Um índio entra com toda calma no saloon, com uma escopeta numa mão e um balde de bosta na outra.
- "Cavalo Galopante" querer café.
O garçom lhe serve uma xícara, que ele esvazia num gole só. A seguir joga o balde de bosta para cima, dá-lhe um tiro certeiro, espalha merda pra todo lado e vai embora.
Na manhã seguinte ele retorna ao saloon, pede outro café e pergunta porque ainda não limparam tudo. O dono do bar corre imediatamente pro balcão e diz:
- Como é que é??? De jeito nenhum !!! A gente ainda nem conseguiu terminar de limpar a sua estripulia de ontem e você ainda tem a audácia de voltar aqui, sem nem ao menos dar uma explicação?
Então o índio explica:
- Mim fazer curso management. Querer virar executivo. E ontem fiz trabalho prático. Mim chegar de manhã, tomar café, espalhar merda e desaparecer resto do dia.
- Hoje cobrar resultado.
JÁ PODE TRABALHAR NA EKIPECONOMICA DO GOVERNO! ps: Many thanks ao amigo Claudio Fagundes
Raro o dia em que a gente não recebe algum aviso estranho em nossas caixas de mensagens. Eu utilizo o Gmail, e gosto muito dele.
Hoje apareceram várias mensagens, como se fossem do Gmail, falando em Conta Cancelamento, Política de Privacidade, Ferramenta Segurança, invasão de virus e um alerta para eu clicar num treco, para me informar. Pior, mal escrito e com erros e mais erros de português.
Quando isso acontece, como nos avisos do Orkut (que eu mando tudo para o nicho de Spams), desconsidero, nem leio mais, e vira Spam.
Como "punição", caso eu não entre na tal Ferramenta de Segurança (ops!), posso perder minha conta Gmail.
Se for por essa "falha nossa", já perdi!
Nessa segunda-feira fui consultar um médico, pneumologista, por conta de uma gripe persistente, que não me abandona há uns 20 dias. Até ai, tudo nos conformes. Examinou, auscultou, fez perguntas, receitou um monte de exames (os tradicionais, tipo sangue, raioX e até um outro, espirometria), para poder dar um tratamento adequado ao "véio" aqui.
Junto com isso viu meu peso, mediu minha altura e, para espanto meu, disse que eu media 1,78m. Não seria nada demais, mas minha altura, desde meus aúreos tempos do basquete, era de 1.83m. Encolhi cinco centimetros?
Claro que eu sei, que a gente pode sofrer um certo, digamos, "achatamento", peso dos anos (sem trocadilho, por favor), também posso levar em conta que meus joelhos comprometidos, e cambados, possam ter alguma responsa num eventual encolhimento, mas cinco centimetros?
Vou tratar de me medir em outro local.
E não é que a gracinha do Tarso Genro resolveu declarar que a mídia fez um trabalho cruel e dilapidou a confiabilidade das instituições políticas!
Culpou a Imprensa, notadamente as do Rio e São Paulo, pela má receptividade que nossos políticos tem do público e dos eleitores.
E eu, tolinho que sou, que imaginava que podia ser culpa do Mensalão, dos Sanguessugas, dos Aloprados, dessa escrota tentaitva de aumentar salários na calada da noite, até mesmo dessa disputa mesquinha pela Presidência da Câmara.
Mas, não: tudo culpa da mídia, essa malvada!
Tem, também, o lado bom das coisas. Das coisas das obras.
E, já que a gente coloca os percalços, devemos falar também das surpresas agradáveis.
Tenho especificado, em diversas obras, o material de acabamento elétrico, tomadas, interruptores, etc, da linha Pial Plus, da Legrand. Simples, bonita e por preço conveniente, ocupa lugar de destaque nas minhas terminações.
Mas, na obra da Casa MB tive uma série de problemas, notadamente com os chamados módulos de acabamento. Principalmente com os interruptores. Molinhas que soltavam, balancins que tinham difícil montagem, coisas que eu não experimentara antes. Muitas!
Desses acontecimentos, notificamos, eu e o Bruno, cada um a seu modo, a Legrand, que imediatamente entrou em contato com o Bruno, e se dispôs a solucionar o problema. Trocar tudo, sem qualquer custo adicional.
Meus, nossos, agradecimentos a Legrand, pela atenção profissional e pela rapidez da resposta.
LEGRAND – PIAL PLUS, PARABÉNS!
ps:escrevi um pouco mais sobre o assunto, no Arquiteto Comum
Assisti a partida decisiva do Grand Slam de Melbourne.
Anunciava-se "El Bombardero X El Perfeccion", isso nos canais de lingua espanhola. Na partida anterior, "El Bombardero", o Fernando Gonzalez, havia tido apenas 3 (três, mesmo), erros não forçados e conseguira 45 bolas vencedoras, winners, aquelas que o adversário não consegue pegar. Em três sets. Jogou muito!
Hoje, contra "El Perfecion", Roger Federer, ele já tinha mais de cinco erros não forçados, no terceiro game do 1o set. Resumindo: embora o xará Gonzalez seja um puta jogador, um demolidor, ainda não está no nível do Federer. Aliás, ninguém do circuíto.
E o suiço, com seus 3X0 sobre o chileno, bateu mais uma marca antiga, encaminha-se para conseguir todas que faltam e vai marcando sua incrível carreira , como o maior tenista de todos os tempos.
Certamente, em qualquer obra, projeto, seja lá qual for a atividade que estejamos desenvolvendo, como Arquiteto, executor da obra, Coordenador (bom tema para discussão futura), todos sempre teremos uma enorme quantidade de fatos a revelar. Estórias a contar. Elogios a fazer e reclamações a colocar.
Pois!
Primeira estória, de uma Cozinha Planejada e suas conseqüências, mumunhas e atribulações. E, porque não dizer, de como ficou legal. Claro, na Casa MB!
UMA ESTÓRIA? UM ENIGMA? UMA BRINCADEIRA? UMA...???
Rola na blogosfera, um assunto buliçoso, intrigante e com desdobramentos inesperados, quase insondáveis e até dolorosos. Ti-ti-ti, dos maiores! Na semana passada, fomos, nós blogueiros, sacudidos por uma notícia que nos pegou desprevenidos, em sua maioria, ou distraídos, alguns. O desaparecimento, prefiro falar assim, de uma figura notória do meio, a Meg, Maria Elisa Guimarães, SubRosa. Teria morrido, em circunstâncias até hoje pouco esclarecidas (o que pra mim não faz a menor diferença, já que, se houve a perda, eu continuo a lamentar), fazendo com que uma série de especulações esteja sendo “cometida”. Onde teria morrido? Onde teria sido enterrada, ou cremada? Em que hospital esteve internada? E as missas, anunciadas, porque não foram divulgadas e os locais conhecidos?
Investiga-se, e eu não entendo bem o porquê, das suas anunciadas qualificações, desconfia-se das fotos publicadas, etc., etc., etc...
Pouco conheci da Meg, além das suas atividades blogueiras, limite ao qual me contive (até por não ver necessidade de saber mais do que se anunciava), tive um relacionamento, digamos epistolar, e-mail pra cá, e-mail pra lá, comentários, posts, essas coisas quase periféricas, perfunctórias, que a blogagem nos solicita, ou permite. E, pra que mais?
O que serviu para eu ter uma bela impressão da SubRosa e tecer uma espécie de amizade virtual, que, aliás, tenho com um monte de amigos e amigas blogueiros. Gostava dela!
O que me fez prantear a perda, que ainda sinto, independente das ocorrências e relatos que tem aparecido “pelos ares internéticos”.
Falam muito de uma influència, masculina, cujo nome prefiro declinar (não o conheço, e considero irrelevante falar dele), e que estaria por trás desse “assunto buliçoso, intrigante e com desdobramentos inesperados, quase insondáveis e até dolorosos”, como escrevi acima.
Então, minha posição é a seguinte: 1-se a Meg se foi, a perda eu lamento. Muito!;
2-se tudo faz parte de uma “montagem”, uma elaborada tentativa de conseguir “sei-lá-eu-o-quê”, também lamento, posso até nem entender, mas, como diria grosseiramente, “quem pariu Mateus, que trate de cria-lo”. Resolvam o “imbróglio”, abandonem a trama, problema seus! Nem fico triste, ou decepcionado. Apenas, não entendo;
3-se, “de repente, não mais que de repente”, a Meg reaparece na blogosfera, vou ficar contente, até, talvez tenha um pouco mais de prudência no trato com a rediviva, mas vou levando numa boa.
Quanto às especulações, acusações, desconfianças sobre a criatura (existiria, mesmo?), isso não consegue me mobilizar. Digamos, que eu a considero como uma ficção, de que gosto.
E a Serena Williams, deu uma surra na Sharapova, que, pelo pouco que eu pude assistir (faltou luz, aqui em Correas, meio a uma tremenda chuva), nem aqueles gritinhos horrorosos conseguia proferir. Atropelou a branquela!
Curioso, agora, vendo a súmula do jogo, no UOL, ta lá: Serena Williams, 1,75m, 61 kg???!!!
Quem viu o tamanho da “negona”, tem que se perguntar: só nas pernas e bunda?
Ou seria o peso que ela gostaria de ter?
Mas, jogou muito e volta a ocupar o seu lugar, entre as maiores tenistas.
PARABÉNS, SERENA! ps: quando do começo do torneio, ela declarou que só ela e a mãe, acreditavam que poderia fazer alguma coisa. Fez tudo!
Quando assumiu, o Presidente reeleito, em mais uma de suas falações, ressaltou a necessidade das reformas política e tributária. Desacreditadas, tais reformas, pelo pomposo e pretensioso Ministro Tarso Genro, que disse, claramente, “que o presidente da República não precisa da reforma política nem da reforma tributária para governar".
Já em Davos, em mais uma das encrenquinhas politiqueiras e medíocres, o Mantega, após discorrer suas tradicionais baboseiras, vira-se para o Meirelles, Presidente do Banco Central, e na base da brincadeirinha, plena reunião oficial, diz “Ô Meirelles, pô , vê aí se reduz estes juros, pô!” (quase isso). Sorrisinho, amarelo, do Meirelles.
COM TANTA HARMONIA, DÁ PRA ACREDITAR NESSE PAC? ps:sem falar das analogias futebolistas deLLe!
Meu Mengão:
uma vitória, dizem, em rítmo de treino. Nada tão animador, afinal o adversário (?!) era o Cabofriense. Mas, melhor do que começar desanimando.
No tenis:
hoje pela manhã, vi os dois últimos sets do jogo do chileno Gonzalez, com o alemão Haas. Na verdade, não foi um jogo, foi um passeio. O que anda jogando, voando, melhor dizendo, o xará Fernando Gonzalez, não tá no gibi.
Ocorre que a final será contra o Federer (jogo imperdível), que sempre encontra uma maneira de fazer com que seus adversários não consigam praticar contra ele, o jogo que desejariam. O "cara", o suiço, sempre tem uma carta na manga, para esses casos. Mas, tem tudo para ser um jogão!
Ronaldo, o "fenômeno":
parece que vai jogar na Itália. Conseguirá voltar a jogar, ao menos, razoavelmente? Ou apenas vai ganhar mais essa bela "baba" em euros, e aproveitar a "dolce vita" noturna italiana?
A gente vai ficando mais velho, bem mais, e acredita que entende quase tudo.
Já vimos tantas, que dá pra pensar assim.
Mas, sempre tem, depois de ver chamadas e até um trecho de um negócio chamado de Jamil e Uma Noite, ou Umas Noites, retomo o meu dilema: Entendo...Não Entendo...Entendo...Não
Sinceramente, cheguei à conclusão:
NÃO ENTENDO PORRA NENHUMA! ps:vocês já viram? Sério?
Mas a imensa disparidade de forças, pelo menos até agora, no primeiro Grand Slam de tenis desse ano, na Austrália, demonstrada pelo Roger Federer em relação aos seus adversários, é de espantar. Está na final, após vencer todos os seus jogos em sets diretos (ou seja, ainda não perdeu nenhum set pra ninguém), sendo que hoje, arrasou o Andy Rodick, que vinha na chamada "fase de ascenção". Só esqueceram de avisar ao suiço, desse pormenor. Moral: atropelou o "cara"! Pelo andar da carruagem, espero que o adversário do RF seja o xará, Fernando Gonzalez, que anda jogando muito.
Mas, com o Federer, tudo parece diferente, e os "caras" se diminuem. Ou são diminuidos.
Nem sempre faz meu gênero, nem sempre gosto dele, a maioria das vezes, não, mas, nesse caso, a apreciação do alcaíde, está muito perto da realidade.
Do ExBlog do Cesar Maia, as elocubrações sobre o parto do PAC.
PAC -PLANO DE ACELERAÇÃO ECONÔMICA???
PAC? -de verdade, é o PCA!!
1. Fica difícil na historia econômica dos planos econômicos, incluindo o famoso pacote 51 de dezembro de 1997, encontrar alguma coisa tão pífia para o crescimento econômico quanto esse PAC.
2. É melhor inverter as letras e chamá-lo de PCA -ou Plano do Conselheiro Acácio -aquele que só falava obviedades. Uma coisa é uma coisa; outra coisa é outra coisa!
3. O presidente quer um plano! -Estamos aqui com nosso grupo de economistas para fazer um. Um exercício de trás para frente. De quanto é o PIB brasileiro? Ah... 1,8 trilhão de reais. Qual o patamar de investimentos dos últimos anos? Ah... 20% do PIB. Ou seja, 360 bilhões de reais por ano. Quanto em 4 anos? Ah... 1 trilhão e 440 bilhões de reais. Quanto o setor público investe destes 20%? Ah... uns 35%. Então apliquem estes 35% sobre os 1,44 trilhão. Quanto dá? Ah... 504 bilhões de reais. Oi turma! Então agora vamos ver quanto a Petrobrás investe, a Eletrobrás, os Governos, etc... etc... e vamos fazer uma tabelinha para chegar a estes 504 bilhões de reais. Ah...e não esqueçam de colocar uma virgula para parecer que fizemos cálculos para valer. Pronto! Prontinho! Um PAC!
4. Ah... e precisamos de umas medidas de redução de impostos! -Que tal de uns setores que ainda não existem? Ah... boa idéia! Por exemplo a TV Digital e os semicondutores. PAC neles.
5. -Tenho uma idéia aqui. Anunciar entre as medidas aquelas que já foram aprovadas. -Quais, por exemplo?! -Ah... a lei de saneamento, a da abertura do resseguro e a re-criação da Sudene e Sudam. Boa! PAC nelas.
6. Tem mais gente! _Lei das micro-empresas, aumento da tabela do IR, e as prorrogações da depreciação acelerada e do PIS e Confins na Construção Civil. Boa! Essa gente não lê jornal! PAC em todas elas.
7. Que tal apresentar medida que já estava prevista desde 2005. -Qual? -O aumento dos recursos da CEF para saneamento. - Boa. E ainda ficamos bem com os governadores que vão ficar na fila do gargarejo olhando o Lula. -Quero ver as caras do Aécio e Serra que querem ser presidentes. -PAC, nelas... e neles.
8. -Dê uma olhadinha em projetos de lei já tramitando no congresso e jogamos tudo no balaio, desculpe, no PAC. -IH... tem três aqui: do gás, das agencias reguladoras e da defesa da concorrência. -Genial! PAC nelas.
9. Gente! E os juros? -Ora, ora. A TJLP que já ia cair com essa inflaçãozinha! Antes que o Meireles anuncie. -PAC nela!
10. E o setor agropecuário? E o câmbio? -Cala a boca, tecnocrata! Essa gente votou contra o Lula! Então manda esta gente paca...! Xiii...o presidente está vindo! Embrulha em papel celofane, e PAC nele! O homem vai gostar. (Fecha o pano).
Não sou um blogueiro novato. Afinal, lá vão mais de quatro anos a tocar o meu Observador, de modo geral com uma assiduidade que demonstra o meu fervor pela “missão”.
Ao longo desse tempo, conheci muita gente, fiz inúmeras amizades, algumas até pessoais. O grande barato da blogosfera é a possibilidade da gente poder avaliar quase sem preferências visuais, a não ser, é claro, a cara do blogue, um certo grau de afinidade, de gosto similar, de preferências e estilos,até de boas discordâncias, o conjunto de “qualidades” que irão formar o seu mundinho, a sua patota, o que eu chamo, aqui em casa, meus Obrigatórios.
Mas, o que tem isso a ver com a nossa querida amiga Maria Elisa Guimarães, Meg, Meguita, a SubRosa, que nos deixou poucos dias atrás? Tem tudo, amigos, e explico como e porquê.
Volto a lenga-lenga inicial, com minhas primeiras investidas aos blogues amigos, ou não.
Visitava alguns, recebia raríssimas visitas, mas a teia foi crescendo, as relações foram aparecendo e eu já “conversava” com uma razoável quantidade de amigos blogueiros.
E tinha, eu tinha, uma enorme vergonha, um tremendo acanhamento, em visitar, dar as caras, comentar, um blogue que me enchia as medidas, mas que pra mim era como que inexpugnável: um tal de SubRosa.
Sabia eu, que a “tocadora” do blogue, a Meg, era uma das “damas” da blogosfera, pra mim uma personalidade que não estaria ao alcance de um blogueiro menor, como o Observador. Visitava e, por mera cautela, não comentava. Nem entre os meus Obrigatórios, figurava. Muita areia pro meu caminhãozinho! Até que um dia, rompendo essa minha própria barreira, aventurei-me e comentei. Comentário simples, longe da qualidade do que escrevia a Meg. Ficou lá, pensei. Pronto, comentei!
Surpreso fiquei, com a visita que me fez a Meg, respondendo ao meu comentário, comentando meus posts, rigorosamente "valorizando a posse da bola” do Observador.
Excusado dizer a minha enorme alegria, embora tivesse eu a certeza da eventualidade da visita. Jamais imaginaria que a partir daí, estaria nascendo uma amizade que o tempo, infelizmente nem tanto como gostaríamos de ter, serviu para consolidar.
As vezes passávamos um bom tempo sem nos comunicar, e quando o fazíamos eram momentos de intensa alegria e espontaneidade, do tipo que só as verdadeiras amizades conseguem fazer permanecer. Essa foi a amiga que perdi, que perdemos.
Minha última homenagem, que eu acho que vale mais pra mim do que pra ela, foi salvar todos os escritos da Maria Elisa Guimarães e ter para sempre seus lindos escritos e pensamentos.
Modestamente, e cuidadosamente, visto não me caber condições técnicas, ou de conhecimento específico, capaz de referendar o que escrevo aqui no Obs., sobretudo em assunto tão tecnicamente nebuloso (não pelo assunto, p.dito, mas principalmente pela quantidade de subterfúgios e escapismos a que a gente tem sido submetido), fico como que confortado pela opinião de um renomado técnico, como o Prof. Waldemar Hachich, sobre os lamentáveis acontecimentos da estação Pinheiros do Metrô (futura e será quê?)
Publicado o artigo no site da Pini.
Qualidade tem preço e a falta dela também...
Waldemar Hachich*
Será que os indivíduos que contratam obras por mínimo custo global, em regime "turn key", utilizam esse mesmo critério para escolher os cirurgiões que tratarão das suas mazelas cardíacas? Em diversas instâncias, decisões cruciais para a nossa Engenharia Civil vêm sendo tomadas, nos últimos anos, por "gestores", com seus reluzentes mestrados e doutorados em "business" em Harvard, Stanford, London Business School, MIT, FGV, na sua esmagadora maioria absolutamente jejunos quanto às especificidades técnicas da Engenharia Civil.
Contratam "engenharia" da mesma forma que contratam, por exemplo, serviços terceirizados de limpeza. Tudo se resume à trivialidade do "business as usual". Gestores demais (e com remunerações pautadas pela área financeira), engenheiros civis de menos (e com remunerações de terceiro, ou quarto!, mundo). Em quase todas as decisões, excelência técnica viu-se subjugada pelo avassalador imperativo econômico-financeiro. Trabalhei, entre outras obras, na linha 1 (Santana-Jabaquara) do Metrô de São Paulo, na década de 70. Decisões de Engenharia eram então tomadas por engenheiros. Mais importante, a proprietária contratava, direta e independentemente, prospecções, projeto, empreiteiras e consultores.
As inevitáveis (e saudáveis) discussões entre esses protagonistas da obra, cada qual com sua posição independente, resultavam em melhor qualidade, mesmo frente a desafios então totalmente novos, como a escavação sob os edifícios da Rua Boa Vista, Pátio do Colégio, Caixa Econômica Federal, Palácio da Justiça, etc.). Seria ingênuo dizer que não houve acidentes, mas eram menos freqüentes e menos graves do que aqueles que temos testemunhado nos últimos anos.
A legislação (Lei 8666, por exemplo) e práticas contratuais ("turn key" por preço global mínimo, abrangendo prospecção, projeto, construção e monitoração) vêm sendo interpretadas e aplicadas, na contratação de serviços de Engenharia Civil, no sentido contrário ao da qualidade, no sentido de desvalorizar a excelência técnica. Há exemplos igualmente preocupantes em outras áreas. Alguém ainda se lembra da IATA e da época em que as tarifas aéreas mínimas eram estabelecidas por ela? Pois bem, desregulamentou-se tudo. E as estatísticas são inequívocas: aumentou o índice mundial de acidentes aéreos por horas voadas. Por que será?
Não se pode simplesmente esperar que o "mercado" regule tudo. Claro que acabaria regulando: as companhias de seguro passariam a cobrar mais caro, as empreiteiras passariam a cobrar mais caro (mas continuariam forçando a minimização de gastos com investigações e projetos), os projetos iriam ficando mais e mais conservadores (por medo e por falta de recursos para os projetistas fazerem estudos de fato), a sociedade iria pagando cada vez mais... e continuaria sem nenhuma garantia de redução do número de acidentes.
Essa meta exige valorização da excelência técnica, da qualidade. E qualidade tem preço. É preciso conscientizar a sociedade para o fato de que esse preço é inferior ao preço da falta de qualidade, ao preço de acidentes, de desperdícios, de desmoralização de uma engenharia civil que já foi reconhecida internacionalmente como uma das melhores do mundo. Urge explorar as melhores formas de aplicação da legislação, com eventual revisão das práticas contratuais das obras públicas. Mas liminarmente impõe-se o compromisso solidário dos profissionais e empresas de Engenharia Civil, suas associações e entidades de classe, com uma pauta de aderência estrita a critérios de qualidade.
*Professor titular da Escola Politécnica da USP; vice-presidente da ISSMGE para a América do Sul, ex-presidente e conselheiro da Asociação Brasileira de Mecânica de Solos (ABMS)
Sempre me preocupo quando passam para os obscuros caminhos do solo, das intempéries e de falhas do concreto, coisas que a simples observação conclui duramente.
CLARO, E NO PONTO! ps: só volto a falar desse doloroso assunto, depois das conclusões oficiais.
Ontem, todos os Presidentes foram à praia. Correram, trotaram, fizeram piadinhas, aliás o mesmo que fizeram durante a reunião do Mercosul. Dentre mortos e feridos (muertos y heridos, ops!), salvaram-se todos, capitaneados pelo mané-mor, o Chavez, figura sinistra e preponderante. Para culminar a “travessura (ia escrever palhaçada, mas me contive) dessa estéril reunião, a ridícula Câmara de Deputados do RJ, fez a entrega da medalha Tiradentes (relevantes serviços prestados sabe-se lá a que, ou a quem?) ao farsante Chavez, que deitou mais uma de suas falacões bolivarianas/manézisticas, aplaudido pelos manés deputados. Uma vergonha!
-Quanto ao que custou-nos, contribuintes, pela segurança e forças disponíveis para o evento, problema nosso;
-as repercussões internacionais, fruto sobretudo da presença perigosa do mané Chavez, foi das mais constrangedoras;
-deixo, a seguir, crônica do Nelson Motta (Sintonia Fina) sobre o que sobrou de “proveitoso” da magna esbórnia.
ALEGORIAS CARNAVALESCAS
por Nelson Motta
RIO DE JANEIRO - No primeiro carro alegórico, jogando beijos para a multidão, vem o grande líder bolivariano Hugo Chavez, em seu uniforme multicolorido, com seus alamares, borlas e dragonas dourados, sob o imenso quepe e com o peito pesado de medalhas, cercado por seguranças fantasiados de astecas e lindas morenas de seios de fora. A bateria explode, a torre de petróleo cenográfica lança jatos de chocolate, a massa delira e se lambuza, como se fosse melado comido pela primeira vez.
Logo atrás, no alto de uma alegoria menor mas não menos luxuosa, cercado por imensas plantas de coca cenográficas e por belas índias semi-nuas, com a segurança em trajes típicos dos Andes, o grande líder cocaleiro Evo Morales acena para o povo, com sua touca multicolorida lhe cobrindo as orelhas e seu casaco de pele de lhama. Os canhões do carro despejam chuvas de folhas de coca sobre o público, todo mundo ligadão até o “grande amanhã” chegar.
A América Latina finalmente começa a sua integração pelo caminho da festa, especialidade dos hermanos brasileiros. No refrão da salsa-enredo, as congas e timbales repicam e todos gritam, de punhos fechados, “ Pátria o muerte ! “. Depois o refrão muda para “ Socialismo o muerte ! “, as mulatas rebolam, as índias se sacodem, de mãos dadas e braços para o alto todos gritam “ Revolución o muerte ! “
Embora carnaval não combine muito com morte, o desfile imaginário é a perfeita integração entre fantasia, alegoria e ideologia que Chavez e Morales representam e que atrasa e empobrece as Américas cada vez mais, sob inspiração do fantasma de Fidel e seus ideais de ordem e progresso.
O enredo "O mundo mágico do perfeito idiota latino-americano", versão 0.7, começou a ser ensaiado esta semana no Rio.
O verdadeiro assédio das ONG´s que defendem os direitos das minorias, sobre os desprotegidos ocupantes dos segmentos chamados de maiorias opressoras e preconceituosas, vigiando casa passo, ou dito, ou escrito, contra aquilo que elas colocam como verdade absoluta e direito incorruptível e sagrado (entenda-se isso com se queira, principalmente pelas tais ONG´s), estreita cada vez mais o chamado espaço democrático, o de verdade (existirá?).
Certamente baseados naquela célebre afirmativa, “democracia é quando eu mando e ditadura é quando você manda”, leio que uma ONG, indignada com o que teria falado um integrante desse horroroso programa de imbecilidades, frivolidades, trivialidades, indecorosidades, etcdades, o tal BBB 7, está entrando na justiça contra o “carinha” e a TV Globo. Pessoalmente, eu acho que entrar na justiça contra os integrantes do programa, ou a própria TV, seria uma iniciativa de utilidade pública e saneamento.
Mas, segue o noticiário, sem qualquer comentário meu, ou posição (ops!). Sei lá, acaba sobrando pra mim (ops!ops!)
SÃO PAULO - As declarações do "BBB" Felipe Cobra dizendo que se um homossexual mexesse com ele "levaria bolacha", exibidas na madrugada do dia 12, na Rede Globo, e vistas posteriormente em um vídeo no site do programa causaram indignação e levaram a ONG Estruturação, de Brasília, a entrar na Justiça contra o skatista do Rio de Janeiro e contra a Rede Globo.
Felipe, durante uma conversa na casa, disse:
"Não tenho nada contra, tenho um monte de amigos viado, respeito... respeito na moral. Cada um com suas opiniões, cada um com suas vontades. Agora, você lá e eu aqui, irmão. Agora, não vem entrar no meu espaço não. Não vem entrar no banheiro e querendo colocar a mão, que vai levar bolacha".
Sua fala foi exibida na madrugada, durante um flash ao vivo do programa. Welton Trindade, presidente da ONG Estruturação, explicou que, na manhã de sexta-feira, 12 de janeiro, integrantes da entidade e outros conhecidos entraram em contato com a ONG indignados, contando que viram na TV o "BBB" dizendo que ia bater em gays.
Anos atrás, muitos, imaginava que para poder resistir ao imperialismo dos paises mais fortes, sobretudo aos americanos do norte, a única saída para a SulAmérica era se unir, afastar as eventuais divergências e formar um bloco forte.
Hoje, iniciou-se o que eu, antigamente, estaria festejando. Só que, atualmente, com esses dirigentes e essas lideranças, vejo essa coisa do Mercosul, e seus possíveis resultados, com completa indiferença. Fico até triste de me imaginar pensando assim, mas é como sinto.
Nome de um programa do Nelsinho Motta, de um site, onde o brilhante jornalista e craque da nossa música, e de qualquer outra, fala das novidades sonoras, destaca as figuras que aparecem e festeja seus preferidos.
Num dos últimos “comunicados” do Nelsinho, ele tece os maiores elogios ao Arnaldo Antunes. De quem gosto muito do que escreve, de certa forma do seu pensar, um intelectual de ponta. Mas, cantando? Faça-me o favor! A musiquinha que o Nelsinho destacou não pode ser mais irrisória e comum e ele cantando é uma piada.
Deu um “teco”, razoável, em uma ou outra música com os Tribalistas, com a Marisa Monte, mas....para com isso, Arnaldo!
CADA MACACO NO SEU GALHO! E, ESCOLHAM BEM, CAROS SÍMIOS. ps: pra não parecer invocação com o AA, tenho dois CD´s do cara, dos “old times”.
De muito antes dos Tribalistas. Fracos, também.
Tunel esse, nessa escrota disputa pela Presidência da Câmara, entre o invertebrado Aldo Rebelo (argh!!!) e o oportunista Aldo Canalha, ops, Chinaglia, onde surgem manchas e pruridos, odores, de ampla fecalização política.
Pois, como uma terceira via, aparece o Gustavo Fruet, digno e limpo deputado do PSDB, e nem por isso, pra trazer uma brecha por onde possa entrar o ar puro da decência e equilibrio, capaz de desfazer o fétido odor que emana de Brasilia. Dizem que ele, Fruet, entrou para provocar um segundo turno. Torço para que vença, no geral.
Exemplinho do que é o sr. Arlindo: conta com o apoio contaminado do Severino, aquele!
Pensar que é homem de confiança do "homi" e do PT. Qual!!!
Secretário: não é momento de falar em responsabilidades
Felipe Gil
Direto de São Paulo
O secretário de Justiça do Estado de São Paulo, Luiz Antônio Marrey, disse hoje que ainda é cedo para falar em responsabilidades no acidente na linha 4 do Metrô e que a prioridade agora é o resgate das vítimas e o conforto da família.
'Obra é responsabilidade de construtoras', diz Serra
O governador de São Paulo, José Serra, havia afirmado ontem que a obra que desabou no Metrô é de responsabilidade das construtoras. "Eles ganharam a concorrência", explicou, referindo-se ao processo de licitação que foi feito.
Só pra entender o que passa na cabeça dessas "otoridade"!!!
Ou: "no dos outros, é refresco".
Leio nos jornais que o Governador Serra declarou que a responsabilidade pelo ocorrido no desabamento da estação Pinheiros do Metrô, é do consórcio que executa as obras. Alvíssaras!!!
Como se fosse possível "enviar" a culpa desse desleixo criminoso para outra entidade, talvez sobrenatural. Ou, "naturais"?
E aparecem as colocações de culpa, talvez homicídio culposo, por exemplo, para as chuvas. Sim, foram muito fortes, essas coisas das inconveniências do tempo, da natureza, essa desalmada e inconsequente participante!!!
Como se a expectativa fosse de que não choveria, mesmo nessa época do ano, normalmente chuvosa (devemos ser otimistas). E como se não fosse obrigação da empreiteira, prevenir, até mesmo (talvez, principalmente), coisas fora do normal. Para quem vive nesse meio, faz obras, mesmo mínimas em relação à mega obra de uma estação de metrô, causa surpresa verificar que aquela "proteção" de concreto, daquele mega buraco, para trabalho das equipes lá no fundão, era apenas uma deficiente casquinnha de concreto, sem armadura conveniente e sem qualquer suporte para evitar pressões, sub-pressões ou outras solicitações do solo /subsolo.
Só quero ver se as naturais acomodações políticas, com empresas que participam "ativamente" na eleição dos nossos políticos, e por isso mesmo, poderá evitar que a verdade venha a tona e os verdadeiros culpados não sejam expostos, e cobrados, pela desídia e pouco caso demonstrados.
Maria Elisa Guimarães. Meguita, grande amiga, do maravilhoso Subrosa
Notável figura blogueira, responsável pela conquista de uma legião de fãs e amigos, entre os quais me inscrevi logo que a conheci.
Pois, perdemos a amiga!
Que nos deixou nesse final de semana, pelo menos para mim, de forma surpreendente. E muito triste.
Recebi a notícia, dada pelo amigo Ery Roberto , que soube pelo Milton Ribeiro e passou a notícia, a desoladora notícia, para mim. Para todos, em verdade.
No blogue do Milton, deixei o seguinte comentário, que reflete e minha dor pela perda da amiga.
Oi, Milton,
estou desolado!
Nunca conheci a Meg pessoalmente, mas era como se a conhecesse.
Sempre tivemos correspondências, via blogues ou e-mails, das mais afetuosas. Pra mim, uma grande amiga, muito mais do que virtual.
Fiquei "chapado" com essa notícia, sobretudo pela coragem e ânimo da Meguita, que sempre soube suportar sua doença de forma elevada. De tal forma que nunca a imaginei em alguma situação mais dolorosa.
Dificil, dificilimo, escrever esse comentário!
Muita tristeza!
Abraço desconsolado, amigo!
fernando cals
TRISTEZA TOTAL! ps: ainda nesse mês de janeiro, fui agraciado com duas “homenagens”, só posso considerar assim, da amiga Meguita
5 JANEIRO2007 Djóia, maravilhoso!
O Fernando Cals, que um querido Amigão, é simplesmente o cara mais surpreendente da blogosfera e é Flamengo:-)
Vou colocar o hino do Flamengo, muito bem cantado e interpretado, assim que vc quiser, Fernando.
Pergunto aos dois :
posso postar, mencionado o crédito, obviamente?
Ou vocês acham que todo mundo já tem.Eu acho essa opção a mais correta!
Beijocas aos dois, meus queridos Amigos!
Meguita
Dia 6 de janeiro de 2007 Dica especialíssima:
http://ml.hoogerbrugge.com/
Descoberta, em navegação especial, do meu grande amigo, o arquiteto Fernando Cals, "Fernandão", para os íntimos e para o resto da macacada é simplesmente El Magnifico ...O OBSERVADOR. iuhuu!
Vão lá.
Dica do Claúdio Boczon:
"o lance é escolher a vinheta da esquerda e depois passar o ponteiro ou clicar sobre a imagem."
SE não fosse a dica do Claúdio, eu estaria até agora olhando a figura. I swear! pisc*
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Have fun!
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(*) Neste assunto, não posso e não não quero ter modéstia (aliás, isso existe?), mas posso só ter 13 ou 14 leitores, agora, amigos, como diz o Rei R. C : já passei de um milhão.
Depois de oito dias corridos de trabalheira arrumativa na Casa MB, retornei à serra carioca.
Oito dias de retoques, correções, complementos, procurando o tal do ajuste fino. Sobe-e-desce constante, atendendo os empreiteiros e obreiros, fazendo desenhos e apurando detalhes, extensas relações do que estava faltando, tudo isso “completado” com uma puta gripe e uma tosse daquelas “murrinhas”, aquela da coceirinha que você não consegue conter e que acaba com sua noite de sono. Sem contar a dor de cabeça daí decorrente.
Disso tudo resta, além da verificação de ver as coisas entrando nos eixos, a verificação da enorme satisfação do casal MB, e do Arquiteto também.
Sem qualquer falsa modéstia ou puxação para a brasa a da nossa sardinha, ficou muito bacana a Casa MB.
Para piorar, por uma certa (!?) indiferença da Speed, ainda estamos sem banda-larga (pedida a mais de dez dias), o que impediu a minha possibilidade de navegação para poder entrar no blogue, ver meus e-mails, etc. Resisti, mas senti muita falta! De volta ao Rio, serra carioca, oito horinhas de viagem, estava “mareado” e sem a mínima vontade navegar. Fazendo das tripas coração, entrei no G-Mail, vi que tinham 350 spams, 250 mensagens ( a maioria spam, também) dei uma limpada geral e não tive nem coragem de entrar no Obs. O que eu queria, mesmo, era descanso!
Hoje, domingo, meio recuperado, tive a coragem, a ousadia, de redigir esse “escrito”, meio reclamatório, meio desanimado, com a afirmativa de que amanhã, volto à labuta normal do blogueiro convicto, respondo aos meus queridos amigos blogueiros e, quem sabe, consigo produzir algo mais pra cima do que essa retomada choraminguenta.
Como diz o poeta, eu sou “um forte”. Mesmo com a tal tosse que teima em não me abandonar, porra!
Amanhã, domingão, viajo para São Paulo, onde devo ficar mais uma semana, talvez, "futucando", daqui e dali, nas coisas dos acabamentos da Casa MB. Depois que voltei, pós festividade natalinas na Chácara dos Lagos (nome do condomínio onde está a Casa MB e, que por uma dessas coisa inexplicáveis não tem lago algum!), aqui mesmo da serra carioca, expedi um longo e detalhado relatório (sete páginas), relacionando, cômodo por cômodo, do que faltava fazer ou corrigir. Coisas que, certamente, levarão tais providências para mais um mês de ajustes, os tais ajustes finos. Normal, em qualquer obra.
Pode levar mais, ou menos, tempo, mas sempre tem.
Minha atenção maior ficou por conta das coisas das instalações (elétricas, hidraúlicas e sanitárias) que considero o item que merece a maior atenção de quem constrói. Acabamentos, a gente corrige a qualquer momento, é quase superficial. Tipo, falam os remédios, uso tópico. Instalações, geralmente embutidas (o tal uso interno), deixam sequelas para o resto da vida, tem-se que quebrar paredes, ou pisos, é o diabo!
O mais curioso dessa viagem, é que antes eu sempre ia pra casa do Bruno e Mariah, no Brooklin, e de lá ia para a obra. Agora, não tem mais obra. Vou direto para a casa deles. Ainda não experimentei a sensação. Vai ser gozado!
Existe um tipo de blogueiro, que eu chamo de "blogueiro sem blogue", aqueles amigos que frequentam nossos blogues, escrevem comentários e abrilhantam nossos espaços, fazendo com que nossas caixas de comentários acabem sendo mais interessantes do que os próprios posts que colocamos. Conheço alguns, que aparecem sempre e que fazem com que, se não aparecerem, sintamos muita falta.
Um deles, o Adelino. Adelino P.Silva, já muito conhecido dos amigos que frequentam esse Obs. pela constância, qualidade dos seus "escritos" e educação e propriedade no que diz. Reclamo, faz tempo, com ele, que devia fazer seu próprio blogue. Reiteradamente! Hoje, 5 de janeiro de 2007, verdadeiro presente de início de ano, recebo uma comunicação dele, "entregando" a existência do seu Mais ou Menos Nostalgia Claro! Já visitei, comentei de montão, e pude verificar que a amostragem do que ele fazia, em seus comentários, está completamente confirmado no seu brilhante blogue. Bonito, inteligente, oportuno, tudo que um bom blogue necessita para ser vitorioso. Nada que me surpreendesse, baseado no que já conhecia dos seus comentários, mas sempre é bom atestar a expectativa.
Finalmente recebi do Bruno algumas fotos da casa. Estou arrumando, dimensionando para o blogue, vendo as melhores e esperando mais algumas que estão pra chegar.
Enquanto isso, fico a rememorar como tudo "rolou", as especulações, as conversas do Arquiteto/Pai com os Clientes/Filho e Nora, as divagações sobre como ter a grana pra realizar o sonho, isso tudo depois da escolha do terreno (nosso maior acerto), escolha do partido arquitetônico (outro acerto, méritos maiores do casal, complementos do Arquiteto), e "otras cositas más".
Desenhos feitos, fizemos uma maquete bem embrionária, isopor e papelão, que ainda hoje existe e faz parte dos troféus que ficarão no "home-theater" em local de destaque. Rudimentar, tosca, oscambau, alimentou os sonhos e serviu para entender muitas coisas. Oi ela, ai embaixo!!!
Tosco, é elogio! Os lápis, são as árvores, rsrsrsrsrs!
Teve, também, o "auxílio luxuoso" do Sketch Up, montando uma maquete eletronica, ai um pouco mais sofisticado, digamos.
Especulando nas fotos novas e nas antigas, montei esse "antes e depois", com uma vista da entrada do lote, já depois de "desbravado" e agora, com a casa nos seus "finalmente" (quase, ainda falta muita coisinha)
Agosto/05 à esquerda, dezembro/06, à direita.
Esse "aperitivo", vai enquanto preparo alguma coisa mais substancial, que irá "ao ar", no Arquiteto Comum.
As eleições para as presidencias das duas casas, o Senado e a Câmara, e as tratativas e acordos que estão sendo negociados, cheiram, melhor dizendo, fedem muito mal.
Tudo leva a crer que, na ansia de conseguir o apoio político que pensa necessário, o Executivo, leia-se presidente LuLLa, está subjugando a tudo e a todos, com uma proposta de distribuição imoral de cargos e "direitos" nunca dantes vista.
Dá pra sentir a tentativa de governar, desgovernadamente e sem restrições, o que assusta todos que imaginavam que poderiamos estar numa democracia e onde os poderes tivessem os seus ditos "poderes", preservados. Prenuncia-se uma, digamos, ditadura mansa. Ou não?
PERIGO À VISTA! ps: também, pudera! Com Aldo e Renan, tudo pode ser negociado!
Que não para, já começa a fazer estragos e destruições. Já morreram 3 pessoas (duas crianças), e os deslizamentos, alguns até grandes, já aparecem. Buracos, provenientes do solapamento do solo, por todos os lugares. Nessa tarde, comecinho, recebi um telefonema de um Arquiteto amigo meu, autor do projeto de uma casa, uma puta casa, que eu construi, em Areal, preocupado com deslizamentos de taludes, que ameaçavam a casa do caseiro.
A casa do caseiro. Reparar, à direita, o estrada interna sem passagem.
Vista da entrada(?) da casa. Notar a árvore, caida, que obstruiu o acesso e a lama.
Me mandei, correndo, pra verificar o que era e fiquei preocupado. Nada que puzesse em risco a estabilidade da construção, mas do jeito que o solo esta empapado, sem tempo sequer para drenar naturalmente, alguma coisa mais problemática pode acontecer.
Andei pelo barro, atolei-me e quase não consegui fazer o carro passar, já na volta, por um trecho de caminho do condomínio, bastante empenado e obstruido. Meu carro não conseguia subir de marcha-a-ré, patinava e o jeito, mesmo arriscando a atolar, foi passar rente ao barro e bambus que deslizaram, com duas rodas num trechinho supostamente seguro, para ir embora. Cross-country puro, passei!
O cara lá de cima ajudou. Mas foi preocupante.
Passei entre essas arvores e lama, à esquerda e aquela arvore, à direita.
Olhando com cuidado, da pra ver a marca da roda do carro, no gramadinho.
Estão pensando que vida de Arquiteto é mole?
Mas, "noblesse oblige", cliente tem sempre razão (principalmente para esses, gente finissima) e a boa vontade faz parte da meu jeitão. Palmas para o valente e velhinho Corsinha 1000, que deu conta do recado.
Leio, tá nos jornais, que o Cabralzinho, novo governador do Rio, levou um choque ao visitar hospitais da rede estadual. Falou em genocídio, por ai foi.
Parece que ele não sabia de nada. Político novo, sacumé!
Acho que essa amizade com o "homi", está fazendo mal e ele. Tá ficando desinformado e, no arremate, falando merda!
Impressionante o site desse tal de Hoogerbrugge.
Criatividade levada ao extremo.
Acho que algumas coisas do que ele criou, notadamente aqui podem até chocar. Mas, são maravilhosas e dão uma bela idéia do que pode a mente humana em matéria de invenção e técnica.
Esse "cara" definitivamente sabe de tudo!
Além de ser rigorosamente maluco.
IMPERDÍVEL ps: não me lembro como isso chegou a mim, mas, muitíssimo obrigado!
Só estou esperando as fotos, que o Bruno deve estar mandando, para “contar” estórias e acontecimentos ocorridos na Casa MB. Coisa boas, coisas menos boas ( afinal, numa realização como foi, não temos o direito de procurar coisas ruins), coisas engraçadas, inesperadas, curiosas.
Como dirão mais respeito aos Arquitetos e “aproximados”, deixarei os detalhes e minúcias para o Arquiteto Comum, fazendo as chamadas aqui no Obs., onde em princípio, tudo será festa. Aqui, só falarei, fotos ajudarão, das coisas boas.
Lá, no AC o “pau vai comer”.
"E a chuva continua, mais triste ainda..."
Como bem diz o amigo blogueiro Werther-Pan, do Aqueles Dois, isso aqui deveria, mesmo, se chamar Chuvópolis.
Petrópolis, permanece debaixo de chuva desde o dia 31, lá pela tardinha.
Hoje, não tenho como escapar. Preciso ir ao centro, e não tenho como evitar. Obras, nas encostas, nem pensar. Ainda bem que já haviamos feito a cabeça dos clientes para não iniciarmos nada até março / abril, quando as chuvas deixam de incomodar.
Em compensação, a temperatura está maravilhosa.
Deu no Globo de hoje, 3 de janeiro, que parte do discurso do LuLLa foi plágio.
"Chupado" de uma fábula.
Quando falaram a eLLe, veio o brado, irado: "Eu não fui! Nunca li nada!"
Ao seu lado, os autores da baboseira, se entreolharam.
Mesmo não considerando nosso Alcaíde uma força das afirmativas razoáveis, admita-se que seu comentário sobre as palavras do reeleito, ontem em sua posse, sobre o Rio de Janeiro, são pertinentes. Principalmente partindo de quem nunca deu a menor atenção ao Rio de Janeiro.
Situação policial, preocupante, vá lá! Terrorismo....exagerou o sujeito.
Do Ex-blogue do Alcaide
A ÚLTIMA -e grave- DO LULA !
Se há um ponto que diferencia o Brasil internacionalmente, é que nem por ameaça, existe no Brasil qualquer sinal de terrorismo. É esse um ponto forte para o Brasil atrair grandes eventos, políticos, temáticos e esportivos. Aliás, esse foi um ponto que diferenciou o Rio de San Antonio-Texas na conquista do PAN. Esse é um ponto que elimina a Colômbia da Copa de Futebol de 2014.
Mas agora Lula resolve usar esta expressão -TERRORISMO- em relação ao Brasil, e mais, em relação ao Rio, sede do PAN, candidato as Olimpíadas de 2016 e capital-Maracanã da Copa de 2014. Todas as agências internacionais escolheram esta frase -inacreditável-de Lula para tratar de seu discurso. Lula acaba de inserir o Brasil no roteiro terrorista internacional. É a chave de ouro de sua lombrosiana política externa !!!!!!
Não sei como andam as chuvas nos outros lugares. Mas aqui na serra, Petrópolis e arredores, chove, sem parar (embora não torrencialmente, como é comum nessa época do ano), nas últimas 50 horas. Ou mais.
Macondo, se cuida!
Ou, Tango Moderno, eletrônico, seja lá o nome que se dê. Tenho ouvido muito.
Gotan Project, Tanghetto, Bajo Fondo, os mais conhecidos. Certamente deve haver um monte de outros grupos, igualmente bons, que são menos conhecidos e, por isso mesmo, desconhecidos por mim.
Mas esses três acima citados, já dão um bom exemplo da qualidade do que fazem. Pelo que tenho escutado, o Gotan e o Tanghetto me pareceram mais assimiláveis ao gosto geral e o Bajo Fondo, que tem um líder super badalado, Luciano Supervielle, produz algo mais elaborado. Tudo muito bom e altamente sofisticado.
Do Gotan Project um dos grupos que toca o chamado tango moderno, eletrônico, Diferente, um dos seus maiores sucessos.
Legal, também, a estética “diferente”, bastante portenha, do vídeo.
Nem pretendo.
Estou falando da posse e do discurso do reeleito.
Simplesmente por não acreditar em nada do que eLLe fala. Quem sabe, assim, meio distraidamente, eu consiga ser surpreendido por alguma coisa boa que eLLe venha a fazer. Chego a torcer por essa possibilidade.
2007, chegou!
Pois, só nos resta "navega-lo", tocar nossa carruagem, até mesmo deixar de lado tanta "porqueria" que nos assola e acreditar nos bons fados (sambinhas, marchinhas, etc).
O resto, tempo dirá!
E VAMOS NÓS!!! ps: quem quiser, peça vira, marraio e acompanho!