DESFILES DE ESCOLAS DE SAMBA, CARROS ALEGÓRICOS , EXAGEROS E OUTRAS DOIDIVANICES
Vi, uma ou outra Escola de Samba.
Sinceramente, não tenho saco pra ficar a noite toda acordado assistindo o desfile. Tem coisas lindas, coisas criativas, mas, a meu ver [eu, um cara que não tem porra nenhuma a ver com o samba propriamente dito], os tais carnavalescos estão passando dos limites. É cada carro alegórico tão enorme que não cabe na Passarela.
E, pelo gigantismo, e pela dificuldade de construção dos “monstrinhos”, tome de enguiçar, atrapalhando até o desfile dos integrantes, dos “caras” que realmente vão fazer a festa no pé.
Penso que deveriam inventar um local onde colocassem os tais carros alegóricos, com bastante espaço em volta, condição dos espectadores chegarem perto, ou apreciar de longe, onde eles, os tais “monstrinhos”, ficariam soltando suas fumacinhas, apitando, acendendo luzinhas e emitindo sons, tudo bem a gosto dos carnavalescos ensandecidos. Receberiam as notas das pessoas, que seriam adicionadas aos demais quesitos e, abrindo o espaço para os assuntos normais de uma Escola de Samba, dariam outra dinâmica aos desfiles que, cá pra nós, só tendo muita paciência e tempo pra jogar fora, dá pra alguém ficar assistindo. Certamente, pela minha total incompetência para, digamos, “carnavalesco”, devo estar errado. Mas, que os sujeitos, com suas necessidades de demonstrações de “craquezas” e uma enorme dose de frescura típica, estão extrapolando, não dá pra negar.
O mais engraçado é que à primeira vista, tipo “tomado de assalto”, você até acha bonito. Cores profusas, muito penduricalho, como uma enorme e ondulante Anaconda (da que eu vi, hoje quando acordei), outros aparatos e badulaques......aí, como agora se fala, “tu cansa” (ops!).
Hoje, 26 de fevereiro, pleno Carnaval, minha caçulinha querida faz mais um aniversário. 20 anos, cheio de saúde e de beleza!
Como toda garota esperta, principalmente numa época como essas, foi festejar, com o namorado e amigos/as, longe de casa. Mais precisamente, na Ilha Grande. Na volta, tipo esse fim de semana, pretendo ir ao Rio pra festejar minha querida filhota Marcella. Parabéns , Marcella Felippe Cals.
Se eu fosse Deus Pai Todo-Poderoso, aplicaria 3 castigos em Lulla:
1) Ler 1 livro inteiro por semana, sem pular 1 linha sequer; 2) Ficar permanentemente com a voz do Pato Donald; 3) Cagar-se nas calças... toda vez que dissesse uma mentira.
Bono não desfila em trio e frustra multidão em Salvador
AFRA BALAZINA
enviada especial da Folha de S.Paulo a Salvador
LUIZ FRANCISCO
da Agência Folha, em Salvador
O medo de perder o controle da situação e de uma histeria coletiva levou os dirigentes da gravadora Universal a tomar uma decisão que frustrou milhares de pessoas que participam do Carnaval de Salvador --impedir o cantor Bono, do grupo irlandês U2, de desfilar em cima do trio elétrico Expresso 2222, do ministro Gilberto Gil (Cultura).
Vá lá que isso se passa naquela terra enlouquecida pelo Carnaval, Salvador. Mas que é um sintoma muito estranho, essa histeria pelo “cara”, isso não deixa dúvidas.
Nada de tão importante, ou significativo. Afinal, com essa mediocridade do futebol carioca, com esse nivelamento pelo rés do chão, ganhar ou perder pouco dignifica, ou desqualifica, qualquer time.
Mas, sempre foi melhor vencer do que perder. 2X0 no Fogão, para desalento do meu sogro e minha felicidade, contida, embora, como dizia o velho Zadir (meu pai), "é melhor que nada".
Entre oferecer ao distinto público um “picolé de chuchu” ou um “raro talento para a simpatia”, o partido se debate.
Será que os tucanos só teriam isso, mesmo, para oferecer aos espectadores? Nada de novo, nada que pudesse tornar-se o paliativo, a tábua de salvação, a singela esperança para os eleitores desanimados?
Luiz Fernando Veríssimo – O Globo – 23 de fevereiro de 2006
“Mick Jagger é a mais antiga celebridade em atividade contínua no mundo depois do Oscar Niemeyer e da rainha Elizabeth. Não procede a informação de que todos os Rolling Stones já morreram e seus cadáveres estão só cumprindo os contratos para evitar processos. O Mick Jagger está definitivamente vivo e em grande forma e confirmou, no show em Copacabana, aquela lenda de que nunca faz dois movimentos iguais sobre o palco. E seu poder mesmerizador sobre a platéia foi impressionante. Mais de um milhão de pessoas, mesmo descontando a turma do se-for-de-graça-eu-vou-a-tudo, que não sabia bem o que via e ouvia, ou quase via e mal ouvia, estava lá e cantou com ele “Ai, quem guetinou”.
Mick Jagger foi recebido no Brasil como divindade. Não se enche um deserto daquele jeito a não ser para adorar uma divindade. E, como toda divindade bem-sucedida, ele não trouxe verdades novas. Entendeu a ânsia no coração de cada um e regeu o clamor do nosso tempo pelo prazer e o abandono na linguagem universal do ressentimento em coro. O coro dos lamentosos: quem guetinou?
Quem guetinou a promessa de satisfação completa e constante com sexo, drogas e roquenrol do milênio, a promessa do paraíso recuperado e da juventude infinita, e esqueceu de dizer que a gente continuaria a envelhecer e a morrer como no modelo antigo?
Quem guetinou a disposição brasileira para a satisfação com qualquer festa e a avidez por qualquer comemoração, até a de quatro estrangeiros esquálidos, e nunca permitiu que esta vocação para a felicidade nos abençoasse com a redenção, com as dádivas do bem e a justiça dos deuses, enfim, com uma felicidade inédita? Somos muito dados. Quer dizer, muito bons de graça. Só o que pedimos em troca da adoração é que digam “Obrigado, Brazil” com um sotaque simpático, antes de nos deixarem.
A autora daquela faixa (suponho que seja uma autora) “Mick, faz um filho em mim” teve a idéia certa. Pedia para a divindade deixar alguma coisa dele conosco, como já tinha feito outra vez. Só foi um pouco egoísta. A faixa deveria ter se estendido por todo o deserto em frente ao Copacabana Palace e dito “Mick, faz um filho em nós”. Um pedido de toda a nação. Uma forma de dar relevância ao nosso amor grátis e de nos sentirmos um pouco menos guetinados.
Nosso filho nem precisaria ser um salvador, um líder, ou sequer uma razão para o Mick mandar uma boa pensão mensal para o Tesouro Nacional e ajudar a abater a dívida. Seria só um reconhecimento de que existimos e somos especiais, e não apenas aos nossos próprio olhos. Uma satisfação.”
Isso somos nós? Essa pobreza toda?
Já dizia a Kate Lyra, num programinha de televisão, sotaque americanizado: ”Brrazileirro é ton bonzinhu.”
Faz tempo que não vejo dois “caras” se parecerem tanto. Papos chatos, mania de que são líderes mundiais, sempre repetindo as atitudes. Talvez por isso, tenham tantas afinidades.
Acho os dois muito chatos!
Pelo menos o Bono não vive por aqui.
Disse, pelos jornais, que está chateado com a torcida. Ela está pegando no seu pé, vaiando.
O craque disse que assim não gosta de jogar. Diz que pensa em sair do clube.
Em verdade, sonha com algumas propostas inglesas, muitas libras, que alimentam essa frustração, essa chateação com a torcida do Real. Mas, dizem todos, se cobrirem a proposta dos ingleses, ai sim, a torcida pode até xinga-lo de qualquer coisa.
PAGANDO BEM, QUE MAL TEM! ps: são manhosos, nossos craques!!!
Estava completamente atrasado em relação aos meus “deveres” bloguisiticos. Comentários não respondidos, visitas inteiramente defasadas, não feitas, até de posts estava carente o Observador. Poucos e sem inspiração.
Entre hoje (21 de fevereiro) e ontem, respondi a TODOS os comentários. Desde meados de janeiro, estavam sem minhas respostas.
Claro, fica um negócio tipo você ler o jornal de ontem. Mas, quem quiser saber o que respondi, procure, talvez tenha que recorrer aos arquivos, que ta lá. Sinceramente, pelo jeitão meio ultrapassado das respostas, nem recomendo. Mas, estão lá.
Creio que a partir de amanhã, retorno às minhas visitas, tão do meu agrado, aos blogues amigos. Matarei as saudades. Outro passo adiante.
“Vaticano lança ofensiva contra cultura gay no mundo”
Ao que, a figura, vestidona com seu manto vermelho púrpura cintilante, todo paramentado, pronto para entrada em cena, perguntou para o espantado sacristão: “E a boneca aqui, como é que vai ficar?”
“E digo mais, crianças. Nem chego a achar o PT do valerioduto e dos mensaleiros o mais perigoso. O que se esconde nas dobras do aparelho de Estado; o que posa de limpo e civilizado; o que tenta se mostrar boa-praça e de companhia — Antonio Palocci é um bom exemplo — é o pior deles. Porque tenta aliar as práticas consagradas no partido (“todo mundo erra”, disse o Apedeuta) ao bom-mocismo para encantar incautos.”
Enquanto escrevo, nesse exato momento, 7,05 da noite de domingo, O Flamengo empata com o Friburguense, 1 X 1, e o Botafogo empata com o Nova Iguaçu, também de 1 X 1.
Daqui a pouco eu volto, pra acabar esse post.
E deu: Flamengo 3 X 3 Friburguense Botafogo 1 X 1 Nova Iguaçu
Como diz a Muié do Meio do Mato:
Um bonito espetáculo pela enorme multidão, interessante aquele palco que deslizava, e outras coisas que eu não devo ter visto, ou ouvido, pois acabei dormindo antes (muito antes) do show dos Rolling Stones chegar na metade.
Vai ver, eu estava cansado. Pode ser.
Trabalhar, ao som de variados solos de piano, normalmente de bom gosto, alternando populares, semi-eruditos (a maioria pouco conhecidos, mas muito bons) e clássicos, bom endereço que costumo curtir:
iTunes – Radio – Classical – Whisperings (caminho)
Claro, condição obrigatória o “cara” ter o iTunes instalado (é de graça) em seu computador, bem como a necessária banda larga.
Cada vez que tenho contato com essa criançada que aportou o Universo no século 21, e isso ocorre comigo, diariamente, com a minha neta Nina, chego à conclusão que eles estão sabendo hoje, com seus pouco mais de cinco anos (a Nina, tem três anos), mais do que eu sabia com meus dez anos. E. cá pra nós, mesmo que eu não fosse um gênio, abestalhado também não era. Apenasmente, normal!
Nina, bagunçando o "atelier" da avó.
Ontem, enquanto trabalhávamos aqui no nosso escritório, eu nas minhas escaramuças no Autocad e a Andréa nos meandros das coisas do webdesign, a Nina compartilhava o espaço conosco. Falando pelos cotovelos, opinando sobre tudo, perguntando, essas coisas das crianças segundo milênio.
Pegou um papel, começou a desenhar (leva jeito, a menina!). Fez uns desenhos e mostrou a mãe. Eu, meio ligadão no meu trabalho, só ouvi quando a Andréa disse: “Puxa, Nina, como você está desenhando bem!”
Ao que ela respondeu: “Ainda mais para uma criança”, simplesmente e como se fosse, essa declaração, a mais definitiva do mundo. Rimos de montão, claro!
O que mais aparece, como imediato e simples, nessas reações e declarações das crianças de agora, é que isso vem sem qualquer esforço. E, mais ainda, sem orientações dos adultos.
Noto a evidente reação, assustada, da classe média brasileira. Leio sobre isso, quase todos os dias, nas colunas de leitores. Onde eles colocam suas apreensões com a eventual, quase iminente, possibilidade de reeleição do Presidente. Esse mesmo que ora nos oferece semanalmente, diariamente, aparições na mídia e "palanqueadas" junto à população mais pobre. Fazendo sua campanha, que por sinal vai de vento em popa.
Constata-se, até por pesquisas de órgãos especializados, o aumento de aceitação da idéia de sua reeleição, notadamente nas chamadas classes menos favorecidas, e isso transpareceu, abundantemente, nessa última tomada feita pela Sensus. Acredita-se naquilo, no pulo enorme da preferência do Presidente, disparando frente ao atoleimado e perplexo (será, seria?) PSDB, ou pode-se pensar que houve manipulação.
Pessoalmente não creio que tenha havido “manobra” na pesquisa, mas é claro que, dependendo de quem encomendou, ou quis favorecer esse ou aquele candidato, essas pesquisas são altamente desconfiáveis.
Reações à parte, espantos de alguns (distraídos, pode-se dizer), o que compete a essa classe média meio “porralouca”, que achou bonitinho eleger o operário, dando-lhe os milhões de votos que foram o diferencial para sua eleição (inegável, por mais que os petistas digam que o “homi” foi eleito com os votos dos menos favorecidos), é cair na real, pensar claramente se existe algum candidato que os encante, ao menos não os desencante, e partir para a tomada de posição mais aberta, procurando influenciar a quem possa (afinal, não os chamam, não se chamam, os da classe média, de formadores de opinião?), deixar de lado essa tola idéia do voto nulo, partir de fato para a briga (vai ser pra valer, não se iludam!) e tentar impedir que o LuLLa repita a dose e se reeleja Presidente.
Vejo essa a única forma de alavancar alguma candidatura que consiga impedir a reeleição do que está por aí, e tentar reverter a situação atual.
Fora disso, só nos restaria torcer para que o Presidente, reeleito que fosse, mostrasse uma faceta ainda não exibida, resolvesse descer do eterno palanque e se tornasse o Chefe da Nação brasileira, e não do seu partido e apaniguados. O que, caso ele isso fizesse (teria todos os poderes para tanto), seria um Presidente que poderia proclamar, ao contrário do que dizem de FHC, que fez mais no segundo mandato do que no primeiro. E deixaria saudades!
Continuo a dizer, sempre que converso sobre isso (isso, a reeleição), que só a classe média do País pode derrotar o Presidente atual. Fez a diferença em 2002 e pode fazê-lo em 2006.
Quem fez gol contra, pode, agora, fazer gol a favor.
Na última 2ª feira, quando cheguei em São Paulo, como de hábito peguei um táxi na Rodoviária. Um cara meio fechadão, pouca conversa, resistente até mesmo ao meu jeitão de puxar assunto de modo geral. Esses taxistas, os taxistas, sempre tem uma visão interessante das coisas, ouvem opiniões diversas, aquele papo geral e amplo. Vale tudo. De repente, ainda perto da Pinacoteca, ele falou sobre a barbeiragem de uma mulher, que quase jogou seu carro sobre o táxi dele. Eu havia notado mas não falei nada.
Calou, novamente. Perguntei do tempo, monossilabicamente respondeu.
Entramos na 9 de julho, naquele trecho que a Marta endireitou, e ficou bom, ele espontaneamente elogiou. Apesar de trancadão e meio rudimentar, emitia boas opiniões, com base e conhecimento.
E lá íamos nós.
Entramos na Santo Amaro, o cara destrambelhou e soltou o verbo. “Não gosto do Lula nem do PT, mas o cara fez em três anos muito mais do que o Fernando Henrique em oito anos”.
Ouvi, creio que fiz pequenos comentários e ele continuou. “A economia está parada, não se faz nada, poucos investimentos, mas pagou a dívida do FMI e as pessoas estão conseguindo comprar as coisas. Pode parecer pouca coisa, mas é melhor do que nada”.
Falei da roubalheira, dessa coisa da corrupção/mensalão, num nível nunca visto, e ele rebateu: “Pode até ser, mas rouba-se no Brasil desde sempre. Desde o Império!”
Novos debates, eu quase chegando ao meu destino, ele arrematou: “Por muito menos, por uma Elbinha de merda, cassaram o Collor. Se fosse por roubalheira, o Lula já tinha sido cassado. Não gosto dele mesmo, mas gosto menos dos outros que estão aparecendo.” Cheguei ao destino, paguei e fiquei a pensar. “Cara, até o sujeito que não gosta dele está mais pra votar nele do que nos outros!”
Pelo que tenho notado, esse espírito popular, do “ruim por ruim, melhor com ele”, tá tomando corpo.
ORKUT VAI SER PAGO...A PARTIR DE OUTUBRO!!!
NÓS TEMOS QUE FAZER ALGO...
Por isso mande para 25 pessoas da sua lista essa mensagem...e irá aparecer
um orkut atualizado na sua tela!!!
Eu já fiz isso...faça você também a sua parte!!! temos que fazer algo contra isso, passe a todos que puder passar, um abração!!!!
F.
Quase em desespero, recebi de um amigo, pelo visto “escravizado” ao Yogurte, a mensagem acima. Segurando-me pra não rir, e cuidadosamente, pra não parecer que não ligo para os seus temores, respondi:
Oi, F...,
Se o Orkut for pago, problema dele. Tõ fora, tranquilamente.
A rede é muito grande e oferecida pra gente ficar preocupado com um
Orkut qualquer, ou outro que seja.
Aqui, por mim, morre essa corrente.
Abraços
fernando cals
Impressionante como tem gente que se preocupa com essa coisa do Orkut. Legalzinho, as vezes até utilizo o dito cujo, mas se deixar de existir, pra mim não faz qualquer diferença.
Sei lá, as vezes até acho que seria um benefício para a rede.
O novo levantamento das intenções de voto, mostrou o LuLLinha disparando nas pesquisas. Pode ser que aconteca alguma reviravolta, mas se os "inimigos" pretendem abater o "homi", ta na hora de acordar.
Ou será que essa estorinha que contam, de que o PSDB iria pensar somente em 2010 e largar de mão essa eleição de 2006, é verdadeira? Começa a fazer sentido, pra mim, pela inércia dos tucanos em iniciar a campanha do seu candidato. Isso, pra falar mais serio, se é que eles tem candidato.
Li, outro dia, em um portal da Internet: “Thomaz Bastos acusa Fernando Henrique de ter ética relativa.”
Como diria a Madame Natasha, com a permissão do Elio Gaspari, “acho que o que o TB quis dizer é que Ética Relativa (reservem o termo...muito interessante!), é o que ocorre quando a pimenta arde no orifício anal da gente (deles, claro!)”.
Fora desse limite, pequeno limite, aliás (rsrsrsrsrs), a ética perde a sua relatividade.
Oito da matina, amanhã, Rodoviária do Bingen, Petrópolis, lá estarei eu, once again, pegando meu busão com destino a São Paulo. Seis horas e meia de viagem, nesse ônibus não tem filminho, estarei munido do meu bom livro do Gabo, pra ajudar as horas a passar e curtir um belo livro. Metade, ou quase, já foi curtido na viagem anterior. Viagem de ônibus, também pode ser cultura! Devo ficar em Sampa até a próxima 4a feira, voltando pra minha roça na 5a feira. Se tudo estiver nos eixos, claro! Se isso se confirmar, tudo nos eixos, pretendo procurar os amigos pra uma libação alcoólica qualquer. Torço para isso!
Mas, em primeiro lugar o trabalho.
Tava lá. Controle Remoto, do Globo, dia 11 de fevereiro de 2006. Coluna da Patrícia Kogut com frivolidades da TV(Leia-se TV Globo, claro!). Leio sempre, mas nunca espero encontrar coisas mais substanciais que nos “agreguem qualquer juízo de valor” (ops!!!).
“Publico A e B prefere Big Brother
De acordo com a média de janeiro da PNT(Painel Nacional de TV), “Belíssima” continua em primeiro lugar no ranking absoluto dos programas mais assitidos do pais. Mas, segundo o estudo de preferências por classes sociais, a novela se mantém na liderança entre as classes C.D e E. Já para o público das classes A e B, o Big Brother vem antes da novela”
Como não vejo nem a novela, nem o Big Brother, sinto-me inteiramente desclassificado.
Na África, Lula se diz imune a nervosismo eleitoral
Do portal Terra.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje em Argel (Argélia) que não quer deixar que o "nervosismo eleitoral" influencie suas ações ao longo de 2006. Ele afirmou, no segundo dia de sua viagem à África, que um presidente não tem que pensar em reeleição, mas sim em governar até o último dia de mandato.
Claro! Espertamente, e na minha modesta opinião, exatamente como sempre fizeram todos, continua fazendo suas inaugurações (quase sempre de coisas de pouca serventia, mas que iludem a população menos esclarecida), viaja de lá pra cá e vice-versa, aproveita-se da cobertura da mídia geral e vai fazendo sua campanha eleitoreira.
Dessa forma, não precisa ficar com o tal “nervosismo eleitoral”. Tá imune, o LuLLinha! Enquanto isso, o PSDB especula se é melhor enfrentar a “fera” agora ou se espera a eleição de 2010. Se vai de Serra ou Alckmin.
A notícia: "Uma quadrilha de seis homens encapuzados, armados de revólveres, invadiu no início da madrugada desta sexta-feira o sítio Serra Azul, em Ituverava (SP), e roubaram 50 galinhas e quatro porcos. Na ação, os criminosos fizeram o caseiro do sítio refém por cerca de três horas, após arrombarem a porta da casa.
De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, o caseiro ficou amarrado durante a fuga dos criminosos e, por volta das 3h30 de sexta, conseguiu se soltar. A quadrilha ainda levou seu celular e um equipamento para aplicar choques no gado."
A matemática: Cada um dos encapuzados (pra quê tantos?) vai poder comer galinha durante um bom tempo. Isso além de um leitãozinho a pururuca, pernil etc...
Quando a gente viaja, ou se liga a um trabalho, ou empreendimento, por mais tempo, do tipo que nos afasta da rotina normal, a volta aos padrões habituais é meio demorada. Uma semana em São Paulo, naquele corre-corre típico da enlouquecida Megalópole, conseguiu deixar-me meio atarantado. Tenho trabalhado “batido”, sem parar, mas ainda não consegui retomar meu ritmo normal. Até que do trabalho, tenho dado conta, mas das coisas do Observador, ta complicado! Estou tentando criar um nicho, um espaço, alguns momentos, para poder responder os comentários, visitar os amigos e, até mesmo, postar. Resultado: só consigo falar disso, falta de tempo, e me desculpar pela ausência momentânea do meu blogue. A partir de amanhã, dedicarei uma horinha por dia, mais não vai dar, ao Observador.
ATÉ O FIM DA SEMANA ENTRO NOS EIXOS. ps: ai, como na próxima segunda, dia 13, volto a Sampa, “entorta” tudo de novo!
Recebo do Crea (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia), via Mútua Caixa de Assistência, uma proposta de “Seguro de Responsabilidade Civil Profissional”.
Destaque da capa do impresso.
Mesmo não tendo lido com a devida atenção (valeria a pena?), não vou fazer esse seguro.
Do que entendi, rapidamente, deve ser um negócio, “tipo” a gente ouve falar, que os médicos americanos tem para “atender” os seus pacientes e clientes em casos de erros de atuação. Melhor dizendo, “pra segurar a barra” deles quando cometem enganos , ou não, e são processados. Na verdade, isso lá pelos “esteites”, virou uma verdadeira indústria, que “premia” advogados (ah, essa parcela laboriosa da diligente categoria judiciária!) e injuriados (ou pseudo-injuriados).
Não assino, nem penso em fazer tal seguro. E explico porquê:
1-ainda sou do tempo em que se acreditava na sua própria competência e na seriedade, de parte a parte, do profissional e do cliente (“cuidado, Fernandão, isso é coisa do passado”, dir-me-ão os mais cuidadosos);
2-acredito que, no momento em que tal contrato, tal seguro, cair no conhecimento público, os processos virarão rotina. Qualquer cliente poderá, a guisa de qualquer besteira, processar o profissional. Que, escudado e defendido pelo tal seguro, simplesmente ficará isento dos erros cometidos. Tipo, “pagando bem, que mal tem?”. “Errei, e daí?”. Cada contrato, cada acerto com os clientes, terá de ser uma coisa acompanhada de tais cuidados, assessoria de advogados, etc, que fazer um projeto será um “saco”. Além de uma permissão, que seja meio encoberta, para fazermos qualquer “cagada” em paz. Pode ser que, para quem executa uma obra, isso seja “interessante”, mas mesmo assim, não farei tal seguro;
3-não tenho tantos projetos, ou obras, para me permitir ter tal preocupação;
4-se essa coisa, esse tipo de coação ao profissional, virar moda, sinceramente, “tô fora”. Estou num patamar profissional e etário, além do financeiro, que me permite isso; -Creio-me um bom profissional, que pouco erra;
-Já passei da idade de cometer loucuras em busca de possíveis afirmações como Arquiteto;
-Não ganho tanto assim, ao contrário, que possa me preocupar se tiver que parar de fazer os meus projetos para qualquer um.
POSSO ESTAR ENGANADO, MAS NÃO PENSO EM FAZER TAL SEGURO! ps: ainda não sei se tal seguro é obrigatório. Será?
Um belo dia uma figura, inteiramente desconhecida, aporta aqui no Observador. Com um nome, ou codinome, estranho e diferente. Nem me lembro exatamente quando, mas foi a algum tempo atrás. Tipo mais de um ano. Fez um comentário. Interessante ou curioso, nem me lembro. Era o Strix!
De vez em quando o Strix voltava. Inadvertidamente, quando menos se esperava. Ai, passava um tempão sem aparecer. Coisa mais do que normal. Afinal, ninguém precisa bater ponto aqui no Observador.
Mas, eis senão quando, direi uns seis / oito meses atrás, o Observador passou a contar com a presença rotineira, mas sempre agradável, do Strix. Comentários muito doidos, alguns, meio desbocados (ou pouco mais), outros, o amigo passou a fazer parte integrante desse espaço. Quando não recebo um comentário diário do “véio” Strix, chego a pensar que alguma coisa pode ter acontecido. Faz falta, o “cara”!
Pois hoje, dia 4 de fevereiro, é o aniversário dele!
Desejo ao desconhecido / conhecido amigo os votos das maiores felicidades, os célebres muitos anos de vida, ao fundo o “jingobeu” e tudo de bom que ele possa merecer! Grande abraço!
Márcio Thomaz Bastos e Nelson Jobim. Exemplares raros e destacados do nosso (nosso quem, cara pálida?) Poder (Foder) Judiciário.
Se existe coisa mais sem graça e prepotente é esse tal de Judiciário. Se existe um destaque, destacado (com minhas desculpas pela exagerada redundância), o cetro está sendo arduamente disputado pelas duas "excelsas" figuras acima enunciadas. Figuraças!!!
PODRES PODERES! ps:mesmo sendo páreo duro, o tal do Jobim é o meu favorito!
Depois desses quase oito dias sem blogar, agarradão que estive no “trampo” da Casa MB (aliás, trabalho cheio de graça e felicidade!), chego aqui, na frente do meu teclado e puxo pela vontade...e nada!
Creio que vou precisar, como nos carros sem bateria, pegar no tranco.
Muito trabalho, corre-corre geral, pra poder colocar em ordem as coisas na obra da Casa MB. Alguns erros que não deveriam acontecer, alguns acontecimentos típicos de obra, escolha de materiais, andar de carro daqui pra la, e vice-versa, ajudar nas compras e escolhas, puta trampo!
Pode parecer mentira, mas não paramos, desde a 6a feira passada, mas o saldo foi inteiramente favorável. Conseguimos reverter a postura do empreiteiro, boa gente mas que parecia distraido com a execução da obra, deixando as coisas correrem meio frouxas. Tivemos que dar um belo dum aperto no cara e o panorama da obra mudou radicalmente. O trabalho, quase de catequese, que tivemos de fazer foi enorme. Mas, valeu!!!
Viajo, amanhã de manhã de volta para o Rio, não sem antes ainda dar uma última visitada na obra, certo de que agora a coisa entrou nos eixos, Em lá chegando (no Rio), vou dar uma ajeitada na minha caixa de comentarios, responder a todos e reestabelecer o ritmo e a ordem na casa!
Farei, tambem, um resumo geral das andanças e correrias paulistanas.