadinhas”, típicas de Arquiteto.
Existem versões.
Uma, da Unesco. Outra do Serjones, como abaixo (e acima também, diria o indigitado blogueiro)
Hoje é o Dia Nacional do Samba. Leio que o samba-de-roda do recôncavo baiano foi tombado pela Unesco como obra-prima do patrimônio oral da humanidade. Pra mim, obra-prima do patrimônio oral é a boca de uma certa mulher. Que me chupa tesudamente, depois de me dar seu lindo recôncavo.
Esse cara, o Claudio Alex, possui um site no Multply, que é o “fino”. Músicas da melhor qualidade, Popular ou Clássica, Poesia e Literatura, Cinemae Fotografia, lançamentos, coisas que ele pesquisa e descobre, um “barato” o site do “cara”.
E se você se cadastrar, como eu acho que já fiz há muito tempo, recebe periodicamente um resumo das coisas que ele colocou, pra você nem perder tempo, como se fosse possível perder tempo no site dele, com visitas. Vale a visita!
Na sua tradicional diarréia mental, verbalizada ontem pela manhã, o Presidente falou sobre um monte de coisas. Desdisse várias das suas afirmações de campanha (dizer e desdizer é uma das suas maiores alegrias), reforçou sua tese da inocência do ZD (vai leva-lo para o palanque...ué, eu pensei que ele ainda estava), além de outras grandiloqüências já conhecidas.
Mas o que motivou esse post foi a sua afirmação de que até que a inflação no Brasil está bem comedida. Aí, foi demais! Já justificou esse escrito.
ORA LULLA! TÁS DE SACANAGEM COM NOSOSTROS! ps: e a notícia de que eLLe o Bush conversaram pelo telefone?
Pelo telefone! Só de ouvir essa notícia, já fiquei com meu dia mais risonho! Rsrsrsrsrsrs.
Quem puxa aos seus, não degenera!
Ditado antigo e com cara de verdadeiro.
Pois não é que a Nina, outro dia pegou a câmera da mãe, que é até grande (a câmera, claro!), parecendo meio desajeitada para ela, e deu início a sua carreira de fotógrafa.
Percorrendo a sua casa, saiu fotografando o que encontrava pela frente, seus pais, e seu irmão mais velho junto com o pai, ensaiando no "studio",
terminando sua “tarefa” por me fotografar, no dia seguinte, no meu local de trabalho frente ao computador, e a sua avó no Atelier.
O mais interessante das fotos é a altura da tomada das “poses”, função da estatura da fotógrafa. Sempre meio de baixo pra cima.
LEVA FUTURO, A MENINA! ps:podem acreditar, não tem o dedo de ninguém, nessas fotos.
Esse “cara” me dá no saco!
Sempre tem pontos de vista imbatíveis. Possuidor de forte “argumentação”, previamente montada e irremovível, apresenta-se com ares professorais e definitivos.
Muito encontrado entre os que eu chamo de Burro Articulado. Aquele cara da linguagem empolada, que, geralmente, fala em voz alta e olha para os lados para ver e sentir o resultado das suas declarações. Nas condições atuais de pobreza cultural, esse tipo costuma ser vitorioso, daqueles que são consultados para dirimir dúvidas, para fechar questões, pra resolver apostas.
Lembro-me do meu já falecido professor de Filosofia, Cláudio Ulpiano, um bravo defensor da Volubilidade, da boa Volubilidade, que dizia que todo convicto é burro, tão burro que não consegue conviver com uma discussão, com a argumentação contrária. Quando em perigo, apela para a frase definitiva: “Isso, pra mim não tem discussão!”
Dito o que, vira as costas e “vitorioso”, retira-se.
Como o mestre dizia, “a convicção plena é a pior das prisões”.
Uma das músicas “antigonas” do Tom Jobim, cantada lindamente pela Fátima Guedes, com um ótimo acompanhamento ao violão, do Marco Pereira. Baixei ontem, ouço agora, manhãzinha chuvosa (muito!), enquanto espero as águas baixarem pra ir à luta.
Aliás, estou baixando tudo que posso do Tom, para ouvir sempre que puder aqui no meu iTunes.
ISSO (ME) FAZ MUITO BEM! ps: e Last Tango for Astor, com o Al DiMeola...que tal?
Leio nos jornais sobre o grupo. Estiveram aqui pelo Rio. Claro, já ouvi falar dele, Pearl Jam, mas não me lembro de conhecer música alguma deles. Tem também o Edie Veeder (pensei que era o Dart Vader, rsrsrsrsrs), vocalista. Caramba, sou mesmo um cara muito por fora desses lances de “rock”!
Chego a ficar com pena de mim mesmo, mas não manjo nada desses caras. Vou, “gorinha mermo”, lá no Lime Wire, baixar alguma coisa dos caras pra me manter antenado.
OBSERVADOR, FORA DA ONDA! ps: compensação, pelo menos pra mim, enquanto redigia esse post, ouvia o Michel Legrand cantando Valse de Lilás!
Visito alguns amigos, algumas amigas, vagueio pela web, vejo de tudo, até que encontro uma nau encalhada, quase na praia. Lá na proa, ostentando a sua farda de honra, o Ao Mirante, Nelson. Voz tonitruante, avisa que estará trocando de belonave. Breve! Enquanto isso, pra não ficar à toa, apoitou por ali mesmo.
Creio que o estaleiro que prepara a nova peça, começa com a letra Vê.
Independente de onde sair, que saia logo. Um Ao Mirante, desembarcado, vai acabar enjoando.
Hoje, revendo essa foto abaixo, lembrei-me de uma acontecimento dos meus tempos de Faculdade de Arquitetura.
Quando fizemos a Faculdade Nacional de Arquitetura, Rio de Janeiro, Praia Vermelha, idos de 56/60, tivemos vários, muito colegas. Turma enorme, 140 alunos. Grandes amigos, bons alunos, alguns destaques, outros apenas alunos, eu fazia parte dos mais chegados ao setor esportivo, outros freqüentavam o CA (Centro Acadêmico), esses os mais chegados aos lances da política estudantil, e por ai seguia.
Tempo que passou, formamo-nos, fomos à luta. Esquecemos alguns colegas, por falta de convívio, estreitamos laços com outros, afazeres e intenções profissionais, e a vida continuava. Veio a ditadura, aconteceu o seqüestro do Charles Elbrick, surgiram as negociações, quem iria ser trocado pelo embaixador, uma quase questão de valores. Para fazer parte dessa troca, tinha que ter, no meio da "resistência", uma posição, um destaque, dentre os escolhidos. Negociada a troca, aparecem os nomes: Zé Dirceu, claro, talvez o principal, e outros tantos. Surpreso, encontro no meio dos “trocandos” um colega nosso, Ivens Marchetti (já falecido). Telefono para outros colegas, alguns até mais marcantes na movimentação política dos tempos de Faculdade, e descubro que o Ivens, calmo e pacato, nunca se destacando, tipo “ficando na encolha”, fora um dos maiores articuladores ligados aos movimentos estudantis. Incrível!!!.Era na Faculdade, era o que podíamos chamar de mosca morta. Parecia, pelo menos.
RECORDAÇÕES ps: O Ivens, número 12, é o segundo, agachado, da direita para a esquerda.
Dizem que a Daslu vai processar a Daspu (nome de fantasia dado pela Ong das prostitutas), para evitar a utilização desse nome. Atenta quanto a empresa, dizem.
Quando soube disso, amigo meu, “chegadão”, desistiu da sua idéia. Queria adotar um nomezinho interessante, e chamativo, para sua Ong: Dasc... Parou nos pontinhos!
Não gosto dele, como pessoa. Apesar de acha-lo um dos esportistas mais inteligentes que conheço. Personalidade, inegável! Continuo não gostando dele, mesmo asim.
Com a bola nos pés, cracaço, dos maiores. Como dizia o Cruyff, "o gênio da pequena área". Mas, acho que ele fez muita merda, falou muita besteira, desagregou demais...não gosto dele. 39 anos, sem jogar algumas partidas, ficava no Rio curtindo e descansando, afinal essas viagens Brasil afora, é coisa pra jogadorzinho iniciante. "Treinar, só quando eu quiser. Não gostou, tô fora!"
Veio vindo, paro/não paro, resolveu engrenar, tá aí, artilheiro do Brasileirão. Posso não gostar dele, não gosto, mas o cara...esse tal de Romário...
Dormi cheio de frio. Achei que era, digamos, "frescura" minha. Pensei em pegar um segundo cobertor, tive preguiça, apenas encolhi-me.
Acordei, 13 graus.
“A promotora gaúcha Josiane Mariano deu um parecer favorável à liminar do advogado Leandro Konrad, na noite deste sábado, que pede para que não seja declarado o campeão brasileiro de 2005 após os jogos da 42ª e última rodada do campeonato, neste domingo.
A alegação é de que o torneio está sub judice e que a decisão do Superior Tribunal de Justiça Desportiva, que anulou os 11 jogos apitados por Edilson Pereira de Carvalho, envolvido em esquema de manipulação de resultados, está valendo provisoriamente.
No entanto, a promotora disse que essa decisão só valerá se a diferença entre Corinthians, líder, e Inter, segundo colocado, for menor do que três pontos, vantagem adquirida com os pontos das partidas remarcadas.”
Essa estória é velha. Faz parte daquele velho, e nunca soterrado, desejo dos gaúchos, de tornar-se uma nação independente.
Portanto, faz sentido!
INTERNACIONAL, CAMPEÃO DA NAÇÃO GAUCHA ps:
-Não torço pelo Corintians;
-Até preferia o Inter, como campeão BRASILEIRO;
-Mas essa, é de matar de rir.
Claro!, todo mundo vai dizer: “só agora, mané? Demorô!”
Mas, eu, que sou meio lentão pra essas coisas de web, Internet, etc, só fui conhecer hoje. Isso porque o Rafael Reinehr, mandou um email falando de uma pesquisa que está fazendo, sobre músicas antigas, ou não, mas que foram marcantes e faz menção a uma tal de Accuradio
Daí, entrei no site, me dei conta da oferta de amplas possibilidades musicais, algumas pagas e outras “free”, como poder escutar (é o que estou a fazer nesse momento) músicas da maior qualidade, com você escolhendo o gênero.
Agora, entrado que estou no “Classical”, selecionei “Classical Crossover” e estou ouvindo lindas músicas, de um repertório clássico mais leve e entremeado de interpretes mais populares, tipo Sinatra, Pavarotti, Elvis Costello e outros. Música de qualidade, belas interpretações, lindo programa pra essa manhã de sábado meio indefinida, que não sabe se abre o sol, ou se fica nebulosa.
Aí, ontem pela manhã, apareceu um carro, com quatro corpos, e um bilhete dizendo que aqueles foram os caras que incendiaram o ônibus. Querendo dizer, eles os chefões da bandidagem, que nem eles aprovaram o que havia sido feito. Alguém acredita?
Ou não será mais provável que pegaram uns pobre pé-rapados da favela, apanhados de qualquer maneira, para pagar o pato e servirem de cala-a-boca, para aquietar a opinião pública. Alguém acredita nessa demonstração de repúdio, dos bandidões, ao que foi feito?
Pois é, tem gente que pensa isso, acredita nessa falsa moral dos vagabundos!
Tem, também, a estória do tal Joca da Rocinha que, dizem, garante que seus bandidos não roubam na sua “jurisdição”, que vai de São Conrado até o Humaitá. Em Botafogo, pode. Barra da Tijuca, também. Nessa, eu não acredito. Mas conheço uma grande amiga que acredita. Pode?
Estou com o Marcelo Itagiba, quando diz que essa de bandido bonzinho, não existe. Bandido é bandido, gente é gente. Ou seja, bandido não é gente. E não me venham com aquele papo das diferenças sociais, econômicas, oscambáu. Lido, diariamente, com o pessoal de obra, todos ganhando uma merreca e ninguém pensa em sair pra ilegalidade, ou virar assaltante. Balelas de sociólogos!
Claro, uma verdadeira e honesta série de medidas educacionais, sobretudo, criando uma nova geração de habitante de favelas e comunidades mais desfavorecidas, deve ser a saída para essa situação de loucura e terror por que passa o Rio, mas alguma coisa emergencial, dolorosa que seja, tem de ser feita. Ou, aceitemos a coisa como está e decretemos a falência do estado. Se é que já não foi decretada!
Não vou dar uma de (me) explicar porque ando meio devagar, quase parando. Sinal dos tempos, de uma certa letargia inexplicável, falta de imaginação, ou falta, mesmo, de vontade de ter vontade? Sei lá, mas ando meio inapetente nessa coisa de escrever aqui no Observador. A coisa assumiu tal proporção, que até pra ler os blogues (assumi esse jeito de escrever essa palavrinha tinhosa) amigos, aqueles por quem tenho mais admiração e prazer de ler, até pra isso, estou tomado de uma estranha preguiça. Acho isso, na verdade, uma merda!
Pra eu não ficar com um enorme sentimento de culpa, jogo essa mesma culpa (alguém, alguma coisa, tem que pagar esse pato), no trabalho. Que, cá pra nós, também não esta a me animar como devia. Tirando a Casa MB, que consegue suportar minha desventura emocional/trabalhista/blogueira, os demais trabalhos estão longe de me animar ou entusiasmar. Sempre que o dia termina, repetitivo e sem outros estímulos, vou dormir e penso, quase rezo, para que no dia seguinte um novo ânimo me assalte e eu avance para as minhas queridas obrigações como se fosse para um belo prato de comida. Vai uma Paella ai, Fernandão? Até tinha continuado, nesse mesmo tom sem graça, mas deletei o resto do texto e paro por aqui. Afinal, pra que derramar melancolia aqui nesse espaço?
AMANHÂ VAI SER OUTRO DIA! ps: nem sei bem porque, mas enquanto escrevia esse treco, lembrei-me da música do Luiz Tati, “Felicidade”. Rsrsrsrsrsrsrsrs!
O mendigo maltrapilho entra no bar e pede a um freguês que lhe pague um café. Com pena, o cara lhe oferece uma cerveja.
O mendigo diz:
-Não obrigado, não bebo, só quero o café.
O rapaz se oferece para comprar um bilhete de Loteria.
- Não obrigado, eu não jogo, só quero o café.
Com toda gentileza, o rapaz lhe oferece um cigarro.
- Não fumo, eu só quero o cafezinho mesmo - recusa o mendigo.
Penalizado, o rapaz diz que paga uma noitada com uma prostituta.
- Não obrigado, eu não traio minha mulher, só quero um café, só o café.
Então o rapaz leva o mendigo para sua casa e diz para a mulher lhe preparar o melhor café do mundo. Curiosa, ela pergunta ao marido:
- Por que você trouxe esse mendigo sujo, fedido, para tomar café aqui em casa? - Ele merece. É uma verdadeira lição de vida que você vai aprender...
Eu o trouxe para te mostrar como fica um homem que não bebe, não joga, não fuma e não dá uma trepadinha fora de vez em quando!
Uma boa Paella, num local delicioso e amigo(1), um paelleiro(2) cheio de "causos" gostosos a contar, familia reunida(3), tempo sem pressa pra passar...
Dia desses, aqui na Serra.
NADA MELHOR!!! (1) Parador Valencia, Itaipava, aqui na serra;
(2) Paquito Más, Arquiteto amigo e dono da casa:
(3)da esquerda para a direita: Mariah, minha norinha querida, Andréa, minha filha#1, Verinha, ma femme, Brunão, meu filhão, Myself, Zé, meu genro.
Como tudo na vida, certamente muita gente vai dizer que gosta delas. Eu acho feias, sem parar!
Se quizessem me presentear com alguma delas, dispensaria.
Nem estou me regozijando. Afinal de contas, o sujeito, como ele mesmo sempre apregoou, e ultimamente ao exaspero, tinha uma história. Agora, é apenas uma estória.
De pretensão, de busca desmesurada do poder e, sobretudo, de um castigo merecido.
Não vou procurar explicações ou justificativas. Nada que possa servir de apoio ao meu desejo de que ele fosse exemplarmente “justiçado”. Como foi!
Mas, creio que pode servir de lição, muito menos aos projetos megalomaníacos do PT (esses não tem jeito), do que para a própria sociedade civil, que poderá atentar para o fato de que essa desenfreada e açodada pretensão poderosa, tem seus limites.
Repito: nem me sinto tão contente, mas sinto-me “pacificado”.