Cheguei ontem, 5a feira, finalzinho da tarde.
Tempo pra bater um belo papo com o Bruno, pra estabelecer algumas diretrizes e tomadas de posição para a obra da Casa MB. Telefonei para o empreiteiro que executa a obra e marcamos um encontro, hoje de manhã.
Embora a reunião tenha sido mais para dar uma "chamada" no engenheiro, no sentido de sanar uma serie de deficiências que encontrei, e tive de colocar com toda a clareza, correu tudo bem.
Na verdade, tenho uma boa experiência de obra, conheco bem as coisas, tenho ótima capacidade de observação (sem falsa modestia) e, sobretudo, sei como dizer as coisas, tudo que deve ser dito, sem colocar ninguem em má situação. Alem do necessario. Mas com a maior transparência!
Marquei um monte de atividades e reparos a serem feitos, que conferirei na 3a feira que vem. Segunda-feira, contatos com o pessoal das esquadrias de aluminio, ar condicionado e outros. Nos intervalos, fazer os detalhes que vimos necessarios, papos com Bruno e Mariah, sair para ver materiais de acabamentos, etc,
Por isso tudo, devo ficar aqui por Sampa, pelo menos ate a 4a feira que vem. Rendeu bem o trabalho!
“Não sei se vou ou se fique
Não sei se fique ou se vá
Só sei que, se for eu não fico
E se ficar não vou lá”
Ouvia, quando garoto, essa rima besta num programinha de rádio. Rádio Nacional?
Acho que cantavam o Alvarenga e Ranchinho, parodiando alguma modinha portuguesa. Cantavam com sotaque lusitano, isso me lembro bem.
Agora me digam: porque, porcá’diquê, esse “treco” pintou hoje, sem mais nem menos, na minha cabeça?
Coisa de velho? Neurônios abalados? Falta do que pensar?
Engraçado é que ontem me olhei no espelho e achei-me meio velhinho. Rsrsrsrsrsrs!
Depois de uns dez dias de sol forte, calorão brabo prás nossas expectativas (33 graus), hoje, final da tarde, a chuva deu o ar da sua graça.
Estava fazendo falta. Claro, não precisa exagerar, mas faz muita falta para um local onde o verde é fator preponderante.
Eu, frente ao meu computador, Autocad aberto, retocando algumas plantas de execução da Casa MB. Ao meu lado, ligeiramente afastada (uma mesa, no máximo) minha filha #1, Andréa, a Muié do Mei do Mato. Mandando ver nas suas coisas de Webdesigner. Lado a lado com ela, noutra mesa, a Nina, rabiscando. Ela fica um tempão com a gente, no escritório, perguntando, desenhando, maior barato!
Sei lá porque, veio a baila o nome completo, da Nina. Eu falo, a Andréa fala e a Nina complementa, quase displicentemente: “Nina Évora São Paulo....ponto Cals!” Caímos na risada, eu e a Andréa!
Coisas de crianças ligadas nos assuntos da família.
Só pra esclarecer: por uma questão sonora, a Nina não carrega o Cals, no seu nome. A mãe, Andréa Cals, o pai, Zé São Paulo. Normalmente, seria Nina Cals São Paulo. Consideramos “caótico” o som e ficou o Évora da avó. Nina Évora São Paulo. E a Nina, acrescentou...
"Saio daqui feliz porque, quando desci e me deparei com a fisionomia de vocês, eu disse a mim mesmo: essa é a minha gente porque essa é a minha cara. A minha cara não é a cara da zona sul (do Rio), não é a cara da Avenida Paulista, a minha cara é a cara do povo sofrido deste país, que clama por justiça."
Ou seja: nesse bolo que o LuLLinha fez, da tal classe média, dos moradores da zona sul (do Rio), da Avenida Paulista, da qual há muito tempo ele faz parte, está o grupo de eleitores que foi a responsável pelo diferencial de votos que garantiu a sua eleição.
Pior de tudo, com essa lenga-lenga panfletária e demagógica, leva um roldão de gente a acreditar nele.
Em minha opinião, cabe a essa mesma gente da zona sul e da Avenida Paulista, da qual, pelo visto ele não se julga o Presidente da República, a oportunidade de colocar as coisas em pratos limpos.
TEM GENTE QUE ACREDITA NELLE. TEM GENTE QUE É CEGA!
SUBURBIA TALES, de um grupo de moçoilas suburbanas, ou ex, talvez recuperadas do estigma, mas sempre com recordações das mais engraçadas e pertinentes. Escrevem bem demais, são extremamente bem humoradas, não tem medo de possíveis exageros, enfim, mandam muito bem, sem parar. Dentre as meninas, a preclara e cracaça na elaboração de templates, vide esse que vos acolhe, a Cris França.
SORRY PERIFERIA, um blogue para quem não tem medo de entrar no esculacho bem colocado e inteligente. Assim:
-se você é um judeu que não pode ver alguma piada sobre o Sharon, não leia;
-se você é uma bichona, escancarada ou enrustida, que não suporta levar gozações, até perto da ridicularização, também não entre;
-se é uma “pirua”, dessas bem tipo paulistana, emproada e cheia de trinques dasluzianos, passe ao largo;
-se você for mais velho, que nem eu, mas não suporte ler alguma coisa sobre as nossas inevitáveis pelancas, ou piadas de Viagras, nem pensar;
-enfim, se você pertence a qualquer categoria (!?) das chamadas minorias (na verdade, se bobear agora só existem essas), de políticos ou assemelhados (juntei todo mundo no bolo), loiras burras, etc., pode sartá fora.
Agora, se vocêpossui a disponibilidade para ler e se divertir com textos e “brincadeiras”bem escritas e oportunas, “cai de boca”, pois o “rango”é dos melhores!
Minha caixa de comentários anda meio devagar.
Ou seja, a gente escreve o comentário, clica no botão prá arrematar e as coisas custam a acontecer.
Tenho recebido comentários duplicados, triplicados. Até eu mesmo, dei uma resposta triplicada. Nada contra, se chegar em dobro, ou mais, tudo bem. Mas se der pra ter um pouco mais de paciência, a casa agradece. Vou tentar ver, com meu síndico e gurú se dá pra arrumar.
Desde que apareceu jogando na NBA (liga americana profissional de basquete), Kobe Bryant foi visto como um jogador rigorosamente diferenciado. Não propriamente um gigante, não tem nem dois metros, dono de uma precisão e técnicas incomparáveis, Bryant sempre encantou os que, como eu, gostam do basquete.
Com a saída do companheiro Shaquille O´Neal da equipe, com quem, diga-se de passagem, não mantinha uma relação das mais amistosas, além de outros nomes famosos, Gary Payton e Karl Malone, ficou praticamente sozinho, no time do Los Angeles Lakers, nessa temporada. O time começou mal, perdeu seguidamente, até conseguir estabelecer uma formação mais competitiva. Voltou a vencer e deu a Kobe a oportunidade de desprender seu jogo, de forma vertiginosa. Tanto é verdade, que pelo menos nos seus últimos dez ou doze jogos, a mínima pontuação dele foi de 37 pontos. Já havia conseguido 60 pontos num jogo (era o recorde da temporada), fez quatro partidas consecutivas com 45 pontos, ou mais, também recorde americano de todos os tempos, e agora, no popular, “estourou a boca do balão”, marcando 81 pontos numa partida, 2ª maior marcação de todos os tempos. Só pra se ter uma idéia, nem Michael Jordan, pra mim o maior jogador de todos os tempos, conseguiu isso. Fabuloso!
Habilidade e muita energia!
Aqui, repousa o guerreiro! Mora bem, o "cara".
A seguir, trechos da reportagem publicada no UOL.
[23/01/2006 - 07h58 Em noite histórica na NBA, Kobe Bryant marca 81 pontos
Das agências internacioais
Em Los Angeles (EUA)
"MVP! MVP!" Nunca em sua carreira o armador Kobe Bryant havia merecido tanto o grito de melhor jogador da temporada quanto na noite deste domingo. Diante de uma incrédula e eufórica torcida do Los Angeles Lakers no ginásio Staples Center, ele conseguiu uma marca que apenas Wilt Chamberlain tinha ultrapassado. Bryant marcou inacreditáveis 81 pontos na vitória dos Lakers sobre o Toronto Raptors por 122 a 104 pela temporada regular da NBA.
Esta é a segunda maior pontuação já obtida por um atleta na NBA. Apenas Chamberlain, considerado por muitos como o melhor jogador de todos os tempos, teve um jogo com mais pontos: 100, na vitória do Philadelphia Warriors sobre o New York Knicks, em 2 de março de 1962.
"Nem quando eu era criança eu poderia sonhar com isso. Não existia nenhuma possibilidade. É difícil explicar o que aconteceu", disse Bryant, que no dia 10 de janeiro já havia se igualado a Chamberlain, tornando-se o primeiro jogador da NBA em 40 anos a marcar mais de 45 pontos em quatro jogos seguidos.
"Eu já vi alguns jogos inesquecíveis, mas nunca tinha visto algo como isso", conta Phil Jackson, técnico dos Lakers. "Para ele é um desafio pessoal atacar pelo time inteiro. Não é exatamente a maneira que você quer para ganhar o jogo, mas quando você vence é ótimo ter uma arma como esta."
Bryant marcou 26 pontos no primeiro tempo, e 55 na segunda etapa -apenas quatro a menos do que o recorde de Chamberlain em um tempo. "A coisa mais difícil de tudo isso é que ele acertou lances difíceis. Se você olhar no terceiro período, vai ver que os nossos rapazes estavam lá. Às vezes tínhamos dois marcadores sobre ele", analisou o técnico do Toronto, Sam Mitchell.
Na partida, Bryant acertou 28 dos 46 arremessos que fez, incluindo sete de 13 chutes da linha dos três pontos. Nos lances livres, ele foi quase perfeito, com 18 acertos em 20 tentativas.
Depois do jogo, Bryant novamente recusou comparações com Michael Jordan, que nunca conseguiu entrar na lista de jogadores que atingiram 70 pontos em uma única partida.
"Durante toda a minha carreira eu tenho sido comparado a ele, e eu gostaria que isso acabasse. Ele é Michael Jordan e eu sou Kobe Bryant. Não há comparação. Eu realmente gostaria que as pessoas parassem com isso porque isso me incomoda. Você não pode comparar o que estou fazendo com o que ele fez. Somos dois jogadores diferentes", reclamou Bryant.]
Kobe Bryant tem 27 anos, 1,98m de altura e atua na posição 1 ou 2, (guarda) , da equipe.
Mas, cá pra nós, se quiser joga em qualquer uma. Acho que até de pivô (center) se ele quiser, apesar da pouca altura, vai produzir bem.
FANTÁSTICO!!!! I LOVE THIS GAME! ps: esse é o tipo do post que eu gosto de colocar!!!
Depois de uma pré-temporada valiosa, com preparativos intensos em Teresópolis, num lugar que tem a tradição de acolher os craques da nossa seleção, os jogadores do time principal(?!) do Flamengo estrearam no Campeonato, contra a inexcedível equipe da Portuguesa. Após uma exibição recheada de lances da mais "alta categoria", conseguiram empatar com a briosa equipe lusa da Ilha do Governador.
Pelo visto, valeu a pena esse período de preparação especial. Destaque, na exibição dos craques gaveanos, a figura do tal de Junior, autor das melhores pixotadas do jogo.
Mas sempre com a pretensão mais elevada!
E parabéns para a "esplendida programação" idealizada pela "alta" direção rubronegra.
batendo palmas no portão (campainha pra quê?)
cachorros latindo insanamente
A dona da casa chega berrando com os cachorros mandando eles calarem a boca, principalmente aquele poodle encardido de rabo sujo que acha que é mais cachorro que o pastor alemão que fica no quintal. Ela se aproxima do portão e uma senhora que ela não conhece está lá no portão.
Das duas uma:
1. A senhora desconhecida é crente e quer vender a Revista Sentinela e tentar converter a dona da casa.
2. A senhora desconhecida estava passando pela rua e olhou pro quintal e viu que na casa tinha um pé de folhas de quebra-pedra e resolveu pedir uma mudinha pra poder plantar no quintal de casa, já que o marido tá sofrenu de pedra no rins.
Cris França às 10:58 |
Perfeito! Por aqui, mesmo não sendo um subúrbio e sim mais chegado a uma roça (quase a mesma coisa), esse papo rola semana sim, semana não. Ou mais!
Geralmente papeando e entregando a Folha Universal. Com as costumeiras “ameaças” a nosotros que não “samu crenti”.
Lembrei, tem também o pessoal que pede goiabas, do pé que tem aqui na entrada da rampa.
Sabe das coisas da vida, tá por dentro das coisas da política (meu conselheiro!), puta visão das coisas da vida, intuição e elegância nas coisas do afeto, sabe de todas as coisas da leitura e da escrita, esse é o meu amigo Jayme Serva.
Realmente, nem precisava saber de mais nada, quem escreve versos como esses:
Soneto sobre falta
Há quem diga que saudade dói. Não.
Saudade tem efeito de veneno,
curare. Pára um dos dedos da mão,
depois a palma, o pau, o duodeno,
o corpo todo, menos o pulmão.
Assim, a vítima respira a pleno,
mantém-se viva, ela e a sensação
de ter no peito um coração pequeno,
bem pequeno: nele só cabe dor
e, a cada hora, uma palpitação.
Nada reage, seja lá o que for
que tente lhe trazer consolação.
A paralisia vira estupor,
o doente morre, mas parece são.
Nesse lance da disputa pela pré-candidatura à Presidência, pelo PSDB, ainda não tenho preferências. Creio que o que mais devia preocupar o PSDB, seria saber, ao certo, qual a candidatura mais forte, aquela que conseguiria motivar mais o eleitor, que teria maiores chances de derrotar o candidato do PT, “no popular”, LuLLa, mesmo!
Fico imaginando a repetição do Serra, como candidato, que teve expressiva votação na eleição passada, sendo por essa razão a provável “bola da vez”. Pode ser.
Ao mesmo tempo, recordo-me da pouca disponibilidade dele pros lances da simpatia, da aceitação pública, daquele tal carisma. Que, cá pra nós, não é o seu forte. Pode ser.
Leio, também, e nisso ponho fé, os arrazoados do Jaymão, sobre a boa conduta do Serra na Prefeitura de São Paulo, de suas qualidades de bom administrador, etc. Pode ser, também.
Ai, penso naquela velha estória de procurarmos algum, digamos, “quadro” (detesto essa designação!) novo nessa disputa e penso no Alckmin. Fico sabendo que ele, nascido lá pras bandas vizinhas das Minas Gerais, com seu jeitão meio contido, tem feito uma razoável, mais que isso, administração e poderia ser “essa nova luz no fim do túnel”. Pode ser, até quem sabe?
Um novo nome, nem tanto, na tentativa de termos uma esperança mais forte, mais cuidadosa com os assuntos nacionais gerais, menos atrelados aos ditames partidários, e suas desmedidas ambições, coisa que devastou o pessoal da “estrelinha”, desacostumados, ou nem acostumados, a mandar tanto. E que, até por um vício de repetição, o PSDB possui. Esse sim, acostumado a mandar. Será essa uma vantagem, algo de interessante, possuirá o Alckmin essa disponibilidade?
Como cantava a antiga marchinha do Carnaval, “Pode ser...., mas também pode ser que não seja”.
Bem falou o Tasso Jereissati, quando afirmou que o que não pode, é o PSDB deixar “que esse partido, fique no Governo nem mais um dia”. Enfim, eles que são da mesma tonalidade corporal (atenção ao cuidado “politicamente correto”, rsrsrsrs), que se entendam.
PODE SER! ps: escrevi isso antes dessa nova pesquisa do Ibope. Já deu diferença. Se toca, PSDB!
ps2: ler, também, o post do Jayme sobre os "acontecimentos" tucanos.
E o Mengão(!?), tomou a segunda. Cabofriense!!!
Até foi bom, pois animou a semana festiva da cidade, Cabofolia e etc!
Acho que já serviu pra diretoria conseguir explicar porque ficou fora da disputa.
Dentro daquela boçalidade dominante nos meios, daquela pose e pretensão típicas das hordas ( poderiam ser hostes, mas...) rubronegras, dois “craques” rubro-negros desentenderam-se em pleno treinamento e quase foram às vias de fato. O posudo e inesgotavelmente pretensioso Junior (que não joga nada, mas é tido como promessa...eterna) e o medíocre André Santos (acho...). Separaram os dois. Por mim, deixava que eles se agredissem e depois os mandava embora. Certamente o clube e a torcida agradeceriam.
Já comentei por aqui as lambanças, porradaria braba, mesmo, que as minhas (nossas) cachorronas fizeram. Tara, a bullterrier, e Coca, a pastora canadense.
Coca e Tara.
Brigas, aquela famosa “briga de cachorro grande”, com sangue a jorrar, eu separando as duas grandonas, levando até mordida na canela e muito estresse. Pelo menos, além das ameaças contidas por mim, umas duas brigas pra valer!
Até tentamos deixar pra ver se dava pé. Não deu. O mais engraçado é que a Coca, a pastora canadense, branquinha, linda, fofa (todos dizem), etc, na hora do “pega pra capar”, tem “encaçapado” a Tara , a "bullterrier", tida por todos como a bad-dog, a má, aquela que pode fazer estragos. Nunca fez. Na hora da briga, acho que fica com pena da outra, que foi praticamente criada por ela, como se filha fosse.
Tivemos que fazer outro canil, agora tem uma “casa” para cada uma. Engraçado é que quando estávamos fazendo o novo canil, a Coca passava batido por ele, sem qualquer interesse, e a Tara “visitava” sempre as obras, como a entender que ali seria a sua nova casa.
Puta trabalheira, ainda, pois elas não podem estar juntas. Certamente brigarão. Na verdade, isso só acontece, aconteceria, quando estou junto, pois elas têm um enorme ciúme e o pau come. Então a coisa fica por turnos. Tem hora de uma e hora da outra, o que ocasiona momentos engraçados, pois quando eu solto uma, e os canis são lado-a-lado, elas saem olhando pra outra, como a dizer “tá vendo, agora é minha vez”. Isso sem contar que muitas vezes elas passam, se olham, se lambem, dá até vontade de tentar experimentar, mas a prática e os conselhos do veterinário, desaconselham. Fico com pena, pois me lembro do tempo em que elas compartilhavam os espaços, numa boa.
Dormiam assim juntinhas, no escritório. Agora...
E o Tatolo (corruptela de cachorro, claro!), machinho metido a besta, um poodle completamente desvairado, fica na espreita, quando elas entram no cio, sempre a imaginar que um dia vai comer uma delas. Na verdade, nem estatura pra isso ele tem. Pior, elas quando estão no cio, se oferecem, descaradamente, pra ele. E ele, fica só na vontade. Sofre, deixa de comer (nem elas...), uma merda!
Tatolo, figuraça.
Mesmo assim, com tanto trabalho e alguns desajustes, somos felizes. Eu, nós, e os cães.
VIDA DE CACHORRO. apideite: coincidência familiar!
Hoje, leio o blog da Muié e lá está ela a falar, com muito mais graça, da cachorrada. E do Merlin, o gatão. Aconselho!
Não sou nenhum gênio da política, mas esse açodamento do Alckmin, lançando-se como pré-candidato à Presidência, de certa (?!) forma atropelando o Serra, com uma explicação quase infantil de que ele “é o candidato natural”, motiva a pergunta que (me) faço no título do post.
Ah! como eu gostaria de encontrar a explicação para tal disparate!
Enquanto isso, eLLe, mesmo falando as suas bobagens habituais, deve estar rindo.
Aí, veio um Juiz do Distrito Federal e decretou que quem não comparecesse teria seu salário, aquele mesmo que foi “doado”, auto-doado, por eles mesmos, descontado nos dias faltados. Compareceu todo mundo. Dizem que houve problemas de trânsito, dentro e fora do Aeroporto de Brasília. Canalha esbarrando em crápula, safado topando com cara-de pau, uma esculhambação total.
Mas, dia seguinte, na hora, tava todo mundo lá.
Algazarra e alegria. Quem vê, pensa que ali vai rolar alguma coisa que preste!
Agora, parece que estão a reclamar de interferência do Judiciário.
Essa missão brasileira no Haiti custa a entrar em nossas cabeças como, ao menos, razoável. Preocupado com sua “missão” em prol do 3º mundo e com a sua ascensão ao topo dos grandes líderes mundias, Noço Líder considerou como uma boa medida internacional, fazendo média com a ONU, colocar nossas tropas lá no, desculpem-me a grossura e a falta de respeito com a Nação haitiana, no cu do mundo. Li, essa semana, declarações de jovens soldados brasileiros que para lá foram, iludidos com as promessas de uma missão quase “turística” e de ganhos razoáveis, em dólar, e encontraram por lá o pavor e a violência como nunca haviam imaginado. Lendo as narrativas dos soldados, chega-se a conclusão do porque do suicídio do General brasileiro.
Dois depoimentos:
”A morte do general não influencia o moral da tropa. Só causa pena. O nosso estímulo é dado por nós a nós mesmos. Não vejo, até agora, a missão como válida. Antes de embarcarmos para o Haiti, fomos informados que a Minustah seria apenas para entrega de alimentos, escoltas de autoridades, coisas mais tranqüilas. Não nos disseram que teríamos de agir como policiais, subindo favelas, trocando tiros com bandidos. E somos nós, cabos e soldados, que estamos sempre na frente dos combates. Eu me vi diante da morte várias vezes e a dúvida da volta para casa me amedrontava diariamente. Não queria morrer lutando por um país que não é o meu. Há momentos em que sentimos raiva da população pelo fato de estarmos ali naquele país para ajudá-los, mas não compreenderem nosso objetivo e quererem nos atacar, nos matar. Alegrava-me ao falar com a minha família. O combate real foi uma experiência enriquecedora, mas a única coisa positiva que ficou para mim dessa missão foi a amizade criada entre os companheiros de combate.” Cabo, 23 anos, do 3º contingente
"Quis ir para o Haiti por causa do dinheiro. Aqui eu ganho R$ 550 por mês. Lá a ONU paga o dobro, 970, e em dólar. Eu só fui porque falaram que era uma missão de paz, sem muito perigo. Mas fui enganado. A minha primeira operação foi subir uma favela às quatro horas da manhã atrás do traficante mais procurado do Haiti. Fomos recebidos à bala. No Brasil o treinamento foi para escoltar comboios com alimentos, fazer segurança e controlar pequenos tumultos. De repente estávamos no fogo cruzado, completamente perdidos, ia cada um para um lado. Os traficantes atiravam em nossa direção e nós tínhamos que pedir autorização para dar um tiro. A gente via quem estava atirando na gente e pedia para o tenente que ia pedir para o capitão uma autorização para a gente poder revidar. Eles (o comando do Exército) falaram que à partir do primeiro tiro nossa situação virava "risco 2" e eles dobrariam nosso salário. Se os confrontos aumentassem, passaria para "risco 3" e o salário triplicaria. Eles nunca pagaram essa diferença. Fizemos várias missões procurando bandidos, demos plantões em favelas e sofremos várias emboscadas. Não sei como não morreu nenhum soldado." Soldado de Caçapava (SP) que serviu durante seis meses no Haiti.
Violência por violência, mais valia a pena colocar essas tropas para policiar o Rio de Janeiro.
Cheguei, chegamos, ao Rio, nos idos de 1936/37. Relatos familiares, agora cada vez mais improváveis, posto que boa parte dos protagonistas já se foram, dão-me conta de que fomos morar, ao chegarmos ao Sul Maravilha, em Riachuelo. Estação do Riachuelo, subúrbio carioca.
Dali, de mudança em mudança, estivemos em vários bairros do Rio de Janeiro. Meu pai, sobretudo, era muito inquieto e gostava de mudar. Dessas mudanças, quando ainda bem pequeno, dos lugares onde morei, de alguns não tenho a menor lembrança. Santa Teresa, por exemplo. Pra dizer que não me recordo de nada, puxando pela memória do garoto que fui, posso dizer que me lembro de uma extensa escadaria. E só!
Antes disso, morei em Marechal Hermes, também subúrbio carioca, creio que em meu segundo endereço. Pequeno, muito pequeno ainda, uns quatro pra cinco anos, lembro-me de uma rua muito arborizada, com palmeiras e uma rotatória, que direcionava o pequeno trânsito para as duas ruas que eram disciplinadas por esse quase desnecessário trevo. Mais ainda, lembro-me de uma família, de pessoas negras e gordas, amigas dos meus pais e nossos vizinhos. Nada mais. Engraçado o que fica guardado em nossa memória. E porque outras tantas coisas se diluem.
Mais ainda, qual o significado dessas lembranças que permaneceram.
Dá gosto ver um jogador de futebol praticar o seu ofício com a facilidade e genialidade do Zidane. Esteve fora de ação, voltou aos poucos, parece ter reencontrado a sua boa forma.
Deu um show de bola, nesse domingo.
Acho que foi o primeiro evangélico, crente total, que eu conheci. Era o porteiro da entrada de serviço, do prédio em que eu tinha um escritório de Arquitetura, no Leblon. Quase o “cocô do cavalo do bandido”. O porteiro, claro! Boa gente, quieto, sempre com a sua Bíblia debaixo do braço. A não ser, quando, aproveitando a distração do porteiro chefe, lia devotamente a sua Santa Bíblia.
De vez em quando eu puxava assunto com ele, falava das coisas da vida, daquela gente bonita e dourada do meu Leblon, dos acontecimentos do bairro e do Rio. Cabe lembrar, “rolava” o ano de 1975, nosso Estado ainda não estava totalmente esfacelado.
Era notável a “capacidade” do porteiro em resumir todas as solicitações da vida, dele e do resto da humanidade, a uma simples leitura da Bíblia. “Está tudo escrito”, proclamava ele, apoiado na sua sagrada leitura. Naquela época, eu me espantava muito por ver alguém tão obtusamente limitado. Hoje, acho que eu teria inveja dele. E da tranqüilidade com que ele conseguia decodificar o seu pequeno mundinho. Parecia sempre feliz.
NÃO SE FAZEM MAIS EVANGÉLICOS, COMO OS DE ANTIGAMENTE.
E o Flamengo, jogando com a “lata da casa” (prata, é oscambau!), tomou ferro do Nova Iguaçu, do “novato” Zinho e outros véios. E dizem que o Adílio, “treineiro” da equipe, ficou satisfeito.
Aquela velha estória de que “craque o Flamengo faz em casa”, já virou conto da carochinha. Enquanto a garotada toma ferro nesses primeiros jogos e amistosos, não ganharam de ninguém, os titulares estão se preparando em Teresópolis.
Se tem uma lenda que não me engana, é essa da tal preparação, desse período de condicionamento, dos jogadores de futebol. Eta turminha mais paparicada e não valendo nada! Só quero ver a desculpa que vão inventar, quando o tal time titular começar a jogar, se eles não jogarem nada. O que pode muito bem acontecer.
E por falar em prata da casa, parece que agora ela vem de Xerém.
Os anos passam e cada um de nós sempre pode pensar numa idéia que tente evitar as grandes desgraças e infortúnios. Ou, pelo menos, uma boa idéia que amenize essa loucura por que passa o mundo inteiro. Eu, pessoalmente, não me dou a esses arroubos criativos. Mas, existe quem os tenha. O Fábio, teve uma!
A grande idéia
Faltavam poucos minutos para acabar 2005 e eu ainda não tinha tido nenhuma boa idéia no ano. Já estava sem esperanças quando vi um amigo muçulmano virar uma garrafa de champanhe. A segunda garrafa de champanhe. De repente, tudo ficou claro. Me veio uma idéia de uma obviedade nelsonrodrigueana, que estava só a espera de um gênio para revelá-la. Na falta de um gênio, ia eu mesmo. Você sabe que os muçulmanos não podem beber. É uma lei religiosa. Não beberás, nem mesmo um “Pol Roger Sir Winston Churchill Cuvée 1990”, diz o mais severo – e cruel – mandamento religioso já criado até agora. Mas é claro que os muçulmanos, quando bebem, gostam da bebida. Uma cultura que permite o álcool ganha de uma cultura que proíbe o álcool. E ganha fácil. É como colocar no mesmo ringue o Holyfield e o Suplicy e soar o gongo. Surra absurda. O poder do álcool só não está acima do poder da religião por causa de um mísero detalhe (o maior de todos os míseros detalhes): a ressaca. No dia seguinte, meu amigo acordaria – como de fato acordou – com uma dor de cabeça inacreditável. E amaldiçoaria – como de fato amaldiçoou – o álcool traiçoeiro. E pediria – como de fato pediu – perdão pra alá. E agora – aposto dois poleangos – passará mais um ano sem colocar uma única gota de bebida na boca. A ressaca é o ponto fraco da nossa cultura. É o nosso calcanhar de Aquiles. Cure a ressaca e veja o Bin Laden tomando Budweiser em frente à televisão. Cure a ressaca e adeus fundamentalismo. Nada de invadir países, bombardear cidades, torturar suspeitos, grampear telefones. Nada, nada disso. É muito mais simples e barato investir na cura da ressaca. Além do quê, é sempre melhor gastar bilhões com bebida do que com armas.
Essa foi a grande idéia que eu tive em 2005. A idéia que pode mudar o mundo e salvar a humanidade. Ainda bem que minha noiva me lembrou dela. O porre do réveillon tinha feito eu esquecer.
Posted by FDR at janeiro 7, 2006 12:33 PM
Essa semana foi gasta, perdida, "chicoteada", pelo Autocad. Preparando os desenhos da Casa MB para execução (o Construtor está a me apertar), um projeto para aprovação na Prefeitura, e um outro para "discussão" com o Cliente, escravizaram-me frente a máquina e ao incorruptível Autocad. Moral da estória: falta de tempo e o braço direito em petição de miséria.
Acho que preciso melhorar a minha posição de trabalho na minha estação.
Altura da mesa? Falta de um melhor apoio para o braço na hora de utilizar o mouse?
Sei lá, só sei que fiquei meio cansado e com dores musculares.
Ocorre-me outra indagação:
Nessa escalada irresistível que a China empreende em busca de uma posição junto aos Paises líderes mundiais, além das pretensões econômicas, que já preocupam todo o mercado, resolveram eles, os chineses, dar um adianto, uma internacionalização, na sua Arquitetura.
Para tanto tem contratado os maiores escritórios de Arquitetura para realizar suas obras mais importantes. Concursos internacionais, regados a muita grana e projetos quase alucinantes.
Bem por isso, li outro dia a declaração de um desses grandes Arquitetos internacionais, de que “ou a gente está na China, ou não está por dentro dos grandes projetos atuais”.
Um desses mega-escritórios que “ocupam” a China do momento, é o do Arquiteto Paul Andreu, de Paris.
Pra dar uma rápida idéia do que ele anda fazendo por lá, imagens do Oceanus Project Macao (1),
As duas torres à direita tem 145m de altura
Soberba implantação! Uma proa de navio abordando o mar.
e do Centro Administrativo de Chengdu (2)
“Toca”, ainda, o Paul Andreu, o projeto da Ópera de Pequim e do Centro de Artes Orientais em Shangai. Do mesmo porte dos acima expostos.
TÁ MAL NA FITA, O CARA!!! (1) Hotel, Casino e Escritórios – ocupa uma área de 450 000m2
(2) Centro Administrativo de Chengdu – ocupa uma área de 370 000m2.
Tenho a felicidade de compartilhar, lado-a-lado, quase ombro-a-ombro, do espaço do meu / nosso escritório com a minha filha #1, Andréa, a Muie do Mei do Mato.
Daí, que rimos juntos, reclamamos (eu, muito mais) das coisas, quase que sabemos tudo que rola com um ou com o outro. Mas, talvez por isso mesmo, as vezes deixo de visitar o blogue dela . Hoje, dei uma olhada e vi o que eu perco com essa minha falta. Ri muito, emocionei-me, com as estórias e acontecimentos da Muié.
Daí, que separei o último post que ela colocou, falando de sua ida a São Paulo. Leiam e se deliciem.
Muie do mei da selva
Eu sei, estou atrasadissima e posso cometer trocentos erros de digitacao, estou escrevendo do lap do meu irmao em sampa.
Isso mesmo, em uma manobra radical, partimos do mei do mato pra sao paulo.
Chegamos aqui em pleno domingao de sol.
Fazemos o que aqui na verdadeira selva? Sei la. Piramos.
Comemos numa lanchonete que faz hamburguer de verdade e é toda coloridinha em tons pasteis, anos 50/60. Fofa, tres sandubas 60 reais.
Hoje almocamos num restaurante natureba maravilhoso, depois eu digo o nome que nao lembro agora.
Tudo la era bom. dois almocos naturebas 55 reais.
O ze foi ao cinema com a Nina as 10 da manha. Aqui tem esse tipo de coisa. 24 pratas e ela nao quis permanecer na sala escura por mais que 10 minutos. Forca no iguatemi, fazer o que?
Resisti por motivos de força maior a mais um sapato da side walk, onde compro todos os que uso e tambem, pelo mesmo motivo, resisti ao refil do po com protetor 32 da shiseido.
Entrei num predio e em um hall de elevadores que nao tinha botao de sobe.
Fiquei ali sozinha acachapada pelo exagero arquitetonico provavelmente de um arquiteto com problemas sexuais, imaginando como chamaria o elevador. Quase gritei "elevadoire".
Mas num momento de iluminacao high tech, digitei o andar que queria e plim, apareceu a letra de um dos 8 elevadores identicos.
Fui em direcao a ele que abriu as portas. Entrei sozinha num ambiente que poderia ser o quarto de um estilista frances, com pe direito enorme e vidros ate o teto. e ZUUUUUm, subi em dois segundos quase 20 andares. nem senti.
Perguntei na recepcao se agora esse era o normal dos elevadores. Achei que tinha passado tanto tempo no mei do mato que tivesse pulado esta parte da evolucao dos botoes de elevador, mas ela disse que nao, que todo mundo estranhava e me senti menos jeca.
Estou morrendo de calor e louca pra pegar a estrada amanha de manha cedinho rumo ao meio do mato onde a selva é mais relax.
O resto, tudo o mais que ela escreve, tem que ir lá.
É como eu sempre digo: QUANDO EU CRESCER QUERO ESCREVER QUE NEM ELA!!!
MARITINHA
Ontem, dia 9 de janeiro, fez um ano que a Maritinha, grande e inesquecível figura de mãe e amiga, se foi.
Continuo guardando dela a imagem mais linda e gostosa.
Sei não, mas acho que o tempo, que andava meio sem graça, fechadão, se deu conta e irradiou uma grande luz e um sol de causar inveja.
A cara dela!
Enquanto coloco o post abaixo, da Casa MB, e me resguardo, colocando-me a distância saudável da TV Globo e do BBB, delicio-me ouvindo um CD da Diana Krall (When I Look in Your Eyes). Ao meu lado, separado pra eu retomar a leitura, "O Amor Nos Tempos do Cólera".
Passada a fase básica, infra-estrutura (fundações, etc) e a super-estrutura (pilares, vigas e lajes), ou seja, terminada a etapa mais braba da obra, inciaremos agora as alvenarias, momento em que os volumes internos, as divisões dos compartimentos, começam a dar ao cliente a noção do que ele vai receber / usar, quando a obra estiver pronta.
É, tipicamente, quase um instante mágico, sobretudo por ser rápido e relativamente barato. O cliente geralmente fica encantado com essa fase e acha que “agora sim, a obra está andando”. Mesmo sendo apenas uma ilusão, quase um jogo de cena, cabe a “nosotros”, os profissionais, não remover essa doce ilusão. Deixa-los sonhar!
Pavimento Térreo, limpo e pronto para as alvenarias.
Outro aspecto, ao fundo a escada externa de serviço
Começaremos pelo pavimento térreo, enquanto o concreto do pavimento superior completa a sua “maioridade” estrutural, enquanto o concreto “cura”, coisa que deve se estender pelos próximos 15 dias. Ai, remover parte das formas (madeiramento) e pensar em iniciar as alvenarias desse pavimento.
O Pavimento Superior e o corpo de Deck/Piscina. No aguardo. Interessante e super agradável, o "convívio" da edificação com a arborização existente
E tome, instalações, tubos e mais tubos, correndo pelas paredes, caixões das esquadrias internas e externas sendo colocados, marcações de pontos de revestimentos, enquanto o Arquiteto se mata para produzir os últimos detalhes, escolhe com os proprietários os acabamentos, e vai, e vai, e vai.
Em termos gerais, esses acabamentos, deverão ser os mais simples possíveis, baratos por excelência, com cuidado total no detalhamento para valorizar essa simplicidade. Gosto muito de uma tendência consolidada, de uma proposta minimalista, no sentido de utilizarmos o menor número possível de materiais. Vamos tentar esse caminho. Mais ou menos, aquela estória do “pouco, é muito”.
Existe coisa mais normal do que a gente superestimar o que é da gente? Eu, por exemplo, falar bem de um Projeto que eu tenha feito, da minha gente, dos nossos feitos?
Isso é uma das coisas que mais acontecem. Rigorosamente, humano! A outra reação é a gente dar pouco crédito, não levar muito em conta, as nossas coisas, os nossos mais chegados e suas atividades, por aí. Outra reação perfeitamente humana. Acontece demais!
Comigo acontece meio que equilibrado. Torço para dar certo, mas fico meio na encolha. Procuro ver as outras reações, o que os chamados “circunstantes” possam dizer. Espero pela aprovação deles. Seguro-me.
Mas, quando a coisa desabrocha, ai me refestelo, solto o verbo, falo sem parar. Apenas, em relação às minhas próprias coisas, essas sim, resguardo-me sempre. Coisa minha. Modéstia? Não!Talvez um certo recato (eita! coisa antiga!).
Então eu falar, aqui no Observador, dos trabalhos da filha #1 Andréa e dos feitos fotográficos do filhão Bruno, das artesanias da minha mulher Verinha, da beleza e das “artes” da minha netinha Nina, do bom e bem escrever da minha filhota quase jornalista Maria Fernanda, da “força da natureza” que é a outra filhota, Marcella, dos dotes musicais abundantes do meu genro Zé, tudo isso tão ao meu lado e tão fácil de ver, manjado. Falo, e como falo. E vou continuar a falar!
Hoje, abro meus e-mails no Outlook, coisa muito esporádica e dou de cara com mais uma mensagem da Lasciva Lula. Não, gente boa! Não se trata de alguma piranha, cheia de vontade de amor pra dar. Afinal, é uma Lula. Tampouco tem a ver com...deixa pra lá! Lasciva Lula é a banda onde toca, bateria, meu sobrinho Marcello Cals. Daí, que eu abria os e-mails, passava batido, de passagem via que eles estavam lá no Humaitá Pra Peixe, (HPP, pros chegados), com uma razoável agenda, e só! Hoje, não sei o que me deu, resolvi escarafunchar a LL. Fui no site. Super bem construído, fácil de ler e interagir, bonito simples. Tem as músicas pra gente ouvir (boas), agenda, etc, inclusive link para o blogue da banda.
Blogueiro que sou, fui ver o que era. Encontrei um blogue simples e elegante, blogspot sempre ajuda, bem escrito. Fala das músicas, dos encontros do grupo e dos acontecimentos. Poderia ser banal, no bom sentido que seja, mas é bem escrito / descrito. Gostei, li vários posts e fiquei mais feliz porque o “carinha” que escreve, e muito bem, Mklz, Marcello, é o meu sobrinho Marcello Cals.
Que, talvez ai a sua maior “falha”, também é Arquiteto. Mal de família. Pai, Tio (eu), Prima ( a Muié do Mei do Mato), outro Tio...chega de “desgraceira”. Que a música lhe ajude a conviver com tudo isso!
Resumo: mais uma admiração minha, pros “ananazes” familiares.
Começa hoje. Pela apresentação de ontem, está completo. As gostosas, os garotões, um afro-descendente (negão, numa boa!), um com jeitão "delicado", uma pobreta motogirl, um circo completo.
A busca desenfreada pela notoriedade instantânea. Argh!!!
Se eu for visto assistindo essa coisa, favor me internar.
Certamente perdi a razão. Esclerose, perde!
TÔ FORA ps 1 : a bem de verdade não faço falta nenhuma ao programa. Muito menos, ele a mim!
ps 2: e não se fala mais nisso!
Essa última entrevista do LuLLa, ao Fantástico, ficou muito estranha. Mais que estranha, desastrada. Ao mesmo tempo em que eLLe pede tempo pra se decidir, resolve gastar “ os tubos” em empreitadas altamente suspeitas, no sentido de que possam ser eficazes, principalmente nessa da “recuperação” das rodovias federais. Prá que um sujeito que tem dúvidas se vai se candidatar a reeleição vai jogar toda essa dinheirama, num lance tipicamente eleitoreiro, se diz que não sabe ainda o que vai fazer. Típica jogada do “me engana que eu gosto”. Depois, colocando em cheque seu próprio partido e, rigorosamente, tirando o seu c... da reta, diz que “o PT cometeu um erro de gravidade incomensurável. Vai sangrar muito para recuperar a credibilidade que construiu em 20 anos”. Como se eLLe não fizesse parte desse sangramento necessário! Sei não, mas se os seus partidários, a sua turma, que construiu essas ilusória credibilidade (que bastou uma primeira ocasião para rolar, ruidosamente, morro abaixo) gostou dessa “enrabada” que o Noço (deles) Líder deu neles, chega-se a conclusão de que “mulher de malandro” perde fácil.
Dizem que o Presidente reclama que o seu partido não divulga bem as coisas positivas que o seu Governo tem feito. Que os jornalistas só falam do mensalão, só perguntam de reeleição. Esquecem do Bolsa Família. ELLe quer criar uma “agenda positiva”. Tá difícil, pois a “negativa” está bem mais apetitosa e real.
Agora, de volta de suas férias de fim de ano (eLLe até mereceu, na verdade!), depois de uns bons banhos de mar, que podem ter removido algum “peso” estranho do seu corpo, vamos ver se eLLe resolve se decidir, e dizer ao que veio e ao que vai.
Quem sabe seu novo marqueteiro baiano (porque marqueteiro tem que ser baiano? Nada contra, mas....) consegue descobrir alguma coisa positiva nessas trapalhadas do Presidente e descortine uma via “iluminada” para o sujeito?
Praticamente não vejo o Fantástico.
Mas ontem, depois de fechar a baiúca chamada Observador, subi e estava nos estertores do programa. A Gloria Maria anunciava a presença da nova Globeleza. Resolvi olhar. Valeu a pena, uma bela mulher!
Depois ela, a Glória, resolveu dar a "ficha técnica" da moça e lascou:
"Ela tem um metro e setenta e cinco quilos".
Estava criado um novo padrão de medida. Genuinamente brasileira. Genuinamente caranavalesca. Genuinamente Fantástica!
Hoje acordei com o micróbio da Arquitetura. Infectadão!
Queria fazer uma pesquisa, vontade antiga, sobre o trabalho de um dos meus ídolos maiores, o suíço, com nome de italiano, Mario Botta. E fiz! Fi-lo!!! Estou cheio de informações, imagens dos seus mais recentes trabalhos, uma verdadeira torrente de dados, que vou trabalhar para dar forma e colocar no Arquiteto Comum, que anda meio abandonadão, durante essa próxima semana. Avisarei.
Como já tinha “emburacado” no sentido da Arquitetura, fui no Archpedia, maravilhoso site informativo das nossas coisas e selecionei as imagens abaixo, pra festejar o meu fim-de-semana. Acho que o de todos! Dá bem uma idéia, para onde estão “caminhando” as idéias dos craques da Arquitetura. É até bom a gente dar essas pesquisadas, ver as novidades, pra não ficar por fora das chamadas “tendências”. Palavrinha tinhosa, que ocupa esses espaços criativos e que as vezes nos dão verdadeiras rasteiras.
Corredor Cultural em Los Angeles - Coop Himmelb(I)aus
Royal Ontario Museum - Daniel Libeskind
Disney Concert Hall em Los Angeles - Frank Gehry
Cidade da Cultura na Galícia - Peter Eisenman
Jubilee Church (Dio Padre Misericordioso) - Richard Meier
Expansão do Museu de Arte de Milwaukee - Santiago Calatrava
A revista AU (Arquitetura e Urbanismo)da Editora Pini, levantou a seguinte questão: Fato & Opinião O arquiteto deve ter a obrigação de acompanhar a execução da obra que projeta?
A maioria dos profissionais concorda: a presença do arquiteto responsável ajuda, e muito, no desenvolvimento de um projeto de qualidade. O que falta, então, para que haja maior envolvimento nessa fase? A preocupação do contratante, um modo de contratação que contemple todas as fases do empreendimento e a visão de que, mais do que obrigação, a presença do arquiteto é uma necessidade são apenas alguns dos argumentos apresentados. AU conversou com arquitetos e engenheiros para saber a opinião desses profissionais sobre o tema.
Como sou do ramo, dou a minha opinião sobre a questão: Simplificado que seja, meu raciocínio é lógico:
Se eu, o Arquiteto, projetei a edificação, vislumbrei todos os seus desdobramentos, consegui imaginar aquela idéia terminada, pronta e habitada, de cabo-a-rabo, quem mais poderia saber melhor como conduzi-la? Quem mais poderia entender as diversas interfaces entre os projetos técnicos e suas interferências com o Projeto de Arquitetura, gerador de toda essa “trapizonga” que se chama uma obra? Um outro profissional que pegou nosso projeto, deu uma olhada geral e lançou sua estrutura? Ou outro qualquer, que mal viu nosso projeto, nem acesso teve ao de estrutura, e fez seu projeto de instalações? Um, sem falar com o outro? Como pode dar certo?
Somente os deuses da sorte, abençoados e quase sempre presentes nas construções, conseguem desvendar tal mistério.
Pra chegar a essa conclusão, estoriei um pouco, escrevi mais ainda, como está aqui
Acho que estávamos no 3º ano. Naquele tempo, era por ano, mesmo. Nada dessas facilidades de períodos, créditos.
Uma das nossas matérias era Materiais de Construção. Só pra, de novo, esclarecer. Era anual.
Professor, um engenheiro de nome e competência: Mauro Viegas. Até Presidente do Crea ele foi, depois. Exames finais, o Mauro era carne de pescoço e, cá pra nós, não gozava da simpatia da turma. Na moral, era chato mesmo.
Um dos nossos colegas, Isaac S., tinha ficado para os exames finais, e precisava tirar cinco, ou seis, nem lembro bem, pra passar. Exame oral, a sala cheia, pois sabíamos que a mesma antipatia que a turma tinha pelo professor, ele, o Mauro, tinha pelo Isaac S. Que, cá pra nós, era aquele sujeito gozador, que vivia sacaneando os professores, meio esculhambado. Super legal, mas um belo d´um sacana. Chegada a hora do exame do Issac, todo mundo foi pra perto da mesa do professor. Havia a promessa, meio velada, mas sabida, de que o Mauro Viegas estava a fim de reprovar o Isaac.
Começa a argüição, o Isaac acerta umas, erra outras, clima meio pesado, a tal reprovação começa a tomar corpo. As questões eram sorteadas, esclareça-se. O professor diz, quase como uma condenação, que ou o Isaac acertava a próxima questão ou estava reprovado. Sorteada a pergunta, nota-se na cara do professor um certo ar de satisfação de quem antevê uma vitória.
Faz a pergunta arrasadora, de uma das coisas mais chatas e complicadas para nós, estudantes de Arquitetura. Ninguém ali saberia responder. Silêncio total.
“Fale-me sobre a importância do fator água-cimento na composição do concreto armado, meu caro aluno”, proclamou o professor, já sentindo o prazer de acabar com aquele aluno gozador e insolente.
A classe entrou em pânico. O Issac estava liquidado. Não tinha saída.
Em meio àquele clima de desânimo geral, ouve-se um grito de alegria e gozação, quase como um brado de liberdade: “Fudeu!!!”...era o Isaac. Aos berros, meio que desafiando o Mauro Viegas, complementou: “Fudeu, porque essa eu sei!” Só restou ao professor, e aos colegas abismados, ouvir o Issac dar uma verdadeira aula sobre o fator água-cimento e passar de ano. Justiça seja feita, o professor teve a maior categoria, parabenizou o Isaac, e o aprovou. Penso, mesmo, que ele sentiu até um certo alívio de não ter, novamente, uma peste como o Issac S. como seu aluno de novo.
FUDEU!!!
ps: Durante algum tempo ainda tive notícias esparsas do Isaac. Faz muito tempo que não sei dele. Figuraça!
O tal, de quem afinal de contas ninguém nunca tinha ouvido falar, ou sequer sabia seu nome, mas que ficou, rapidinho, célebre pela puta besteira que falou, quando assegurou que a gasolina não sofreria aumentos esse ano. Não precisou uma semana e lá foi a gasolina, e o álcool de cambulhada, pras cabeceiras.
Agora vem um outro, com as mesmas e inexpressivas qualidades, dizer que vai se reunir com os produtores de álcool, pra ver se dá uma “arrumadinha”. Sorrisinho maroto nos lábios, enquanto afirmava o que ele sabe ser uma tremenda baboseira. Pelo menos isso! Esse, apesar de desconhecido e apagado, sabe que tá de sacanagem! O outro, de quem apesar da grande merda disparada ninguém se lembra do nome, amuou de vez!
Além de baixar meus artistas e músicas queridas, via “Lime Wire / eMule”, pra ouvir, de preferência pelo “iTunes”, as vezes seleciono alguma das diversas estações do “iTunes” e aproveito as boas estações oferecidas. Gosto muito de uma, “Smooth Jazz”, que apresenta uma coisa mais leve, não o Jazz mais tradicional (maravilhoso) , e fico, “levemente”, trabalhando e ouvindo as músicas. Outro dia ouvia, distraidão, quando tive a minha atenção auditiva atraída por um “cara” cantando bem e gostoso. Boa música, uma levada das mais agradáveis, fui saber quem era. Kem!...Quem?...Kem! Porra!, disse pra mim mesmo. Google na telinha, cai no site do garoto, negro, a voz já deixava claro, cantando bem pra cacete. Baixei quase tudo dos dois CD´s do cara, Kemistry (o primeiro) e o II (claro, o segundo).
Certamente os conhecedores dirão que eu descobri a pólvora, mas eu, que não conhecia, gostei muito do jeitão do sujeito cantar. Aconselho ouvir!
Fiz um post, na data do Natal, que ficou bem parecido com tudo o que penso da minha vida. Falei de desambições e de simples coisas da vida. De como gosto delas. Umas e outras. Recebi um monte de mensagens cheias de carinho, que me comoveram e me fizeram muito feliz. Como forma de retribuição a tanto amor oferecido, imaginei uma forma mais apurada de responder. Talvez um novo post, onde pudesse afirmar tanto agradecimento e demonstrar a minha emoção. Mas, nem fiz (o tal post “agradecedor”), nem deixei fazer (responder, como tradicionalmente no mesmo espaço das mensagens). Cabecinha de merda, mesmo!
Ontem, meio que “chicoteado” pela verve caudalosa e lembradora do Adelino (mandou porrada, o “cara”!) voltei lá, no tal post, recorrendo aos arquivos e respondi a todos. Então, é isso: a todos que escreveram coisas lindas e amáveis, meus agradecimentos, personalizados naquele espaço, bem como minhas “apologias”, como diria o velho Prefeito da novela. Em português claro,
I BEG YOUR PARDON! ps: pra ler os agradecimentos: Arquivos, Dezembro 2005. Mil desculpas.
Na minha caixa postal do GMail, uma mensagem de um tal MARCELO.VANILDO (assim mesmo, letra maiúscula e pontinho entre os dois nomes), um comentário feito sobre um post que coloquei há mais de um ano atrás, "Maracujá".
Mandei direto para o "fosso" do Spam.
Pergunto:
Será que alguém acredita que em poucos meses o Governo Federal conseguirá recuperar essa tal malha rodoviária abandonada? Vão jogar alguns milhões, bilhões, pra fazer uma operação tapa-buraco, jogando aqui-e-ali “pixe e pedrisco” (no popular), que certamente as próximas chuvas mais intensas arrancarão. Pura providência eleitoreira! No entanto, do jeito que as nossas pobres estradas estão, acabaremos agradecendo.
Começar o ano ouvindo o Francis Albert, coisa muito boa! O album, lindo de morrer, tipo classicão, Sinatra pleno de categoria, orquestrações magníficas, é desses, no entanto, capazes de deixar a gente meio pensativa. Parece um álbum feito para os mais idosos, tipo o Observador que vos fala:
“The Sepetember of My Years”.
Mas, meio “fossadão” que seja, show de bola do “Old Blue Eyes”.
É, sou mesmo meio chegado a uma música das mais tristes. E o “cara”, o Sinatra, nesse quesito manda super bem!
Dia 31 de dezembro, 2005, por volta das seis-e-meia da tarde, desliguei as máquinas, fui direto nas tomadas, desconectei tudinho.
O ano de 2005, internética / blogalmente falando, terminava ali, naquele momento, pra mim. Achei até estranho, eu desligando minhas relações com o mundo externo antes das onze-e meia, meia-noite, que é como eu sempre faço.
Tomar um bom banho, arrumar-me, para ir com minha mulher e meu sogro, pra casa da Andréa, no Mei do Mato, fazer a passagem do ano por lá. Maravilha de simplicidade, éramos poucos, medida certa, tranqüilidade mais ainda. Um bom vinho, antes da ceia, uns petisquinhos naturais, mas gostosos, a suave espera do estrogonofe de (e com, e muitos, e grandes) de camarão, um belo prato de lentilhas feitos pelo Verinha (que quando se mete a fazer as coisas, “mata a pau”), cervejinha Itaipava geladérrima (preferi, ao vinho tinto), eta! coisa boa! Sobremesa, claro, uma “cheesecake” feita pela Andréa, cobertura de goiaba, também no ponto certo. Os papos, engraçadissimos, puxavam reminiscências sempre curiosas. Só coisa boa!
Meia-noite, os tradicionais espumantes, assistir à tradicional queima de fogos de Copacabana (cá pra nós, se não existisse não me faria a menor falta), confraternizações gerais, as promessas para o Ano Novo (intimamente, fiz algumas...secretas!), uma horinha a mais de papos finais e despedidas, voltamos pra casa. Engraçado é pensar que anos atrás, talvez muitos, isso pra mim pareceria um final de ano não concluído. Quanta diferença esse grande conselheiro, que é o tempo, nós proporciona. Certamente, não poderia pedir coisa melhor!
Alheia a isso tudo, desde as nove, novemeia, candidamente, belamente, como um anjinho, a Nina dormia no sofazão da sala. De vez em quando, muitas vezes, íamos a ela, a contemplávamos e a beijávamos. Ela, dormia!
E o ano, 2005, fechou!
Hoje, 1º de janeiro, 2006, cá estou, novamente, frente ao meu doce “escravizador”, esse conjunto de peças que se chama computador, pronto para o Ano Novo. Por volta das nove-e-meia da manhã, liguei os “tubos” que mantém viva a “terrível” máquina, constatei que tudo estava de bom tamanho, e lá vamos nós (ou lavamos nós?).
Apenas com elemento adicional, para trazer alguma realidade às coisas, deixa-las do tamanho que merecem, não ganhei a MegaSena. Rsrsrsrsrsrsrs!