Pouco menos de dez graus, no termômetro da varanda.
Lá fora, ventinho "auxiliar", digamos, empurra a sensação térmica para alguma coisa tipo uns cinco graus. Ou seja, um frio "ducarai"!
RECEITA IDEAL: CHOCOLATE QUENTE, CAMA E COBERTORES!
Demonstração absurda da tão propalada "democracia" cubana, um dos referenciais do Nosso Guia, foi dada ontem, com o embarque às pressas, aos tropeções, bagagens jogadas num caminhão, atletas escorraçados, de volta a Cuba Libre.
Tão "libre", que desconfiava-se, as autoridades cubanas lá em Havana, que haveria uma deserção em massa dos integrantes do grupo cubano que competiu nos Jogos Pan Americanos.
Ainda dizem que o povo cubano adora o "gobierno" do caudilho.
"SE O PREÇO DE SEGURANÇA FOR MANTER A FILA, ELA SERÁ MANTIDA”.
N. Jobim -26.07.07-
Não, ministro. Fila é questão de oferta e demanda, em relação à capacidade existente. O passageiro prefere não ter passagem para comprar que comprar e não poder viajar ou esperar horas e até dias. Por exemplo, ontem em Congonhas. O que seus planejadores devem fazer é definir a capacidade efetiva para aeroportos e horários, e determinar um bloqueio de emissão de passagens, além dessa oferta. É um software simples onde todos os vôos para um certo, ou certos aeroportos/horários, terão que cruzar a aceitação num sistema que seja centralizado por um software federal. Este pode até distribuir proporcionalmente, às empresas. Poderá fazer isto -começando pelos três maiores aeroportos de SP. As cias aéreas serão as primeiras a procurar alternativas para tornar seus ativos, operacionais e lucrativos. E os demais aeroportos -opcionais- terão seus limites fixados de partida começando por Rio, BH, Salvador, Recife e Brasília.
É impressionante a capacidade, arrogante e despropositada, mesmo que realista, que os políticos tem em "cagar e andar" para o povo, o usuário, aquele a quem deveriam atender.
Vai que a merda está fedendo, que o Lulla, esse incapaz ciclotímico, só fez cagada, mas o nomeado Jobim, apagador do incendio alheio, poderia ser menos autoritário e mais cuidadoso.
Ou, menos ainda, informado das possibilidades.
Definição, curta e grossa, dada por um amigo meu, sobre algumas pessoas ou providências, dando clara ciência de que o que se propunha não iria dar em nada. No meu time, a todo o momento ouço dizer, leio nos jornais, que o técnico do Flamengo é muito bom. Mas, pergunto-me e estendo a questão aos circunstantes: Muito bom, pra quê? O time não vence, não tem padrão de jogo, os escalados são os piores, que diabo de muito bom é esse técnico?
ENCAIXADO, CERTAMENTE, NO QUESITO, "MUITO BOM, MAS NÃO PRESTA".
CONGONHAS, ONTEM!!!
Um retrato pobre do cáos aéreo e a lama que escorre por baixo....
-“...os passageiros terão de pagar mais para obter segurança”, do Presidente da Infraero, não sem antes, meio descuidadamente, colocar a culpa nas classes C e D, que com o “barateamento das passagens, passaram a usar mais o transporte aéreo”. Só faltou dizer que pobre é uma merda!
-enquanto isso, na mesma semana da tragédia, os “caras”, esses mesmos incompetentes, que não conseguem resolver essa trapalhada, eram condecorados. Juro que notei na cara do Zuanazzi, um certo quê de vergonha.
-e o Presidente, sempre tão falante e prosa, mudo e estarrecido, incapaz de tomar qualquer providência. Aliás, coisa mais do que normal (?!) no sujeito, que sempre colocou as coisas como se fossem por conta dos outros. “Sou, apenas, o Presidente”!
-e o Indefeso Ministro, patético e coitadinho, a exclamar que é apenas o Ministro da Defesa. Qual defesa, cara pálida?
-ao fundo, maquiavélico e soturno, Canalheiros sorri e pensa, quase tem, vontade de gritar:
“nada como uma tragediazinha para colocar as coisas nos seus devidos lugares".
-mas, pra que tanta celeuma, tanta especulação, se o dolar está lá embaixo, o prestígio do Nosso Guia, lá na estrastofera....relaxa e goza, palavra de ordem do Planalto.
Pode até não acontecer nada de mal. Pode até ser que o nosso time de volei masculino não sinta o baque. Afinal, são atletas tarimbados, campeões, profissionais de estirpe, tudo o mais.
Mas que o lance da dispensa do Ricardinho, até agora inexplicado e doloroso, ficou como um tapa na cara da torcida e dos amantes do nosso esporte, lá isso, ficou.
Acredito que tenha acontecido uma enorme "merda", ainda não esclarecida, porque não creio que o Bernardinho seja capaz de desferir um golpe desses, num atleta consagrado, sem ter carradas de razão. Torço por isso!
Mas, do jeito que a coisa aconteceu, chego a pensar que o cara, Bernardinho, pisou na bola. A cara de todos os componentes do grupo, é de consternação total, de quem recebeu um golpe desnecessário e inesperado.
Do acontecido, ficou um recado pesado, e que pode ter repercussões inimaginadas, de que o Bernardinho disse ao grupo que, "manda quem pode (ele), obedece quem tem juizo (os jogadores)".
Com o mesmo grau da satisfação e orgulho que falei no post anterior, apenas em sentido totalmente oposto, do desagrado e vergonha, tenho a lamentar uma boa parte do comportamento de nossas torcidas, que não estão acostumadas a tantos esportes diferentes, e mantém aquela atitude mal-educada e grosseira, que utilizam nos campos de futebol. Xingamentos, vaias inoportunas, agressões verbais aos adversários dos nossos atletas, tem sido uma constante em vários locais de competições.
Claro, torcer é uma obrigação de quem vai aos locais das competições, mas um minimo, nem precisa ser tanto, de respeito e consideração, não faz mal a ninguém.
Independente da boa participação do Brasil, dos seus atletas, dos resultados e conquistas, uma coisa chama a minha atenção, mais fortemente: a qualidade das praças de esporte, dos equipamentos, do Engenhão, do Complexo montado em Jacarepaguá, do Conjunto Aquático, do fantástico Velodromo, enfim, de todas os locais onde estão sendo disputadaos os diversos eventos desse Pan Americano. Pra quem, como muitos brasileiros, alguns até torcendo contra, tinha alguma dúvida da capacidade do Rio de Janeiro de organizar esse evento, fica a certeza de que estamos fazendo uma competição magna, com a mesma qualidade das que vemos, e chegamos a ficar com inveja, realizadas fora do Brasil.
Vendo o exito dessa empreitada, tenho a total certeza de que o Brasil poderia, perfeitamente, sediar uma Olimpiada. Fico emocionado ao ver as competições e os lindos locais onde estão sendo disputadas.
Enquanto os demais clubes cariocas estão lá nas cabeceiras, o Flamengo se arrasta, cada vez mais, nos últimos lugares. Melhor dizendo, no último lugar. Falam que o técnico, mesmo com o time perdendo sem parar, não jogando "porra" nenhuma, entregando a cara a tapa para qualquer adversário que apareça, não será dispensado.
Pode, até, ser uma posição honesta, mas demonstra que, se o técnico não é responsável por essa pobreza de atuações do time, alguém tem que se apresentar como o causador dessa mediocridade da equipe. O Presidente, a diretoria, o vendedor de balas que fica na porta do clube, sei lá, alguém. E, responsável(?!) que seja, mandado embora. O que não dá, definitivamente não dá, é deixar o Flamengo ser enxovalhado, partida após partida, sem que se tome alguma providência.
E não me venham com a estória de que temos 2, ou 3, jogos a menos, pois essa jogosa a menos podem, muito bem(mal) serem outras tantas derrotas. Afinal, o retrospecto indica essa, digamos, tendência.
Ou, outra desculpa, que quando incorporarem o Roger (aquele, o mesmo, o das noitadas, ele mesmo) e um tal de Cristian, o famoso quem?, o time vai dar um salto de qualidade (?!).
Figura horrorosa, fingida e repugnante, desagradavel ao olhar e ao ouvir, capaz das mais profundas sujeiras e artimanhas, puxa-saco inesgotável, capacho solene e safado, esse lamentável assessor especial do LuLLa, chamado Marco Aurélio Garcia.
Depois da sua demonstração abjeta, ao comemorar com gestos obscenos o que ele considerou uma vitória do partido, do governo, nesse assunto da tragédia do avião da TAM, que ele agora procura explicar como uma reação particular e quase doméstica, aparece com uma nota oficial, onde a sua prepotência e despreparo fica, mais do que nunca, transparente.
Mais uma vez, os Ministros e Assessores do Presidente, escancaram o pouco respeito que tem para com o povo brasileiro. Para breve, aguarda-se um "fodam-se todos", a ser pronunciado, alto e bom som, por algum dos altos quadros desse partido totalitário que manobra o Brasil.
Recebi uma espinafração em regra, do Gabriel, onde ele me senta o cacete, desce a mais “santa porrada”, julgando-se discriminado, censurado, por um comentário seu que não teria sido aceito, publicado, aqui no Observador. Por sorte, foi apenas ele a reclamar, pois deveriam ser todos, eu inclusive, já que o meu sistema de comentários, como já disse anteriormente, anda de mau humor e coloca tudo que pinta como comentário, num tal de “junk comments”. Comentários e até as minhas respostas, imaginem só! Reportei o assunto ao meu guru internético Fabio Sampaio, para ver se conseguimos resolver esse lance desagradável.
Além disso, estou a verificar se existe algum outro sistema de comentários, o Haloscan, talvez, de que possa me socorrer.
UMA EXPLICAÇÃO! ps: o comentário que ele julgava censurado, já está publicado, bem como sua justa reclamação. Pois é!
NÃO! NÃO QUERO PEGAR CARONA NESSA TRAGÉDIA, MAS...
Atualmente pouco tenho viajado de avião.
Mesmo em minhas idas a São Paulo, por conta da obra da Casa MB, preferia ir de ônibus. Nem por receio, ou pelo prório preço da passagem, mas pelo conforto e tranquilidade de não perder tempos em esperas nos saguões dos aeroportos.Mas, já houve um tempo em que eu ia muito a SP, de avião, e sempre achava surreal aquela chegada, quando o avião "circulava" , chegando em Congonhas, em alturas inferiores aos topos dos prédios vizinhos. Surreal, no mínimo!
Isso sem contar que você sentia a quase vocação de o avião, mais dia , menos dia, transitar pelas avenidas vizinhas. Tudo muito louco, muito estranho. Pior de tudo, imaginar que o usário dessa"doença", o único nome que ouso "dotar" esse esquisto aeroporto, faça de tudo para não ter que usar outro lugar para suas idas e vindas aeronaúticas. Prefere o risco permanente à segurança geral. Doença, é pouco!
E a merda, a tremenda tragédia, aconteceu! Como uma desgraça anunciada e, perfidamente, pouco cuidada pelas autoridades, "otoridades", desse Pais abandonado à sua própria sorte, por um Presidente que só pensa neLLe e em sua popularidade vaiada, desse obtuso Ministro Indefeso, desses "caras" frouxos e pouco inteligentes, negligentes e relapsos, que fazem parte dessa comédia arlequinesca que é a nossa aviação cívil, os Zuanazzi e que tais, que fazem parte, ou ficam à parte, de suas responsabilidades.
Claro, no final credita-se tudo à famosa falha humana, e como dizia meu nordestino pai,
Muito trabalho, meu sócio viajou e largou as "paradas" nas minhas mãos, os cuidados com o meu sogro, embora a parte mais pesada tenha sobrado pra D.Verinha, o tempo tem andado curto prás minhas bandas.
Mas acho que estou recomeçando a ajeitar minha rotina, ai incluido, claro e quase principalmente, meus olhares e atenções para o Observador.
Curioso como essa coisa de perder o embalo, por qualquer que seja a razão e em qualquer atividade, traz dificuldades para a retomada do rítmo.
Ainda tem o lance desse pequeno desarranjo do meu sistema de comentários, que anda selecionado mal os visitantes do blogue, juntando meus amigos aos spammers e solicitando confirmação a cada comentário. Além disso, eu que recebia os avisos dos comentários em minha caixa postal do GMail, não estou mais a recebe-los.
Junta umas coisas às outras, bagunça o coreto
Meu sogro é duro na queda! Voltou pra casa nesse sábado, ainda meio caidão, pouca movimentação, sonolento. Nada fora da expectativa, segundo mos médicos. Do sábado a tarde, para hoje, 2a feira, já recuperou uma razoável parte dos movimentos do lado esquerdo, exceção feita à perna, conseguiu se alimentar sozinho, fumou seu cachimbo, assistiu ao jogo do Brasil contra a Argentina e vem em franca recuperação. Claro, com os rebates naturais de quem já tem mais de oitenta anos. Impressiona a vontade do "cara", que teima em fazer as coisas, apesar dos nossos cuidados e da assistência permanente de um enfermeiro ao seu lado. No popular, o "cara" é foda!
Diz que o "homi" achou injusta a vaia, as vaias, que levou na abertura do Pan. "Eu não merecia isso", reclamou.
Dizem, também, que por causa disso, eLLe não pretende voltar ao Rio nas competições, ou encerramento, do Pan. Em sua confusão mental, e na sua prepotência e vaidade exacerbada, deve ter ficado cismado onde é que foram parar os 64% de brasileiros que aprovaram seu governo. "Que merda!", deve ter pensado, "só vieram a essa droga de Pan os outros 36%!!!"
Vale a pena, Presidente, refazer as suas contas quanto a essa tão propalada aceitação!
Os argentinos entraram em campo com aquela soberba dos arrogantes. Pose e muita empáfia. Mesmo depois de levarem aquele gol, logo no início do jogo, continuaram a jogar como se fosse, apenas, uma questão de tempo. Logo, logo, deviam estar imaginando, vamos ganhar a partida. Só que o time brasileiro, contrariando as expectativas, entrou sólido, compenetrado, bem disposto taticamente e deu um nó nos "hermanos".
Ai, não deu pra ver coisa alguma do tão decantado Riquelme, pouco do Messi, apenas no início do jogo e o time não conseguiu jogar. Ganhamos, e bem, e merecidamente! Gostei muito da disposição tática da equipe e, sobretudo, da atuação do Josué, que fez uma partida primorosa.
Já falei, aqui nessas mal traçadas linhas do Observador, que vive conosco meu sogro, 88 anos e um dos verdadeiros heróis esportivos brasileiros. Medalhista olímpico em 1948, terceiro colocado com a equipe de basquete do Brasil, Affonso, Affonso Évora (o nome do cara) sempre teve por essa conquista um orgulho verdadeiro e incontido. E válido, extremamente válido, afinal, foi a primeira medalha de um esporte coletivo do Brasil.
Pois bem! Com essa coisa do Pan, o desfile da tocha olímpica pelas cidades do Brasil, o Affonso encasquetou na cabeça, com justas razões, que ele deveria ser convidado para fazer um trecho carregando a tocha, que passaria, já passou até, pelas ruas de Petrópolis. Não pensava em outra coisa, falara com o Presidente da Confederação de Basquete, o Grego, nosso amigo pessoal, outros amigos do esporte, mas o convite final não chegava. Essa coisa bem brasileira de descartar os ídolos, "afinal ele já está bem velho, deixa pra lá". Tempo passando, a vontade e a ansiedade apertando, emoção corroendo, Affonso sofria em silêncio. As vezes, nem tanto, reclamava. E o dia do desfile da tocha por ruas petropolitanas, chegando.
Andréa, minha filha, a Muie do Mei do Mato, já vinha mandando e-mails e cartas para todas as autoridades que poderiam interferir, até que, em cima da hora, o Secretário de Esportes de Petrópolis, que não sabia da existência de tal personalidade em terras imperiais, tomou conhecimento e convidou, oficialmente, o Affonso para carregar a tocha olímpica em um trecho do desfile. Soubemos disso, no sábado que passou, 7 de julho, quando telefonei para ele e tive a confirmação. Como foi verbal, telefônica, preferimos receber a informação oficial, que chegou via e-mail no domingo, dia 8, para dar a boa notícia ao Évora (esse era o nome por que era conhecido o Affonso, nas rodas esportivas).
Nesse mesmo domingo, lá para as quatro da tarde, ele reclamou de dormência na perna esquerda. Atendemos ele, a dormência passou e, mais ou menos as sete da noite, lemos para ele os textos dos e-mails, passamos a combinar como seria sua participação, continuamos vendo televisão, os jogos de futebol, e o Affonso foi dormir com a idéia do desfile da terça-feira. Nós, eu, minha mulher, filha e genro, felizes pela realização do sonho do veterano atleta, também fomos dormir.
Na manhã de 2ª feira, fomos surpreendidos pela notícia do mal-estar do Affonso, que foi acometido de mais um AVC (já acontecera antes, e ele se recuperara). Lado esquerdo do corpo paralisado, problemas para falar, não conseguia se locomover. Chamamos uma ambulância e o levamos para o hospital, onde ele ficou internado até hoje, sábado, quando retornou para casa. Está em cadeira de rodas, não consegue andar, fala e se alimenta com dificuldade, mas a médica acredita que ele conseguirá se recuperar. Infelizmente, não conseguiu cumprir o seu grande sonho, do desfile com a tocha olímpica.
Mas, o destino, os acontecimentos, os fados, seja lá o que for, promovem os contrastes e as surpresas, os inesperados, que a vida consegue nos oferecer, dando-nos lições a cada dia. Como meu sogro não poderia desfilar, minha mulher, sua filha, Vera, comunicou ao comitê organizador o fato acontecido. Contou a estória, que a todos comoveu, profundamente. A secretária do comitê, então, perguntou se a Vera não gostaria de cumprir o trecho destinado ao Affonso, como uma homenagem a ele. Afinal, desfilaria alguém em seu lugar, da família, e não um desconhecido qualquer. Vera, Verinha, prontamente aceitou, 3ª feira, 10 de julho, quase ao meio-dia, correu para pegar o uniforme do desfile e as 14,30 da tarde estava pronta para fazer o percurso destinado ao Affonso, seu pai, que cumpriu brilhantemente. Foi, em meio à tristeza que todos estávamos, um momento de descontração e alegria, numa demonstração, mais uma vez, que a vida, os inesperados da vida, podem apresentar facetas e ângulos capazes de nos fornecerem forças para enfrentarmos o que vier.
Sobre esses contrastes, conversamos muito, pesamos os prós e os contras, a necessidade de nos defendermos dessa obsessão de criar expectativas muito definidas, e os males daí decorrentes (todos achamos que a coisa do desfile, na cabeça do Affonso, pode ter sido determinante no novo derrame, AVC), e a necessidade de vivermos um pouco mais descomprometidos, nesse mundo já tão cheio de obrigações e deveres.
ACONTECIMENTOS! ps:vale a pena ler o que escreveu a Muié
Já conhecia Buenos Aires. Em 1973/74, fiz um projeto da sucursal da Cruzeiro do Sul (companhia aérea), e viajava para lá, a cada 30/40 dias, durante quase um ano. Só que, de 1973 a 2007, lá se passaram mais de 30 anos. Seria o caso de dizer que eu não conhecia mais Buenos Aires, quase.
Mas, como toda cidade que preza sua história e memória, a quantidade de espaços, edificações, locais públicos, aquilo que marca a vida, a existência de uma cidade, permanece conservada e valorizada pelas obras que foram feitas. Então, deu para dizer que eu, ainda, conhecia/reconhecia, Buenos Aires.
Esse é o Foro de Buenos Aires, em fase de manutenção e conservação. Como, aliás, ocorre com todos os prédios dessa estirpe.Memoria e história da cidade.
Foram poucos dias, de uma intensidade enorme, quando procuramos fazer programas simples e desvinculados de coisas tipicamente turísticas. Claro, compras, inevitáveis. Bons restaurantes, impossível deixar de lado. Puerto Madero e Palermo Viejo, visitações obrigatórias.
Puerto Madero, contraluz "clicada" pela Andréa.
Compra de bons e baratos vinhos, a cargo do casal Bruno e Mariah, outro programaço.
Wineria, elegantíssima, em Puerto Madero
Uma cidade inesquecível e bonita, que deixou-nos a sensação do “queremos mais”. Já estamos programando outra visita, de preferência menos corrida.
Uma das melhores constatações nossas, foi a encantadora boa vontade do povo, sempre prestimoso e simpático. Meu sócio, argentino que vive no Brasil “hace más de 40 años”, disse-me que seus patrícios aprenderam a valorizar o bom turista. Contrapartida nossa, da família em viagem, o respeito e cuidado com as solicitações, perguntas e o próprio interesse em saber das boas coisas da cidade.
Fórmula 1 Bela corrida do finlandês Raikonen, vencendo a terceira prova do ano. Os comentaristas brasileiros, sempre apressadinhos, começaram a fazer campanha contra o "cara", sempre com aquela coisa de mal comparar com o Felipinho (como o chamam os argentinos), dizendo que ele estava sendo superado pelo Massa, falando dos seus azares, e não é que o sujeito danou de vencer? O Massinha fez, também, um corridaço e o inglês, continuando sua trajatória recordista, conseguiu seu nono pódio consecutivo. E o xará, Alonso, tá chegando. Promete a temporada!
Tenis E o Federer faturou mais um Grand Slam, tornando-se penta campeão de Wimbledon. Grande jogo, com um show de garra e vontade do Nadal e a categoria, embora sem a mesma vontade explicita, do Roger Federer. Justa a vitória do suiço!
Futebol
o time do Brasil, "apoiado" pela inexpressiva equipe chilena, mandou seis gols no treino do sábado. Agora, é contra o Uruguai. Sentiremos saudades dos amigos chilenos?
Tour de France Começou ontem. Três semanas de espetáculos, lindas paisagens, grandes disputas, no evento esportivo que é considerado o terceiro maior do mundo. Pra quem gosta, como eu!
Aproveitando o domingão estou convidando os amigos para uma "pelada" de futebol (pensaram que era outra coisa, seus mal-intencionados...). Eu vou ser o juiz, pois meus joelhos já estão acabados e contarei, como bandeirinha (sem trocadilhos), com a Ana Paula, abaixo destacada.
Um americano idiota, que veio ao Brasil, trabalhar no Pan Americano, cheio do preconceito e arrogância dos imbecis. Já mandaram ele embora para seu Pais.
Idiotas assim, já bastam os que temos por aqui.São muitos.
-Em São José dos Campos, um jovem de 24 anos ateou fogo a uma garota de programa, prostituta, após se desentender com ela;
-Alguns dias antes, cinco jovens, classe média, moradores da Barra, assaltaram e espancaram uma moça que esperava condução para o trabalho. Presos, afirmaram que pensaram que era uma prostituta, como se isso pudesse atenuar seu crime;
-Anteontem, dois jovens artistas da TV Globo, decepcionados com um programa mal feito, onde eles descobriram que as “moças” que contrataram eram travestis, promoveram uma série de violências ainda inexplicadas;
-Outros jovens, na Lagoa, espancaram um outro jovem, ainda internado, por discussões idiotas e sem razão; -Por ora, paro por aqui. Cansei! Tem muito mais, mas fico nessas.
Mas, qual a explicação para tanto ódio e violência, agora “confortavelmente instalado” na tal da classe média (classe média essa, cada vez mais vagabunda e mentalmente medíocre), contrariando aquela tendência explicatória de que a falta de oportunidades e estudo, “privilégio” das classes menos favorecidas, poderia "explicar" tais atitudes? O que acontece com esses jovens, sadios, sarados, bem alimentados, mas sem coisa alguma nas suas cabeças? Culpa dos pais? Das instituições? Dos exemplos que transbordam de cima para baixo, das mais altas (?!) camadas políticas e sociais? Dessas lamentáveis novelas da televisão? De onde, tanta baixaria e mediocridade?
Mas, venha de onde vier, e isso não é coisa localizada, não é apenas brasileira, está em todas as partes do mundo, com a pequena diferença das punições, que, essas sim, em outros lugares são aplicadas, mas, torno a perguntar, de onde vem tudo isso? Que maldita doença é essa que assola o mundo?
Aí, como vivo no Brasil, minha preocupação fica por aqui, com a dura impressão que parece não ter mais jeito, não!
Depois dessa rápida e gostosa visita a Buenos Aires, minhas pílulas informativas viraram "píldoras".
Vamos a elas: 1-tempo se ajustando, deveres sendo ajustados e colocados em dia, estou (quase) pronto para me acertar geral. Até desacertar, pois ninguém é de ferro!;
2-meu blogue esteve invadidissimo por spams, que lotaram a minha caixa postal e desfiguraram os comentários. Pedi ao meu guru e gerente, Fábio Sampaio, um "help", ele apertou as cravelhas e os sapms sumiram. Mas, ficou tão justo, o aperto, que até os comentários dos amigos, os meus próprios (respostas), passaram a ser colocados como "junk comments", dependendo de aprovação minha. Então, como custo a ter acesso a eles, comentários, as respostas ficam entravadas. Pedirei outro "help" ao Fábio, pra ver se consigo "suturar a ferida";
3-fim de semana altamente esportivo, Brasil jogando, Fórmula 1, Finais de Wimbledon e, sobretudo, o início de um dos espetáculos que mais me apaixonam, o "Tour de France", que começa hoje, daqui a pouco, 10 da matina, e que eu não perco de forma alguma. Todos os dias, as 10 da manhã, grudado na ESPN!;
4-do Mengão, excuso-me de falar;
5-escritos e fotos de Bue e da Casa MB, estão no prelo.
No momento, estou tentando não misturar as estações, razão da minha imobilidade bloguística. Uma viagem com muitas estórias para contar (ou seriam histórias?), acontecimentos e surpresas, das boas e das menos boas (embora normais), a perda de alguns dias de trabalho (contra o ganho dos mesmos dias de prazer), o natural atraso de algumas tarefas de obra e projetos, junte-se a isso tudo e, até mesmo uma certa preguiça, certamente alguma coisa, alguém, sairia no prejú: Sobrou para o Observador, com um pequeno abandono, escassez nos "escritos" e essa paralisia momentânea que se vê (ou não é vista).
Já consegui limpar e ler os e-mails, respondi o que era necessário, deletei um monte de porcarias, limpei a caixa postal.
Agora, entre amanhã e sábado, pretendo olhar de novo para o blogue e dar uma arrumada na "casa".
Globo-online. Lula: 'Vamos competir com o crime organizado nas áreas carentes'
Queremos competir com o crime organizado, com a certeza de que só vamos poder dominá-lo quando levarmos benefícios sociais às comunidades mais carentes
FALA SÉRIO, PRESIDENTE! ps: e a franjinha do homi? qual!!!!
Hoje, 2a feira, 2 de julho, estamos em Sampa, esperando uma solução para nosso retorno ao Rio.
Que seria a coisa mais simples do mundo, não fosse a quebra do nosso carro, na viagem de vinda, quando ele, o carro, com menos de 1000 quilometros rodados, superaqueceu e fundiu o motor.
Conto, quando chegarmos de volta ao Rio / Petrópolis.
A estada em Buenos Aires, essa sim,foi maravilhosa.