Um tiro no pé às portas da eleição Com seus métodos criminosos, o PT lançou o país em uma grave crise política. Às vésperas da eleição presidencial, o PT cometeu uma violência ao tentar influir nos resultados do pleito estadual paulista pela compra e divulgação de um dossiê falso sobre adversários. O crime foi descoberto.
Tensão e dinheiro na chegada A poucas horas do segundo turno, partido do presidente Lula tenta impedir na Justiça a divulgação das imagens do dinheiro com que petistas pretendiam comprar o dossiê contra o tucano José Serra.
[Nota minha: Obra, tentativa, de quem? Quem mais, além do capacho mau caráter Berzoini?]
O vôo cego do petismo O escândalo do falso dossiê revela que os petistas envolvidos fazem parte do círculo íntimo de Lula - e abre uma crise cujo desfecho é imprevisível.
Entrevista
Perdemos o sentido da civilização O jurista Célio Borja tem 78 anos e quase 60 de atuação na vida política. Ele testemunhou momentos de grave crise institucional, como o golpe de 1964 e o impeachment de Collor. 'Perdemos o sentido da civilização. E a mais importante prova disso é que uma parte considerável das pessoas que receberam o voto popular, que representam o povo brasileiro, tem uma conduta incompatível com um padrão mínimo de decência', diz sobre a situação atual
Domingo, cedinho, desço ao Rio, onde voto lá no Leblon.
Votarei, coisa que não faço faz tempo, para cuidar da minha saúde espiritual e não me sentir culpado, de não haver tentado impedir a reeleição direta, 1o turno, do “homi” , sem um cobiçado 2º turno.
Certamente, esse 2º turno, parece nada que possa impedir a continuidade do sujeito. Mas, acho que um 2º turno, que temos que tentar, pode servir como um balde de água fria, diminuindo toda essa prepotência e descaso que se vê, por parte do LuLLa. Temos que tentar, insisto!
Votarei: Presidente:Cristovam Buarque
Como dizia o Neném Prancha, treineiro de futebol de areia dos idos de 60/70, “já que a catastre é ineviatavia, arrecoa os arfe”.
Na verdade, gosto muito da proposta do Cristovam, da cura nacional, via educação. Governador: apesar dos pesares, da sombra maligna do Garotim, vou de Cabralzinho. Ou, não! Senador: vou de Sirkis Deputado Federal:Gabeira. Meu voto mais convicto! Deputado Estadual: dose!!! Não escolhi e acho que vai em branco.
Gostei do desempenho do três candidatos. Já que a única coisa (ruim) que poderia tornar as coisas chegadas ao baixo-nível fugiu do confronto, o resultado geral foi bom.
Surpreendeu-me a serenidade, digamos, da Heloisa Helena, que falou coisa com coisa, evitando aquele seu habitual (quase) destempero. Claro, atacou (tinha que atacar), o ausente candidato, mas teve uma boa participação. Até gostei!
Do maior rival, o Alckmin, manteve-se naquela posição elegante e, quase, clássica do sujeito que pretende derrotar o super favorito. Apesar de não vê-lo como o meu candidato, aquele que consegue me empolgar, não tenho dúvidas de que poderá fazer um bom governo. "Se eleito for", como gostavam de proclamar os candidatos, antigamente, cheios de pompa e circunstância.
Deixei para o final o Cristovam. Pra mim, a melhor participação! Claro, preciso, agressivo, em relação ao “coisa ruim” (aqueLLe que fugiu do debate), sem exageros, tem a única proposta, no seu teor mais importante, capaz de salvar o Brasil: A EDUCAÇÃO! Vou votar nele!
Se me perguntarem se eu acho que ele tem chance, a mínima, serei obrigado a reconhecer que não. Mas, como precisamos tentar o 2º turno, sempre é um voto a mais para encostar o “homi” na parede. Ai, 2º turno, caso haja (tenho profundas esperanças!), vou no, qualquer que seja, opositor ao degenerado candidato à reeleição.
Sobre o fulano, aqueLLe que renegou o debate, que frustrou os espectadores, que teve a pequenez de enganar a todos, alimentando falsas esperanças de vermos um debate democrático e que, com espúrias alegações e conversa pra enganar militante idiota, na última hora deu “as de vila Diogo”, só posso dizer que teve a única atitude que todos sabemos estar ao seu dispor mental: arrogância, prepotência e um medo que demonstra sua preocupação. Vil e covarde!
Onde eu deverei estar nessa próxima 2a feira, a execução do deck da piscina estava em pleno andamento. Estrutura do deck. Vista superior. Vista inferior
Pelas informações de ontem, chegarei lá para ver a forração, as réguas de piso, já no lugar. A própria piscina, que se vê, parcialmente, nas fotos, já teve seu azulejamento iniciado.
Ia esquecendo da lareira, abaixo. Faltam alguns complementos.
Fase final de obra é assim mesmo. Maiores cuidados, não só com a execução, por essa razão demorada, como quanto às reservas de "grana" do proprietário.
Quem é do "metier", manja do problema.
De lá, do "front", novas notícias.
Sem pedir a necessária licença, mas com a certeza de que o Nelsinho Motta entenderá, dada a oportunidade e o nosso “agreste” momento político.
Sala, cozinha e banheiro por Nelson Motta
“RIO DE JANEIRO - Em “ O charme discreto da burguesia “, o grande mestre Luís Buñuel contrapunha duas cenas surrealistas: num salão elegante, em volta de uma grande mesa, uma dúzia de convidados bebem, conversam e discutem educada e animadamente, todos sentados em vasos sanitários, de calças arriadas e vestidos levantados, fazendo o que neles se faz com naturalidade. Depois, um a um se levantam e se trancam nos banheiros, onde devoram voluptuosamente pratos cheios de carnes sangrentas e gordurosas, restos de comida lhes escorrem pelos cantos da boca, grunhem e rosnam como animais selvagens.
A metáfora bestial é um comentário irônico do mestre sobre a precariedade da condição humana e as hipocrisias da civilização moderna. É o que eles são em essência, o comportamento à mesa é apenas uma representação, onde cada um faz um papel.
Mas até o surrealista Buñuel se surpreenderia com o Brasil real, com tantos homens públicos que são metáforas ambulantes que comem e “descomem” à vista de todos, sem qualquer vergonha de uma coisa ou outra. A burguesia não tem mais o charme dos tempos de Buñuel, a elite sindical que se aboletou à mesa do poder não tem nada de discreta, muito pelo contrário. Há uma grande confusão entre a coisa pública e a privada.
Quando comecei a escrever na Folha, o diretor de redação me deu boas vindas e plena liberdade e fez uma única recomendação: manter a classe, nunca baixar o nível, criticar de “ black tie “.
Resisti sempre, mesmo navegando no mar de lama, mas hoje, revendo a obra-prima de Buñuel, não pude deixar de me lembrar do Brasil e sucumbir às metáforas fisiológicas do mestre, que são apenas discretas e charmosas diante da escatologia e vulgaridade que dominam a vida pública brasileira.”
Aos poucos, a obra começa a tomar forma. Ou melhor, aos poucos o terreno natural vai cedendo espaço para receber a edificação.
Muito embora a vegetação seja precária e quase inexistente, em relação ao terreno, propriamente dito, sempre tivemos, como ponto de partida , agredi-lo o menos possível. Nada de cortes exagerados, remoções de árvores, enfim, se possível, deixar o terreno como o encontramos. Assim procedemos.
No momento, estamos executando as fundações, sapatas diretas.
Nas fotos, a seguir, temos:
Aspectos da marcação (gabarito)
Chegada de material e cavas de fundações. Sapatas, diretas. Uma vista geral da marcação, dando idéia da extensão da casa. Os Arquitetos.
A esquerda, Andrés, o pai da criança. A direita, eu, o “embalador” da criança.
Entre ontem (27 de setembro) e amanhã (29 de setembro), deveremos ter concretadas todas as sapatas e montando os pilares do piso da primeira laje. A seguir, formas das lajes dos níveis inferiores. Dadas as condições do terreno, a edificação está escalonada em três níveis, ou meios níveis.
Sobre coisas como essa que relatei no post abaixo, estou num momento de muita satisfação com as coisas daqui da serra, de Petrópolis.
Nada como uma cidade pequena, pra você conseguir que a boa-vontade se manfeste.
Junto com a educação e a cortesia.
A data estava marcada: 26 de setembro, 10 horas, lá no Detran, daqui de Petrópolis. Pra eu começar o processo de renovação da minha CNH (Carteira Nacional de Habilitação).
Marcado pras dez, cheguei no local as 9,10 horas. Sempre chego antes.
No balcão de atendimento: “O senhor trouxe a carteira de identidade?” “Claro, sempre ando com ela” ,
respondi apresentando a carteira de motorista, que eu uso, pra tudo, como identidade. Lá tem todos os dados, foto, pai e mãe, etc. “Essa não serve, tem que ser a de identidade. Essa é de motorista” “Pois eu só tenho essa, só uso essa. E não entendo como, se em todos os lugares em que preciso, aceitam essa carteira, exatamente aqui, no órgão emissor, me dizem que não aceitam”,
já colocando a minha surpresa e indignação. “Vou ter que chamar o chefe do serviço” “Pois chame! Eu só tenho essa carteira e quero que me expliquem porque não serve”
Um ou dois minutos depois, surge o chefe. Simpático, atencioso, falando em português correto e educado, reafirma: “Infelizmente, sr.Fernando, é norma do Detran. Precisamos de outro documento de identidade. O senhor não tem a carteira do CREA?” “Tenho, claro. Mas não uso pra isso, já que eu só tenho a carteira de anotações, que, por sinal, está quase aos pedaços. Como é mesmo seu nome?”
“Paulo” “Pois olha, Paulo. Já que não podem aceitar essa carteira, do próprio Detran, como identidade, gostaria que me fosse passado isso, por escrito, pois custo a me conformar com tal exigência” “Infelizmente não posso dar tal declaração. Vou, então, telefonar para o Rio, lá para o meu chefe, pra saber o que ele decide”
Cabe esclarecer, que durante toda a nossa conversa, o Paulo esteve, sempre, cordial e educado. Aliás, até para espanto meu, eu também.
Puxei do bolso, outra carteira, mais antiga, que eu tirara em São Paulo, igualzinha a que eu estou renovando e mostrei ao Paulo. Ele olhou, já meio sem graça, face aos meus argumentos, e reiterou:
“Vou ligar, agora mesmo, para o Rio” "Olha, Paulo. Liga não!. O cara, lá no escritório do Rio, atrás de uma escrivaninha, telefone na mão, sem ver nossas caras, distantão, vai dizer, qualquer um diria, que não dá!” “Sabe que o senhor tem razão, “séo” Fernando. Vou fazer diferente. Já vi que o senhor é uma pessoa educada, que seus argumentos são mais do que razoáveis, e vou atender o senhor. Tenho a certeza de que eu terei ganhado um amigo Arquiteto e que o senhor terá uma amigo aqui no Detran. Além do que, regras e regulamentos são para serem “quebrados”, quando o bom senso se impuser”
Dito e feito, liberou-me, fui fotografado e o início da renovação da minha CNH estava cumprido. Ainda conversamos mais algum tempo, contei, sempre conto, algumas coisas curiosas, e pude constatar que, apesar dos esforços contrários, ainda existe vida inteligente no planeta. E que, uma boa argumentação, apoiada na boa educação e respeito, sempre funciona.
Hoje, 28 de setembro, fiz a provinha escrita (opção minha) e o exame pericial. Tudo aprovado, dia 4 minha carteira nova estará pronta. Sobre essas coisas, outra estória.
Recebi do amigo Alberto Lyra, Aly, do Letteri Café, e, pela evidente utilidade pública, passo adiante. Creio estar prestando um serviço de saneamento da nossa lingua.
"Não, por favor, nem tente me disponibilizar alguma coisa, que eu não quero.
Não aceito nada que pessoas, empresas ou organizações me disponibilizem. É uma questão de princípios. Se você me oferecer, me der, me vender, me emprestar, talvez eu venha a topar. Até mesmo se você tornar disponível, quem sabe, eu aceite. Mas, se você insistir em disponibilizar, nada feito.
Caso você esteja contando comigo para operacionalizar algo, vou dizendo desde já: pode ir tirando seu cavalinho da chuva. Eu não operacionalizo nada para ninguém e nem compactuo com quem operacionalize. Se você quiser, eu monto, eu realizo, eu aplico, eu ponho em operação. Se você pedir com jeitinho, eu até implemento, mas operacionalizar, jamais.
O quê ? Você quer que eu agilize isso para você ? Lamento, mas eu não sei agilizar nada. Nunca agilizei. Está lá no meu currículo: faço tudo, menos agilizar.
Precisando, eu apresso, eu priorizo, eu ponho na frente, eu dou um gás. Mas agilizar, desculpe, não posso, acho que matei essa aula.
Outro dia mesmo queriam reinicializar meu computador. Só por cima do meu cadáver virtual. Prefiro comprar um computador novo a reinicializar o antigo. Até porque eu desconfio que o problema não seja assim tão grave. Em vez de reinicializar, talvez seja o caso de simplesmente reiniciar, e pronto.
Por falar nisso, é bom que você saiba que eu parei de utilizar. Assim, sem mais nem menos. Eu sei, é uma atitude um tanto radical da minha parte, mas eu não utilizo mais nada. Tenho consciência de que a cada dia que passa mais e mais pessoas estão utilizando, mas eu parei. Não utilizo mais. Agora só uso. E recomendo. Se você soubesse como é mais elegante, também deixaria de utilizar e passaria a usar. Sim, estou me associando à campanha nacional contra os verbos que acabam em "ilizar".
Se nada for feito, daqui a pouco eles serão mais numerosos do que os terminados simplesmente em "ar".
Todos os dias, os maus tradutores de livros de marketing e administração disponibilizam mais e mais termos infelizes, que imediatamente são operacionalizados pela mídia, reinicializando palavras que já existiam e eram perfeitamente claras e eufônicas.
A doença está tão disseminada que muitos verbos honestos, com currículo de ótimos serviços prestados, estão a ponto de cair em desgraça entre pessoas de ouvidos sensíveis.
Depois que você fica alérgico a disponibilizar, como vai admitir, digamos, "viabilizar"?
É triste demorar tanto tempo para a gente se dar conta de que "desincompatibilizar" sempre foi um palavrão.
Precisamos reparabilizar nessas palavras que o pessoal inventabiliza só para complicabilizar.
Caso contrário, daqui a pouco nossos filhos vão pensabilizar que o certo é ficar se expressabilizando dessa maneira.
Já posso até ouvir as reclamações: "Você não me vai impedibilizar de falabilizar do jeito que eu bem quilibiliser".
Em qualquer ordem, de qualquer maneira, de cima pra baixo, vice-versa, de um lado para o outro, seja como for, esses três caras configuram a minha Santisima Trindade musical.
Mas essa euforia forçada do LuLLa, na reta final, falando a toda hora que vai liquidar a fatura no 1o turno, parece-me uma certa preocupação com o resultado da atuação dos aloprados (palavras deLLe) do seu partido.
Isso sem contar a comparação ao Cristo e ao Tiradentes, e os traidores de então.
Urgentemente, preciso comprar um teclado novo!
Tarefa nem tão complicada, pois teclados os comuns (meu caso), são das coisas mais em conta entre os “trecos” de computadores.
Dá pra (não) ver as letrinhas que sumiram.
O último que comprei, esse pretinho da foto, que está ficando “cego”, embora funcionando legal, perdeu as letrinhas e eu, que se não olhar pra procurá-las fico doidinho, tenho que sair em campo e comprar um novo. Tentei limpar, ver se havia um rebaixo nas letras, que me permitisse preencher com alguma tintinha, ou algo parecido, branca, mas não deu. Quando comprei esse pretinho, foi para que a natural sujeirinha, que aparece normalmente, ficasse mais imperceptível. Assim não precisaria ficar limpando o bicho. Não contava com a “cegueira” do teclado.
Acho que vou voltar aos branquinhos mesmo!
Apesar da débil apresentação da equipe feminina de basquete, na disputa do terceiro lugar, contra o fortíssimo time americano (onde ficou claro que não houve uma esquematização para enfrentar o tipo de jogo que elas gostam de fazer), o resultado final, nossa quarta colocação, a lembrança da “surra” que demos nas campeãs européias (Republica Checa) e alguns bons momentos, resultaram em saldo positivo para nossas meninas. A torcida presente ao Ibirapuera soube bem compreender o esforço, apoiou e aplaudiu, sempre, nossa equipe, e conseguiu emocionar a todos.
Especial destaque, nesse capítulo emocional, para a nossa grande craque Janeth Arcain, que, aos 37 anos de idade, participou do seu último mundial. Uma das nossas maiores jogadoras de todos os tempos (eu, pessoalmente, a coloco no mesmo patamar da Hortênsia e da Paula), vai deixar saudades para quem se acostumou a vê-la, jogando e vibrando pelo Brasil.
Falando para jornalistas, sobre seus amigos, Lorenzetti, Expedito e Bargas, esqueceu do Freud, (e não venha o Presidente dizer que eles não eram seus amigos), LuLLa disse que o que eles fizeram foi uma “imbecilidade”, uma “insanidade”. Disse não entender a atitude deles, classificando-as como “um momento de loucura”. Esquece o LuLLa, que os seus rompantes, seus desvarios, e não foram poucos, a sua cumplicidade com tantos outros petistas, que cometeram tantos outros atos parecidos, ou piores, e foram por eLLe desculpados e protegidos, é o que mais serve como exemplo e indução para as tais, “insanidades”, “imbecilidades”. Culpou os "meninos"! Coitados, eles não sabem o que fazem!
O exemplo do chefe, serve de indução a esses pobres diabos que o elegem como paragdigma.
CORPO INSANO...MENTE INSANA ps: resta saber, como pergunta o Moreno em sua coluna desse sábado, quem vai preparar o churrasco hoje.
Parece nome de um instrumento musical, até! Grande amigo, Arquiteto dos melhores, tremendo compositor e pintor.
Não consegui ir à abertura da exposição do cara, que vai até o dia 20 de outubro, lá na Vila Riso.
E não é que o Mengão mandou a terceira seguida!
Sempre com aquela mania de deixar-nos, torcedores, na maior angústia.
1X0, 4X3 e agora outro 1X0. Aquela margem mínima, pra não dizer que não venceu.
Mas, como dizem lá prás bandas do meu nordeste: "melhor que diabo de nada"
Né por nada, não, mas dessa vez eu acho que os “caras” da Citroenacertaram na mosca.
O carro ficou bonito, lindo mesmo!
E, dizem, com um preço altamente competitivo, próximo aos 70 mil reais.
Quer dizer, competitivo, pra mim, nesse caso significa proibitivo. Mas tá lindo, o automóvel!
E, ainda vale a pena dar um clique, abaixo, pra ver o comercial que está incrível.
A gente, por culpa dos afazeres convencionais, ocupado com projetos normais, obras por tocar, cliente por satisfazer, e “otras cositas más”, fica um tempo sem ver o que existe, o que se está fazendo, as tais novas tendências, os trabalhos dos grandes escritórios, nos grandes centros, e quando chega perto.......leva um susto.
Trabalhos de um grande escritório suiço, Herzog & de Meuron:
1e 2-Edifício Roche, fabricante de remédios Suiço
3-Pavilhão para Festival de Música, Parc Haut-Jura/França
Confesso que preciso de um tempo para absorver.
Por ora, sei lá se gosto, ou não gosto.
35% dos meninos já se apaixonaram pela professora; 40% dos homens se negam a participar da limpeza de casa; 46% das mulheres praticam sexo anal com seusparceiros; 56% das mulheres dormem nuas de vez em quando; 70% das mulheres preferem transar de manhã; 90% das mulheres gostariam de transar em contato da natureza; 99% nunca transaram no escritório.
Conclusão: Há mais probabilidade de fazer sexo anal com uma mulher no bosque, pela
manhã, do que transar a noite no escritório ...
Moral da História: Não fique trabalhando até tarde porque provavelmente você não vai comer
ninguém !!!
Diferentemente dos homens da nossa equipe de basquete, as meninas deram uma demonstração de competência e vontade, dando um banho nas checas: 75x51, sem deixar, em momento algum, qualquer dúvida.
Amanhã, jogo durissimo contra a Austrália, que, inclusive, já nos derrotou na fase classificatória. Mas, depois dessa exibição de hoje, quem sabe?
Mas, pelo sim, pelo não, o Berzoini, essa flor de pessoa, caiu.
E o Mercadante despachou o seu assessor de campanha.
Mas é tanta burrice, a tal burrice prepotente, de quem se sente acima da carne seca, que eu só posso imaginar que nem o LuLLa, ou o Mercadante, estejam envolvidos com tais idiotices.
Mas, também pode ser outra coisa: "faz, fulano, se der merda, eu digo que não sabia e te demito".
Outro dia coloquei um "escrito", aqui no Obs. sobre a tremenda falta de noção de oportunidade que o Chico Caruso, notável chargista e homem de cultura e inteligência acima do comum, havia cometido.
Ainda sobre aquele horroroso acontecimento, com os 5 jovens que morreram na Lagoa, saiu de suas normais atribuições e resolveu escrever o seguinte artiguete no Globo, 2a feira, 18 de setembro:
Longe de mim querer crucificar o Caruso, quem sou eu?, mas, como intitulei esse "escrito", Tem Momentos em que a gente tem que se mostrar menos, digamos, loquaz e segurar o que gostariamos de dizer.
Manjam aquele ditado que diz "não vá o sapateiro além do sapato", por ai.
Dizer que a cerveja não pode ser culpada, que o vilão da estória é o hidramático, apoiar-se nas palavras inconsequentes do Goldin (outra derrapagem), nem parece coisa do Chico Caruso.
Fiquei penalizado, o cara é dos bons, mas que ele escorregou, deu c´os burros n´água, disso não se pode duvidar. Nem ele!
Aqui, reinvoco a minha sábia mãe, D.Maritinha, que sempre dizia:
Enquanto tento colocar em dia as respostas aos comentários, e já lá se vão umas duas horas de teclado, meu iTunes tocando as minhas músicas, eis que aporta aos meus ouvidos o CD completo, MP3, da Diana Krall. Maravilha!
10,37 da noite.
E VOLTEMOS ÀS RESPOSTAS. ps: mas com a Diana ao fundo. Bão, muito bão!
Começamos uma obra nova aqui em Itaipava. Projeto do meu sócio Andrés Cebrian, com minha participação nos detalhes e projetos de instalações, e acompanhamento da execução em partes iguais.
Como quase tudo que se projeta e constrói aqui na serra, o terreno é numa pirambeira.
O Arquiteto e sua cria. Ainda em gestação.
Vistas interessantes, descortínio quase total do horizonte, mas, diferente de uma grande parte dos terrenos locais, o local é desprovido de qualquer vegetação ou arborização sugestiva. Matinho baixo e solo árido, para o qual deveremos dar um belo trato para “naturalizar” a casa. Já contatamos com Paisagistas locais e vamos dar início, tão logo essas escavações e seus resíduos arenosos permitam, à tarefa de plantar e arborizar.
Marcações, e cavas de fundação.
Uma residência interessante, com uns 350m2 previstos, estrutura mista em madeira e concreto (pilares e vigas de madeira e lajes em concreto), numa obra que deverá ser executada por etapas. Aquele velho problema do orçamento.
Estamos iniciando as fundações da edificação principal e casa do caseiro, deixando hóspedes e piscina, sauna e adereços, para quando o “tempo” melhorar. Se!
Por ora é correr para acabar fundações antes das chuvas chegarem (novembro), quando trabalhar em tal terreno vai ser para cabrito bem treinado.
Que derrapada, hein mermão?
Sair das charges maravilhosas, sempre oportunas, pra escrever as idiotices que você perpetrou, num exato momento de esmerdalhamento mental. Ou seria culpa das cervejas que possa ter tomado? Que derrapada, amigo!
Vai ver que naquele momento, quando você escreveu, estava com o seu hidramático ligado e passou dos limites.
Moral: se esborrachou!
Coisinha nojenta, típica dessa polítiquinha baixo nível que campeia no Brasil, alimentada pelo adepto-mor daquilo que eLLe denominou de "nova sociologia política", argh!!!, e pelo seu desconhecimento, repetidamente colocado, de tudo que acontece, às suas barbas, até por um cidadão que minutos antes era o seu verdadeiro anjo da guarda. Numa sala ao lado!
E dizer que esse cara, que joga na cara de todo o mundo "que as urnas e o povo brasileiro me farão justiça", e a verdade virá a tona, tem tudo para se releger.
Tinha me resolvido a não votar nessas eleições, mas tomei a decisão de descer, ir ao Rio para votar. Posso até nem escolher outros cargos, mas para Presidente, vou votar.
Não posso ficar com essa culpa de que nem tentei!
E que gentinha, cerca o sujeito!
NÃO DÁ!!! ps: e dizer que por muito menos,uma mísera Fiat Elba, o Collor foi defenestrado...
Belo filme, sobre a liberdade de imprensa e sobre as perseguições da época "macarthysta" nos States.
Tudo a ver com o George Clooney, que o produziu, e que é filho de um ex-jornalista, ancora de um grande programa de TV.
Boas interpretações e uma trilha sonora de arrepiar!
BOA NOITE E BOA SORTE! ps:sei que já passou faz tempo, mas eu não havia visto. Vi ontem..
Vai ver que eLLe tem até razão! Qual de nós, depois de tantos descalabros que essa cambada de "pralamentares" (assim mesmo) fez, e continua a fazer, ainda não pensou nisso?
Ah!, democracia, a que sacrifícios somos submetidos!!!
Bolívia, cedinho ainda, muy temprano, toca o telefone:
Trimmmm, Trimmmm, Trimmmmm.....
Voz de profundo sono, atende: “Ola!”
Do outro lado, uma voz roufenha se anuncia:
“Sou eu, Lula, Prefidente do Brasil”
“Quien? Lula? Brasil? No lo entiendo!”
“Lula, porra!” a voz rouca explode no telefone. “Prefidente do Brasil”
“Um momentito, estoy um poco sonolento, sabes. És muy cedo, temprano, me entiendes? Que queres?”
“Porra, Evo! Nozotru (a voz rouca tenta hablar castellano) não combinamos ustê dar um tiempo nesse caso da Petrobrás? Como és que tu me dás una mancada dessas? Quer me prejudicar? E tudo aquilo que combinamos, eu, ustê e o Huguito (aqui a voz rouca se derrama e fica amorosa), olvidaste?”
“Claro, Lula, claro! Pero tengo que tener posiciones nacionalistas, acá em mi tierra, sabes? Asi como usted em tu pátria. Defendes la Petrobrás allá e yo ataco por acá. És la regla del juego.”
Nessas alturas, tantas palavras e explicações em espanhol, Lula, quase sem entender mais nada, afinal não havia tradutor presente e, diferentemente de quando ele conversava com o Bush, onde um falava alguma coisa e outro respondia qualquer coisa, já que nenhum dos dois falava nada da língua do outro, do pouco que eLLe entendeu , sacou:
“Entonces, Evo, dá um jeito de retardar essa tomada de posição, eu vou refrescar por aqui, vou dar aquelas declaraciones pra enganar trouxas e depois nozotru vamos ver como é que fica.”
“Esta bueno, Lullita (agora Evo começa a acordar e fica carinhoso). Dejare para el ocho que viene. Voy aprovechar e enviar comunicado a nuestro líder, Hugo Chavez, sobre nuestro acerto. Créo que ello va a se quedar contento.”
Meio emputecido, afinal o sonho delLe é ser igual ao Chavez, “lider, é o caralho!”, Nosso Guia, vira para o lado, puxa o travesseiro e volta a cochilar. Sonha com o mundo, afinal “o mundo me conhece”, como ele diz na propaganda eleitoral.
Minutos depois, na Bolívia, Evo vai pra cozinha preparar seu chá de coca.
No Brasil, eLLe levanta e toma a primeira do dia.
E lá vou eu falar de novela da Globo. Pois é!
A das sete. Cobras & Lagartos.
Certo, é um folhetim, logo vale tudo. Mas, um pouco de respeito à inteligência do telespectador, ao menos, seria razoável.
Mas não! Os autores tem certeza, e o Ibope reafirma, novela tem que ser assim, para idiotas.
Nem vou falar da imensa falta de caráter de quase todos, pois serão rigorosamente punidos pelo autor, na última semana. Todas as coisas que um imbecil medianamente idiotizado resolveria, os mocinhos, notadamente, nem conseguem imaginar. E, a partir dessa indigência mental generalizada lá vai a novela. Aceite-a ou afaste-se, sr.Observador, porra!
Mas, hoje, eis que o mocinho bundão, um grandão que só faz merda a novela inteira, depois de ser preso pela vilã semi-principal, livra-se, salva a dita vilã semi-principal de uns bandidos e escapam, os dois, de carro, ele dirigindo. No quadro seguinte ele está amarrado a uma cama, a segunda a que ele consegue ser amarrado (pela vilã semi-principal), sem que se saiba como e/ou porquê. ????? Até meu sogro, inveterado acompanhador de todas as novelas, perguntou, sem entender nada: “Ué, ele não estava livre, dirigindo, e até salvou a VSP (vilã semi-principal)? Como é que ele apareceu, de novo, preso na cama?”
Sem que nenhum de nós, minha mulher também assistiu à insólita cena, conseguisse uma explicação que fosse, dei o meu palpite: “Vai ver que é uma espécie de tara sexual do bonitão. Tipo, é assim que ele goza. Tem tara pra tudo.”
SÓ NOS RESTOU RIR DE TANTA BOBAGEM ps:vou parar de dizer que não vejo novela.
PROJETAR E EXECUTAR É UMA BOA SOLUÇÃO PARA ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA?
Ter um escritório que se dedique exclusivamente à elaboração de projetos ou enveredar também pelo caminho da construção das obras?
Uma questão levantada pela revista AU, que merece nossa total reflexão. Vale a pena discutir esse assunto.
Coloquei um apideite, importante, naquele post das Calçadas 2, das belas, simples e elegantes calçadas, como segue: apideite importante: que fique bem claro, e destacado, que essa bela proposta de calçada, foi feita pelo grupo de Arquitetos, de São Paulo, componentes do blogue Architecture.
Eu, bem que gostaria de ter feito, mas, "o seu, ao seu dono", como dizia um antigo ditado.
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AOS AUTORES, MEUS PARABÉNS E OS CRÉDITOS, REITERO!
Perder, mesmo que tenha sido por jogarmos muito mal, ainda vá lá. Agora é ir para as oitavas de final com outra determinação, e pronto. Quem sabe, chegamos lá.
Mas, aqui pra nós, aturar aquele uniforme feio e mal enjambrado, todo repuxado e "troncho", pega muito mal. Pra quem desenhou (lamentável), e pra quem produziu (que porcaria). Deselegância e mau gosto, insuperáveis.
Acho que as meninas da Seleção mereciam algo melhor. Talvez, quem sabe, até jogassem mais.
UNIFORMEZINHO DE QUINTA CATEGORIA! JOGO.... ps:minha mulher, que via o jogo, detestou o tal uniforme.
Nosso grande ícone do esporte, nosso super grande campeão, agora, e infelizmente, no ocaso de sua carreira, está parecendo time de futebol carioca. Como seu jogo não consegue sair, troca de técnico.
Quando o que está fazendo falta é jogo mesmo.
Também, quem mandou contratar um técnico argentino!
PARA GUGA! TÁ MAIS DO QUE NA HORA! ps: dá pena dizer isso, mas....
Sem exageros, sem aqueles maneirismos de parecer a nova Billie Holiday, "Half The Perfect World", é uma boa recomendação para quem gosta de boa música e pra quem gosta da Peyroux. Baixei pelo eMule, numa boa!
Quando terminou a malfadada Copa do Mundo, ainda no vestiário, o Juninho disse que pra ele Seleção era coisa superada. Que deixaria o lugar para ao mais novos, etc, etc.
Ontem, no jogo entre a Lyon e o Real Madrid, o sujeito jogou paca. Melhor em campo!
Será que o Dunga vai fazer de conta que não viu?
Será que o próprio Juninho falou sério, depois da Copa?
Será que, de uma hora pra outra, ele se tornou descartável, a ponto de nem merecer ser lembrado?
E vamos ao post, citado no meu escrito anterior, do blogue Architecture, onde um belo, simples e elegante exemplo de como as calçadas de São Paulo poderiam ser, aparece claramente. Segue:
Quarta-feira, Maio 18, 2005
AGORA VAMOS AOS FATOS
Muito antes da prefeitura fazer esse fórum - na verdade, muito antes da atual prefeitura assumir o governo, e desenvolver esse rascunho de minuta de projeto de lei que vai ser votado, o Colégio São Luís contratou meu escritório pra desenvolver um novo padrão de calçada para o quarteirão para onde está instalado, na avenida Paulista.
Segue um parágrafo da apresentação do projeto ao cliente, em novembro dezembro de 2004:
"O projeto caracteriza três faixas principais de calçamento, destacando a faixa de serviços, onde se encontram as instalações de infra-estrutura, o mobiliário urbano e o paisagismo; a faixa de transito livre, que privilegia o acesso e a facilidade de circulação dos pedestres; e a faixa de acesso aos imóveis, configurando uma zona de conforto para apreciação das vitrines, descanso e interação entre os espaços públicos e privados da cidade."
E segue uma foto de como a executamos em Março de 2005.
Muito nos lisonjeia a prefeitura adotar nosso projeto como referencia (até foram lá com a Globo para dar entrevista usando nossa calçada!) mas não custava divulgar os créditos do projeto.
Agora parece que eles projetaram e executaram. Enfim, eppur si muove.
escrito por Alberto 3:34 PM
COISA DE PRIMEIRO MUNDO. SP, MERECE (MERECERIA) apideite importante: que fique bem claro, e destacado, que essa bela proposta de calçada, foi feita pelo grupo de Arquitetos, de São Paulo, componentes do blogue Architecture.
Eu, bem que gostaria de ter feito, mas, "o seu, ao seu dono", como dizia um antigo ditado.
fcals
Quando morei em São Paulo, uma das coisas que mais me incomodavam, seja do ponto de vista do usuário comum, seja pela visão do Arquiteto que sou, ou até mesmo por prezar a qualidade da cidade em que morava, e de que gosto muito, eram as calçadas. Considerava espantoso que uma cidade do porte de São Paulo, a maior cidade do Brasil, com toda a pujança e riqueza que possui, tivesse tal menosprezo, tanto de quem administra a cidade, quanto do proprio morador, pelos seus “passeios públicos”. Aquela, a Prefeitura, pouco se empenhando em dar a mínima qualidade e segurança ao local por onde circulam seus moradores. Esses, os moradores, devastando as calçadas em frente às suas moradias, simplesmente pensando no seu próprio bem-estar. Tipicamente, o caso do roto e do esfarrapado. Um matando, o outro esfolando.
Morei, durante meus quatro anos de São Paulo, em uma ruazinha do Brooklin, gostosa e descansada (pena, mas o Brooklin está, rapidamente, sendo devastado pela especulação imobiliária e vai acabar...), onde não havia uma definição clara de como deveria ser a calçada pública, que tipo de padrão, como fazer as rampas de acesso de automóveis, níveis, etc., formando, então, os passeios, uma verdadeira teia de surpresas e armadilhas para o transeunte. Situação que, imediatamente, pude compreender que era geral na cidade. Pensava eu, tolamente, que tal descaso estaria restrito às calçadas de ruas de menor, digamos, gabarito.
Qual! Ainda em minhas primeiras andanças paulistanas, visitando o escritório de um colega Arquiteto, plena Faria Lima, pude verificar que o descalabro era geral. E por ai, fui vendo, uma após outra, que as ruas de São Paulo, não tem calçadas que sejam, ao menos, razoáveis. São, TODAS, eu repito, TODAS, da pior qualidade.
Visitando outro dia, o blogue do Jayme, como eu um inveterado amante dessa megalópole alucinada, dessa cidade incrivel que é São Paulo , tomei conhecimento de que esses bizarros e descomunais, e mal colocados “outdoors”, que tanto enfeiam e poluem o visual, estão sendo objeto de uma legislação específica, restritiva e educada, que poderá trazer a limpeza que todos anseiam. Comentando, e apoiando, tal iniciativa, sugeri que a Prefeitura poderia aproveitar a ocasião e fazer uma investida, também, no sentido de normatizar as calçadas de São Paulo, englobando nesse mutirão os proprietários dos imóveis, obrigando-os a cuidar convenientemente das calçadas frente aos seus prédios, residências, escritórios, seguindo medidas, acabamentos e padrões definidos. Claro, alguma coisa a municipalidade deveria fazer, talvez dando, ou o material, ou a mão de obra para tal empreitada. Já pensaram como seria legal caminhar pelas calçadas paulistanas sem tropeçar em rampinhas, desníveis e outros “acidentes” usuais?
E olhem que nem estou a falar do quanto seria interessante e lindo, ver a cidade com essa horrorosa rede elétrica aérea, colocada subterraneamente. Antes de morar em São Paulo, tive a felicidade de ver, no meu querido bairro carioca, o Leblon, essa transformação acontecer, na via principal (Ataulfo de Paiva) e o resultado é algo que dignifica o morador. Sem falar que as calçadas do meu ex-bairro carioca, na mesma Ataulfo, são também deslumbrantes.
Sem sonhos, e em São Paulo, ao menos, QUEREMOS CALÇADAS DECENTES! ps: algum tempo atrás, vi, num post do ótimo blogue Architecture, um trabalho do escritório dos "caras", em um trecho de rua de SP, da maior qualidade. Tentei encontrar, mas não achei.
E, mesmo não investindo no (mau) hábito de falar em política, não posso deixar de observar, lendo em tudo quanto é canto, que o fenômeno, já constatado no blogue do Idelber, e repercutido aqui nesse observatório, o da influência reversa na política, na eleição (leia-se reeleição) Sem preciosismos ou preconceitos, a tal da classe média, que sempre influenciou seus empregados, o porteiro do seu prédio, sua cozinheira, os da chamada classe mais baixa, está sendo, isso sim, por eles, influenciada. Estarrecidos, ou anestesiados, até mesmo convencidos, aqueles que ditavam a norma, agora resolvem acompanhar essa maioria, como a dizer, talvez sem refletir, que se o cara tem tanta vantagem, tanta aceitação, alguma coisa de boa ele fez. Ou seria uma forma de jogar no time vencedor? Sei lá, mas é um fato! E por aqui, eu paro.
Mas, como ler, observar, até pensar, faz parte da minha maneira de viver, destaco o artigo do João Ubaldo, de domingo (10 setembro) no Globo, como exemplar. Como ele sempre diz, “papo de botequim do Leblon”. Do qual, à distância, participei lendo. Sem cair de porrada no candidato, ao qual ele já fez severas e pesadas críticas, de uma forma precisa, fala do que está acontecendo com o povo brasileiro. No ponto certo!
E VOCÊ, TÁ FALANDO DE QUÊ? ps: dois trechinhos do artigo:
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apideite: sobre o assunto, chamada da revista Veja: Lula está cada vez mais lá
O petista cresce nos setores que lhe eram mais críticos e pode estar criando um fenômeno novo: o voto do pobre influenciando o do rico. Desde a redemocratização do país em 1985, nunca um candidato chegou a um nível tão alto. ps: classe média, formadora de opinião....Qual!!!
O domingo esteve repleto de demonstrações esportivas dos chamados grandes nomes. Dos “monstros” do esporte.
Logo cedo, com início as nove da matina, show do Schumacher. Vitória categórica, a de número noventa da sua carreira, que ele resolveu encerrar esse ano, depois de conquistar tudo que era possível e deixar seu nome marcado como um verdadeiro gênio do automobilismo.
Na madrugada, outro gênio do esporte motor, ai em duas rodas, o Valentino Rossi, havia vencido mais uma prova da motovelocidade.
Pouco depois da F1, essa verdadeira máquina de conquistar títulos, nossa seleção feminina de voleibol, venceu a Rússia, categoricamente, e ficou com o primeiro lugar no Grand Prix.
Na natação, o atleta do Pinheiros, de São Paulo, César Cielo Filho, além de vencer seis provas, ainda se deu ao luxo de fazer um tempo, nos cem metros livres, de expressão internacional, baixando dos 49 segundos. Record Sul Americano.
E o tal do Roger Federer?
Que cracaço! Na final do US Open, contra o Roddick, mostrou mais uma vez que é, incontestavelmente, o número Um do tênis mundial. O Roddick bem que tentou, mas a maior categoria do Federer, prevaleceu. Venceu, até mesmo, confortavelmente.
Pra culminar, mesmo que a categoria “monstros” possa não lhe ser permitida, ainda teve a vitória do meu Mengão. Ganhamos do Botafogo, para desespero do meu sogrão, botafoguense apaixonado. Saímos do fundo do poço, mas o perigo persiste.
Pra quem imaginava -eu, por exemplo- que a reeleição do LuLLa seria uma manifestação da camada mais pobre da nossa população, anestesiada pelos “efeitos bolso-familiares” e da elite financeira, banqueiros e assemelhados, estimulados pelos “ganhos nunca dantes navegados”, além, é claro, dos adeptos inabaláveis do luLLo-petismo, foi com um verdadeiro susto que eu pude verificar, no blogue do Idelber Avelar, que fez uma amostragem-apuração, de quem votaria em quem, que o cara conta com o apoio de uma inestimável parcela da camada, digamos, pensante da população. Ganha, disparado o “operário”!!!
Sem dúvida que ganhar do Alckmin, não chega a ser nenhum galardão, mas eu jamais imaginei que eLLe pudesse ter tantos votos, e de tantas pessoas esclarecidas.
Pra mim, entre a surpresa, susto e constatação, só me restou chegar a uma posição final em relação ao que escrevo aqui no Observador. Acho que vou deixar de lado a minha constante posição de desaprovação ao “homi”, tentar entender o que se passa, e ficar meio de molho.
Pelo menos durante algum tempo, aqui não se fala mais de política.
Eu, que nunca votei no LuLLa, e que considero o sujeito um verdadeiro atraso para nosso pobre País, certamente devo ser um verdadeiro zero a esquerda no que diz respeito ao que seja pensar a política.
TÔ FORA!
ps 1: cansa menos!
ps 2: no entanto, vale a pena ler, o artigo do Dapieve, de hoje (08/09), no Globo.
O judeu, pois, vendo as multidões, subiu ao monte; e aproximou-se a platéia, e ele pôs-se a fazer seu stand-up, dando início a uma tradição étnico-vocacional que iria durar uns bons dois mil anos ou mais:
“Bem-aventurados os humildes de espírito, esses seres geniais – até porque restam pouco de nós hoje, hm?”
E eis que um dos discípulos bateu os pratos da bateria, e eis que a platéia riu. E o judeu prosseguiu:
“Bem-aventurados os que choram, porque pagar seis shekels no mercado por um cabrito para o Pessach não tem base. Por Javé, há que se pechinchar!”
“Bem-aventurados os mansos, principalmente os que chegam em casa e pegam a mulher na cama com um centurião romano: dar uma de bravinho numa hora dessas é passar pelo fio da espada, na certa.”
“Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque permanecerão com a silhueta que pediram a Javé, ao invés de engordar comendo ou bebendo bobagem”.
“Bem-aventurados os limpos de coração, porque coronária entupida é o fim”.
“Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados por termos inomináveis pelo lobby da indústria bélica mas poderão posar de esquerda chique.”
“Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque haverá um tempo em que será totalmente in ser presidiário, e ainda por cima controlar uma rebelião sem sequer sair da prisão”.
“Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem, perseguirem e disserem todo o mal contra vós por minha causa, pois podereis retrucar ‘ei, eu vi o primeiro stand-up dele e já percebi que não tinha a menor graça!’ “
E a todas estas se ria muito a multidão, e o judeu continuava:
“Vós sois o sal da terra; os sírios são a massa; os egípcios a calabresa; os bretões a cebola e os gregos as azeitonas: cuidai que os romanos estão aí a inventar um novo prato para patentear e comercializar no futuro.”
“Vós sois a luz do mundo – então virai um pouco para lá, pois nada pior na hora de fazer um stand-up do que o facho do holofote na cara.”
“Não pensai que vim destruir a lei ou o que disseram os profetas: os escribas semi-analfabetos já cuidam disso.”
“Ouvistes que foi dito: Não adulterarás. Eu, porém, vos digo que todo aquele que sequer olhar para uma mulher para a cobiçar deverá pensar antes nas juntas de bois, nos côvados de terra, nas vinhas e nas oliveiras que a esposa levará depois do divórcio – e então aquietará seu cajado.”
“Se o teu olho direito te escandaliza, arranca-o fora. Se tua mão direita é motivo de escândalo, corta-a e a lança longe de ti. Mas pára com os escândalos por aí, ou esta auto-flagelação reduzir-te-á a um bizarro homem-tronco”.
“Ouvistes que foi dito: Olho por olho e dente por dente. Eu, porém, vos digo que a qualquer um que vos bater na face direita – sinalizando pois um desafio para duelar – optai pelo velho olho por olho e dente por dente mesmo, que é mais prudente acabar cego e banguela do que perecer em um duelo ridículo”.
“Ouvistes que foi dito: Amarás ao teu próximo e odiarás ao teu inimigo. Eu, porém, vos digo: amai vosso próximo, odiai vosso inimigo e contai com um bom advogado”.
“Olhai as aves do céu, que não semeiam, nem guardam provisões, pois já têm quem faça isso por elas. Olhai os lírios do campo, que não trabalham nem fiam, pois sabem que há quem proverá tudo para eles. Ou seja, acabais de ouvir a primeira metáfora para a mãe judia”.
E mais e mais a multidão se ria, e a cada bem-aventurança do judeu o discípulo batia os pratos, e cada vez mais a platéia se animava.
Eis então que o judeu foi chamado a um canto por um homem, que lhe apresentou um cartão, disse ser um agente e pediu ao judeu para procurá-lo na segunda-feira. Entretanto ele advertiu: “Só cuidai para evitar piadas com a mulher de Herodes. O stand-up que te antecedeu, o Batista, incorreu nesta imprudência e pediram a cabeça dele.” E o judeu cochichou ao agente: “Tu sabes que stand-up é mesmo um martírio. Quando não são pessoas influentes se incomodando com o que dizemos, é a crítica nos crucificando”.
E eis que o judeu guardou o cartão do agente e voltou à montanha; e assim prosseguiu, dizendo à multidão: “Quereis agora ouvir a piada do bom samaritano ou a anedota do filho pródigo?”
E a todas estas a multidão se deleitando, pois via que rir era bom.
Porra, gente boa!
Dá pra entender a minha admiração por esse cara, o Nelsonque consegue escrever um texto desses?
Antes tarde do que nunca, lá vão os meus blogues indicados para o Blog Day.
Fujo da orientação, e indico cinco blogues meus conhecidos e que servem, pelo menos para mim, como referência e preferência.
Poderia citar dezenas, aliás, já estão. São os meus Obrigatórios.
Mas, como tenho que eleger apenas cinco, lá vai, lá vão:
Faz tempo que digo que o fato do LuLLa ter nascido no interior de Pernambuco, por ele explorado ao limite, bem como ter nascido de uma família pobre, todo aquele drama que eLLe tanto expõe, como se isso fosse capaz de avalizar o seu caráter - quanta besteira!- é algo que eLLe já esqueceu. E não é de hoje, da sua atual presença como Presidente. Na verdade, eLLe tem é vergonha e raiva de ter nascido por lá, e ter sido de família pobre. Até essa sua imponente arengação da desnecessidade de ter instrução, faz parte do seu imenso complexo.
Numa boa, o que eLLe mais desejaria, era ter nascido paulista, de preferência, na capital.
Li, em chamadas da revista Veja, a sinopse de um artigo, falando do livro de dois jornalistas, comprovando o que eu sempre pensei. Presidência :Um Lula como nunca se viu
Os jornalistas Eduardo Scolese, do jornal Folha de S. Paulo, e Leonencio Nossa, do Estado de S. Paulo, lançam o livro Viagens com o Presidente. Eles descrevem um Lula vaidoso a ponto de censurar um assessor por andar mal vestido ao seu lado e propenso a ataques de fúria, como o que o acometeu diante de um subordinado que se esqueceu de trazer-lhe uma toalha.
Às vezes, muitas vezes, fico meio sem-graça comigo mesmo. Algumas coisas que eu imagino que deveriam “passar” mais suavemente, digamos, pelo meu crivo pessoal, alguns pensamentos, algumas músicas, algumas pessoas, que eu vejo tanta gente boa babando por elas, e eu não consigo “afinar”. Sinto-me meio, ou bastante, preconceituoso, elitista, sei lá.
Uma dessas coisas que eu não “recebo” muito bem, assim de peito e alma abertas, encaixadão, é a tal música de raiz. Até gosto de algumas coisas, na verdade poucas, mas no geral não batem comigo. Falam tão bem dela, pessoas do meu relacionamento, gente que eu admiro e leio, que eu chego a me considerar culpado.
Tentar, bem que eu tento, mas não chego a gostar, venerar, ir às lágrimas, com nossos grandes compositores populares, como Cartola, Carlos Cachaça e outros do mesmo quilate.
Todos da maior qualidade.
Tenho várias músicas deles, nos meus arquivos MP3, quando ouço gosto muito, mas não consigo ouvir um disco inteiro, cinco ou seis músicas seguidas, sem me sentir desconfortável.
Mais ainda, jamais pensei em comprar um disco deles!
Como diz o Tuty Vasquez: Assim não dá!
Ana Paula Arósio e Edson Celulari fazendo papel de bêbados em “Páginas da vida”, francamente, os dois não têm a menor idéia do que seja um pilequinho sequer.
Aliás, mesmo pra mim que só vejo pequenos trechos, ocasionais, da novela, tanto o Celulari, como a Arosio, em matéria de má interpretação, estão dando banho. Parece que “empalaram” o casal, e os tornaram o tipo da coisa que parece que não é desse mundo.
Dizem que ela vai cornear o cara e ele vai mudar de lado. Talvez assim eles dêem uma sacudida em tão insípidos personagens.
São bons artistas, mas, minha impressão, não acreditamnos papéis que lhes deram.
O impossível acontece!
Daqui a pouco vou subir pra torcer pelo Vasco. Claro, nada tão natural ou espontâneo.
Mas, entre um time do Rio e outro de fora e, principalmente, entre o Boquirroto da Colina e o Arrogante do Timão, fico com o primeiro.
Voltei de São Paulo, já sem o dente da mordida, e comigo, trouxe o frio de lá. Na verdade, nem precisava, pois a temperatura, aqui na serra carioca, quando cheguei, estava batendo a de São Paulo. Pequena vantagem para a Paulicéia, apesar de tudo, pois o dia, quando sai de lá, estava lindo, e aqui em Petrópolis estava uma neblina baixa e um chuvisco chato e incomodante.
E, assim como anunciaram para Sampa, ontem a noite mais fria do ano, por aqui, pra não perder a primazia, fazem o mesmo anúncio. E chega de papo, que já está abaixo dos 10 graus e o frio aqui no escritório (10,27 da noite) começa a incomodar. Pra caminha e pros cobertores, Fernandão!
Anuncia-se para essa noite, na Pauliceia, a noite mais fria do ano. No que eu voltei da minha visita ao dentista, entre entrar e sair do consultorio, ja senti uma diferenca de temperatura de uns cinco graus.
Resultado da mordida na azeitona, que resultou na quebra de um dente da frente, eis-me desdentado.
Vou ter que passar uns dez dias economizando risos e sorrisos, até poder fazer um implante. Implante imediato, como me disse o dentista.
Probleminha:custa uma boa quantidade de grana.
Depois do jogo, mais tarde fomos almoçar, meu filho, nora e eu, num restaurante muito interessante daqui de São Paulo, Adega Santiago. Sampaio Vidal, esquina com sei-la-o-que, perto da Faria Lima.
Pedimos dois pratos de bacalhau, maravilhosos, deliciosos! Serviço e ambiente muito bacanas e atenciosos. Aquele lugar onde o garçon atende a gente como se fossemos o unico freguês no local. E olha que estava bem cheio.
Quase ao final do festim, ja na fase da mais pura gula, preparei aquele pratinho do arremate, coloquei umas lindas azeitonas pretas, reguei o bacalhau com farta dose de azeite - maravilhoso - botei a azeitona na boca, dei uma mordida errada e ....quebrei um dente. Bem na frente. Lá na raiz!
Claro, a partir dai desisti do tal arremate, perdi a graça e fiquei cabreiro.
Mas, o que comi, estava divino! Recomendo!!! Adega Santiago.
Agora, 7,30 da 2a feira, vou dar uma chegada na Casa MB, resolver uns trampos de obra e, ainda hoje, aqui mesmo em Sampa, espero ir a um dentista pra remover o claudicante dente. Ta penduradão!
Voltarei desdentado.
Depois, em casa, Petrópolis, completo o serviço.
Na verdade, nem estava pensando em ver o jogo do Brasil. Apesar de ser contra a Argentina, se tivesse outro programa, dispensaria.
Mas um amigão do Bruno, de passagem pelo Brasil, nos convidou e lá fomos. Valeu a pena! O time jogou legal, com interesse pelo jogo, defesa bem colocada e conseguimos uma linda vitoria.
Engraçado é que no 2o tempo, quando os gringos mandavam no jogo, ocorreram algumas modificações e tudo mudou de figura. O Kaká, com sua proverbial clarividencia, encontrou o Elano sozinho - 2o gol - e logo após, em jogada de alta categoria, fez um golaco, nosso terceiro, selando a partida.
Beleza, dar uma lambada dessas nos argentinos!
Apesar de tudo, achei o placard exagerado.
Sinceramente, ainda chego a acreditar que vamos escapar.
Mas, a estória se repete, e mais uma vez estamos a beira da Segundona. E não me venham, senhores dirigentes do Flamengo, tentar essa falsa solução idiota de trocar de tecnico. Montem um time um pouco melhor, que talvez a coisa dê certo.
Mas, que tá dando no saco, já deu!