Não estou a falar do coordenador de bobagens do Fluminense; nem de alguém que pretendeu dar duas e não conseguiu nem dar a primeira.
Refiro-me (ops!) ao blogueiro Brancoleone , do qual, "o cujo", destaco dois textos maravilhosos.
No consultório
Fevereiro 9th, 2007
Completando hoje seus 79 anos — e nem por isso tendo atingido o metro e meio — a velha senhora de pele e cabelos muito brancos entra no consultório espiando tudo com olhos muito azuis. Senta-se e examina a doutora que, por sua vez, mede-a com olhos e régua, pesa-a, pergunta, preenche a ficha.
— De onde a senhora é?
— Pernambuco — responde, com forte sotaque de Pernambuco.
— Tão branquinha assim, e de olhos tão azuis? — estranha a assistente da doutora, dando mostras que desconhece a história do Brasil.
— Pernambuco foi onde estiveram os holandeses por muito tempo — esclarece a doutora, e continua, mas agora falando à velha — A senhora tem ascendência holandesa?
— Meu avô era estrangeiro. — começa a velhinha — Chegou num navio, há muito tempo, mas ele dizia que a viagem foi tão longa que nem se lembrava mais de onde tinha vindo.
— Como se chamava seu avô? — pergunta a médica.
— Manuel — responde a paciente.
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Bestiário (7)
Fevereiro 8th, 2007
Sempre achou que tivesse um lindo e transbordante par de peitos. Gostava tanto deles que nem dava falta dos mamilos que não tinham. Mas um dia, ao acariciá-los por inteiro, por baixo, pelos lados, pelo meio, percebeu que havia um furo entre eles. Era um cu. Concluiu então que tinha andado a acariciar a bunda desde a tenra adolescência.
Depois que o Evo “enrabou” o LuLLa, quer dizer, o Brasil, quer dizer, nós mesmos, com aquela transação safada da Petrobrás, que eLLe achou “de inteira justeza”, barretada com o chapéu alheio, do bolsinho delLe é que não sai e a bunda que na peia entra é a nossa, um candidato paraguaio, vejam só!, resolve que, se eleito for (palmas, pra ele!!!) vai correr atrás e cobrar do Brasil, possivelmente com a aquiescência deLLe, afinal quem criou o precedente, um reajustezinho no preço dos fornecimentos de Itaipu.
Vi, achei muito bom, "Os Infiltrados".
Atuações muito boas dos artistas, o velho Jack, como sempre, roubando todas as cenas, aquele final típico do Scorcese, ou Tarantino, a la "Cães de Aluguel", tudo muito bom, tudo muito bem, até recomendo que vale a pena, ou tem que, ser visto, mas para ganhar o Oscar, pra mim, exacerbaram.
Ou teria sido pelas injustiças anteriores ao grande Martin Scorcese, representando um reconhecimento pelo conjunto de obras dele. Claro, tirando dai aquela bomba que ele fez, o tal de "Gangues de Nova York", ou coisa parecida, um dos piores filmes que eu já vi.
Vasculhando as entranhas do meu editor de textos do Observador, super bem eleborado, cheio de alternativas capazes de tornar os textos que eu "produzo", possibilidades de personalizar a visualização da página, etc, tudo super bem construído pelo cracaço da internet e síndico do Blogbrasil, meu amigo e guru Fábio Sampaio, encontro termos e palavras que conseguem deixar-me "estatelado" e sem ação. Não entendo nada! Quando vejo tanta oferta, dessas que aos "experts" da matéria causam espasmos de satisfação, sinto-me um total deficiente.
Convenhamos, nada que consiga aplacar meu "furor bloguistico", capaz de "derramar" aqui no Obs. quase oitenta posts nesse mês de fevereiro. Uau!!!
Procurando encontrar alguma alma gêmea, ou não, pode ser de qualquer outro signo, rsrsrsrs, capaz de traduzir o que significam a que se prestam, se prestarem, lá vão elas: -Pings
-Pings de trackback
-bookmarklets
Por ora, fico só nessas estupefações, minhas, claro!, mas vou pesquisar e colocar "no ar", esse ar da minha "tapadice" blogo-internética, outras dúvidas e interrogações.
Do portal Terra: Astro de Lost gosta de se vestir de mulher
O ator do seriado Lost, que interpreta o personagem Charlie, Dominic Monaghan, 30 anos, assumiu que gosta de se vestir com roupas femininas, segundo o site britânico Female First.
O namorado da atriz Evangeline Lilly, 27, também de Lost, disse que gosta de usar salto alto e pintar as unhas.
Ele garante que não é homossexual, pois acha muitas mulheres atraentes. "Eu gosto de usar saias. Provavelmente seria gay se não gostasse tanto de mulheres", disse ele.
Só faltou arrematar, a la Casseta: "Eu não sou gay"
Dia 26 de fevereiro de 2007. Aniversário da minha caçulinha, Marcella. Faz 21 aninhos, assume sua maioridade e me deixa sempre orgulhoso por ser uma pessoa muito especial.
Pai e filha. Ela, pequenina e agora.
Sou pai de quatro filhos, três filhas e um filho, todos maravilhosos e, ainda bem, cada qual com suas características próprias, suas idéias e seu jeito de ser.
Dois casamentos, uma diferença de idades, entre os dois primeiros filhos e as duas segundas, que praticamente deixam essa segunda leva, da qual a Marcella faz parte, quase com jeitão de filhas-netas.
Mas, voltando ao assunto de que "cada um tem seu jeitão, sua personalidade", esse é um assunto esse no qual a Marcella é catedrática, pois sempre teve uma indiscutível capacidade para saber o que queria. Discuta-se o jeitão meio folgado dela, às vezes, uma certa independência quase no limite da ousadia, mas nunca se deixe de constatar a natural capacidade de liderança, que sempre foi a marca mais forte da sua maneira de ser.
E o mais bacana é que essas atitudes dela, Marcella, conseguem ser aceitas, sobretudo pelos que convivem mais de perto com ela, com muita naturalidade, pois ao mesmo tempo o que não falta na Cella é a capacidade de ser educada e carinhosa.
O que, definitivamente conquista quem dela se aproxima.
Eu sou um pai definitivamente apaixonado por essa menina, a quem eu chamo de “uma força da natureza”.
Começou mal o domingo em Brasília do deputado Ricardo Berzoini (SP), presidente nacional do PT. Há pouco, ele estava examinando verduras e hortaliças no supermercado SuperMaia do Lago Norte quando um cliente o provocou:
- E aí? E o dossiê?
- Vá plantar batatas. Vá à merda - respondeu Berzoini furioso.
Abandonou o local e foi fazer suas compras na loja do supermercado Pão de Açúcar a quatro quilômetros dali. Enfrentou uma longa fila no caixa.
Berzoini era o coordenador da campanha de Lula à reeleição quando três dos seus subordinados se envolveram na tentativa de compra de um dossiê da Máfia dos Sanguessugas contra políticos do PSDB - entre eles José Serra, então candidato ao governo de São Paulo.
O inquérito aberto pela Polícia Federal inocentou Berzoini.
QUEM SEMEIA BATATAS, COLHE MERDA! ps: Berzoini é um dos mais ativos "operários" do PT, Faz de "um tudo".
Hoje à tarde, Flamengo X Vasco.
Espero que seja um jogaço, espero que meu time ganhe, mas não estou com muita confiança, depois dos últimos jogos, em que não jogamos bem.
Mas, clássico é clássico e os resultados, muitas vezes, não confirmam as expectativas.
Pra mim, o Vasco é o favorito.
Aúreos tempos, anos 50, nadei e competi em natação. Guanabara, primeiro e Fluminense, depois e por mais tempo. Ganhei algumas provas e parei cedo, trocando as piscinas pela quadras de basquete.
Mas aquela coisa do ex-nadador, ficou comigo. Primeiro tentei que meus filhos nadassem. Não era a deles, embora a Andréa e o Bruno até nadassem bem. As mais novas, Nanda e Marcella, também nadaram, todos no Flamengo, mas não levaram maior interesse. Pararam cedo.
Então, agora, quando a Nina está apaixonada pelas piscinas, não sai da água, eu estou animadão em ver se ela segue as braçadas do avô. Com o cuidado, que sempre passa pela minha cabeça, de que nadar, até mesmo competir, tem que ter o ingrediente da coisa gostosa, do lúdico, sem ficar como uma obrigação doentia.
No mesmo dia em que eu consegui estourar meu tímpano (pouco antes), tentava dar alguma orientação pra Nina. Incrível, e eu só reparei mais nas fotos, a atenção dela ao que eu falava.
Eu, na borda, dando uma geral nas coisas da natação.
Aqui eu falava do nado crawl, de nadar com a cabeça submersa. Claro, isso é o que há de difícil para quem não é do "ramo".
Outras orientações. Ela, tentando dar a partida.
Nadando de costas e ela observando...e rindo.
ACHO QUE ELA VAI DAR PRA COISA! ps: e eu, tímpano estourado, proibido pelo médico de nadar!!!
DO BA....AO MBA Siglas e definições, criadas a partir dos exemplos dados pelos nossos políticos.
Para conhecer das siglas e seus modelitos, sua características e atuações, o porquê de suas meritórias trajetórias, e, principalmente da "grandiosidade" das sua estupendas declarações, vai lá, no Cidadão
Recebi de minha irmã um e-mail, com algo atachado, que lerei depois.
Imediatamente, antes mesmo de ler o anexado, atachado, respondi.
Vale dizer que podemos, irmãos e amigos que somos, produzir a merda que seja e enviar sem medo de ser feliz, quer dizer, do que poderá vir em resposta (da resposta)
Como achei que ficou legal, a resposta, que, também traduz o que eu penso, e faço, com as (mal) ditas correntes*, lá vai:
Aliás, irmã querida,
em matéria de correntes, pedidos de ajuda, essas coisas que nos oferecem socorro e recompensas, oh! coisas boas que todos querem, prazeres celestiais que a todos podem comover, bem como nos ameaçam com castigos e punições, desobeçamos nós o caminho da dita corrente, que imagina singrar os marés internéticos sobranceiramente, correntes essas que ao chegar ao proceloso mar da minha caixa postal, acabam por perecer, cemitério final dessas desajuizadas mensagens, última morada delas.
rsrsrsrsrsrsrsrs!
Pois é, Elsa, na verdade, depois desse texto acima, claramente inspirado na recente leitura que fiz do livro do Vargas Llosa, "Tia Júlia e o Escrevinhador", de cujo incrível personagem, Pedro Camacho, o indigitado Escrevinhador, procurei aproveitar a prolixa linguagem, resumo, afirmando:
Correntes, chegaram aqui, pararam!
Beijos do irmão
fernando
PRA MIM, CORRENTE PRENDE; TÔ FORA! *ps1:vale para pedidos de ajuda, assuntos dito humanitários, outras tantas...
ps2:comunidades do orkut, essas até mais
ps3:listas de solidariedade à família do garotinho paquistanês
ps4:etc.etc.etc....
Não, amigos! Não é nenhuma data especial, ou que marque alguma grande festa, ou desgraça (seria mais provável).
Nesse dia, coloquei um escrito, no meu antigo Observador, sobre uma tal de Força Tarefa.
Falava de um tal de Aguiar, “soi disant” Secretário de Segurança do Estado, esse mesmo incompetente que outro dia foi chamado a uma entrevista e voltou, como sempre careteiro e bobo, dizendo as mesmíssimas asneiras. Coisa antiga!
O post do dia 17 de julho de 2002
FORÇA (FARSA) TAREFA
E a Força (Farsa) Tarefa? Por onde andará?
Segundo o nosso Secretário de Segurança (???!!!), o careteiro Aguiar,
o Estado está apenas esperando ser chamado para se incorporar.
Mais significativo em tudo o que está acontecendo é que a montagem,
disponibilização, dessa tal Força (Farsa) Tarefa, caso aconteça, só
começará a funcionar em 5 ou 6 meses. Até lá, continuaremos
entregues a nossa própria sorte.
Sobreviveremos???
Dá pra ver que nada mudou. “Menas verdade” gente boa. Agora, a Força Tarefa, virou Força Nacional, sei lá o que. Faz nada, igual à outra. Só presepada.
Nesse caso, dessa ilimitada babaquice, refiro-me a mim mesmo. Me, myself, of course! Acabo de chegar do oftalmologista, que examinou meu ouvido "estabacado", num ato de rematada autoestropiação, relatada em um post anterior. Resultado: além da diminuição sensível da audição, que espero seja momentânea, rompi, mas rompi mesmo, o timpano. Um puta buraco, que me foi dado apreciar, pela câmerazinha do doutor, na telinha do computador.
Doer, não tá doendo. Mas o doutor já receitou um antibiótico poderoso, cortou minhas nadadeiras, que se preparavam para voltar às atividades aquáticas, prevendo para os próximos quinze dias nova avaliação, com a possibildade de ter que fazer uma timpanoplastia. Pior de tudo, estou impedido de partilhar com a Nina de banhos de piscina.
Curioso notar, prefiro achar assim, que os prováveis goleadores rubronegros, Obina, Souza, Roni, por exemplo, e que exemplos, estão sempre nos lugares certos, na hora de marcar, se marcassem, os gols.
Apenas não os fazem, por pura incompetência, vez ou outra, por darem uns chutinhos de nada, ou errarem a pontaria na maioria das ocasiões.
Mas, quem sabe, um dia....rsrsrsrsrsrsrsr!
Ontem, caberia uns cinco ou seis. Ficou nos três e ainda tomou um, tipo bobeira geral.
ESPERANÇA, A ÚLTIMA QUE MORRE...MAS ACABA MORRENDO.
na sala de atendimento da emergência da Unimed (ver post anterior), ficava de olho nas notas das Escolas de Samba do RJ.
Como nem vi nenhuma delas desfilar, tava só de bobeira, esperando o médico me chamar. Conclui, facinho, facinho, que nota mínima é nove e dez é coisa corriqueira. O resultado é definido nos décimos. Vi que um jurado deu nota 8,5 para uma escola, Esse, tá fora no ano que vem, certamente.
Pra mim, quem ganhar tá de bom tamanho. Tudo tão parecido!
Tempo pra não fazer nada, dias lindos aqui na serra, quente de montão, ontem, quando a Nina veio aqui pra casa, foi à piscina. Aliás, a maior paixão dela no momento. Acho que ele vai gostar da natação e leva o maior jeito.
Toda vez que ela ia a piscina, reclamava que eu não a acompanhava. Logo eu, o maior incentivador da natação dela. Fim de tarde, até meio chuvoso, lá estava ela dentro d´água. Eu, só olhando. Ontem resolvi cair com ela. Eu, ex-nadador, tentando ensina-la a nadar “crawl”, cabeça dentro d´água, ela tentando. Mas, o que ela gosta mesmo é se atirar, dar um “tchibum”, como ela diz, e nadar embaixo d´água.
Lá pras tantas, ela me pede pra fazer uma palhaçada que eu já fizera, em São Paulo, fim de ano, na CasaMB, fingindo que errava o passo e caindo espalhafatosamente na piscina. Bom avô, a netinha querida pede, ele faz. Só que errei a medida, dei uma “ouvidada” de mau jeito na água, embora, mas que me deixou aturdido e com uma dor razoável no ouvido direito, isso além de ficar completamente “mouco da ouça direita”. Sai da água, meio sem graça, apesar dos protestos da Nina.
Hoje fui ao pronto socorro da Unimed, e amanhã a um otorrino, pra ver se estragou mesmo ou se só vai ficar zumbindo, como está, uns dias.
COISAS DE FIM DE SEMANA PROLONGADO ps: mas a piscina estava uma delícia!
Nada contra! Não sou chegado e não me animo, nem um pouco, com o Carnaval.
Já fui capaz de “brincar”, e “brinquei” muito num ano remoto (lembro de uma marchinha, que falava “meu brotinho por favor não cresça....já é grande o cipoal...”), já pulei com grupo de amigos, namoradas, etc., já tomei prises de lança-perfume (Rodouro, claro!, embalagem dourada) e já trabalhei no Carnaval, ai já na Passarela do samba, quando minha mulher era diretora da Riotur e, praticamente, organizava as coisas na Marques de Sapucaí.
Então, acho que vai ser “record” (tem jeito, não, recorde, eu não escrevo) esse ano, não vi o desfile de escola alguma. Ouvi minha mulher falar excelências da Viradouro, da criatividade do carnavalesco (argh!), etc., alguns carros e fantasias, vistos nos tele-jornais, me encantaram e, porque não, as lindas mulheres também aguçaram minha atenção.
Mas ontem, depois que subi do meu “studio”/ escritório, onde fico a trabalhar até mais tarde, tipo meia-noite, entrei na sala, liguei a televisão e pensei em ver algum dos desfiles. Quem pintava, iniciando o desfile? Salgueiro, escola que já foi a minha preferida, depois de um desfile apoteótico, comandado pelo Haroldo Costa, esse mesmo, com as irmãs Marinho, uma delas mulher do Haroldo, com uma fantasias de cavalos marinhos, acho que foi uma das primeiras vezes que uma escola saiu com o tais adereços de mão, oh, novidade!, e eu fiquei embasbacado e virei Salgueiro até morrer! Pelo que falo e conto, acho até que já morri. Rsrsrsrsrsr. Em tempo: esse desfile ainda foi na Av. Presidente Vargas, no trecho entre a Candelária e a Praça Onze. Oh, tempos imemoriais!
As Irmãs Marinho! Isso era Carnaval.
Acho que o desenho é do Lan, marido de uma delas.
Pois bem, a Salgueiro entrava na Passarela, ontem pouco antes, ou depois, da meia-noite e trazia como primeira atração um negócio chamado de Comissão de Frente. Custei a crer que aquilo tivesse alguma coisa a ver com o tal do Carnaval! Chato, excessivamente coreografado e sem graça, mecânico e mal ensaiado, com um sujeito afetadissimo comandando um grupo de inocentes idiotizados, cometendo uns trejeitos e pequenos requebros, uma coisa demorada e que fazia supor, pelo menos a mim, que em determinado momento “disparasse” alguma ação parecida com Carnaval, aquilo que dizem ser uma festa de alegria. As fantasias, fariam a felicidade do Clovis Bornay, ou de qualquer outro desfilante dos antigos bailes do Municipal. Mas, numa escola de samba, não dá! Pedi desfiliação emocional, imediata, da minha escola / ex-cola de samba, o Salgueiro.
Pra não ficar sem papo para as reuniões familiares, senti isso, quando nesse domingo fui voto vencido, perdido no meio da multidão, sem conseguir participar com nenhum comentário, num acirrado debate sobre as qualidades e graças do BBB7, vou, então, ver alguma resenha do desfile das escolas.
NÃO POSSO FICAR ALIENADO! ps: evoé, Momo! Tríduo momesco! Alguma outra mais?
Leio, nas "folhas", que o treinador/treineiro, vá lá, "professor" do Flamengo, pretende poupar seus jogadores da Taça Guanabara, para descansa-los com vistas a essa outra disputa internacional. Diz que é mais importante! PQP!!!
A "porra" do clube não contratou um monte de jogadores pra ter disponibildade de "atletas" para disputar as duas competições, ao mesmo tempo?
Ou não serão "atletas" esses garotos, todos muito bem remunerados, jovens e sadios, capazes de suportar os rigores das disputas?
Sinceramente, não consigo entender!
Quero o meu melhor time, sempre, jogando todas as competições!
E não me venha o "professor", que escalou mal "pacarai" o time contra o Madureira, com essas tecnologias "cientificizadas" à explicar tamanho disparate.
VÃO TAPEAR OUTRO! ps:ou será a SMNC contagiando o treinador?
Claro, além da péssima maneira de “redigir” (proferir) a frase, um choque geral pela burrice contida e pela inabilidade cometida. Mas são coisas d´eLLe, nada a fazer. Comete-as, todas as vezes que se propõe a falar.
Leio sempre a coluna do jornal Globo, onde opinam os leitores e, hoje, 2ª feira de Carnaval, tem um monte deles, leitores, repudiando a idiotice proferida pelo “sujeito”. Chego a ficar espantado em verificar que muita gente espera deLLe o que eLLe não pode produzir. Certamente, quando falou tamanha besteira, tinha a certeza da frase perfeita. No fundo pensava: “tô matano a pau!”
Fruto da má alimentação em criança, uma grande parte, essa mesma que aflige a maioria da população brasileira, complementada pelas comidas ingeridas em suas concentrações, alicerçadas pelos exemplos de companheiros de clubes e dirigentes, enaltecidas pelos empresários e torcedores, fortalecida pela inércia pensativa (no sentido de que pensar dói, faz mal), nossos craques do futebol (acontece em outros esportes, também, mas com menor incidência) são assolados pela SMNC*.
Tal moléstia, digamos assim, já tem sido estudada por muitos especialistas, para ver se alguma atitude, talvez uma operação, alguma prática exorcista, consiga ser oferecida, para debelar essa “praga” que infesta os clubes de futebol e permeia, ou mais, a cabecinha dos chamados craques (não craques, também) do famoso esporte bretão, o futebol.
Não existe semana em que as demonstrações do ataque, a volta, o retorno da “doença”, não se manifeste em nossos/vossos/de outrem, gramados.
Ontem foi a vez do goleiro do Flamengo, que, além de falhar grotescamente no primeiro gol do Madureira, ainda “caprichou”, mais ainda, e conseguiu deixar escorregar a “substância” que lhe ocupava o cérebro, naquele exato momento, e fez a grande merda no momento do terceiro gol do Madura, quando tentou uma jogada de efeito, um lençol, e entregou a bola aos “bandidos”.
Não! Não estou contra o pobre do goleirinho, afinal ele parece ser um bom jogador. Mas a SMNC*, malvada e incontrolável (assolou o Ronaldo Fenômeno, durante muito tempo [terá escapado?] e agora bate, bem fundo na cachola do Robinho), não poupa ninguém. Fica triste não Bruno, outros virão!
*SINDROME DA MERDA NA CABEÇA ps: quando ela se manifesta, o indivídiuo, pela enorme quantidade da "substância" que passa a lhe ocupar o cérebro, deixa de pensar. Então...
Sempre fico muito preocupado com a evolução (ou seria involução? Ou modificação, adaptação aos novos tempos, sei lá?) com o nosso Poder (Foder) Judiciário e seus múltiplos tentáculos.
Li , dia 13 de fevereiro, um artigo no Ex-Blog, como segue (trechos), que achei muito interessante.
“Juristas engajados usam lei para os mais fracos
Grupo que defende pobres, negros, gays, endividados cria jurisprudência e desperta interesse de colegas europeus
Eles são desembargadores, juízes, juristas, e dizem que a Justiça, em vez de imparcial, é comprometida com o poder econômico e político e que certo seria a Justiça assumir um lado: o da maioria pobre, afirmam. Por isso, armam-se de um arsenal modernizante das leis e defendem abertamente os endividados, as empresas em falência, os gays, os negros, os sem-terra, o meio ambiente.”
Organizados no que eles chamam de Direito Alternativo, desenvolvem uma ação que, pra mim, beira a uma coisa que eu chamo de Bolsa Justiça (!?), extremamente perigosa.
O artigo, inteiro, do Ex-Blog do César Maia, e minhas elucubrações, no Cidadão Observador.
ME ASSUSTA ESSA BOLSA JUSTIÇA*. ps: *denominação, minha!
“-Como qualquer pessoa que mora no Rio, eu também não agüento mais ler, dia após dia, notícias sobre a violência sempre crescente na cidade.
-Quando a gente acha que pior do que está não pode ficar, acontece um caso como este terrível martírio do menino João Hélio, que nos parte o coração já despedaçado. É o fundo do poço?
-Desta vez, porém, algo se sobrepõe ao sentimento de impotência que me toma a cada nova atrocidade. Além do horror diante dos assassinos, sinto um desgosto absoluto com os que defendem o famigerado Estatuto da Criança e do Adolescente, ....e atribuem a culpa da barbárie à “sociedade”. À qual, é evidente, não pertencem.
-Jogar uma estupidez dessas sobre pessoas de bem, que trabalham duro e pagam os impostos mais altos do mundo....é dar uma bofetada nesses pobres diabos que somos todos nós, idiotas....
-Estão solicitando de nós o pior que há em nós mesmos. O mais santo dos cidadãos começa a rever suas idéias sobre pena de morte, sobre cidadania....
-Se um dimenor (expressão jocosa e sinistra para menores de 18 anos) não pode ser punido porque é uma pessoa em formação, como é que se dá a esse mesmo dimenor o direito do voto?! ...Eu gostaria muito que qualquer desses gênios da sociologia e da jurisprudência que defendem tratamento especial para criminosos de 16 anos me explicasse essa contradição. De preferência dona Ellen Gracie...
-Como seria de se esperar, todos voltam a bater, mais uma vez, nas teclas da educação e da impunidade.... Mas falar em educação quando não podemos mais sair às ruas é mais ou menos como falar em prevenção a incêndios quando já tem gente saltando lá de cima...
-Quanto à impunidade: ela é, óbvio, a causa de uma quantidade de crimes que poderiam ser evitados... Mas é óbvio também que um caso como este, que chocou o país, está longe de ser conseqüência da impunidade generalizada.....Chegamos ao mal absoluto, aquele que não tem explicação.
-Não estamos falando mais de criaturas ressocializáveis. Estamos falando de monstros. ...é caso de trancar a cadeia e jogar a chave fora.
-Em tempo: também já não agüento mais ver tarjas evitando que o rosto dos assassinos “mirins” seja reconhecido quando sabemos que, no primeiro indulto, estarão nas ruas matando novamente! O que precisamos é colocar tarjas no rosto das pessoas de bem, para que não sejam reconhecidas pelos dimenor.
Cheguei à conclusão de que não consigo ficar distanciado das "mumunhas" e sacripantices políticas. Nem das mazelas que afligem nossas convicções e nossas almas. Até o corpo.
Ao mesmo tempo, colocar opiniões, ou observações, pautas para discutir, tudo aqui no Observador, em longos relatos, muita coisa escrita, pareceu-me demais para quem sempre pretendeu propor uma leitura mais à vontade, sem grandes esforços de concentração e perda, digamos, de tempo.
Sendo assim, "inventei" mais um blogue, Cidadão Observador onde vou colocar esses assuntos que eu considero mais caudalosos. Farei as chamadas aqui mesmo, e deixarei o "esforço" de cada um, que queira ler minhas escaramuças sócio-político-metidas-a-besta, lá no Cidadão.
Sempre imagino que tudo vai se acertar e, em breve, darei uma solução no Cidadão. Mas....
Mal armado em campo, desinteressado, naquela apatia de quem acha que tem uma explicação pelo cansaço do jogo anterior, com alguns jogadores, Juninho, por exemplo, não jogando porra nenhuma, com um goleiro que só fez merda, o Flamengo só podia perder. Do Madureira. De goleada. 4X1!!!
Vitória indiscutível e merecida, do Madura!
Ai, vem o resultado do outro jogo, do outro invicto do campeonato, o Botafogo, lá em Saquarema (e eu que pensava que em Saquá, só se pegava onda), com o Fogão também tomando ferro.
Então, ficam classificados o Madureira, por seus méritos e o Flamengo, por demérito do Bota.
Lido com esse tal de teclado, comprei um novo, faz é tempo!
Uso muito mal, sou acusado aqui em casa de ser um demolidor dos teclados, vira-e-mexe tenho que comprar um novo. Por sorte, é um negócio barato. Pelo menos os que eu compro. Mas tem umas teclas, que, palavra de honra, eu nunca usei e nem sei pra que é que servem. Num Lock e Scroll Lock, vai! O que é que elas fazem? Pra que servem?
Agora mesmo, estou olhando e descubro outras duas que se não existissem no teclado, pra mim não faria a menor diferença. Pause Break e Print Screen SysRq(??!!). Qual?!
Para arrematar, aquele teclado numérico à direita, que eu vejo o pessoal dos bancos usarem pra valer, eu nunca usei. Figura, no meu conceito, como badulaque. Descartável. Sou, de verdade, um pangaré nessas artes “tecladisticas”.
Atendendo a uma conclamação do Ao Mirante Nelson, obediente marujo que sou, estou lendo, ou relendo, "Tia Júlia e o Escrevinhador".
Um Mario Vargas Llosa dos melhores tempos.
REITERO A RECOMENDAÇÃO DO HIPER NAVEGANTE. ps: aproveito o Carnaval.
Muito chato!
Ler, num jornal “gringo”, coisas como essas, chateia.
Possivelmente virão desmentidos, manifestações de desagrado, críticas aos autores, mas podemos dizer que é mentira?
Falam os “gringos” "Acuados pela violência, os brasileiros só acreditam na lei da selva e estão corroídos pelo medo, segundo reportagem publicada nesta quarta-feira pelo jornal alemão Der Tagesspiegel."
Chamadas no portal Terra » Força Nacional ocupa primeira favela
» Confronto entre PM e bandidos mata 9
» PM abre sindicância sobre milícias
» Dois executados tinham passagem policial
» PM nega ter dado apoio a milícia obs, minha: tudo no Rio. É pouco, ou quer mais? ATÉ QUANDO, MEU RIO?
Ainda sobre os “gringos”: Sob o título "Ipanema queima - traficantes, mafiosos e policiais lutam pelo poder no Rio de Janeiro", a reportagem relata a crescente onda de violência na cidade, que levou o governo federal a enviar ao Estado tropas da Força Nacional de Segurança. "No domingo, nove pessoas morreram em um tiroteio entre traficantes e a polícia. Eles são as últimas vítimas de uma insanidade que tomou o Rio de Janeiro: no ano passado, 48 mil pessoas morreram vítimas de facadas ou tiros, três vezes mais do que em acidentes de trânsito", relata o jornal.
A reportagem comenta que, por conta da violência, "nos subúrbios e nas favelas nem taxistas nem oficiais de Justiça se arriscam". O jornal lista, entre as causas da criminalidade, "o desemprego, a desigualdade social, a corrupção e a lentidão da Justiça", entre outras coisas.
A reportagem diz porém que "há ainda uma outra causa, da qual normalmente não se fala: os brasileiros acreditam apenas na lei da selva". "Eles estão corroídos pelo medo", diz o texto.
Enquanto o nosso (nosso, quem, cara-pálida? ) Presidente comete barretadas com o chapéu alheio (de novo, alheio é o nosso chapéu), aumentando o preço do gás boliviano, com a explicação de um negócio que eLLe chamou de “pela justeza” (na verdade o amiguinho dele, Morales, só faltou dizer-lhe “ou dá, ou desce”), aqui em “terras brasilis” os amiguinhos do Governo se digladiam por cargos.
MUY AMIGOS!
Na Veja:
Brasil Uns estão loucos para entrar no Ministério. Outros para sair
Lula detesta sofrer pressões e, neste momento, tem sido alvo delas por todos os lados. Aliados têm se engalfinhado na disputa por cargos nos ministérios. n.r.: quem pariu Mateus, trate de cria-lo.
Ia me esquecendo: ainda sobre o gás boliviano, o Prefidente disse que aceitava o “reajuste” imposto pelo Evo, dizendo que com isso diminuiria a influência do Huguito Chavez, o mané venezuelano, aqui na sul américa.
Eta coisinha mais subdesenvolvida essa nossa latino américa! Um ditadorzinho de merda impondo ao nosso Presidente (!?), as regras do jogo. Ou, melhor dizendo, atendendo quem manda, como aquele que obedece.
É ISSO MESMO update:LuLLa disse:
"Reconheço a justeza de todos os pleitos bolivianos”.
“Eu não esqueço que somos chefes de Estado de países soberanos, que precisamos agir como chefes de Estado, cada um em defesa de seu país; mas, antes de ser presidente da República, tu, na Bolívia, e eu, aqui no Brasil, nós éramos companheiros no movimento sindical, e não podemos permitir que essa nossa primeira relação seja diminuída porque hoje somos presidentes”.
Mas...hein?
Tivemos a ilusão de que o Guga estava começando a voltar a jogar o seu antigo tenis.
Pura e doce ilusão!
Hoje, foi derrotado pelo Saretta, também brasileiro, mas que não figura entre os mais cotados do mundo.
Meu filho, deu um tempo.
Tempo pra se retemperar das dificuldades que tem encontrado com um fornecedor de produto (material e mão de obra), para acabamento superficial do piso de sua casa, a CasaMB, de que eu tanto falo aqui no Obs.
Pretendem, sobretudo, descansar das promessas vãs e tentativas mal feitas, da empresa, em conseguir dar ao cliente o resultado oferecido e prometido pela NS. Tenho evitado intervir nas tentativas / tratativas, entre o Bruno e a NS, mas domingo, 11 de fevereiro, mandei um e-mail, pedindo explicações maiores.
Delicioso texto produzido por algum cearense bem humorado e criativo. Como descendo das bandas de lá, pai e mãe cearenses, famílias, idem, coloco aqui para divertir os amigos. Adorei o texto!
Quando os cearenses dominarem o mundo!
(Descaradamente plagiado do Allan Sieber, que pegou do Crumb, que tirou isso não sei de onde.)
Todo mundo sabe que os cearenses estão por toda parte. Em geral, o cearense é aquele sujeito baixinho que é o guardador de carro em São Paulo, o chef de um restaurante da Madison em Nova York ou o designer que bolou o logo da Eurocopa em Portugal. O que pouca gente sabe é que na verdade isso é uma bem arquitetada jogada que visa plantar gente nossa em postos chave da administração mundial. Quando estivermos prontos, será deflagrada a grande tomada de poder e meu conselho é que você fique imediatamente amigo ou amante de um cearense, pois sabe como é: pros amigos tudo, para os inimigos, a lei!
Tomaremos o poder a partir de uma senha préestabelecida, que só um cearense saberá o significado oculto. Ao berros de “Queima Raparigal!” as hostes de cabeças-chatas invadirão os parlamentos e palácios e todos os jornais e as redes de tv do mundo livre.Ninguém desconfiaria que Juvêncio Araripe, humilde faxineiro da CNN, na verdade é um professor do LIA que rapidamente conectará a rede de Atlanta para nossos propósitos.
Elegeremos um papa cearense, Raimundo I, que canonizará Padre Cícero e determinará que daí por diante em todas as igrejas católicas a hóstia seja feita com macaxeira. Essa simples bula papal fará com que a economia do Ceará dê um salto. O único problema é achar uma mitra que caiba na cabeça do papa, mas nós cearenses sabemos improvisar: Raimundo I usará uma fronha de travesseiro enquanto não se encomenda outra.
A Literatura de Cordel ganhará status de arte maior, e Clodoaldo Mastrúcio ganhará o Nobel de Literatura com seu livrinho “A moça que engravidou do cavalo e a besta da sua mãe”. Polidamente, Clodoaldo recusará as coroas suecas, alegando que gosta mesmo é de uma bichinha mais nova. Aí explicarão o mal entendido e ele vai aceitar a grana numa boa.
Nas artes plásticas, os desenhos com areia colorida irão ocupar alas e alas do Louvre. Para arranjar espaço para as garrafinhas de areia colorida, todas aquelas velharias do Turner e do Delacroix serão levadas para decorar a salinha do faxineiro ou serão jogadas no Sena. A Monalisa fica, pois na avaliação de Serotônio Macêdo, novo curador do museu, ela é uma cabôca danada de aprumada.
O novo secretário geral da ONU será Severino Cavalcante - nenhum parentesco, mas a cara é igualzinha -, que resolverá o conflito Israel/Palestina doando vastas extensões do sertão cearense pros brigões. A ata de doação será concisa e formal. Nas suas palavras: Olha, bando de mulambeiros, a terra é seca do mesmo jeito e o mar é da mesma cor. Deixa de frescura que vocês nem vão notar a diferença e o Ceará ainda é maior que aquela tripinha de Gaza.
A famigerada música cearense tomará o mundo. Numa revanche histórica, teremos as categorias de música anglo-saxã e artista bretão no Grammy, para dar uma chance a esses aculturados já que nossa música será hegemônica. O mesmo se dará com o Oscar. Bolaremos uma categoria que premiará o melhor filme de cangaço, melhor cena de amor numa jangada e melhor mocotó, dado para as atrizes mais pernudas. Para apresentar o Oscar, nada de Jon Stewart! Tiririca será o escolhido e Didi Mocó destronará Chaplin como ícone da comédia.
O rodeio será substituído pela vaquejada, a coca-cola pela água de coco, Ipanema por Jericoacoara, chiclete por banana, Trafalgar Square pela Praça do Ferreira, Gandhi por Antônio Conselheiro, Átila por Virgulino Ferreira, Dick Cheney por Tasso; e por aí vai. Destruiremos Brasília e em seu lugar abriremos um depósito de lixo atômico. A Nova capital do mundo ainda será Nova York, mas a gente vai rebatizá-la de Nova Quixeramobim e vamos trocar aquela estátua cafona por uma enorme gostosa de biquini. Yeah!
Não vejo como o plano possa falhar, pois cada vez mais nossos agentes se espalham pelo Brasil e o mundo todo. Só nos resta esperar, de preferência no fundo de uma rede, enquanto as engrenagens giram por si. Adeus e até a vitória! Como sou modesto, quero para mim apenas um título de nobreza e umas terras anexas: Barão de Ibiza soaria bem.
Atenciosamente,
George Mazza Matos
MARAVILHA! ps: lembro não, mas acho que quem me mandou esse texto foi um integrante local, lá de Fortaleza, da família Cals
Jogando contra os mais mal colocados no ranking, Guga só deu vexames. Foram mais de 500 dias sem saber o que era uma vitória. Vá lá, foram poucos jogos, mas só decepção. Principalmente para ele mesmo.
Ontem, jogando contra um italiano, medíocre mas bem colocado no ranking, ganhou fácil.
Ele mesmo, Guga, disse que o cara estava lesionado. Mas, dizem os que viram o jogo, nosso tenista jogou bem e desenvolto.
Uma coisa sempre me incomodou: teria o Guga desaprendido de jogar? Logo ele que sempre jogou um tênis tão limpo e fácil? Seria a lesão tão definitiva que o impedia de ter um comportamento físico à altura do seu bom tênis?
Agora, depois dessa vitória, só nos resta esperar. Logo-logo, tem outro jogo pra gente verificar.
Jogando lá na altitude, sempre com aquela impressão de que "não vai dar, vamos perder o fôlego, não vai dar pra correr", até que foi bom o resultado de ontem para o Mengão. Principalmente depois de levar 2X0 no primeiro tempo. Valeu a reação, meio na sorte, meio, ou mais, no esforço. Não acredito que esse time, o Potosi, aqui no Rio, consiga vencer, ou empatar, com o Flamengo.
Essa coisa da gente ficar meio "escravizado" ao ato de blogar, é fogo! Hoje, acordei, fiz minhas primeiras obrigações matinais (soltar uma cachorra, prender a outra, pegar o jornal na porta da casa, preparar o café da manhã , de passagem pelo escritório, ligar a máquina, o computer)
Subo, tomo meu café, folheio o jornal, desço e entro na Internet, que, diga-se de passagem, abre com a cara do meu blogue. Não abriu! Tentei outras vezes, durante o dia, e nada. Nem o meu, nem o de outros blogueiros do condomínio Blogbrasil, do nosso guru Fábio Sampaio.
Deve estar em manutenção, imaginei. Mas, mesmo assim, com muito cuidado pras não "torrar o saco" do Fábio, mandei um e-mail pra saber do que estava acontecendo. Segundo o Fábio, o fornecedor da linha para o Blogbrasil, "deu um pau" e a coisa ficou esquisita. Um tal de Datacenter...
Pois, gente boa, se eu não estiver por aqui, se esse Observador não for encontrado nos seus habituais desvãos, tenham paciência.
O Fábio, cracaço, está tentando resolver.
ELLEN GRACIE CRITICA INCLUSÃO DE PACOTE DE SEGURANÇA NA PAUTA DA CÂMARA
Acredita ela que tais medidas, deveriam ser tomadas fora desse momento de emoção exacerbada.
Comentei, no site da Globo:
“Interessante a declaração da Ministra!
Quando, se, algum dia tivermos a graça (gracie?) de termos dias tranqüilos, o que ela diz poderia ser razoável. Num momento como o nosso, em que, semana após semana, sempre temos acontecimentos pesarosos e que produzem emoção, o que ela diz é uma tremenda patacoada.
Ou, uma maneira metida a parecer "profissional"; ou, mais ainda, tirar o seu engalanado traseiro da reta.
No dos outros, Ministra, é refresco!”
Nada contra a suprema arrumação, meio piruona, da Ministra. Mas acho ela (Ellen) meio empavonada demais. Aquele cabelo, aquele jeitão majestoso.... Sei não!
Coluna do Noblat – O Globo – 12 de fevereiro de 2007
“Não peçam para o governo entrar na briga do PT. Não vai entrar. Tenho de governar para 190 milhões de brasileiros." (Lula)
“Lula estragou a festa que celebrou na Bahia o 27º aniversário do PT. Ao invés de exaltar o partido e homenagear os que o ajudaram a se reeleger, tratou os companheiros como um bando de irresponsáveis que só fazem brigar. Confundiu adversários com inimigos. E quase lamentou não ter maioria no Congresso para governar com poderes especiais.
A ocasião pedia que Lula fosse carinhoso com aquela gente que há tanto tempo sua a camisa por ele. Divergências são fatos naturais em qualquer lugar — tanto mais em um partido. Tudo bem que distribuísse conselhos para evitar a repetição de desastrosos erros recentes. Mas por fim que destacasse a trajetória de sucesso do partido para que todos fossem embora dali se sentindo bem. Não foi o que fez. Esqueceu a parte boa da história do PT e atirou na parte que acha ruim — como se nada tivesse a ver com ela.
Vestiu o modelito Pai-Patrão e disparou. “Vamos fazer as nossas disputas internas, mas não vamos perder de vista quem são os inimigos, ou eles nos destruirão’’. Encaixou: “Por que a gente não sabe levantar a metralhadora para atingir os inimigos e atiramos tanto no nosso próprio pé? Se a gente levanta a metralhadora na altura do peito, a gente acerta o adversário. Mas adoramos acertar em nós mesmos’’. Como se adversários políticos devessem ser tratados como inimigos.Em uma democracia, são apenas adversários.
Bateu mais duro ainda: “Muitas vezes os chamados quadros políticos deste partido na hora da crise política tremeram, vacilaram, não tomaram as decisões corretas.Quem não tremeu e não vacilou foi o povo. O povo pobre deste país não desconfiou do PT” (Onde se leu: “Não desconfiou do PT”, leia-se: Não desconfiou dele, Lula.). Então jogou uns contra os outros: “As vacilações que tivemos eram porque a gente gostaria que fosse verdade que o companheiro tivesse cometido o erro que a imprensa dizia que ele havia cometido”.
Em seguida, quase traiu o DNA autoritário que esconde a muito custo: “Se eu tivesse maioria absoluta (no Congresso), eu teria decreto supremo, mas tenho que governar com medidas provisórias que vão ao Congresso e até podem ser derrotadas”.
(Foi uma alusão aos poderes legislativos que o Congresso da Venezuela transferiu para o presidente Hugo Chávez.) Por fim, corrigiu-se em tempo hábil: “O exercício da democracia é mais complicado, mas é melhor, porque dá mais consistência à sociedade brasileira”.
Lula quer distância do PT.Ou melhor: Lula quer o PT por perto desde que ele se comporte como um serviçal.Em 2002, quando se elegeu pela primeira vez, disse a José Dirceu, Luiz Dulci, Luiz Gushiken, Antonio Palocci e Gilberto Carvalho, reunidos em um hotel de São Paulo: “Jamais esqueçam que somente eu tive votos — eu e o José Alencar”.Desde que se reelegeu, está convencido de que só deve o segundo mandato ao povão. E que o PT deve a ele, Lula, a eleição dos seus governadores, deputados e senadores.
Apenas uma coisa lhe interessa daqui para a frente: fazer um bom segundo governo e entrar para a História.Se puder, acabará com a reeleição para cargos executivos — afinal, sempre se disse contra ela e essa é uma boa desculpa. Quer ter um candidato que possa, na eleição presidencial de 2010, defender o que ele fez em oito anos. Mas não precisa ser um candidato tão forte assim a ponto de lhe suceder. Não. Se a oposição emplacar José Serra ou Aécio Neves, paciência. Foi o povão que quis.
Em 1989, o povão quase quis eleger Lula, candidato a presidente, para ajudar o PT a se firmar como partido.Em 1994, estava certo de que venceria — mas o povão preferiu o real e elegeu quem tinha a cara dele.Dali a quatro anos, Lula foi candidato outra vez só para impedir que o PT lançasse um novo nome capaz de disputar a eleição seguinte.Perdeu em 1998 para ganhar em 2002. Em 2010, somente o PT poderá perder — ele não. Em 2014, talvez somente ele possa ganhar pelo PT.”
Aqui, falo eu: Para quem se imagina tão poderoso assim, acima do bem e do mal, “desterrando” até os amigos (cúmplices?), dá pra imaginar que eLLe não pretenderá se eternizar no Poder?
O exemplo Chavez, ancorado como eLLe na chamada aceitação popular, ta aí!
Notável crônica do JFS, sobre coisas que estão acontecendo no Rio. E acabando com ele. Ele, no caso, pra quem tem alguma duvida, nosso Rio de Janeiro.
JOAQUIM FERREIRA DOS SANTOS Seria possível contar a história recente da arquitetura contemporânea brasileira através da Graça Aranha, aquela avenida ali no Centro que tem numa das pontas o cimento-glacê do Edifício Mayapan e na outra, ainda no lado par, a lâmina-moderna do Palácio Gustavo Capanema.
Daria para retirar de sob seu asfalto mal colocado, buracos aos montes por 300 metros de extensão, os escombros dos casebres do Morro do Castelo e, de joelhos, pedir perdão pela estupidez do desmonte nos anos 20, pelos desvarios cometidos contra a memória de tamanho patrimônio.
Daria para fazer um daqueles artigos indignados, na base do “até quando!”, do “assim não dá!”, e encher a caixa postal com a solidariedade dos leitores que também não agüentam mais, são obrigados a passar por aquela rua cercada de urina por todos os ares, camelôs por todos os lados em kombisrestaurantes que vendem cachorro-desalsicha por R$ 1,30, de lingüiça a R$ 1,50, todos dando sua cota de colaboração, sujeira e miséria para que ninguém acredite.
Aquilo ali, o Villarino mais adiante na Calógeras, o Vermelhinho à direita na Araújo Porto Alegre, aquilo ali, o Drummond pegando a secretária na escada do MEC, aquilo ali já foi uma das passarelas mais charmosas do Rio. Daria para ser muito pessimista em relação ao futuro da cidade vendo o barraco de madeira que um sujeito construiu quarta-feira na esquina com Almirante Barroso, em frente ao espelhado azul do Edifício Torre Almirante; daria para se desesperar ouvindo os gritos de Mocanguê, Cubango, das vans e assistir ao incrível flanelinhacambista que zune pelo meio da rua numa cadeira de rodas. Daria para cortar os pulsos. Daria para chegar aqui, juntar com outras notícias da cidade, fazer ponto final e, diante de tamanha lixeira, dizer “fui”, “desisto”.
Em frente ao luxo dos azulejos de Portinari no Capanema fica a Rua dos Professores, mas na mesma quarta-feira que passei por lá só tinha mendigos, camelôs oferecendo recarga de cartucho para absolutamente ninguém e mais uma fila de ônibus pirata zombando da estátua altiva à juventude brasileira de Celso Antonio no pátio do MEC. Eu podia pedir meus sais. Chamar o garçom. Dizer “perdi” e afetar um chilique qualquer para não pagar essa conta por nem mais um dia. Deixar para lá, na base do não é comigo. Cruzei veloz, de nariz tampado, esse circo de horrores que é a Graça Aranha, quatro cooperativas de táxi ocupando o resto do meio-fio deixado pelas vans de cachorro-quente, tudo cercado de garotas perguntando “Você quer saber qual é a graça da aranha?” em panfletos de sexo a dez real. No quarteirão entre a Almirante Barroso e a Araújo Porto Alegre, entrei na minha Meca de destino, o teatro Ginástico.
Foi no justo momento em que Eduardo Dussek cantava “Rio/ Cidade que me seduz/ De dia falta água/ De noite falta luz”, no musical “Sassaricando”. Dava para rir, dava para chorar. Tinha sido assim, para sempre seria, e à platéia que na chegada havia sido achacada por flanelinhas não cabia outra alternativa.
Sorria-se. Era de destino e tradição.
Aquela marchinha tinha sido feita nos anos 50, na verdade um deboche popular em cima do hino “Cidade maravilhosa”, e cantava com humor o que eu, jornalista sempre indignado, tinha acabado de ver cinqüenta anos depois naquele pequeno trecho que juntava na mesma calçada o deslumbre do vão mágico de Niemeyer no Capanema e um sujeito instalado em caixotes de papelão vendendo sapatos usados. Já faltou água, já faltou luz. Sobreviveu-se ao que parecia o maior dos horrores. Agora é a desorganização urbana, a violência dos detalhes, a faca nas costas, a falta de emprego, a “cidade-purgatório da beleza e do caos” cantada na rap-marchinha moderna. Resiste-se, não pelo gosto sádico de ver o que vem de pior pela frente, mas pelo instinto natural de sobrevivência. Queimou-se o Andorinhas, na esquina par com a Almirante Barroso, mas no mesmo lugar a calçada de mármore do Torre Almirante, vigiada o tempo todo, mantém os hunos à distância para lembrar a permanência da “cidade que me seduz”. Ainda tem jogo. Os administradores não mudam, sempre os da pior espécie, gente disposta a ir ao cemitério à tarde se solidarizar com os pais do menino que ajudaram a matar pela manhã. A cada carnaval remenda-se a tirolesa, enxuga-se a lágrima do pierrô, e a cidade, basta olhar a terra arrasada da Graça Aranha ao redor do belo espetáculo das marchinhas, tenta fingir a alegria de que já parece ficar cansada. Eu poderia entregar os pontos, mudar de assunto, mas eu sou fã da Emilinha. Sei da sabedoria oculta no refrão do “Vai/ Com jeito vai/ Se não um dia/ A casa cai”, e acredito que brincar com o perigo para se reinventar a partir dele é uma das graças da aranha carioca.
Mas, sinceramente, e antes que alguém grite “Xi!, tem nego bebo aí!”, começo a ter minhas dúvidas.
Pra descansar os corações, aliviar nossos olhos, diminuir nossas aflições.
Uma foto linda, de um final de tarde aqui na Serra. ITAIPAVA, FIM DE TARDE! Direto da casa da Muié do Mei do Mato.
Foto: Andréa Cals
Em meio a todas, ou quase todas, vozes de autoridades, juristas, gente das polícias, sociólogos, até do Presidente, que repetem à exaustão que não se pode tomar alguma providência, procurar uma nova forma de agir, pressionados pela emoção do terrivel acontecimento do menino João Hélio, ouvi, hoje, no Jornal Nacional, uma única voz a declarar a coisa mais clara e objetiva sobre o assunto e o momento.
Refiro-me ao que disse o Deputado Fernando Gabeira, quando afirma que "essa emoção e a pressão por que estamos tomados, repete-se a cada semana e se formos esperar que isso passe, não agiremos nunca".
MAIS CLARO E OBJETIVO, IMPOSSÍVEL! ps: parece que todos querem, mesmo, é empurrar com a barriga.
Enquanto a Montana (post abaixo), digna e profissionalmente procura o cliente e o Arquiteto, para saber das coisas e ajudar, tem gente que pensa diferente.
Duas semanas atrás, mandei um longo e-mail para a Florense, dita fornecedora de cozinhas planejadas, que até agora não se dignou responder-me. Talvez, pelo longo e detalhado relato (ninguém gosta mais de ler, principalmente, se for para explicar erros e desatenções cometidas).
Creio que a idade, a chamada velhice, desde que não acompanhada da acomodação, ou da intolerância, pode nos trazer o que eu chamo de "sapiência" (vai entre aspas, pra não ficar pernóstico).
Então, munido dessa minha "sabedoria", quando tenho que reclamar, reclamo, mesmo. Em relação às coisas do meu trabalho profissional, sobretudo, reclamo com clareza, a dureza necessária (caso seja), mas sempre com educação. Reclamei e fui (bem) atendido, pela Pial Legrand, que substituiu as peças (interruptores) que estavam mal funcionando. Rápida e eficientemente. Como deve ser. Parabéns, reafirmo, Pial!
Semana que passou, enviei e-mail para a Montana (fabricante do acabamento superficial que aplicamos nas fachadas da CasaMB, o Osmocolor), relatando do aparecimento de manchas na madeira, solicitando explicações e procurando aconselhamentos. Precisava corrigir o que estava enfeiando as fachadas da casa. Hoje, 12 de fevereiro, recebi um telefonema da Montana, Kelly, o nome da pessoa que me ligou, que pediu-me que relatasse o que ocorreu, fez observações e prometeu uma visita à CasaMB, para verificar no local o estado das madeiras e definir o acabamento, possivelmente o próprio Osmocolor. Uma "expertise", do fabricante, para nos tirar as dúvidas. Mandei fotos, do antes (das manchas) e do depois (das manchas), para ajudar a compreensão do nosso "sofrimento". Bacana, profissional, a resposta, pronta e atenciosa, da Montana.
Né por nada não, mas eu acho que o Branco está atrapalhando o Fluminense.
Comporta-se como o dono do time, intromete-se no trabalho do técnico, fica no banco, vigiando, dando palpite. Mandou embora o PC Gusmão, que não é nenhuma sumidade, mas...
Primeiro, o jogo do Vasco contra o Voltaço. Um primeiro tempo apático do time vascaíno, quando podia até perder e terminou 1X0 , num lance de sorte e grande participação do Leandro Amaral.
Voltando para o segundo tempo com outra disposição, e com uma atuação notável do Leandro Amaral, nota 10, hoje, chegou logo aos 3X0. Ai, entrou o Romário.
Palavra, quando ele entrou, numa equipe que jogava muito bem, achei uma temeridade. Pra mim, iria prejudicar o Vasco. Quebrei a cara! De verde e amarelo. Em quatro tentativas o “Baixinho” meteu três. E tem mais, correu e participou. A lamentar, a resistência do Romário em falar com a Imprensa. Típica coisa de uma cabecinha poderosa, que não admite ser contrariada.
Mesmo assim, torço pra que ele chegue aos “seus” mil gols. Sim, porque existem outras versões, onde ele só teria 909 gols. Mas, deixa pra lá. Reitero: figuraça do jogo, Leandro Amaral, nota dez, com louvor!
Depois, o jogaço, emocionante, entre o Mengão e o Fogão. Compramos o “pay-per-view” e vimos em casa. No começo, até os vinte minuto do 1º tempo, só deu Flamengo, que fez 1X0. Depois meu time sumiu de campo e o Bota empatou, com toda a justiça.
Segundo tempo, mal começado, um pênalti (eu achei que foi fora da área), Fogão 2X1. Pensei logo, vamos tomar uma enfiada. Mas, a loucura das duas equipes, que se atiravam ao ataque, totalmente descomprometidas com a defesa, levou o jogo ao empate, e o Flamengo fez o 2X2. Logo depois, Bota 3X2, e o Fla com um jogador a menos. Mesmo assim, na coragem, quase na insanidade, veio o empate final: 3X3, um resultado legal, para as duas equipes, em um jogo emocionante como fazia tempo que eu não via. Ainda teve um gol anulado do Botafogo, alguma discussão, mas o carinha botou, mesmo, a mão.
Falando do meu time, do Mengão, fiquei impressionado com a instabilidade da equipe. Precisa melhorar muito, nesse quesito de padrão de jogo.
VALEU, VASCO E FLAMENGO; VALEU, FUTEBOL; VALEU, ROMÁRIO!
Jogando legal, com jogadores que haviam sido "expurgados" dos "grandes" times, encaçapou, seguidamente, o Vasco e o Fluminense.
Sei não, mas quanto ao Vasco eu achei um erro de percurso, talvez fácil de corrigir.
Mas, quanto ao Flu, acho que "não deu liga". Esclarecendo, a equipe e o técnico, não conseguiram juntar os esforços. Não acredito em incompetência do PC, ou má vontade dos jogadores, mas essas coisas acontecem.
E, como nesses casos, alguma coisa precisa ser feita, prevejo vida curta ao técnico PC Gusmão.
Enquanto isso, ao largo, o América já se classificou.
Pra início de conversa, esclareço: não vejo esse programa!
Como eu o acho um atentado à inteligência e bom gosto de modo geral, e à minha, em particular, saio de perto na hora em que começam a rolar os primeiros créditos do troço.
Mas, falam, ouço (não sou surdo), leio nos jornais e, isso eu não consigo evitar, sou atropelado pelas “chamadas” do programa.
Aí, deu na Folha, um artigo, do Daniel Castro, sobre o qual faço alguns comentários, abusado que sou. Lá vai, ou segue:
DANIEL CASTRO
COLUNISTA DA FOLHA
Diretor do "Big Brother" pede para sair
J.B. de Oliveira deixa o cargo que ocupava desde 2001; saída não estaria vinculada à queda de audiência
O diretor-geral do "Big Brother Brasil", J.B. de Oliveira, o Boninho, pediu afastamento do cargo, que ocupa desde 2001, quando o programa começou a ser produzido. Boa parte do sucesso do "Big Brother" brasileiro é atribuído a Boninho.
A auto-indicação de Boninho ao "paredão" da Globo aponta para uma tendência de esgotamento do programa, mas não teria a ver com a queda de audiência que o "reality show" registra nesta sétima edição. (1)
As edições de terça-feira de "BBB", que marcavam 50 pontos no Ibope há dois anos, caíram para 41 neste ano. O "reality" perdeu alguns pontos para "Vidas Opostas", da Record, mas continua sendo um megassucesso de audiência (dá mais do que "A Grande Família", que vai ao ar na mesma faixa de horário) e de faturamento.
Além disso, em 2005, "BBB" era precedido pela novela "Senhora do Destino", maior audiência das 21h nesta década, que encerrava os capítulos marcando mais de 60 pontos. Hoje, "Páginas da Vida" dificilmente passa dos 50. (2)
Na semana passada, "BBB 7" deu sinais de reação. Graças à indicação ao "paredão" de um personagem acusado de homofobia, o programa finalmente "repercutiu", virou assunto nas rodas de conversas. (3)
A Folha apurou que "BBB 7" teve um início tumultuado nos bastidores. Diretores da Globo acharam o elenco desinteressante para o telespectador mais pobre. Sobrou até para Pedro Bial. O apresentador, avaliou-se na Globo, não conseguiu entrar em "sintonia" com a casa, entrosar-se com os participantes, perdeu a agilidade que demonstrou em outras edições. Não entrou no ar. (4)
O diretor Boninho nega haver qualquer problema com o jornalista. "Pedro dá um show no comando e participa ativamente de tudo", afirma. Perguntado sobre eventuais mudanças nas próximas edições, ele se entrega: "Provavelmente, a mudança será na direção, já estamos discutindo isso", afirmou, via e-mail.
Boninho não revelou os motivos de seu pedido de afastamento do programa. A pessoas próximas, ele confidenciou que está cansado, que não agüenta mais ficar sem ver os filhos nas férias. Além disso, não estaria mais suportando a pressão da cúpula da Globo, que reclama de quase tudo do "reality show", da música que toca nas festas ao som sobreposto aos palavrões dos participantes. (5)
Para Boninho, "Big Brother Brasil" "pode durar muito" -a Globo já comprou diretos para exibi-lo até 2011. O diretor acha "que ainda é cedo" para trocar os participantes anônimos por famosos. "O maior desafio seria o elenco. Não seria interessante escalar um grupo sub-VIP. E convencer estrelas "reais" a participar de um programa como esse, com três meses de exposição, vai dar trabalho", afirma. (6)
Boninho não acredita que o maior número de participantes (16 começaram o programa neste ano) tenha afastado o telespectador no início. "Fizemos a opção de colocar mais pessoas para dar tempo ao público se acostumar e conhecê-los melhor. A casa vai bem, os participantes estão funcionando como imaginávamos. O jogo está melhor e nos livramos do espírito chato e de união do "BBB 6". Temos intrigas, romances, panelinha, traição. Está tudo aí", defende Boninho. (7)
Comentários (meus), de (1) a (7)
(1) Difícil acreditar nessa versão. Na Globo, tudo gira em torno de Ibope. A qualidade, essa que se dane!
(2) Ancorar em “Páginas da Vida”, outro produto cansado e manjado, assim como seu autor, o Maneco, já era. Dêem um descanso ao autor. De preferência, pra sempre.
(3) Faz parte das coisas da Globo. Ou tem um do lado de lá, ou alguém do contra. No caso, parece, tinha dos dois lados. Mesmo assim, o Ibope caiu.
(4) Acho complicado para o Bial, entrar em sintonia com tão baixo nível. Mesmo sendo um profissional, tarimbado e competente, é duro aturar tanta mediocridade.
(5) As músicas das festinhas! Qual? E não são as mesmas de todos os musicais “rastaqueras” da Globo? Essa não cola! Quanto aos palavrões, o que queriam, soltar no ar? Se bem que o cafajeste que foi defenestrado nessa última vez mandou um sonoro “filho da puta”, ouvido por todo mundo. Filho da puta, pode?
(6) Numa boa, minha gente! Até 2011? Estamos fudidos (ops!), mesmo!
(7) Vá lá que a célebre pendenga, briga, dicotomia, seja lá como chamemos, do crime e castigo, do bem e do mal, do bonzinho e do mau, seja sempre um prato cheio. Mas, que tal alguma dose de inteligência, um mínimo de cultura e educação, uma leve pitada de sarcasmo e humor? Ao menos para atenuar tão clara falta de graça desses integrantes do programa.
Como eu nunca fumei, tenho uma enorme dificuldade para aceitar os aromas produzidos pelos fumantes. Isso, o mínimo, pois a sujeira que normalmente eles conseguem fazer, também me incomoda, muito. Leio, hoje, numa chamada da Veja, um texto do Ed Motta, conhecido gourmet e apreciador de bons vinhos, além de um ótimo cantor, sobre o assunto.
Com a palavra, Ed Motta.
Os aromas da mesa não se misturam ao do cigarro
Um problema grave no mundo gastronômico, sempre minimizado e relativizado em nome da "boa convivência", são os fumantes. O cigarro mata, antes de mais nada, os aromas da comida e bebida.
No Rio de Janeiro a proibição do fumo em restaurantes causa repulsa em muita gente, afinal de contas o fumante é um freqüentador assíduo em qualquer parte do mundo. Quem aprecia beber e comer bem, no entanto, sai ganhando. Os aromas da mesa não se misturam ao do cigarro. Pena que a lei não vigorou no país inteiro.
Eu já estraguei algumas garrafas levando grandes vinhos para o restaurante e sentando perto de um fumante, ou de uma mesa vulcânica. Tem gente que fuma entre os pratos. OK, cada um faz o quiser da vida, o problema é incomodar o próximo.
Eu sempre achei a coisa mais maluca quando era permitido fumar nos aviões. Eu sempre ficava com os olhos e garganta ardendo. Em um restaurante, principalmente à noite, a sensação não é muito diferente.
Reconheço toda a poesia do universo do cigarro que vai de Humphrey Bogart, Serge Gainsbourg, aos guitarristas de rock e blues que colocam o cigarro no braço do instrumento e tal, mas cigarro e gastronomia não se bicam.
Grandes restaurantes são coniventes com o cigarro, uma pena... E, para mim, sempre um stress do tipo "será que consigo uma mesa bem distante dos fumantes?". Aquela garrafa especial, comprada a peso de ouro, à prestação, não é recomendada de se levar num ambiente com fumaça e cheiros fortes. Eu já vi esse filme de terror.
E perfume?
Aí é dose dupla....
Pode ser coincidência,mas eu nunca namorei uma mulher que fumasse.
Não há a menor dúvida de que o medonho acontecimento da última quinta-feira, o caso do menino João Hélio, tem que ter mexido com a cabeça de qualquer pessoa minimamente observadora.
Aqui, desse meu cantinho, repercutindo um editorial do ex-blog do César Maia, que representa tudo que eu penso, defendi, e defendo, o endurecimento das leis, essa questão da idade imputável dos menores (?!) e, sobretudo, o tal do ECA, a lei que estabelece o afrouxamento, redução de tempo de pena, etc. Se me perguntarem (eu me perguntei!) se isso vai dar um jeito nessa horrorosa situação que estamos vivendo, sobretudo no Rio de Janeiro, responderei (já me respondi!), que nada irá mudar. Os menores, inteiramente desamparados e abandonados, jogados nas ruas, sem condições de nada mais do que roubar e praticar atos delituosos, sem escolas e sem quem os cobre, ou os remova das ruas (como diz o editorial do CM, “rua não é lugar de criança”), ficarão a dar asas às suas imaginações perversas / pervertidas, prontas para cometerem outra barbárie qualquer. E poderem, a partir daí, se “engrandecerem” na escalada do crime, sua maior ambição. Já dá pra ver, pela forma como descrevo os menores, que não antevejo, pelo menos a prazo médio, nenhuma condição de mudança. A mínima!
Seria, então, a saída, a mudança dos estatutos e leis penais? Valeria a pena mudar a tal idade mínima? Deveríamos prender, por tempo compatível com a gravidade do delito, como acontece em paises mais adiantados, educados e cultos, menores que tenham cometido crimes mais graves? Caramba!
Essas coisas ficam a remoer nossas cabeças, revolver nossas entranhas, ouvimos autoridades (CNBB [no dos outros é refresco], o LuLLa [como preciso desses votos], os Juizes e integrantes do Judiciário [eles são os meus clientes, vivo deles]) a dizer que isso não resolve (pior, não resolve mesmo!), e ficamos revoltados. E nós, que sofremos, sofreremos, tais crimes, ficamos à mercê do que vier, apenas deveremos torcer, ou rezar, para que não sejamos os próximos?
Aí, dessas “autoridades”, pensadores, das sociedades defensoras dos direitos humanos (argh!!!), das espertas Ong´s (dizem que algumas prestam, só não conseguimos saber quais), sempre iremos ouvir que o problema está na correta aplicação das leis. E quem serão os aplicadores de tais leis, quem tratará de fazê-las cumpridas?
Contradições, estarrecimentos, dúvidas e certezas, vice-versa, uma mínima tentativa de ser racional e deixar de pensar no velho “olho-por-olho, dente-por-dente”, quem vai cuidar da gente, como faço pra não olhar desconfiado para cada grupinho de menores que se aproximam, como consigo não desconfiar de uma moto com carona, porque tenho que fechar o vidro do carro num sinal de trânsito,....foda!!!
Infelizmente, e disso não tenho a menor dúvida, o ponto de partida para uma mudança de rumo, uma correção de percurso, tem que ser no Rio de Janeiro. Ora, dirão, já ouvi muitas vezes, é tudo igual, no Brasil inteiro. Pura mentira, balela, fuga da realidade. O Rio já está tão comprometido, tão mal acostumado com essa convivência maligna, que até dizem que isso faz parte de uma certa forma de democracia. Sério, já ouvi isso de um integrante de um grupo musical, comparando a, digamos, convivência da população com a bandidagem. Comparava, o carinha, paulista, o que vivia em São Paulo (onde as favelas são periféricas), com o que ele via / vivia no Rio, no Leblon, por exemplo, onde cada bairro tem a sua favela enquistada. Chamava essa distorção de democracia, pode?
Pombas!
Acho que derramei um monte de posições preconceituosas, dolorosas, talvez mal endereçadas, certamente com interesses pessoais, cheias de contradições (afinal o sujeito, eu, acha que tem que mudar as leis,ou não?), mas é com estou pensando (estarei, mesmo?). Ou estarei literalmente perdido?
E A TAL LUZ NO FIM DO TUNEL? O QUE SERÁ? EXISTIRÁ?
Depois dos pavorosos acontecimentos dessa 5a feira, precisamos de algo pra passar a acreditar qua ainda vale a pena viver.
Então...
Desejo a você...
Fruto do mato
Cheiro de jardim
Namoro no portão
Domingo sem chuva
Segunda sem mau humor
Sábado com seu amor
Filme do Carlitos
Chope com amigos
Crônica de Rubem Braga
Viver sem inimigos
Filme antigo na TV
Ter uma pessoa especial
E que ela goste de você
Música de Tom com letra de Chico
Frango caipira em pensão do interior
Ouvir uma palavra amável
Ter uma surpresa agradável
Ver a Banda passar
Noite de lua Cheia
Rever uma velha amizade
Ter fé em Deus
Não ter que ouvir a palavra não
Nem nunca, nem jamais e adeus.
Rir como criança
Ouvir canto de passarinho
Sarar de resfriado
Escrever um poema de Amor
Que nunca será rasgado
Formar um par ideal
Tomar banho de cachoeira
Pegar um bronzeado legal
Aprender uma nova canção
Esperar alguém na estação
Queijo com goiabada
Pôr-do-Sol na roça
Uma festa
Um violão
Uma seresta
Recordar um amor antigo
Ter um ombro sempre amigo
Bater palmas de alegria
Uma tarde amena
Calçar um velho chinelo
Sentar numa velha poltrona
Tocar violão para alguém
Ouvir a chuva no telhado
Vinho branco
Bolero de Ravel...
E muito carinho.....
Sobre o caso, a barbaridade, o dantesco acontecimento, o pavoroso crime, razão de uma torrente de comentários de leitores de todos os jornais brasileiros, e do editorial do post anterior, nem vou escrever, ou falar.
O choque porque passamos todos, o estarrecimento que estamos sofrendo, impede, sequer, que eu leia os detalhes do crime nos jornais. Até mesmo de ver qualquer cena, ou imagem.
MUDAR O ESTATUTO DO MENOR JÁ! O CRIME É JUVENIL E MASCULINO!
01. As cenas de barbárie de um menino arrastado por delinqüentes irrecuperáveis, que já não diferenciam vida ou morte, crime ou direito, colocam num estágio limite o discurso de tantos que defenderam o estatuto dos menores no que cabe.
02. Uns 15 anos atrás -numa garagem da Tijuca- um menor delinqüente com uma navalha na mão a comprimia contra a jugular de uma criança. A cena transmitida ao vivo pela TV tinha como terceiro personagem um juiz de menores do Rio que a todo tempo perguntava ao menor -delinqüente- se ele estava bem, se não tinham feito mal a ele... A cena chocou a opinião pública. E ficou por isso mesmo.
03. Fora do Brasil estar na rua não é direito de um menor. Só aqui é assim. Quando se tenta legislar a respeito vêm os pseudo-defensores dos direitos humanos, como se ficar desocupado na rua fosse direito humano.
04. É hora de se dar respaldo legal para a retirada de menores da rua, compulsoriamente, quando circulam sem destino. Se a matrícula no ensino fundamental é obrigatória, por que estar na rua fora da escola é um direito? Mudar o estatuto nestes pontos, já!
05. A autoridade pública, seja ela qual for, só pode intervir com a concordância de quem está na rua, mesmo que tenha cinco anos de idade. Não pode obrigar a nada. Fora do Brasil essa proibição é radical durante a noite/madrugada.
06. A taxa de homicídios no Rio e no Brasil, de pessoas acima de 30 anos ou de mulheres em qualquer idade, é semelhante a de países como os EUA, França, Espanha... Mas essa taxa para jovens do sexo masculino de 15 a 24 anos é -pasmem- de 50 a 100 vezes maior em quase todas as regiões metropolitanas do Brasil.
07. O Congresso deveria abrir seus trabalhos ajustando os termos do estatuto nestes pontos e ajustando o código penal em relação ao tempo e tipo de detenção de menores em crimes que caracterizam os riscos de estarem soltos.
GRAVÍSSIMO! nota minha:
1-não editei, ou destaquei, nada! Não há necessidade;
2-do ex-blog do Cesar Maia
A última vez que estive em São Paulo, tratando das coisas da CasaMB, terminações, reparos, complementos, faz uns 20 dias atrás.
Tenho tido notícias dos andamentos, pelo telefone, através meu filho Bruno.
Então, fico sabendo de que a fachada, o revestimento de madeira não ficou bem acabado, o verniz, Osmocolor (que já usei um monte de vezes, sem problemas), tá manchado / manchando, e o piso, o tal piso cimentício, tecnocimento, caro e altamente sofisticado, está manchado e iregular. Coisas essas, aceitas pelo fornecedor / aplicador, que se comprometeu a refazer. Claro, ainda tem o trabalho do marceneiro, que atrasou, muito. Mas, que, quando pronto, está bom. Pelo menos.
Conversamos aqui em casa, no "sacrossanto" recesso do lar / escritório, eu e a Andréa, irmã do Bruno e, como eu, Arquiteta também. Ficamos a pensar se não estaria o Bruno sendo exigente demais, cobrando perfeições na obra, dessas à qual nós, que vivemos o dia-a-dia dessa loucura chamada "mão-de-obra / material / fornecedor / cliente", já nos acostumamos. Falando com ele, o conclamamos (ops!!!) a curtir mais a bela casa e relaxar em relação aos problemas (nada como a distância, para nos dar a capacidade de refeletir e pensar moderadamente, relaxadamente, oras...)
Hoje recebemos fotos dos problemas colocados pelo Bruno. FODA!!!
Notar a quantidade de manchas. À direita, ao alto, parte já repassada, re-lixada, com madeira ao natural. Como queremos.
Ainda tem isso. O primeiro "profissional" que lixou a fachada, conseguiu cometer essas mossas! Má utilização da ferramenta.
Tudo o que ele reclama, e que nós tentamos "examinar" como coisa normal, vem à tona, escancaradamente. Ficamos perplexos e nos sentindo, de imediato, culpados, culpadérrimos, de pensar que o "cara", filho e irmão, estivesse "viajando", exagerando, por ai.
Supostamente o piso à esquerda, do Lavabo, deveria ficar igual ao da direita. Como deve ficar.
Se alguém achar que um piso acabado deve ficar assim, manchado e com marcas de latas, etc...mande-me um aviso.
Então, tanto a firma que fez/ refez o piso cimentício, quanto os carpinteiros que executaram a fachada, estão a refazer tudo.
Ambos, entenderam que as exigências do Bruno e Mariah (MB) eram inteiramente fundadas, e que os serviços mereciam ser refeitos.
Nisso tudo, chato, chatíssimo, é que eles não estão podendo usar a casa como merecem, a trabalheira de ter que conviver com esses refazimentos (horrível essa palavra, mas ele existe) e terem que dormir fora de casa vários dias.
E nós, aconselhadores à distância e acalmadores sem sofrer o problema, culpados nos sentimos.
O cara está no metrô, sentado próximo a um padre. Sua camisa está manchada de batom vermelho, o nó da gravata desapertado e uma garrafa de gim pela metade sobressai do bolso do seu paletó. Ele abre um jornal e começa a ler.
Após alguns minutos, volta-se para o padre e pergunta: "Diga-me, padre, o que causa artrite?" "Vida desregrada, mulheres de vida fácil, muito álcool e pouca fé", responde o sacerdote.
"Puxa vida...", diz o homem cabisbaixo, “estou desconsolado...”
O padre, arrependido de ter sido tão duro, começa a desculpar-se: "Eu sinto muito, filho... não queria ser rude... há quanto tempo você tem artrite?"
"Não sou eu, padre... Eu li no jornal que o Papa tem artrite!"
Mas, mesmo assim, torcedor do Mengão, tão antagonizado pelos vascainos, não pude deixar de sentir uma certa satisfação (perdões, aos milhares, amigo Adelino), com a derrota do Vasco, ontem, frente ao América.
Que, dizem é o clube do coração do Romário, que ontem reapareceu no Vasco. Ou, melhor dizendo, nem apareceu.
Quando garoto, meu time de botão era o América: Vicente, Osni e Grita;
Ely, Danilo a Amaro;
China, Maneco, Cesar, Lima e Esquerdinha.
O "Tico-Tico no Fubá".
“que não vai tolerar a ação de milícias no Estado.” Complementa: “Isto é o fim do mundo. Não vamos tolerar isso. Em Bogotá, etc., etc.,...”
Uma estorinha, então:
Minhas duas filhas mais novas moram, com a mãe, num condomínio fechado, próximo à tal favela, digamos, do Retiro das Pedras. Menos do que eu gostaria, mas quando posso, vou ao Rio visitá-las e muitas vezes perguntei sobre a proximidade da tal favela, tão próxima ao local onde elas moram.
As informações, sempre foram, de que a tal “favela é totalmente segura.” Empregados das casas do condomínio, que por lá moram, sempre destacam a tranqüilidade e segurança locais, onde não existe tráfico de drogas e bandidos não se criam.
Ouço isso, faz muito tempo.
Agora, sob o patrocínio de sociólogos de plantão, das Ongs interessadas/interesseiras, dos “traficas” esperançosos, pintam as denuncias contra as tais milícias, e o seu papel “transgressor ao assumir os encargos que competiriam ao Estado”. Transgressor, como, cara-pálida? Estado, qual?
Seria, se o Estado, aquele do título do post, do Cabral e dos seus antecessores, conseguisse dar aos moradores das comunidades carentes, “soi disant”, favelados, a garantia de segurança e tranqüilidade que eles tem, com as tais “milícias transgressoras”. Garanta-se que, caso ao Estado coubesse, soubesse e produzisse tais benefícios, a população das favelas, certamente aprovaria e poderia dispensar a “ação deletéria” e contaminadora das organizações milicianas. Perguntei a muita gente de tais localidades, agora já espalhadas por uma boa parte das favelas, sobre o que achavam delas, milícias, e a aprovação foi geral. Como, mais certamente seria, se o Estado cumprisse a sua obrigação.
Claro que, e pela constatação de que essa distorção dos poderes e transferência de encargos significa, não acreditamos, nem propomos, como solução, que isso seja a verdade que gostaríamos de ver.
Mas, enquanto o Estado ficar apenas, como diz o meu sogro, “ejaculando no espaço”, fazendo essas pirotecnias improdutivas da tal Força Nacional, sei não, mas acho que funciona como uma solução momentânea. Ora, porras!!!
Foda!, pensar dessa maneira, mas não estão nos dando outra alternativa.
Enquanto isso, na aferição de como anda nossa educação, tome porrada, pra baixo!
E AÊ, GOVERNADOR? DESCOBRE, AO MENOS, O RIO DE JANEIRO!
Realmente, pensar que uma seleção brasileira pode ser montada com jogadores bonzinhos, só pode passar em uma cabeça medíocre. Bonzinhos, Helton, Maicon, Daniel Alves, Tinga, Elano, Diego, Gilberto, podem ser muito bons para clubes.
Pra seleção, craques, é do que precisamos.
Deu pena ver o Kaká, correndo pra tudo que é lado, sem ter com quem dialogar.
Além de amargar a primeira derrota, mais do que esperada para quem se dispõe a escalar aquele timeco, causou sensação, negativa, a camisa do treinador Dunga.
Pelo visto, dessa vez a estilista do gaucho pisou na bola.
Pergunto ao cara da loja, que dia é hoje.
“Hoje são cinco”, responde ele, cheio de convicção e pose. Pelo menos parece, boca cheia. Tive vontade de perguntar: “E ontem, quanto foram?”
Editorial:
Honra seja feita, o Brasil não inventou a corrupção, o nepotismo, nem a burocracia pedante e autoritária. Tudo isso foi importado com o descobrimento. Vejam os senhores que falta faz a Reserva do Mercado.
A ostra pode ser pai num ano e mãe no outro.
Andrógino é isso aí. O resto é bicha mesmo
Conheço mais gente que deita na cama e cria fama, do que o contrário
Poeminha com metais leves e ferruginosos A palavra é de ouro
O silêncio é de prata
A burrice é de chumbo
Canalhice é de lata.
No princípio era o milagre.
Todo o mal começou com as explicações
Outro dia, aqui em terras serranas, consultando um fornecedor de material, no caso granitos e pedras, ele, falando sobre aproveitamento e eventuais perdas, lançou a pérola título do post: “Usa essa, que é que dá menas perca”.
Utilizei esse gancho, da “menas perca”, pra puxar um assunto que, cada vez mais, me impressiona: a derrubada vertiginosa, geral, da nossa pobre flor inculta, nossa língua portuguesa / brasileira. Vícios de linguagem, digamos, que se aceite. Pode doer, e dói, mas tenhamos resignação.
Lembro-me que, quando morei em São Paulo, ao ouvir de muitos amigos que “eu tinha trago (trazido)”, “fulano tinha chego (chegado)" e outras barbaridades, quase de imediato, (es)premido pelas circunstâncias locais, tratei de aceitar. O que não serviu para eu adotar, ou pensar que a nossa língua mereça tal maltrato. Fazer o quê?
Quase diariamente, e pra isso a televisão é um (im)perfeito veículo, ouvimos atores e locutores, falarem “pra mim fazer”, “ta na hora dele vim pra casa”, e outras inconveniências verbais (escritas, também, embora em número menor).
Recentemente, minha filha Andréa, a Muié do Mei do Mato, tirou a Nina de uma escolinha, boa e simpática, onde as professoras, quase invariavelmente, só falavam usando o tu, pra tudo. “Tu vem”, “isso é pra tu”, etc, por considerar que, e isso seria inevitável, esse distúrbio lingüístico local, acabaria contaminando o jeito de se expressar da minha neta. Está em outra escola.
Pior de tudo, ouvir, quando a gente consegue espaço para ponderar, criticar, a resposta que está na ponta da língua de quase todo mundo: “É a mesma coisa”.
Muitas vezes lemos coisas, ditas por quem não “emparelha” realmente com nossos gostos e disposições normais, e que batem direto com o que sentimos e assistimos. É o caso do texto, abaixo:
A VERDADEIRA NATUREZA DO PT !
1. Meses atrás, no inicio do processo eleitoral, esse Ex-Blog afirmava que numa hipotética vitória do PT na eleição, um segundo governo traria junto a verdadeira natureza do PT.
2. Já está trazendo ! O jogo para a presidência da Câmara foi mais pesado do que se supunha. O ministério ainda está -digamos- em negociação. Zé Dirceu diz que consegue cancelar sua inelegibilidade, apesar do processo do MP que o chama de chefe de quadrilha. Lula sonha com o terceiro mandato, no melhor estilo chavista,....E por aí vai.
3. A democracia é flor muito frágil em regimes -como o nosso- onde as instituições democráticas foram relançadas com a constituição de 1988 a menos de 20 anos.
4. Cuidado! Muito cuidado! Eles estão de volta com todas as garras de fora,e de antes, depois de representarem o papel de bonzinhos e democratas.
5. Usam a política de estabilidade monetária como referencia de bom comportamento. Isso nada tem a ver com a democracia. Salazar em Portugal dos anos 30, foi um exemplo disso.
NADA MAIS CLARO E VISÍVEL! ps: do ex-blog do alcaide da “muy leal”
Hoje recomeçaram as aulas da Nina. Dava prazer e emoção, ver a alegria que ela demonstrava pelo início das aulas, pelo encontro com as amiguinhas, com o novo uniforme que ela veio correndo mostrar para todos nós. Maravilha!
Mas, como ela agora está em uma escola que fica perto da casa dos pais, certamente irá direto pra escola, sem aparecer aqui em casa (coisa que ela fazia todos os dias) e deverá voltar, também direto, quando seus pais forem pega-la no colégio depois das aulas. Lá pras seis da tarde. Saudade vai pintar!
Estou me preparando para, sempre que puder, ir ve-la chegar no colégio. Ou na saída.
Num momento de reflexão da humanidade, contra os excessos e abusos que os humanos estão cometendo contra a Natureza, e os desvios e desvãos, perigosos e fatais, que nos estão reservados, coloco para observação de todos, um texto, brincalhão e simpático, que recebi algum tempo atrás.
Claro, uma brincadeira nossa, que não deve servir de justificativa, ou engodo, para ocultar a ameaça real que está anunciada.
Mas, vale a “leveza” do texto. Rsrsrsrsrsrssr!
O Frio: Um tratado sobre o assunto
25ºC
Pernambucanos ligam o ar quente
Cariocas vão à praia
Mineiros comem um feijão tropeiro
Curitibanos limpam o jardim
20ºC
Pernambucanos tremem incontrolavelmente de frio
Cariocas vestem um moletom
Mineiros bebem pinga perto do fogão a lenha
Curitibanos tomam sol no parque
15ºC
Carros pernambucanos não ligam mais
Cariocas se reunem para comer fondue de queijo
Mineiros continuam bebendo pinga perto do fogão a lenha
Curitibanos dirigem com os vidros abaixados
10ºC
Decretado estado de calamidade pública em Pernambuco
Cariocas usam sobretudo, cuecas de lã, luvas e toucas
Mineiros continuam bebendo pinga e colocam mais lenha no fogão
Curitibanos botam uma camisa de manga comprida
5ºC
Pernambuco entra num clima de armagedon
César Maia Lança a candidatura do Rio para as olimpiadas de inverno
Mineiros continuam bebendo pinga e quentão ao lado do fogão a lenha
Curitibanos fecham as janelas de casa.
0ºC
Pernambuco começa a se desintegrar
No Rio, César Maia veste 7 casacos e lança o "Ixxnou Bórrrrdi in Rio"
Mineiros entram em coma alcoólico ao lado do fogão a lenha
Curitibanos fazem o último churrasco no pátio, antes que esfrie…
-10ºC
Pernambucanos, Mineiros e Cariocas entram em estado de criogenia
Curitibanos começam a dizer: "Meu camarada, tempo brusco, tá muito
frio. Vou tomar um leite quente...
Num momento em que os anúncios são da aumento da temperatura...
FRIO...MUITO FRIO! ps: não lembro quem mandou, mas... valeu!
Sentindo-se com a "força", apoio popular e político, numa hegemonia perigosa e fora de propósito, eis como o PT e o LuLLa estão se sentindo.
Agora, a última novidade, será a ressureição política do Zedirceu. Forçam uma barra para a volta da pérfida figura à Câmara. Articulações e mais articulações.
Também, convenhamos, num momento em que nossa (ops!) Câmara está ocupada por legiões de ex-mensaleiros e duvidosos, o Senado abriga a figuraça do Collor e outra peças "especiais" são vistas em destaque, dá pro cara pensar que pode voltar.
No Brasil em que vivemos, faz, até, sentido!
1X0. Minguado. Com a possibilidade, inclusive, de tomar um injusto gol no final e terminar empatado. Isso num jogo em que o Mengão merecia vencer de 3 ou 4X0. Mas o que perdemos de gols....
Jogou até direitinho, principalmente no segundo tempo, quando o Renato Augusto foi para o meio de campo e o Roni entrou no lugar do Juninho Paulista. Que ainda está devendo uma atuação, pelo menos, razoável. Tá parecendo o Sávio. Estabanado e metido a machinho, o tal garoto que veio do Fluminense, Tiago, merecia ser expulso. Joga até direitinho, mas é metido a xerifão. Sucessor do Fernando?
Mas, deu pro gasto, praticamente classificou o time e domingo que vem, jogão contra o Botafogo.
Pensei em montar outro blogue, bem simplinho, só com fotos de trabalhos, projetos, obras e outras "mumunhas", do que faço.
Mas, simplifiquei e resolvi montar uma "vitrine", onde possa colocar as fotos e imagens, de forma bem fácil e imediata.
Então, montei um Flickr, aqui, onde depositarei minhas "encomendas" profissionais.
Texto, quase nenhum. Fotos e imagens. Quem sabe, falarão por si mesmas?
Hoje vai passar, aqui no Rio, o jogo do Flamengo contra a "indomável" equipe do Boavista.
Quando me deparo com esse "desafio", certamente fico com um risinho de banda, pois não acredito nessas equipes do interior fluminense.
Mas, e ai está o próprio Fluminense, cheio de contratações e "craques", levando couro todo os jogos, pagando vexames e mais vexames. Por isso, fico na encolha e vou assistir o jogo de hoje à tarde, com o maior respeito.
Das páginas:
Fifa libera, e Romário vai defender o Vasco Romário é jogador do Vasco. Nesta sexta-feira, a Fifa deu parecer favorável ao clube de São Januário, que poderá contar com o centroavante tão logo regularize a sua situação na CBF.
Desde dezembro do ano passado o Vasco tentava a liberação do atacante, que estaria impedido de atuar pelo clube carioca neste primeiro semestre por já ter defendido o Miami FC-EUA e o Adelaide United-AUS no segundo semestre do ano passado.
Pelas leis da entidade, um jogador não pode defender mais de dois clubes durante o período de julho a junho. Contudo, a Fifa abriu uma exceção para Romário, apesar do clube cruzmaltino ainda não saber o que a levou a liberar o atacante.
Desta forma, Romário, 41, reforçará o Vasco já no Estadual do Rio e continuará sua saga em busca do milésimo gol na carreira. Pelas contas do atacante, faltam apenas 13.
Na próxima segunda-feira, o jogador concederá uma entrevista coletiva em São Januário para comentar a sua liberação. Como já vinha treinando a parte física no Vasco-Barra, a expectativa fica por conta da escalação de Romário já na próxima quarta-feira, contra o América, pela terceira rodada do Estadual do Rio.
Fico com pena do Renato, que agora vai ter que “inventar” uma forma do jogador tentar chegar ao seu mílesimo gol. Pensando nele, Renato, tenho duas sugestões a fazer: 1-criar um time B, para fazer joguinhos contra equipes de divisões inferiores e dar chance ao veterano jogador. Aliás, o que ele já vinha tentando, jogando na várzea da Florida e na Austrália; 2-ficar no banco dos jogos do Vasco, nos campeonatos principais, e fazê-lo entrar em campo quando houver pênaltis para cobrar. Claro, torcer para ele acertar Mais ainda, que tal penalidade ocorra no segundo tempo, de preferência no finzinho do jogo..
Sinceramente, não invejo a “parada dura” que o Renato vai topar.
Li, e gostei muito, desse livro do Mario Vargas Llosa.
Talvez o fato do protagonista do livro, o obcecado e romântico Ricardo Somocurcio, ter idade quase igual a minha, e por isso mesmo ter vivido estórias e histórias do meu/nosso tempo(mesmo que indiretamente), tenha conseguido me seduzir mais fortemente. Uma estória de amor, na verdade, com uma narrativa absorvente e com citações de locais e acontecimentos, encantadoras. Da Menina Má, com sua incrível, e muito pessoal, personalidade, só lendo o livro.
De satisfação: a derrota do invertebrado "comunista" Aldo Rebello; De tristeza: a eleição do Chinaglia, apoiado, vejam só, pelo Zedirceu e pelo Bob Jeferson, Martinha Suplicy, Collor de Mello e Maluf, "et caterva".
E tem quem possa acreditar nesse governo!
DE VERGONHA! ps: do Renan, nada a declarar. Basta ele.
Hoje tem eleição para as Presidências da Câmara e do Senado. Na verdade, uma triste farsa, protagonizada pelos "mesmos", eleição essa da qual não resultará nada que preste. Na Câmara, ganhe o ex-comunista e atual acomodador, Rebello, ou o outro, recuso-me a escrever tal nome, "tudo como dantes no quartel do Abrantes". No Senado, ganha, fácil, o Renan. Precisa dizer mais nada. Junte-se a isso a leitura de que o LuLLa terá cerca de 69% da bancada da Câmara, coisa que os jornais destacam que, com essa maioria dava até pra eLLe fazer nova Constituição, podemos nos preparar para o que der e vier. O ídolo dele, o mané Chavez, "ganhou" o direito de governar por decreto, pleno e irrestrito. Se a moda pega...
Guga perde para outro espanhol e é eliminado no Chile do noticiário da net
O tenista Gustavo Kuerten sofreu nesta quarta-feira sua derrota mais acachapante nesta temporada e foi eliminado do Torneio de Viña del Mar, disputado no saibro, no Chile.
Em apenas 1h08min21s, o catarinense perdeu para o espanhol Albert Montañes (82 do ranking de entradas) por 6-1 e 6-4 na segunda partida pela primeira fase do torneio, competição em formato "round robin".
Apesar da rápida derrota, o tenista afirmou que ficou satisfeito com seu desempenho. "Senti que estava muito melhor, jogando mais do que no meu primeiro jogo aqui, com uma boa sensação na quadra, mas o cara jogou muito e deve ter acertado umas 30 bolas na linha."
Falou, ainda, o Guga de estar se sentindo bem dentro da quadra, que o cara teve sorte, que fez algumas variações no seu jogo, etc, etc, etc
São 17 meses de jejum para o atual número 1.082 do ranking de entradas.
Cara!
Sinto pena de ver um ídolo nacional, um ex-primeiro do Mundo, tentando se iludir com a possibilidade de voltar a jogar em bom nível. Espero estar errado, mas...